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Ciclone-bomba perde força no fim de semana; veja previsão no Sul e Sudeste


Após a passagem do ciclone-bomba causar transtornos nas regiões Sul e Sudeste do país, a previsão para este sábado (8) e domingo (9) é de que os efeitos do fenômeno diminuam, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

Apesar da redução dos efeitos do ciclone, a circulação associada ao sistema favorece a entrada de uma massa de ar frio no Brasil. No centro-sul do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, as condições são favoráveis à formação de geadas.

Durante o fim de semana, a previsão de tempestades permanece concentrada entre o Paraná, o centro e o norte de Santa Catarina, o sul de Mato Grosso do Sul e o centro-sul de São Paulo.

Sul

A previsão do Inmet indica tempo frio na região Sul, com possibilidade de geada no Rio Grande do Sul, especialmente no sul do estado. As tempestades devem continuar no Paraná e em partes de Santa Catarina.

No sábado (8), são esperadas pancadas de chuva no centro-leste e no norte do Paraná durante a manhã. Enquanto isso, no centro-sul de Santa Catarina e no centro-norte do Rio Grande do Sul, o tempo ficará mais firme.

Além disso, há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no Paraná, em Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul.

No domingo (9), a previsão indica chuva com trovoadas isoladas no Paraná, no centro-norte e no oeste de Santa Catarina, além da divisa de Santa Catarina com o noroeste do Rio Grande do Sul.

Sudeste

Segundo o Inmet, a previsão indica instabilidade e chuva em São Paulo. No sábado (8), são esperadas nuvens e pancadas de chuva no sul do estado, além da possibilidade de chuva isolada no oeste e na região central. Também há possibilidade de chuva isolada na divisa com Minas Gerais.

Há ainda um aviso amarelo de perigo potencial para vendavais em São Paulo, no Rio de Janeiro, no litoral do Espírito Santo e no sul de Minas Gerais.

No domingo (9), a chuva isolada ficará concentrada no centro-sul e no leste de São Paulo, além do litoral sul do Rio de Janeiro.



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Alerta, aulas suspensas e tornado: veja impactos de ciclone-bomba pelo país


A formação e o avanço de um ciclone-bomba no Sul do Brasil já provocou uma série de eventos climáticos severos em diversos estados do país.

O fenômeno, que teve início nesta quinta-feira (6), resultou na passagem de um tornado no Rio Grande do Sul, queda de granizo, suspensão de aulas em cidades do litoral de São Paulo e no Rio de Janeiro, além de novos alertas. 

Ciclone no RS

No primeiro dia de ciclone, um tornado atingiu a região entre os municíos de Pedro Osório e Pelotas, ambos no Rio Grande do Sul.

O tornado, associado a uma supercélula gerada pelo ciclone-bomba, causou uma morte, destelhamentos, queda de árvores e falta de energia elétrica em diversas localidades do estado.

Até o momento, os fenômenos deixaram uma pessoa morta, cinco feridas e 118 municípios com outros danos. A morte ocorreu na cidade de Montenegro após a queda de uma árvore.

Além disso, a Defesa Civil do estado reportou danos significativos como alagamentos e estragos em residências e escolas nas cidades de Uruguaiana, Erechim, Caçapava do Sul e Chuí. Em Novo Hambrugo, foram registradas 120 casas destelhadas.

A chegada do sistema também provocou chuvas de granizo em regiões como Fazenda Vila Nova e Bom Retiro. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mantém o estado em “alerta de pergio” devido ao risco de novos temporais e ventos intensos que podem superar os 90 km/h até sábado, quando o fenômeno deve atingir o ápice.

Aulas suspensas no Sudeste

O impacto do ciclone-bomba se estende ao Sudeste, onde a impulsão de frentes frias gera ventanias severas. No Rio de Janeiro, a prefeitura e o governo estadual suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira (7) devido à previsão de rajadas que podem ultrapassar 90 km/h. 

A UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) também interrompeu as atividades presenciais em todos os seus campus.

A capital fluminense entrou em Estágio 2 de risco. Por conta disso, a Defesa Civil emitiu alertas via celular e recomendou que a população evite deslocamentos e busque locais seguros.

