Preso por furtar hospital e atacar casal de idosos tem nova prisão decretada em Dourados


Policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais) cumpriram na manhã desta terça-feira (4/11), mandado de prisão contra Daniel Gonçalves da Cruz, de 33 anos, que já se encontra detido em uma das celas da PED (Penitenciária Estadual de Dourados). Ele é suspeito de praticar uma série de crimes, entre eles, o furto de equipamentos de um médico do HV (Hospital da Vida), e o roubo violento a um casal de idosos, ocorridos em setembro passad, no Bairro Jardim Flórida II.

Segundo o delelegado Lucas Veppo, titular do Setor de Investigações Gerais, Daniel estava evadido do regime semiaberto desde o dia 23 de setembro. Naquela data, ele havia solicitado atendimento médico e foi encaminhado ao Hospital da Vida, onde conseguiu fugir da vigilância de médicos e enfermeiros.

Durante a fuga, o indivíduo invadiu uma sala reservada aos profissionais de saúde e furtou um notebook e objetos pessoais de um médico da unidade. Dois dias depois, no dia 25 de setembro, o homem invadiu a residência dos idosos — um homem de 89 anos e uma mulher de 81 — e os agrediu violentamente, levando cerca de R$ 11 mil em dinheiro. 

As investigações apontaram para Daniel como o autor dos dois crimes. Conforme Lucas, a identificação foi possível por meio de câmeras de segurança e pelo reconhecimento das vítimas, que já o conheciam.

“Representamos pela prisão preventiva dele por esses dois crimes e hoje cumprimos o mandado, garantindo que ele permaneça recolhido e não volte a cometer delitos”, explicou o delegado.

Daniel chegou a ser preso pela PM (Polícia Militar) no dia 7 de outubro, mas continuava respondendo pelos crimes do furto e do roubo, agora com mandado preventivo expedido pela Justiça. Mesmo que venha a receber liberdade por outras ocorrências, ele seguirá preso por esses dois casos.

A PC (Polícia Civil) também investiga a possível ligação de Daniel com outro roubo ocorrido na mesma data, que vitimou outro casal na cidade. “Há essa possibilidade. Ele nega, mas considerando o histórico de violência e reincidência, não está descartado”, completou o delegado.



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