Polícia Civil quer descobrir se ex-prefeita forjou o próprio atentado no MS


A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu mandados de busca e apreensão, na manhã desta segunda-feira (17), na cidade de Jardim, a cerca de 237 quilômetros de Campo Grande, para a coleta de provas relacionadas ao suposto atentado contra a ex-prefeita do município, Clediane Areco Matzenbacker. A operação busca elucidar se o crime foi forjado por pessoas ligadas a Clediane.

O caso ocorreu na madrugada do dia 29 de setembro do ano passado, quando Clediane estava em campanha de reeleição. Na ocasião, câmeras de segurança registraram o momento em que uma dupla em uma motocicleta passa em frente a casa da ex-prefeita e efetuaram os disparos, que acertaram a janela do quarto em que ela dormia com o marido, Gilson Matzembacher. O casal teria acordado com o barulho de vidro estilhaçado.

As corporações de Jardim e de Dourados (MS) cumpriram diligências em quatro endereços relacionados a três alvos. Segundo a Polícia Civil, foram apreendidos celulares da prefeitura que estavam com a ex-prefeita. Nos demais endereços foram apreendidos celulares e dispositivos eletrônicos ligados ao crime de contravenção.

A PCMS afirma que as diligências tem o objetivo de aprofundar uma nova linha de investigação que apura se o crime foi forjado por um grupo político ligada a ex-prefeita.



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