Além disso, na manhã desta sexta, a Prefeitura do Rio e o Governo do Estado do Rio de Janeiro divulgaram uma nota, que recomenda a antecipação do encerramento de todas as atividades que não sejam essenciais para antecipar o retorno para casa e resguardar a segurança dos cidadãos.

A decisão foi tomada após a confirmação do registro de ventos de 74 km/h na Costa Verde, no fim desta manhã, corroborando a previsão metereológica de ventos fortes que podem chegar a 90km/h – em meio ao alerta para a influência do ciclone-bomba em diversos estados do país.

No litoral de São Paulo, as prefeituras de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião, Bertioga e Itanhaém determinaram a suspensão das aulas na rede municipal nesta sexta como medida preventiva após alertas para rajadas de ventos acima de 60 km/h. 

Além disso, a Defesa Civil do Estado de São Paulo enviou, nesta quinta, alertas severos para celulares da população em 24 regiões paulistas. Segundo o órgão, os avisos foram emitidos de forma preventiva para áreas com maior risco de impactos causados pelas condições meteorológicas.

Veja regiões que receberam alertas do estado:

  • Taciba;
  • Ipaussu;
  • Piraju;
  • Assis e Palmital;
  • Maracaí;
  • Itaí e Paranapanema;
  • Taguaí e Taquarituba;
  • Santa Cruz do Rio Pardo;
  • Bernardino de Campos e Cerqueira César;
  • Itaberá;
  • Avaré;
  • Itapeva;
  • Angatuba;
  • Itatinga;
  • São Miguel Arcanjo;
  • Itapetininga;
  • Guapiara e Capão Bonito;
  • Ribeirão Branco;
  • Guareí;
  • Ribeirão Grande e Eldorado;
  • Sarapuí e Pilar do Sul;
  • Piedade e Ibiúna;
  • Litoral Sul;
  • Baixada Santista.

A previsão para o litoral paulista e fluminense indica que os ventos podem variar entre 90 e 110 km/h durante o dia. 

O que é o ciclone-bomba

O fenômeno, tecnicamente chamado de ciclogênese explosiva ou bombogênese, ocorre quando um sistema de baixa pressão atmosférica se intensifica de forma muito rápida. Ele recebe esse nome pela forma explosiva como se origina.

Para receber a classificação, a pressão central do sistema deve cair pelo menos 24 milibares em um período de 24 horas. O processo acontece principalmente em regiões de alta latitude, onde massas de ar muito frias encontram massas de ar mais quentes.

Pós-ciclone

Após a passagem do sistema e da frente fria, a entrada de uma massa de ar frio deve provocar uma queda acentuada nas temperaturas. O frio deve se intensificar no Sul a partir de domingo (9) e avançar para áreas do Centro-Oeste e Sudeste nos dias subsequentes.

As autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações meteorológicas, já que a trajetória e a intensidade do sistema podem sofrer ajustes conforme o fenômeno evolui.



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Defesa Civil emite novo alerta para ventos e chuva forte no Rio de Janeiro


A Defesa Civil estadual emitiu um novo alerta severo para ventos e chuva forte na cidade do Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (7). A mensagem foi enviada por volta das 5h05.

O mesmo alerta teria apitado três vezes nos celulares dos cariocas, com recomendações de “Evite deslocamento” e “Busque local seguro”. O Governo do Estado disse que acompanha as condições meteorológicas previstas para esta sexta, que indicam a possibilidade de ventos fortes em todo o estado.

Segundo o COR (Centro de Operações Rio), Rio de Janeiro está em Estágio 2 de risco para ocorrências no município desde a noite desta quinta-feira (6). O “nível 2”, representado pela cor amarela, é um dos cinco Estágios Operacionais da Prefeitura, que variam de acordo com a previsão e ocorrências de tempestades, calor intenso ou acidentes que possam influenciar a rotina dos cariocas.

