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Polícia apreende 1,1 tonelada de maconha em Ponta Porã





Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam nesta terça-feira (7/4), em Ponta Porã, 1,1 tonelada de maconha que era transportada em um veículo VW Nivus. Na ação, ninguém foi preso.

Os militares realizavam patrulhamento pela MS-164, na região do Copo Sujo, quando visualizaram o automóvel em alta velocidade, realizando ultrapassagens em locais proibidos e aparentando excesso de peso.

Foi dada ordem de parada ao condutor, que não obedeceu e iniciou fuga. Após alguns quilômetros de acompanhamento tático, o motorista abandonou o carro às margens da rodovia e fugiu a pé em direção a uma plantação de cana-de-açúcar.

Em vistoria no interior do carro, os militares encontraram diversos tabletes de maconha. Durante checagem, constatou-se que o automóvel estava com sinais identificadores adulterados, sendo verificado que as placas originais seriam da cidade de São Paulo (SP).

O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 2,3 milhões, foi encaminhado à Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira) em Dourados.




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Indígenas de todo o Brasil ocupam a Esplanada dos Ministérios


Milhares de indígenas de todo o Brasil marcham, nesta terça-feira (7), pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O ato integra a 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL 2026), evento que começou no domingo (5) e é considerado a maior e mais importante mobilização do movimento no país.

Os tikuna, kokama, makuxí, tupinambá, pataxó, krahô, apinajé, guajajara, krikati, gavião e representantes de parte dos 391 povos indígenas remanescentes deixaram o palco principal do ATL, no Eixo Cultural Ibero-Americano, por volta das 9h30.

Sob sol forte, o grupo percorreu os 6 quilômetros até o Congresso Nacional, principal alvo das críticas do movimento, que acusa a maioria dos deputados federais e senadores de propor e aprovar leis contrárias aos direitos constitucionais dos povos originários, colocando em risco seus territórios e modos de vida.

Os indígenas também acusam parlamentares e os governos federal e estaduais de cederem à pressão do agronegócio, da mineração e de grandes empreendimentos, permitindo a exploração econômica de territórios tradicionais por não indígenas.

Pintados e usando os adereços característicos de suas etnias, os indígenas carregavam seis grandes faixas com os dizeres Congresso Inimigo Dos Povos; Nosso Território Não Está À Venda; O Futuro É Indígena; Marco Temporal É Golpe; Demarcação É Futuro e Marco Temporal Não.

Para cumprir um acordo com os órgãos de segurança do Distrito Federal, os indígenas deixaram seus arcos, flechas, bordunas, lanças e zarabatanas no acampamento e ocuparam três das seis faixas e parte do gramado do Eixo Monumental, avenida que corta o Plano Piloto no sentido leste-oeste.

“Nossa marcha é pacífica, rumo a um Congresso que não é pacífico, é inimigo dos povos indígenas”, criticou um dos membros da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), entidade organizadora do ATL.

“Viemos pintar Brasília do vermelho do urucum e da resistência do jenipapo, trazendo a força, a resistência e a ressurgência indígena”, acrescentou o mesmo representante da Apib antes do início da marcha.

Marco Temporal

Outro alvo recorrente das críticas indígenas é o Marco Temporal, tese jurídica aprovada que estabelece que os indígenas só têm direito aos territórios que ocupavam em outubro de 1988, quando a Constituição Federal foi promulgada.

Em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou o Marco Temporal inconstitucional. Mesmo assim, em 2025, o Senado aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que impõe o limite temporal às reivindicações indígenas por demarcações.

Como os senadores modificaram o texto que a Câmara dos Deputados aprovara em 2023, a PEC foi devolvida para os deputados federais reanalisarem a proposta, o que ainda não aconteceu.

Os manifestantes também reivindicam que o governo federal reconheça mais terras indígenas.

Segundo as lideranças do movimento, após um período de quatro anos (2019-2022) no qual nenhuma nova área de ocupação tradicional foi homologada, o governo federal validou, entre janeiro de 2023 e novembro de 2025, 20 novos territórios.

Segundo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), os novos territórios equivalem a cerca de 2,5 milhões de hectares de terras protegidas em 11 unidades federativas.

“Mas seguimos nessa luta, nesse pleito pela garantia territorial”, explicou o coordenador executivo da Apib, Dinamam Tuxá, à Agência Brasil, no domingo (5).

“Temos um passivo de demarcação muito alto e um cenário de muita violência e vulnerabilidade nas terras indígenas que governo algum conseguiu superar. Isso tem sido um fator motivador para os povos indígenas virem a Brasília apresentar nossas pautas”, disse Dinamam.

Ele informou que há, em análise, cerca de 110 novas áreas reivindicadas como terras da União de usufruto indígena.

Convidada a falar do alto do caminhão de som, a ex-presidente da Funai e primeira mulher indígena eleita deputada federal Joenia Wapichana destacou a importância dos indígenas “aldearem a política”, conforme propõe as lideranças do movimento.

“Estamos aqui para dizer que os povos indígenas têm capacidade para serem o que quiserem: parlamentares, autoridades públicas, representantes políticos. E essas ferramentas estão à nossa disposição”, afirmou.

“Os povos indígenas estão atentos, sabem dos seus direitos”, acrecentou Joenia, destacando a necessidade de mais orçamento para os órgãos públicos de proteção indígena, como a Funai e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde.



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Indígenas esperam encontro com Lula e celeridade em demarcações


Com o início da programação da 22ª edição do Acampamento Terra Livre, no centro de Brasília, líderes indígenas esperam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visite o evento que tem presença prevista de mais de 6 mil pessoas procedentes de todas as regiões brasileiras. Eles devem conversar com Lula e com outras autoridades sobre a necessidade de celeridade na demarcação de terras indígenas no país.

