Duas mulheres que se passavam por agentes de saúde foram detidas na manhã deste sábado (21), no bairro Jardim Ivone, em Ponta Porã.
Elas são suspeitas de aplicar golpes em moradores, se apresentando como profissionais da área da saúde para obter dados pessoais e financeiros das vítimas.
A ação da Polícia Militar ocorreu após denúncias de moradores e a circulação de vídeos nas redes sociais, que ajudaram na identificação das suspeitas.
As duas foram localizadas e encaminhadas, juntamente com testemunhas, para a 1ª Delegacia de Polícia, onde o caso foi registrado.
Em nota, a Prefeitura de Ponta Porã alertou a população sobre o golpe e reforçou a orientação para que moradores não forneçam informações pessoais ou financeiras a desconhecidos.
Até o momento, a polícia não divulgou mais detalhes sobre as suspeitas. O caso deve ser investigado como usurpação de função pública, entre outros possíveis crimes.
A orientação é que a população permaneça atenta e denuncie qualquer situação suspeita às autoridades.
O HU-UFGHD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados), integrante da Rede Ebserh, detalha o fluxo de atendimento e os critérios adotados para a oferta de métodos contraceptivos que ocorre no mutirão da saúde “Dia E – Ebserh em Ação”. No âmbito do planejamento reprodutivo, serão ofertados métodos contraceptivos reversíveis de longa duração (LARCs), como o DIU de cobre, o sistema intrauterino hormonal (DIU Mirena) e o implante subdérmico (Implanon). Todas as interessadas que comparecerem ao mutirão serão previamente submetidas à consulta de planejamento familiar, com avaliação clínica individualizada. A definição do método mais adequado será feita pela equipe de saúde durante o atendimento, conforme critérios técnicos. Ou seja, o atendimento não será por demanda espontânea para escolha direta do procedimento pela paciente. No caso do Implanon, a indicação seguirá critérios de elegibilidade previamente definidos, com priorização de situações de maior vulnerabilidade clínica e social, como adolescência, mulheres vivendo com HIV, pessoas em situação de rua, em condição de pobreza extrema, com deficiência intelectual ou transtornos mentais graves, além de mulheres em situação de violência sexual ou com uso abusivo de álcool e outras drogas. A solicitação do método exige o preenchimento de laudo específico e avaliação técnica por profissional de saúde, conforme fluxo assistencial estabelecido pela instituição e normativas vigentes. A execução do mutirão ocorrerá de forma organizada, segura e alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo a integralidade do cuidado, a equidade no acesso e a adequada indicação dos procedimentos ofertados. Dia E – Ebserh em Ação O mutirão ocorre ao longo de março de 2026, com intensificação neste sábado (21), durante o “Dia E”, além de ações em formato de esforço concentrado. Ao todo, estão previstos 632 atendimentos, sendo 372 concentrados no Dia E e outros 260 distribuídos ao longo da programação, contemplando consultas, exames, procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos voltados à saúde da mulher.
A iniciativa integra o programa “Agora Tem Mais Especialistas”, do Ministério da Saúde, e ocorre de forma simultânea nos hospitais universitários federais da Rede Ebserh, com o objetivo de ampliar o acesso a serviços especializados e reduzir filas de atendimento. Rede Ebserh O HU-UFGD faz parte da Rede Ebserh desde setembro de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.
O crime aconteceu no começo da tarde desta sábado.(Foto: Ruben Valdez)
Edgar Gustavo Pereira de 36 anos, o Bollo foi morto a tiros no começo da tarde deste sábado (21), no interior do lava-jato MV no bairro Guarani em Pedro Juan Caballero.
Uma ambulância do Corpo de Bombeiros foi acionada, mas quando os socorristas chegaram Edgar estava morta.
A Polícia Nacional está no local aguardando a perícia e também agentes do Departamento de Investigações. Mais informações a seguir.
O corpo de um homem indígena, líder da comunidade Mba’e Marangatú, foi encontrado com sinais de violência no assentamento de Capitán Bado, em Nueva Yau. A Polícia Nacional prendeu um adolescente de 14 anos em conexão com o caso. A descoberta foi feita por volta das 11h30 da última sexta-feira (20), dentro da fazenda Garza Blanca, no assentamento de Capitán Bado, em Nueva Yau. A vítima, Nicasio Romero López, de 48 anos, membro de uma comunidade indígena, apresentava um grave traumatismo contuso que provavelmente causou sua morte imediata no local.
Segundo informações de policiais da Delegacia nº 24, Romero López tinha uma condenação anterior por homicídio doloso, datada de 2021, e era líder da comunidade indígena Mba’e Marangatú. Investigações preliminares apontam dois homens, também membros da mesma comunidade indígena, como suspeitos; acredita-se que eles tenham fugido.