O Estágio 2 significa que há risco de ocorrências de alto impacto na cidade. Nesta madrugada, o órgão da Prefeitura do Rio registrou ventos moderados a fortes:

  • 02h20: vento moderado, 43,1 km/h
  • 02h45: vento forte, de 54,6 km/h
  • 02h50: vento moderado, de 48,9 km/h
  • 03h15: vento moderado, de 51,8 km/h

Previsão para esta sexta-feira

A previsão meteorológica aponta que as ventanias podem ultrapassar 90 km/h no decorrer desta manhã. O anúncio foi divulgado um dia após o alerta “severo” emitido para fortes ventos na capital fluminense.

Por conta da previsão, a UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) suspendeu as atividades presenciais em todos os seus campus nesta sexta, mantendo apenas os serviços essenciais. A Prefeitura do Rio também anunciou a suspensão das aulas da rede pública municipal.

O Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden-RJ), a Defesa Civil Estadual, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) também estão acompanhando a evolução das condições climáticas.

Ainda nos próximos dias, o Brasil enfrenta um alerta de grande perigo para a formação de um ciclone bomba. O sistema pode trazer temporais, granizo e ventanias severas para algumas regiões do país.

Ciclone bomba

Estados do Sul e do Sudeste podem ser os mais prejudicados pelo fenômeno. O ciclone bomba, tecnicamente chamado de ciclogênese explosiva ou bombogênese, ocorre quando um sistema de baixa pressão atmosférica se intensifica de forma muito rápida.

De acordo com o Inmet, o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sul e oeste do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul estão em alerta de “perigo”, que indica risco de impactos significativos.

Outras áreas do Sul, parte de Mato Grosso do Sul e a divisa entre São Paulo e Paraná estão com aviso para “perigo potencial“. O sistema começou a se formar a partir das 9h de quinta-feira (6), e deve ganhar força entre o Uruguai e o litoral do Rio Grande do Sul. A fase de maior intensidade está prevista para o sábado.

Na região Sul, segundo o Inmet, os principais impactos ocorrem entre quinta e sábado. Estão previstos temporais, descargas elétricas e queda de granizo, especialmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde as rajadas de vento podem superar os 90 km/h.

Embora o centro do ciclone se forme sobre o oceano, ele deve impulsionar frentes frias que podem causar ventanias em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O maior risco de ventos fortes é nesta sexta, com rajadas que podem variar entre 90 km/h e 110 km/h no litoral paulista e fluminense.

Já regiões como Campinas, Ribeirão Preto e o Sul de Minas Gerais podem registrar ventos de 71 a 90 km/h. 



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Grande tornado gerado por passagem de ciclone bomba atinge RS


Um novo tornado atinge o Rio Grande do Sul, na tarde desta quinta-feira (6), o fenômeno natural passou entre as cidades de Pedro Osório e a região de Pelotas.

A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros do 3º BBM (Batalhão de Bombeiro Militar) e pela Defesa Civil do Rio Grande Sul à CNN Brasil 

Na última semana, no dia 29 de julho, um tornado devastou a pequena cidade de Giruá na região noroeste do estado. 

A Defesa Civil do Capão do Leão, município da região, está checando os estragos e se há feridos e falta de luz, além de confirmar a passagem do tornado. Um morador relatou queda de árvores, falta de energia e estragos em chalé.


 

Já o CMDE (Centro de Monitoramento da Defesa Civil do Estado) aponta que a ocorrência do tornado gerou uma tempestade severa que atingiu o interior da cidade de Pedro Osório.

“Com base nos vídeos de moradores locais, o tornado atingiu a região de Matarazzo, e causou alguns destelhamentos. Conforme o CMDEC, o fenômeno ocorreu associado a uma supercélula, uma tempestade com rotação. O tornado ocorreu por volta de 17h15”, afirma o órgão de monitoramento.

Por outro lado, a Defesa Civil do Estado disparou um alerta para a região pelo menos uma hora antes: “O alerta laranja indicava a condição de ALERTA para tempestade com vento e granizo, com risco ALTO de destelhamento”, diz trecho do alerta emitido.

