Fabricadas na China, motos elétricas Monarca chegam à fronteira e prometem revolucionar a mobilidade


A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero ganha uma nova alternativa de transporte urbano. Fabricadas na China, as motos elétricas da marca Monarca foram apresentadas oficialmente em Ponta Porã pelo CEO do Monarca Group, Carlos Bernardo, como uma proposta moderna, econômica e sustentável para a população local.

Sem consumo de combustível fóssil e com baixa emissão de poluentes, os modelos chegam ao mercado como resposta a uma demanda crescente por soluções de mobilidade mais acessíveis e ambientalmente responsáveis. Em uma região marcada pelo fluxo intenso de pessoas entre Brasil e Paraguai, a agilidade no deslocamento é um diferencial competitivo — e é justamente nesse ponto que as motos elétricas apostam.

Autonomia e praticidade no dia a dia

De acordo com a empresa, as motos oferecem autonomia de até cinco horas de locomoção contínua, podendo ter esse tempo ampliado com intervalos desligadas. A proposta é atender trajetos urbanos cotidianos, como deslocamentos para o trabalho, estudos e atividades de lazer.

Leves e disponíveis em diferentes versões — desde scooters compactas até modelos mais robustos — as Monarca se destacam pelo peso reduzido, que facilita manobras em vias de tráfego intenso. A ausência de motor a combustão também implica manutenção simplificada, fator que pode representar economia a médio e longo prazo para o consumidor.

Segundo Carlos Bernardo, a chegada das motos elétricas representa mais do que o lançamento de um produto: trata-se de uma mudança de paradigma na mobilidade regional. “Estamos oferecendo à população da fronteira um meio de transporte moderno, ágil e não poluente”, afirmou.

Mobilidade estratégica na fronteira

O contexto geográfico torna o lançamento ainda mais relevante. A dinâmica urbana entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero exige alternativas que combinem baixo custo operacional, facilidade de estacionamento e eficiência energética. Nesse cenário, veículos elétricos leves tendem a ganhar espaço, especialmente entre estudantes e trabalhadores que realizam deslocamentos curtos e frequentes.

Além do apelo econômico, o fator ambiental também pesa. Em tempos de discussões globais sobre transição energética e redução de emissões, a adoção de veículos elétricos em cidades de porte médio pode representar um passo importante rumo a uma mobilidade mais limpa.



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