As investigações sobre o audacioso furto ocorrido em uma joalheria de prestígio na Avenida Brasil, em Ponta Porã, na fronteira com Pedro Juan Caballero, no Paraguai, seguem em ritmo acelerado. O valor do prejuízo pode passar de R$ 1 milhão e o crime segue investigado pela Polícia Civil da cidade.
“A vítima disse que acredita que será mais de um milhão. As imagens estão sendo analisadas pela investigação. O crime com certeza não foi realizado por uma só pessoa”, disse o delegado Italo Amaury Teixeira da Silva.
As equipes policiais trabalham sob a convicção de que a ação foi executada por uma quadrilha, descartando a hipótese de um único autor. Para entrar na joalheria, os ladrões abriram um buraco na parede dupla.
A complexidade e a quantidade de itens subtraídos reforçam a tese de planejamento e envolvimento de múltiplos indivíduos na invasão e subtração das joias.
O foco principal das autoridades neste momento recai sobre a análise minuciosa das imagens de câmeras de segurança – tanto internas quanto as de estabelecimentos vizinhos.
Os investigadores esperam que as gravações forneçam pistas visuais cruciais para identificar os membros do grupo e rastrear o destino das mercadorias de alto valor.
A Polícia Civil mantém o sigilo sobre os detalhes das diligências, mas a expectativa é que a análise forense digital acelere a identificação dos suspeitos e a recuperação do material roubado.
A comunidade aguarda atualizações sobre o avanço das prisões e o esclarecimento completo do crime que abalou o comércio local.