 

**Sob supervisão de Thiago Félix



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Ciclone bomba: aulas são suspensas após previsão de ventania no Rio


A Prefeitura do Rio de Janeiro informou, nesta quinta-feira (6), que as aulas da rede pública municipal serão suspensas na sexta-feira (7) devido aos fortes ventos que devem atingir a cidade. A rede estadual adotou medidas de seguranças semelhantes e também decidiu suspender as aulas.

A previsão meteorológica aponta que as ventanias podem ultrapassar 90km/h no decorrer de amanhã. O anúncio foi divulgado um dia após o alerta “severo” emitido para fortes ventos na capital fluminense.

Ainda nos próximos dias, o Brasil enfrenta um alerta de grande perigo para a formação de um ciclone bomba. O sistema pode trazer temporais, granizo e ventanias severas para algumas regiões do país.

No Rio de Janeiro, embora o centro do ciclone se forme sobre o oceano, ele deve impulsionar frentes frias que podem causar ventanias. O maior risco de ventos fortes é nesta sexta, com rajadas que podem variar entre 90 km/h e 110 km/h no litoral fluminense.

UERJ cancela aulas

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) suspendeu, nesta sexta-feira (7), as atividades presenciais em todos os seus campus, devido a previsão de ventos acima de 90 km/h no estado. Em nota, a UERJ afirmou que manterá apenas os serviços essenciais.

O que é o ciclone bomba

O fenômeno, tecnicamente chamado de ciclogênese explosiva ou bombogênese, ocorre quando um sistema de baixa pressão atmosférica se intensifica de forma muito rápida. Ele recebe esse nome pela forma explosiva como se origina.

Para receber a classificação, a pressão central do sistema deve cair pelo menos 24 milibares em um período de 24 horas. O processo acontece principalmente em regiões de alta latitude, onde massas de ar muito frias encontram massas de ar mais quentes.

O que diz o Governo?

O Governo do Estado afirma que acompanha as condições meteorológicas previstas para esta sexta-feira, que indicam a possibilidade de ventos fortes em todo o estado.

O Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden-RJ), a Defesa Civil Estadual, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) estão acompanhando a evolução das condições climáticas.

O que esperar nos próximos dias

A instabilidade deve aumentar no final de semana com a aproximação de frentes frias.

Já na sexta-feira (7), uma frente fria deve trazer ventos ainda mais tensos, com rajadas que podem ultrapassar os 76km/h, além de chuva isolada à noite.

*Sob supervisão de Thiago Félix



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Ciclone bomba no Brasil: quais estados serão afetados pelo fenômeno


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de grande perigo para a formação de um ciclone bomba que pode atingir o Sul do Brasil nos próximos dias. O sistema pode trazer temporais, granizo e ventanias severas para algumas regiões do país.

De acordo com o Inmet, o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sul e oeste do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul estão em alerta de “perigo”, que indica risco de impactos significativos.

Outras áreas do Sul, parte de Mato Grosso do Sul e a divisa entre São Paulo e Paraná estão com aviso para “perigo potencial“.

O sistema começa a se formar a partir das 9h de quinta-feira (6), e deve ganhar força entre o Uruguai e o litoral do Rio Grande do Sul. A fase de maior intensidade está prevista para o sábado. 

Na região Sul, segundo o Inmet, os principais impactos ocorrem entre quinta e sábado. Estão previstos temporais, descargas elétricas e queda de granizo, especialmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde as rajadas de vento podem superar os 90 km/h.

Embora o centro do ciclone se forme sobre o oceano, ele deve impulsionar frentes frias que podem causar ventanias em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O maior risco de ventos fortes é na sexta, com rajadas que podem variar entre 90 km/h e 110 km/h no litoral paulista e fluminense.

Já regiões como Campinas, Ribeirão Preto e o Sul de Minas Gerais podem registrar ventos de 71 a 90 km/h. 

O que é o ciclone bomba

O fenômeno, tecnicamente chamado de ciclogênese explosiva ou bombogênese, ocorre quando um sistema de baixa pressão atmosférica se intensifica de forma muito rápida. Ele recebe esse nome pela forma explosiva como se origina.

