
Deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta quinta-feira (9/4), a segunda fase da operação Lucro Espúrio, que mira fraude em licitações e contratos administrativos e apropriação indevida de recursos públicos da UFMS (Universidade Federa de Mato Grosso do Sul).
Os contratos têm como objeto o fornecimento de refeições subsidiadas pelo governo aos alunos que demonstram necessidade, como forma de estimular o estudo universitário.
Em nota, a Polícia Federal informou que nesta fase foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, além das medidas cautelares de sequestro, arresto e bloqueio de cerca de R$ 6 milhões em bens móveis e imóveis dos indiciados e suas empresas. Também foram aplicadas medidas cautelares pessoais alternativas à prisão, além da proibição de contratar com o Poder Público e de suspensão dos contratos administrativos vigentes.
As medidas cautelares foram deferidas pelo Juízo Federal da 3ª Vara de Campo Grande.
Nos materiais apreendidos na primeira fase, encontrou-se arquivos de carteirinhas de cerca de 150 alunos, que eram utilizadas diariamente para simular uma falsa aquisição de refeição subsidiada pelo governo.



