Categorias
agro destaque_home

Milho verão chega a 36% de plantio no Brasil, mas clima reduz qualidade das lavouras no Paraná

Milho verão chega a 36% de plantio no Brasil, mas clima reduz qualidade das lavouras no Paraná

O plantio do milho verão 2026/27 atingiu 36% da área nos nove principais estados produtores até 16 de outubro, conforme levantamento da Conab apresentado pela Terra Agro Insights.

O avanço semanal foi de 2,5 pontos percentuais. O resultado ficou próximo dos 35,3% registrados no mesmo período de 2025 e da média de cinco anos, de 35,6%.

Entre as áreas já implantadas, 84,8% estavam em desenvolvimento vegetativo e 15,2% em emergência.

Paraná registra queda nas condições das lavouras

No Paraná, o Deral apontou 86% da área semeada, abaixo dos 94% observados um ano antes.

A parcela de lavouras em boas condições recuou de 84% para 81%, distante dos 98% registrados na safra anterior. Outros 18% estavam em situação média e 1% em condição ruim.

Segundo as informações da Conab compiladas no boletim, chuvas acompanhadas de granizo e vendavais provocaram danos pontuais. Também houve relatos de pressão de lagartas e tripes.

Plantio gaúcho avança, mas danos por granizo persistem

No Rio Grande do Sul, a Emater/RS informou que a semeadura chegou a 78% até 22 de outubro, acima dos 75% de 2025 e da média histórica de 68%.

Das lavouras implantadas, 98% estavam em desenvolvimento vegetativo e 2% em floração. As áreas menos atingidas pelo granizo do fim de setembro apresentaram recuperação satisfatória, enquanto os talhões mais danificados tiveram perdas irreversíveis.

O ritmo variou entre as regiões: Frederico Westphalen alcançou 95%, Ijuí chegou a 92% e Pelotas registrou apenas 9%. A incidência de cigarrinha permaneceu baixa no levantamento.

Sudeste e Centro-Oeste avançam de forma gradual

Santa Catarina atingiu 86% de plantio, acima da média de 79%. No Sudeste, São Paulo registrou 12% e Minas Gerais, 6,7%.

Em Goiás, a semeadura chegou a 5%, concentrada no Leste. Nas demais regiões do estado, a prioridade dos produtores permaneceu no plantio da soja.

A evolução do milho verão dependerá da distribuição das chuvas e da recuperação das áreas afetadas pelos eventos climáticos, especialmente no Sul.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

Medo de prisão fundamenta recuo de Flávio sobre questionar resultado | Blogs | CNN Brasil


O medo de ser preso ainda neste ano por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes foi um dos principais motivos que fundamentaram a decisão de Flávio Bolsonaro (PL) de não mais questionar o resultado da eleição.

Segundo seus interlocutores, o candidato derrotado está bastante preocupado com a possibilidade de o pai, Jair Bolsonaro, morrer na prisão, e de ele próprio ser preso ainda esta semana e passar muitos anos na cadeia.

A avaliação do entorno do senador é que, diferentemente do pai, Flávio não está psicologicamente preparado para enfrentar o risco de ser preso por Moraes.

A aposta é que o recuo na declaração feita ontem deverá enviar um sinal político a Moraes e fazer com que o ministro não o prenda.

Em decisão comunicada hoje a Flávio, Moraes proibiu o contato do senador com o empresário e advogado Willer Tomaz.

O magistrado também determinou o cancelamento do passaporte brasileiro e a entrega, no prazo de 24 horas, de documentos de viagem de outras nacionalidades que possam estar em nome do candidato derrotado à sucessão presidencial deste ano.



Veja a Matéria Completa

Categorias
matogrossodosul

Previsão do tempo hoje para Campo Grande (MS): sol com algumas nuvens; chove rápido durante o dia e à noite


Confira a previsão do tempo para Campo Grande nesta terça-feira (27), com detalhes sobre temperaturas, chance de chuva, mudanças no clima e como o tempo se comporta. Veja a tendência para o dia e se prepare.



Veja a matéria Completa

Categorias
matogrossodosul politica_ms

Ala do PL responsabiliza Nikolas Ferreira por derrota de Flávio em MG


Uma ala do Partido Liberal responsabiliza o deputado Nikolas Ferreira pela derrota de Flávio Bolsonaro em Minas Gerais no segundo turno das eleições. A informação foi apurada pela analista de Política Larissa Rodrigues, que ouviu fontes internas da legenda e da coordenação de campanha.