Como parte da investigação inicial, um adolescente de 14 anos foi detido e encaminhado à custódia judicial. O Ministério Público está trabalhando para determinar o grau de envolvimento do menor e localizar os demais indivíduos implicados no crime. Peritos forenses e o médico legista compareceram ao local para remover o corpo e coletar evidências. O procedimento foi comunicado à promotoria de plantão em Capitán Bado para dar continuidade à investigação sobre as circunstâncias deste último ato de violência.
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Criação do CEARI fortalece articulação entre poder público, entidades e sociedade civil diante da crise sanitária
A Câmara Municipal de Dourados oficializou, nesta sexta-feira (20), por meio de publicação no Diário Oficial do Município (Portaria nº 020/2026), a criação do Comitê Emergencial da Reserva Indígena de Dourados (CEARI). A medida representa um passo decisivo no enfrentamento da crise sanitária nas aldeias, provocada pelo avanço do surto de chikungunya.
A instituição do grupo de trabalho consolida, de forma oficial, uma mobilização que já vinha sendo construída e posiciona o Poder Legislativo como articulador de múltiplas frentes de apoio humanitário em um dos momentos mais delicados vividos pelas comunidades indígenas da região.
As primeiras ações do comitê foram iniciadas ainda nesta sexta-feira, com a entrega de donativos como água, frutas e repelentes às famílias impactadas e às equipes de saúde que atuam no atendimento à população indígena.
Ao formalizar o CEARI, a Câmara não apenas reconhece a gravidade da situação, como também estabelece um modelo organizado de atuação, respeitando os limites constitucionais entre os poderes e reforçando seu papel de mobilização social.
A iniciativa é liderada pela presidente da Casa, Liandra da Saúde (PSDB), que tem conduzido a articulação entre vereadores, entidades de classe e sociedade civil organizada.
“A criação do CEARI é uma resposta imediata e responsável diante de uma situação que exige união e sensibilidade. A Câmara cumpre seu papel de mobilizar, articular e contribuir para que a ajuda chegue com rapidez a quem mais precisa. Estamos falando de vidas, e cada ação faz diferença neste momento”, destacou a presidente.
Liderado pela Câmara de Dourados, o CEARI já conta com a participação de instituições como Rotary Club, OAB, ACED, empresas, entidades de classe e representantes da sociedade civil, com o objetivo de construir uma resposta rápida e integrada diante do cenário sanitário.
Articulação como estratégia
Mais do que uma ação emergencial, o comitê nasce com uma função estratégica: integrar esforços e ampliar o alcance da ajuda humanitária, garantindo maior efetividade no atendimento às comunidades indígenas.
O CEARI reforça que a participação da população é fundamental neste momento, contribuindo diretamente para minimizar os impactos da epidemia.
Situação de emergência
Também nesta sexta-feira (20), o prefeito Marçal Filho decretou situação de emergência em saúde pública no município de Dourados, em razão do aumento dos casos de chikungunya, tanto na área urbana quanto na Reserva Indígena.
Conforme dados do Informe Epidemiológico Diário da SESAI, até o dia 19 de março foram registradas 936 notificações, 846 casos prováveis e 274 casos confirmados da doença. O levantamento aponta ainda 90 atendimentos hospitalares, três internações e quatro óbitos confirmados, inclusive em grupos vulneráveis.
As regiões com maior concentração de atendimentos são Jaguapiru II, Bororó I, Bororó II e Jaguapiru I.
Campanha de arrecadação
O comitê iniciou uma campanha emergencial para arrecadação de itens essenciais, com foco em:
Água
Isotônicos
Repelentes
Alimentos de consumo rápido (frutas, bolachas, entre outros)
Entre as atribuições do CEARI estão:
Mobilizar a sociedade para arrecadação de donativos
Organizar pontos oficiais de coleta
Articular parcerias com instituições públicas e privadas
Encaminhar os donativos para distribuição por órgãos competentes
Pontos de arrecadação
Câmara Municipal de Dourados
Subseção da OAB Dourados/Itaporã
Corpo de Bombeiros
ACED
Escola Pedro Palhano
Escola Tengatui
A iniciativa também abre espaço para a participação ativa de entidades, empresas e voluntários, fortalecendo uma rede de solidariedade em apoio às comunidades indígenas afetadas.
A Prefeitura de Ponta Porã emitiu um alerta à população sobre a atuação de duas mulheres que estariam se passando por agentes de saúde para aplicar golpes em moradores de Ponta Porã.