Para receber a classificação, a pressão central do sistema deve cair pelo menos 24 milibares em um período de 24 horas. O processo acontece principalmente em regiões de alta latitude, onde massas de ar muito frias encontram massas de ar mais quentes. 

Segundo as previsões, a pressão central do ciclone deve cair de 967 hPa na sexta-feira (7) para cerca de 941 hPa no sábado (8), o que confirma o processo de bombogênese. 

Queda na temperatura e o pós-ciclone

Após a passagem do ciclone e da frente fria, a entrada de uma massa de ar frio deve provocar uma queda nas temperaturas. O frio deve se intensificar no Sul a partir de domingo (9) e avançar para áreas do Centro-Oeste e Sudeste nos dias subsequentes.

As autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações meteorológicas, já que a trajetória e a intensidade do sistema podem sofrer ajustem conforme o fenômeno evolui.



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Ciclone bomba chega ao Brasil hoje e Defesa Civil Nacional faz alerta


A Defesa Civil Nacional emitiu um alerta à população para a chegada de um ciclone bomba ao Brasil a partir das 9h desta quinta-feira (6). O fenômeno deve atingir principalmente as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste com uma frente fria que vai causar ventania e temporais nos próximos dias.

Segundo o órgão, alertas de emergência serão emitidos por meio de aplicativos em aparelhos celulares, como SMS, Whatsapp, Telegram e Google Public Alerts, e em televisões por assinatura, conforme a passagem do ciclone.

A região Sul deve ser a mais afetada, principalmente o Rio Grande do Sul, que está em alerta vermelho (de grande perigo) segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

As chuvas podem passar de 100 milímetros por dia e os ventos podem ficar acima de 100 km/h no estado gaúcho na sexta-feira (7). Também há previsão de granizo.

Também há chances de tempestade e ventania nos estados de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, além do litoral de São Paulo.

Em caso de emergências, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil por meio do SMS, enviando o CEP do local atingido para o número 40199, ou do WhatsApp, para (61) 2034-4611.

O que é o ciclone bomba?

O ciclone bomba, como popularmente é chamado, consiste na formação de um ciclone extratropical intenso. A partir desta quinta, a formação do fenômeno pode trazer temporais, granizos e ventanias fortes para algumas regiões brasileiras, assim como para a Argentina e o Uruguai.

Tecnicamente chamado de ciclogênese explosiva ou bombogênese, o ciclone bomba ocorre quando um sistema de baixa pressão atmosférica se intensifica de forma muito rápida. Ele recebe esse nome pela forma explosiva como se origina.

Para receber a classificação, a pressão central do sistema deve cair pelo menos 24 milibares em um período de 24 horas. O processo acontece principalmente em regiões de alta latitude, onde massas de ar muito frias encontram massas de ar mais quentes.

Efeitos pós-ciclone bomba

Após a passagem do fenômeno, a entrada de uma massa de ar frio deve provocar uma queda nas temperaturas. O frio deve se intensificar na Região Sul a partir de domingo (9) e avançar para áreas do Centro-Oeste e Sudeste nos outros dias.

As autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações meteorológicas, já que a trajetória e a intensidade do sistema podem sofrer ajustem conforme o fenômeno evolui.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo



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Ciclone Bomba: veja regiões com previsão de ventos fortes no estado de SP


A Defesa Civil do Estado de São Paulo colocou, a partir desta quinta-feira (6), nove, das 16 regiões do estado, em alerta vermelho – risco muito ato – para o ciclone bomba que causará ventos no país.

O fenômeno deve causar pancadas de chuva, ventania e descargas elétricas. A previsão é de ventos de até 100 km/h. 

Regiões e municípios em alerta vermelho (risco muito alto):

  • Região Metropolitana
  • Marília
  • Bauru
  • Itapeva
  • Registro
  • Sorocaba
  • Campinas
  • Santos
  • Vale do Paraíba
  • Litoral Norte

Regiões e municípios em alerta laranja (risco alto):

  • Araçatuba
  • Araraquara
  • Barretos
  • Franca
  • Presidente Prudente
  • Ribeirão Preto
  • São José do Rio Preto

Apesar do ciclone atingir principalmente o Rio Grande do Sul, o fenômeno também passará com intensidade por São Paulo. O sistema chega no estado como uma frente fria. 