Segundo a analista, há um movimento interno de busca por culpados após o resultado adverso. “O primeiro nome que me pontuaram, referindo-se principalmente à questão em Minas Gerais, foi Nikolas Ferreira”, afirmou Larissa durante o Bastidores CNN desta segunda-feira (26).

De acordo com o que ela apurou, havia uma confiança por parte da campanha de que não seria necessário concentrar tantos esforços no estado mineiro.

“Primeiro pelo resultado no primeiro turno, quando Flávio esteve à frente no estado mineiro, e segundo pela presença maciça do próprio Nikolas, que foi quase que ‘contratado’ para ser um cabo eleitoral de luxo”, destacou Larissa.

Nikolas percorreu o país em eventos de campanha, às vezes acompanhado de Flávio Bolsonaro, outras vezes não, sendo o responsável por levar as propostas e a presença do PL a diferentes localidades.

No entanto, segundo a apuração, ele teria deixado Minas Gerais em segundo plano ao priorizar outros estados. “O que eu ouvi hoje é que não teria havido nenhum tipo de alerta dessa possibilidade de virada em Minas”, relatou Larissa.

Enquanto isso, o PT já havia identificado essa tendência e intensificado sua presença no estado. “Há quem diga que o governador eleito Cleitinho (Republicanos-MG) também sinalizou esse aumento de intenção de voto do PT e, por isso, não se vinculou tanto à campanha de Flávio”, revelou a analista.

Outros nomes apontados como culpados

Nikolas Ferreira não é o único nome citado internamente. Larissa também ouviu referências à coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques.

O âncora Gustavo Uribe mencionou que duas declarações dela foram consideradas polêmicas, uma sobre a substituição de servidores públicos por inteligência artificial e outra sobre regras de transição do Bolsa Família.

Pablo Marçal (PRTB-SP) também aparece entre os apontados, por conta da estratégia traçada para Flávio no debate da Band. Nesse sentido, a participação massiva do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) é vista como tardia, para o segundo debate, já nos últimos dias da campanha.



Veja a matéria completa

Categorias
agro destaque_home

Agro responde por 60% da energia renovável ofertada no país, aponta FGV

O agronegócio foi responsável por cerca de 60% de toda a energia renovável ofertada no Brasil em 2023. O dado faz parte do estudo Dinâmicas de Demanda e Oferta de Energia pelo Agronegócio, produzido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), que analisa o papel do setor tanto como consumidor quanto como fornecedor de energia.

A dimensão dessa participação aparece com ainda mais clareza quando o levantamento simula a matriz brasileira sem a contribuição das cadeias agropecuárias e agroindustriais. Nesse cenário, a presença das fontes renováveis cairia de 49,1% para cerca de 20%, aproximando o país da média global, estimada em 15%.

O resultado coloca o agronegócio em uma posição particular na transição energética. Ao mesmo tempo em que depende de energia para mecanização, irrigação, climatização e transporte, o setor tornou-se fornecedor de biocombustíveis, biomassa e outras fontes utilizadas dentro e fora das cadeias agropecuárias.

Agro ganha espaço na matriz

A participação da bioenergia associada ao agronegócio cresceu de forma expressiva ao longo das últimas décadas. Em 1970, início da série histórica analisada pela FGV a partir do Balanço Energético Nacional, essas fontes representavam 9,7% da oferta interna de energia. A parcela chegou a 30,1% em 2020 e permaneceu em 29,1% em 2023.

Com esse resultado, a bioenergia vinculada ao agro respondeu por quase um terço de toda a energia ofertada no país em 2023. Entre as diferentes origens da matriz brasileira, ficou atrás apenas do petróleo e seus derivados, responsáveis por 35,1% da oferta.

A biomassa da cana-de-açúcar concentra a maior parcela dessa contribuição, com 16,87% da oferta energética nacional. Também fazem parte desse conjunto a lenha e o carvão vegetal provenientes da silvicultura, a lixívia da indústria de papel e celulose, óleos vegetais, outras biomassas e o biogás produzido a partir de resíduos agrossilvipastoris.

A mudança foi acompanhada pela diversificação das fontes. Desde o início dos anos 2000, a oferta energética proveniente da cana quase triplicou, impulsionada pela expansão dos veículos flex e da bioeletricidade produzida com o bagaço. No mesmo período, a oferta associada à lixívia cresceu perto de 300%, acompanhando o avanço da indústria de papel e celulose.

Energia ultrapassa o campo

A energia gerada a partir das cadeias do agro também abastece outros segmentos da economia. Segundo a FGV, a indústria se consolidou como principal consumidora dessa bioenergia, absorvendo aproximadamente metade da oferta nas últimas décadas. Alimentos e bebidas, papel e celulose, cerâmica e metalurgia estão entre as atividades que utilizam essas fontes para geração de calor e vapor.