Segundo a denúncia, as suspeitas visitam residências em diversos bairros da cidade, apresentando-se como profissionais da área da saúde e realizando supostas “pesquisas” sobre as condições das famílias.
De acordo com relatos de vítimas, durante as visitas, as mulheres solicitam dados pessoais, como CPF, além de informações financeiras, incluindo chaves Pix. Em alguns casos, elas prometem o pagamento de R$ 30 pela participação na pesquisa, o que levanta suspeitas sobre a tentativa de fraude.
Ainda conforme os relatos, as suspeitas também estariam cadastrando crianças e oferecendo vacinas inexistentes, o que aumenta a gravidade da situação e o risco para as famílias.
Em nota, a Prefeitura reforçou que as mulheres não pertencem ao quadro de agentes de saúde do município e orientou a população a não fornecer qualquer tipo de dado pessoal ou bancário. “Pedimos que a população esteja atenta e não compartilhe informações com desconhecidos”, destacou o comunicado.
Moradores relataram preocupação com o possível uso indevido dos dados. Uma das vítimas, que preferiu não se identificar, afirmou que pretende registrar boletim de ocorrência. “Pode ser um golpe envolvendo contas bancárias e Pix”, disse.
A administração municipal também orienta que qualquer tentativa de golpe seja denunciada às autoridades e que os moradores alertem vizinhos e familiares sobre a prática.
O caso está sendo apurado pelas forças de segurança, que buscam identificar e localizar as suspeitas.
Com mortes confirmadas e centenas de casos, deputada se mobiliza na linha de frente em Dourados e reforça apelo por união para socorrer maior reserva indígena urbana do país
Na Reserva Indígena de Dourados, o avanço da chikungunya escancarou uma realidade dura, comunidades inteiras enfrentam uma epidemia sem água potável, sem estrutura e sem condições básicas para reagir. Nas aldeias Jaguapiru e Bororó, onde vivem mais de 20 mil indígenas, o que se vê é uma população tentando resistir em meio ao caos. Famílias inteiras adoecem ao mesmo tempo.
Diante desse cenário, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) mobilizou uma força-tarefa e passou a acompanhar de perto as ações emergenciais. O trabalho envolve o Hospital Universitário da UFGD e a Secretaria Especial de Saúde Indígena, além de uma rede de apoio construída com a Câmara de Vereadores de Dourados, a OAB, o Rotary e a sociedade civil organizada. Juntos, criaram um comitê para arrecadação de doações e assistência direta às comunidades.
Além da articulação institucional, o mandato também tem atuado na linha de frente com ações práticas, como o envio de água tratada, repelentes e outros itens essenciais. A deputada reforça que, neste momento, a solidariedade é fundamental. “Estamos fazendo a nossa parte, mas precisamos da ajuda de todos. Você que é douradense, você que é sul-mato-grossense, pode contribuir nesse momento tão delicado”, enfatizou.
“Isso aqui não é apenas uma crise de saúde, é uma crise de dignidade. É inaceitável que famílias inteiras estejam doentes e, ao mesmo tempo, sem acesso ao básico para sobreviver. A água que chega hoje é um alívio, mas não resolve o problema. Precisamos de ação imediata, permanente e integrada. Não podemos normalizar o sofrimento dessas comunidades”, enfatizou a deputada.
A crise, no entanto, vai além da falta de água. Com mais de 400 casos notificados, cerca de 200 confirmações e quatro mortes registradas em 2026, o surto já é considerado um dos mais graves do país. Para tentar conter o avanço da doença, foi montada uma base emergencial de atendimento na Escola Municipal Indígena Tengatui Marangatu, ainda assim insuficiente diante da demanda crescente.
Na Assembleia Legislativa, Lia Nogueira formalizou o pedido de uma força-tarefa envolvendo a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), o Governo do Estado e a Prefeitura, buscando ampliar o atendimento e garantir condições mínimas à maior reserva indígena do país. “Estamos buscando soluções definitivas, mas neste momento o mais importante é garantir que ninguém fique desassistido”, destacou.
Dados oficiais da vigilância em saúde apontam que o surto já supera registros anteriores e coloca Mato Grosso do Sul entre os estados com maior incidência da doença no Brasil. Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a chikungunya provoca febre alta e dores intensas, podendo deixar sequelas prolongadas, principalmente em idosos.
Mas, nas aldeias de Dourados, a doença encontra um cenário ainda mais cruel, a ausência histórica de saneamento básico, o acesso irregular à água e a vulnerabilidade social que transforma uma epidemia em tragédia anunciada. O apelo que surge das aldeias é urgente e humano, os povos indígenas pedem socorro. E, diante dessa realidade, não há espaço para omissão é preciso que todos façam sua parte.
