Enfermeira do SAMU sai para atendimento e descobre que vítima de execução na MS-165 era o próprio filho





Crime aconteceu no início da tarde deste domingo em Aral Moreira

O que deveria ser mais um atendimento de rotina transformou-se em uma tragédia pessoal para uma profissional de saúde na tarde deste domingo (19). Ao ser acionada para socorrer uma vítima de disparos de arma de fogo na rodovia MS-165, a enfermeira do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) deparou-se com o corpo de seu próprio filho, Renato Lúcio Alexandre, de 29 anos, já sem vida.
O crime ocorreu por volta das 13h30, na zona rural de Aral Moreira, em frente ao espaço de eventos Amoreira Hall. De acordo com o registro policial, Renato transitava em uma motocicleta Leopard 125 quando foi interceptado por ocupantes de outro veículo similar.
Testemunhas relataram que os executores se aproximaram e efetuaram diversos disparos à queima-roupa, fugindo em seguida em direção ignorada.
A equipe de saúde foi chamada às pressas por populares. No local, a enfermeira Luzinete confirmou o óbito da vítima, que estava caída em decúbito dorsal ao lado da motocicleta.
O choque da identificação familiar em meio ao exercício profissional comoveu os presentes e repercutiu intensamente na comunidade local.
A cena do crime foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos da Polícia Científica. O perito José Felipe e o agente Luca Martins, sob coordenação do delegado Rodrigo Inojosa, realizaram os levantamentos técnicos.
O laudo preliminar aponta que Renato foi atingido por seis disparos de calibre ainda não identificado: quatro na região das costas (escapular posterior esquerda), um na região lombar e um no antebraço direito.
Um ponto que intriga os investigadores é que nenhuma cápsula deflagrada foi localizada no perímetro imediato do crime. Isso sugere que os atiradores podem ter utilizado revólveres ou recolhido os estojos para dificultar a perícia balística.
O corpo foi removido pela funerária Inter Pax para os procedimentos de praxe. O caso, registrado como homicídio simples na Delegacia de Polícia de Aral Moreira, segue sob investigação.
Até o momento, não há informações confirmadas sobre a motivação do atentado ou o paradeiro dos autores.




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