Em algumas cadeias industriais intensivas em calor, a participação da bioenergia do agronegócio já supera 70% do consumo energético. O setor de transportes também ampliou sua utilização, principalmente com a consolidação do etanol e do biodiesel na matriz brasileira.

Essa presença amplia o papel do agro na discussão sobre descarbonização. O estudo aponta que recursos provenientes da cana-de-açúcar, florestas plantadas, oleaginosas, resíduos orgânicos, pecuária e coprodutos agroindustriais passaram a compor uma oferta energética cada vez mais diversificada.

Dependência de fósseis

A posição como fornecedor de renováveis convive, entretanto, com um desafio dentro das próprias atividades agropecuárias. Em 2022, 73% da energia consumida diretamente pela agropecuária brasileira teve origem em fontes fósseis, proporção ligeiramente superior à média mundial de 70%. O cálculo considera o consumo realizado diretamente nas propriedades e não inclui insumos, máquinas, fertilizantes ou outras etapas da cadeia de suprimentos.

A redução dessa dependência aparece no estudo como uma das próximas frentes para o setor. Entre os caminhos apontados estão a substituição gradual do diesel por biometano, etanol e biodiesel em veículos pesados, a eletrificação das operações e a ampliação da infraestrutura necessária para levar energia elétrica ao campo. Tecnologias de baixa emissão e políticas de eficiência energética também integram essa agenda.


Por Redação mundoCoop com informações da Fundação Getúlio Vargas

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

Trump assume posição ambígua sobre reeleição de Lula | Blogs | CNN Brasil


A informação de que o senador Flávio Bolsonaro deve reconhecer a derrota na eleição de domingo chegou a uma fonte ligada à Casa Branca. O movimento deve levar o presidente dos EUA, Donald Trump, a também reconhecer, embora com ressalvas, a vitória do presidente Lula. E explica a ambiguidade de Trump sobre o tema nesta segunda-feira.

“Flávio desistiu”, relatou a fonte, que falou sob a condição de não ser identificada. “Está apavorado. Está preocupado com a possibilidade de o pai morrer na prisão, de ele próprio ser preso ainda esta semana e de passar muitos anos na cadeia, considerando que ainda é jovem. Ele tem dois filhos bem pequenos.”

A fonte afirma ter ouvido que “Flávio simplesmente não está psicologicamente preparado para enfrentar o risco de ser preso” por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Ele vai reconhecer a derrota e, aparentemente, foi informado de que Moraes não o colocará na prisão se ele desistir hoje.”

Trump foi perguntado por um jornalista nesta segunda-feira sobre o resultado do segundo turno no Brasil. “Para mim, pareceu terrível. Eu não tomei partido, mas, francamente, pareceu mais uma eleição fraudada”, declarou o presidente americano. “Foi uma imagem terrível para o mundo. Eleições precisam ser incontestáveis, e isso me pareceu muito ruim. Eu não apoiei ninguém, mas acompanhei a eleição. Pareceu algo corrupto, terrível.”

Perguntado se pretendia fazer alguma coisa em relação ao resultado, no entanto, Trump respondeu: “Eu não governo o Brasil. Eu governo os Estados Unidos. Eu gosto de Lula. Me dou muito bem com ele, mas a prorrogação concedida foi muito estranha”, concluiu, referindo-se à extensão por duas horas do período de abertura das urnas pelo ministro Cristiano Zanin, do STF.

O governo americano ainda não reconheceu o resultado eleitoral. Aparentemente, aguarda a nova posição de Flávio, que na noite de domingo declarou que não reconhecia a derrota, por causa da intervenção do STF.

Moraes avançou nos últimos dias na investigação sobre o advogado e empresário Willer Tomaz e sua possível sociedade oculta com Flávio. Desde o dia 16, o ministro passou a relatar o caso no STF, determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens de Tomaz, ordenou quebras de sigilo e, nesta segunda-feira, impôs medidas cautelares diretamente contra Flávio.

O juiz determinou o cancelamento do passaporte brasileiro de Flávio, a entrega de eventuais documentos de viagem de outras nacionalidades em 24 horas e a proibição de contato com Willer Tomaz. A CNN Brasil informou que a Polícia Federal intimou Flávio na manhã desta segunda-feira. A decisão tramita sob sigilo.

Até a semana passada, o alvo das medidas mais severas era Willer Tomaz. Agora, o próprio Flávio está sujeito a restrições judiciais em investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

 



Veja a Matéria Completa

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.