A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos após o segundo turno abriu uma janela de oportunidade para a direita não bolsonarista apresentar nomes para liderar a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Mesmo sem mandato a partir de 2027, o candidato derrotado ao Palácio do Planalto era visto no PL como o nome “natural” à presidência em 2030 e líder do movimento antipetista.
Com Flávio fora do País, a legenda deve buscar alternativas e desenhar estratégias para manter a hegemonia da direita.
O dirigente do Missão, Renan Santos, foi o primeiro a se movimentar nesse sentido em postagens nas redes sociais e já admitiu que pode disputar novamente à Presidência em 2030.
Os partidos do centrão, por sua vez, veem o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como um quadro a ser projetado nacionalmente.



