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Saiba como deputados do PL votaram na aprovação do fim da escala 6×1


Dos 22 deputados que votaram contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 nesta quarta-feira (27/5), 11 são do Partido Liberal (PL).

Os votos contrários ocorreram mesmo com a orientação do líder do partido na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), de votar favoravelmente à proposta, em uma mudança de entendimento da bancada. A legenda tinha se posicionado contra a mudança durante a tramitação da PEC.

Com base no registro de votação da sessão, 83 deputados do PL votaram “sim” pelo fim da escala 6×1, entre eles Nikolas Ferreira e Bia Kicis. Veja a lista:

  • Alagoas (AL): Alfredo Gaspar
  • Amazonas (AM): Cap. Alberto Neto
  • Amapá (AP): Vinicius Gurgel
  • Bahia (BA): Capitão Alden e Roberta Roma
  • Ceará (CE): André Fernandes, Dr. Jaziel e Matheus Noronha
  • Distrito Federal (DF): Alberto Fraga e Bia Kicis
  • Espírito Santo (ES): Gilvan da Federal
  • Goiás (GO): Gustavo Gayer e Magda Mofatto
  • Maranhão (MA): Pastor Gil e Silvio Antonio
  • Minas Gerais (MG): Delegada Ione, Domingos Sávio, Dr. Frederico, Emidinho Madeira, Eros Biondini, Greyce Elias, Junio Amaral, Lafayette Andrada, Lincoln Portela, Marcelo Álvaro, Mauricio do Vôlei, Nikolas Ferreira, Rosângela Reis e Zé Vitor
  • Mato Grosso do Sul (MS): Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira
  • Mato Grosso (MT): Coronel Assis, Coronel Fernanda, José Medeiros e Rodrigo da Zaeli
  • Pará (PA): Del. Éder Mauro, Delegado Caveira e Joaquim Passarinho
  • Paraíba (PB): Cb Gilberto Silva
  • Pernambuco (PE): André Ferreira, Coronel Meira e Mendonça Filho
  • Paraná (PR): Filipe Barros, Itamar Paim, Sargento Fahur e Vermelho
  • Rio de Janeiro (RJ): Altineu Côrtes, Carlos Jordy, Chris Tonietto, Dani Cunha, Dr Flávio, General Pazuello, Helio Lopes, Soraya Santos e Sóstenes Cavalcant
  • Rio Grande do Norte (RN): Carla Dickson, General Girão e Sgt. Gonçalves
  • Rondônia (RO): Cel. Chrisóstomo, Dr Fernando Máximo e Lucio Mosquini
  • Rio Grande do Sul (RS): Giovani Cherini, Marcelo Moraes, Osmar Terra, Sanderson e Zucco
  • Santa Catarina (SC): Ismael
  • Sergipe (SE): Rodrigo Valadares
  • São Paulo (SP): Adilson Barroso, Capitão Augusto, Cezinha Madureira, Delegado Bilynskyj, Jefferson Campos, Luiz Carlos Motta, Marcio Alvino, Mario Frias, Miguel Lombardi, Mis. José Olimpio, Paulo Freire Costa, Pr. Marco Feliciano, Rosana Valle e Vinicius Carvalho
  • Tocantins (TO): Filipe Martins

Ao todo, 11 deputados do PL votaram contra a PEC no primeiro turno. No segundo turno, o número diminuiu para nove, já que dois deixaram de votar. A oposição liberou o voto.

Veja a lista de deputados do PL que votaram contra a PEC do fim da escala 6×1:

  • Nicoletti (RR)
  • Bibo Nunes (RS)
  • Mauricio Marcon (RS)
  • Caroline de Toni (SC)
  • Daniel Freitas (SC)
  • Daniela Reinehr (SC)
  • Julia Zanatta (SC)
  • Ricardo Guidi (SC)
  • Rosangela Moro (SP)
  • Paulo Marinho Jr (MA) — Não votou no segundo turno
  • Zé Trovão (SC) — Não votou no segundo turno
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Votação do fim da escala 6x1 na Câmara
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Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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PEC 6×1

A Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos, nesta quarta-feira (27/5), o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1. A PEC agora segue para tramitação no Senado.

No primeiro turno, foram 472 votos a favor e 22 contrários. No segundo turno, 461 dos parlamentares foram favoráveis ao fim da escala 6×1 contra 19 que votaram contra; 14 deixaram de votar.

O texto prevê a redução gradual da jornada semanal de trabalho, atualmente fixada em 44 horas. Pela proposta, a carga passará para 42 horas semanais a partir de 60 dias após a promulgação da emenda. Em até 14 meses, o limite deverá cair para 40 horas semanais.

A PEC também estabelece a adoção de cinco dias de trabalho por semana, com dois dias de descanso.



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Durigan reconhece pressão da guerra sobre combustível, mas vê impacto menor no Brasil


25 Mai (Reuters) – O ministro da ⁠Fazenda, Dario Durigan, reconheceu nesta ⁠segunda-feira que a guerra no Oriente Médio tem ‌afetado os preços dos combustíveis e a inflação no Brasil, mas disse que os impactos são ‌menores do que os registrados em outros países.

‘Na comparação com o mundo, o Brasil é dos países que menos foi afetado pela guerra do Irã, que é uma guerra que vai começar a desarranjar ⁠cadeias ‌no mundo afora’, comentou Durigan durante evento ⁠de lançamento do 5º Leilão do Eco Invest Brasil, em São Paulo.

‘Por exemplo, na Índia, eles estão discutindo racionamento de combustíveis. Nós não estamos discutindo racionamento de combustíveis no Brasil. Na ​Coreia do Sul, eles estão tabelando preço.’

Durigan citou ainda os exemplos do Chile, onde o preço ​dos combustíveis subiram 85%, e da África do Sul, cuja alta foi de 150%, segundo ele.

‘Aqui no Brasil, a gente teve um aumento de 20% — claro que impacta, não estou menosprezando o ‌impacto, existe um impacto — mas ​que comparativamente com o resto do mundo é muito pequeno’, pontuou.

Desde o início da guerra dos EUA e de Israel contra ⁠o Irã, no ​fim de ​fevereiro, o tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz está prejudicado, ⁠o que impulsionou os preços ​internacionais do petróleo, impactando o custo dos combustíveis nos países.

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De acordo com Durigan, o Brasil tem demonstrado maior ​resiliência neste momento de pressão de preços porque, ao longo dos anos, foi desenvolvendo ​alternativas, como os ⁠biocombustíveis e a exploração de petróleo em águas profundas.

No novo leilão do ⁠programa Eco Invest, o governo espera levantar R$50 bilhões para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis de ponta em setores considerados estratégicos — incluindo o de combustíveis sustentáveis.



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