Polícia Civil encerra as atividades da carceragem na 4ª DP em Campo Grande


Polícia Civil de Mato Grosso do Sul celebra, nesta segunda-feira (2), um avanço histórico para a segurança pública da Capital e na própria história da instituição, a desativação definitiva das celas de custódia do 4º Distrito Policial, localizado na região das Moreninhas. A partir de hoje, a unidade passa a operar exclusivamente com foco em sua atividade fim: a investigação criminal e o atendimento qualificado à população.

A remoção dos custodiados para o sistema prisional é fruto de uma articulação estratégica da atual gestão da Polícia Civil junto à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) e sua Secretaria Executiva de Justiça e da Coordenadoria de Políticas Penitenciárias. O movimento encerra um ciclo de décadas em que policiais civis precisavam dividir o tempo entre o trabalho investigativo e a guarda de detentos — função que agora recai integralmente sobre o sistema penal adequado.

A delegada titular da 4ªDP – Sueili Araújo Lima Rocha destacou a relevância desta ação. “Essa transferência representa um momento importante para a 4ª Delegacia de Polícia Civil. Nossa unidade, por muitos anos, exerceu a custódia de presos, acumulando uma atribuição que, embora necessária em determinado contexto, sempre exigiu grande esforço estrutural, humano e administrativo. O que se concretiza hoje é resultado de um trabalho de gestão contínuo, construído com diálogo institucional, planejamento e atuação integrada com todos os órgãos envolvidos. O ganho é institucional e operacional, sobretudo, para a sociedade, que passa a contar com uma delegacia mais focada, mais eficiente e mais preparada para atender o cidadão.”

A carceragem da 4ª Delegacia marca a história de grande parte dos delegados de polícia, investigadores e escrivães da Polícia Civil praticamente desde o início do Estado. Por ali passaram também os mais diferentes criminosos, elementos de alta periculosidade, alguns deles transferidos para Cuiabá quando do Mato Grosso Uno, abrigou fugitivos de São Paulo e Minas Gerais, lamentavelmente teve também registro de óbitos, tudo que uma carceragem pode oferecer, só não registrando situações mais graves como grandes rebeliões, graças a seu efetivo de policiais civis dedicados.



Veja a Matéria completa!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.