A previsão para o território paulista para esta quinta-feira (6), é de ventos de intensidade moderada a forte, de até 70 km/h.

Na sexta-feira (7), o ciclone chega com ventos fortes ou muito fortes, podendo chegar até 100 km/h.  A partir de sábado (8), o sistema deve começar a perder força.

A Defesa Civil alerta também para a previsão de pancadas de chuva e descargas elétricas nestes dias. Segundo o órgão, esta combinação pode aumentar os riscos à população e provocar transtornos em diferentes regiões do estado.

A Baixada Santista está em alerta como uma das regiões com maior chance de ventos fortes e maior risco no estado. De acordo com a Defesa Civil, a serra do mar impede a ascensão dos ventos, funcionando como um refletor que pode aumentar ainda mais a intensidade da ventania.

Veja movimentação das nuvens:

 

O que é o ciclone bomba

O fenômeno, tecnicamente chamado de ciclogênese explosiva ou bombogênese, ocorre quando um sistema de baixa pressão atmosférica se intensifica de forma muito rápida. Ele recebe esse nome pela forma explosiva como se origina.

Para receber a classificação, a pressão central do sistema deve cair pelo menos 24 milibares em um período de 24 horas. O processo acontece principalmente em regiões de alta latitude, onde massas de ar muito frias encontram massas de ar mais quentes. 

Segundo as previsões, a pressão central do ciclone deve cair de 967 hPa na sexta-feira (7) para cerca de 941 hPa no sábado (8), o que confirma o processo de bombogênese. 

Queda na temperatura e o pós-ciclone

Após a passagem do ciclone e da frente fria, a entrada de uma massa de ar frio deve provocar uma queda nas temperaturas. O frio deve se intensificar no Sul a partir de domingo (9) e avançar para áreas do Centro-Oeste e Sudeste nos dias subsequentes.

As autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações meteorológicas, já que a trajetória e a intensidade do sistema podem sofrer ajustem conforme o fenômeno evolui.



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Greve dos funcionários da CPTM é encerrada; trens voltam a operar


O Sindicato dos Ferroviários, que representa os trabalhadores da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), decidiu pelo fim da greve, após assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (6). A greve começou à meia-noite de terça-feira (4).

A greve afetou a circulação das Linha 11-Coral, Linha 12-Safira e Linha 13-Jade entre terça-feira (4) e hoje. 

“A decisão foi tomada de forma democrática pelos presentes à assembleia. A proposta de retorno ao trabalho e o aceite da proposta do TRT recebeu 131 votos favoráveis, enquanto 26 trabalhadores votaram pela continuidade da greve”, divulgou o sindicato em nota.

De acordo com o Sindicato, apesar de decidirem pelo retorno das atividades, os ferroviários ainda mantém o estado de greve, acompanhando o cumprimento dos compromissos assumidos e a evolução das negociações.

Segundo o comunicado, a deliberação ocorre após o Governo do Estado apresentar uma proposta que contempla avanços nas reivindicações da categoria, especialmente em relação às garantias buscadas pelos ferroviários durante o processo de concessão.

“Os Ferroviários reafirmam que a mobilização sempre teve como objetivo a defesa dos empregos e a proteção dos direitos dos trabalhadores da CPTM, bem como a garantia de um transporte público de qualidade para a população.”, diz o comunicado.

Ainda de acordo com a associação, o Sindicato dos Ferroviários continuará vigilante e atuando em defesa da categoria, “não descartando a adoção de novas medidas caso os compromissos firmados não sejam efetivamente cumpridos”.

Início da Greve

Durante a tarde de terça (4), a CPTM iniciou a operação parcial da Linha 13-Jade entre as estações Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart, enquanto a circulação nas Linhas 11-Coral e 12-Safira, permaneceu parcial desde o início do dia.