A disputa pelo título do Campeonato Sul-Mato-Grossense começa neste sábado (21), às 15h30. Pela rodada de ida da fase final, AA Bataguassu recebe o Operário FC abrindo a disputa que vale, para o time da casa, a conquista histórica e sua primeira participação na Série A, enquanto o Galo busca o tricampeonato em sua quarta decisão seguida.
A partida no Estádio Pereirão tem arbitragem de Raphael de Souza Cosmo, auxiliado pelos assistentes Josimar Mazzetto de Carvalho e Fabiana Nunes Fabrão. Como quarta e quinta árbitras estão Karina Carvalho Rocha e Ana Paula Barbosa dos Santos. O jogo tem transmissão pelo portal ge.com/ms e na TV aberta pela TV Morena.
O caminho dos dois times até a decisão foi distinto. Apesar de oscilar na primeira fase, o Operário sempre esteve nas primeiras posições e avançou com a segunda posição direto para semifinal, inclusive com vitória sobre o adversário na decisão por 3 a 2, na ocasião em disputa direta pela vaga no G2. Sem precisar jogar a segunda fase, aguardou o Corumbaense FC e conquistou o lugar na decisão com duas vitórias.
Já o Bata terminou a primeira fase na quinta posição e encarou duas batalhas para ser finalista. Na segunda fase, enfrentou o Ivinhema FC e, na ida em casa, venceu por 2 a 1. Na volta, naquele que foi a partida mais movimentada da competição, foi derrotado por 4 a 3. A disputa foi para os pênaltis e a vaga veio com vitória por 4 a 2. Na semifinal, o adversário foi o CE Naviraiense, melhor time da primeira fase. No jogo de ida, o Bata foi dominado e derrotado por 1 a 0. Na volta, com a obrigação de vitória, o Tucunaré contou com o brilho do atacante Alex Choco, artilheiro do Brasil na temporada, autor de três gols na goleada por 4 a 0 que calou o Estádio Virotão.
Competições Nacionais
Como finalistas, Operário e Bataguassu garantem vaga em duas competições nacionais em 2027: Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro, preenchendo calendário, pelo menos, até julho. O campeão deve disputar ainda a Copa Centro-Oeste, um dos torneios que levam a disputa da Copa Verde.
A disputa pelo título do Campeonato Sul-Mato-Grossense começa neste sábado (21), às 15h30. Pela rodada de ida da fase final, AA Bataguassu recebe o Operário FC abrindo a disputa que vale, para o time da casa, a conquista histórica e sua primeira participação na Série A, enquanto o Galo busca o tricampeonato em sua quarta decisão seguida.
A partida no Estádio Pereirão tem arbitragem de Raphael de Souza Cosmo, auxiliado pelos assistentes Josimar Mazzetto de Carvalho e Fabiana Nunes Fabrão. Como quarta e quinta árbitras estão Karina Carvalho Rocha e Ana Paula Barbosa dos Santos. O jogo tem transmissão pelo portal ge.com/ms e na TV aberta pela TV Morena.
O caminho dos dois times até a decisão foi distinto. Apesar de oscilar na primeira fase, o Operário sempre esteve nas primeiras posições e avançou com a segunda posição direto para semifinal, inclusive com vitória sobre o adversário na decisão por 3 a 2, na ocasião em disputa direta pela vaga no G2. Sem precisar jogar a segunda fase, aguardou o Corumbaense FC e conquistou o lugar na decisão com duas vitórias.
Já o Bata terminou a primeira fase na quinta posição e encarou duas batalhas para ser finalista. Na segunda fase, enfrentou o Ivinhema FC e, na ida em casa, venceu por 2 a 1. Na volta, naquele que foi a partida mais movimentada da competição, foi derrotado por 4 a 3. A disputa foi para os pênaltis e a vaga veio com vitória por 4 a 2. Na semifinal, o adversário foi o CE Naviraiense, melhor time da primeira fase. No jogo de ida, o Bata foi dominado e derrotado por 1 a 0. Na volta, com a obrigação de vitória, o Tucunaré contou com o brilho do atacante Alex Choco, artilheiro do Brasil na temporada, autor de três gols na goleada por 4 a 0 que calou o Estádio Virotão.
Competições Nacionais
Como finalistas, Operário e Bataguassu garantem vaga em duas competições nacionais em 2027: Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro, preenchendo calendário, pelo menos, até julho. O campeão deve disputar ainda a Copa Centro-Oeste, um dos torneios que levam a disputa da Copa Verde.