O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, nesta quinta-feira (28/5), que a nova fase da Operação Carbono Oculto foca na “asfixia financeira” das organizações criminosas.
A ação, deflagrada nesta quinta, tem como foco empresários e operadores suspeitos de manter esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC dentro do mercado de combustíveis. A ação, é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Receita Federal.
“A gente espera avançar no combate ao crime organizado da maneira que importa, da maneira inteligente que é fazendo asfixia financeira, identificando as questões que abastecem, de fato, essa engranagem das organizações criminosas”, enfatizou Durigan.
Estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.Segundo os investigadores, o grupo continuou movimentando milhões mesmo após operações anteriores.
A suspeita é de que a organização tenha criado rede paralela de empresas e contas digitais para esconder recursos provenientes de adulteração de combustíveis, fraudes tributárias e outras atividades criminosas.