Segundo a CPTM, no horário de pico da manhã, apenas 67% do efetivo operacional previsto estava em atividade, índice inferior ao mínimo determinado pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho), que estabeleceu a circulação de 80% da operação nos horários de maior movimento e de 60% nos demais períodos.

A operação permanece parcial nas linhas 11-Coral e 12-Safira.  A Linha 13-Jade opera em velocidade reduzida. 

Posição do Governo

Na terça-feira (4), o Governo afirmou que a greve foi decretada pelo sindicato mesmo após o compromisso de não fazer nenhuma demissão durante o período de realocação de funcionários da CPTM. Ainda em texto, eles afirmam que a paralisação acontece por decisão unilateral do sindicato.

“Com justificativas baseadas em desinformação e prejuízos a quase 1 milhão de passageiros que usam as três linhas diariamente”, afirmou o governo.

Nessa quarta-feira (5), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) negou que haverá demissão de ferroviários da CPTM após a concessão das linhas 11, 12 e 13 à iniciativa privada.

De acordo com Tarcísio, o governo do estado está investindo na modernização do serviço de trens de São Paulo, e reforçou que realizará a manutenção do emprego dos ferroviários.

“Segunda-feira houve uma reunião aqui no Palácio dos Bandeirantes, onde a gente reafirmou o compromisso com a manutenção do emprego, mas isso não foi suficiente, porque a gente (vê a captura dos sindicatos por grupos extremistas, grupos de extrema esquerda, é o desrespeito ao cidadão”, declarou.

Em atualização.



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Ciclone bomba: ventos podem chegar a 90 km/h hoje em regiões do Brasil


O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta de grande perigo para a formação de um ciclone extratropical intenso, conhecido popularmente como “ciclone bomba”. O sistema começa a se formar a partir da manhã desta quinta-feira (6) e deve trazer ventos que podem chegar a 90 km/h na região Centro-Sul do Brasil.

A partir da combinação do fenômeno que se forma entre o Uruguai e o litoral do Rio Grande do Sul, com o avanço de uma frente fria, há a elevação do risco de fortes rajadas de ventos. Os principais detaques são:

  • Rio Grande do Sul e Sul Catarinense: as rajadas de vento podem atingir até 90 km/h; 
  • Mato Grosso do Sul: no Sul do estado, os ventos também têm potencial para alcançar os 90 km/h; 
  • Paraná e demias áreas de SC: rajadas entre 50 e 70 km/h são esperadas no oeste, sudoeste e sul paranaesne, além de grande parte de Santa Catarina; 
  • São Paulo: no centro-sul e oeste paulista, os ventos podem variar entre 50 e 70 km/h. 

Temporais e risco de tornado

A combinação de calor, umidade e o JBN (Jato de Baixos Níveis) intensifica a instabilidade. Além das ventanias, há previsão de chuva forte, descargas elétricas e queda de granizo, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

De acordo com a Climatempo, ainda há a possibilidade isolada de tornado no noroeste gaúcho e no oeste catarinense durante esta quinta.

O Inmet mantém um “Aviso Laranja (Perigo)” vigente, que abrange todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, o sul e o oeste do Paraná e o sul do Mato Grosso do Sul.

O que é o ciclone bomba

O fenômeno, tecnicamente chamado de ciclogênese explosiva ou bombogênese, ocorre quando um sistema de baixa pressão atmosférica se intensifica de forma muito rápida. Ele recebe esse nome pela forma explosiva como se origina.

Para receber a classificação, a pressão central do sistema deve cair pelo menos 24 milibares em um período de 24 horas. O processo acontece principalmente em regiões de alta latitude, onde massas de ar muito frias encontram massas de ar mais quentes. 

Queda na temperatura e o pós-ciclone

Após a passagem do ciclone e da frente fria, a entrada de uma massa de ar frio deve provocar uma queda nas temperaturas. O frio deve se intensificar no Sul a partir de domingo (9) e avançar para áreas do Centro-Oeste e Sudeste nos dias subsequentes.

As autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações meteorológicas, já que a trajetória e a intensidade do sistema podem sofrer ajustem conforme o fenômeno evolui.



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