Coordenador da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o militante e pesquisador Kleber Karipuna confirmou que há um diálogo com o governo para receber Lula durante a semana.

“Para que a gente possa ouvir o que podemos esperar do governo ainda neste ano, em todas as ações e pautas possíveis para o movimento indígena”.

As lideranças têm esperança também que o governo anuncie novidades, principalmente com relação a demarcações e ações de proteção às comunidades em todo o país. Karipuna explica que, antes da COP30 do ano passado, foi apresentado um documento para o governo federal com embasamentos técnico, jurídico e administrativo de 107 terras indígenas que estariam aptas a serem regularizadas.

A liderança indígena entende que o Brasil tem que assumir o compromisso em 58 milhões de hectares para os próximos 5 anos, seja na posse de terra ou na proteção territorial. Karipuna pondera que, nos últimos quatro anos, houve um “pequeno avanço” de 20 terras homologadas.

“Mas não é o suficiente diante do passivo histórico que nós temos”, afirmou o coordenador da Apib.

Violência

A liderança indígena Luana Kayngang, que é coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (Arpin-Sul), afirmou que a violência contra as mulheres indígenas assusta as comunidades.

“Não tem sido tão fácil esse cenário que a gente vem vivenciando”, afirmou. Isso ocorre, segundo Luana, porque as mulheres estão mais vulneráveis em ataques externos às aldeias.

Coordenador da articulação dos povos e organizações indígenas do Nordeste e Minas Gerais do Espírito Santo, Paulo Tupinambá disse que todas as delegações viabilizaram transporte a Brasília por conta própria, sem recursos públicos de qualquer ordem.

Marchas

Durante a semana, estão programadas pelo menos duas marchas dos indígenas do acampamento até a Praça dos Três Poderes a partir do Acampamento Terra Livre, que foi montado no Eixo Monumental (avenida que separa a Asa Sul e a Asa Norte).

A primeira marcha será nesta terça-feira (7), a partir das 9h. Eles devem encontrar representantes do governo e parlamentares, entre eles a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG).

Kleber Karipuna acrescenta que o protesto dos indígenas tem como finalidade colaborar com o próprio governo federal para avançar com as pautas.

“Nós precisamos, ainda neste ano, alguns avanços, tanto de desintrusões como para o pleno usufruto exclusivo de cada povo nas suas regiões”, diz.

A segunda marcha será na quinta-feira (9), às 14h. Com o tema “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”, a APIB defende que, até março deste ano, pelo menos 76 Terras Indígenas estão prontas para homologação e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula, enquanto outras 34 dependem de portaria do Ministério da Justiça.

Nova política

Em nota à Agência Brasil, o Ministério dos Povos Indígenas lembrou que a instalação da pasta, em 2023, fez com que indígenas ocupassem cargos estratégicos e decisórios. “A criação do MPI foi uma ruptura da visão tutelar que há décadas orientou a política indigenista”.

Segundo a nota, as decisões sobre os direitos e as necessidades dos mais de 391 povos indígenas brasileiros foram tomadas por pessoas que entenderam as demandas e os desafios. “As ações do MPI nos últimos três anos foram relevantes para recuperar direitos e políticas desmanteladas na década anterior à atual gestão”.

Segundo pondera o governo, uma das principais ações foi a garantia dos povos com a homologação de 20 territórios indígenas, o que somou 2,2 milhões de hectares.



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Missão lunar Artemis 2 bate recorde de distância da Terra


Os quatro astronautas da missão Artemis 2 da Nasa voaram nesta segunda-feira para o ponto mais profundo do espaço alcançado por qualquer ser humano, navegando ao longo de uma trajetória de atração gravitacional lunar a caminho de um raro sobrevoo tripulado sobre o lado oculto da Lua.

A tripulação da Artemis 2, que viaja em sua cápsula Orion desde o lançamento na Flórida na semana passada, começou seu sexto dia de voo espacial quando acordou por volta das 11h50 (horário de Brasília), com uma mensagem gravada do falecido astronauta da Nasa Jim Lovell, que voou a bordo das missões lunares Apollo 8 e Apollo 13, na época da Guerra Fria.

“Bem-vindos à minha antiga vizinhança”, disse Lovell, que morreu no ano passado aos 97 anos. “É um dia histórico, e sei que vocês estarão muito ocupados, mas não se esqueçam de apreciar a vista… boa sorte e sucesso.”

Os quatro astronautas da Artemis estabeleceram um novo recorde de voos espaciais nesta segunda-feira, quando ultrapassaram a distância máxima de 248.000 milhas (quase 400.000 km) da Terra alcançada em 1970 pela Apollo 13, depois que um defeito quase catastrófico na espaçonave interrompeu a missão, forçando Lovell e seus dois companheiros de tripulação a usar a gravidade da Lua para ajudá-los a retornar em segurança à Terra.

Mais tarde, nesta segunda-feira, a tripulação da Artemis, composta pelos astronautas norte-americanos Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch e pelo astronauta canadense Jeremy Hansen, deveria alcançar sua própria distância mais distante da Terra – 252.755 milhas, 4.117 milhas (6.626 km) além do recorde mantido pela tripulação da Apollo 13 por 56 anos.

Nomeando crateras

Ao longo do caminho, os membros da tripulação passaram algum tempo atribuindo novos nomes provisórios às características lunares que anteriormente não tinham designações oficiais.

Em uma mensagem de rádio para o controle da missão em Houston, Hansen sugeriu que uma cratera fosse chamada de Integrity (Integridade), em homenagem ao nome dado à cápsula Orion da tripulação, e que outra cratera, às vezes visível da Terra no limite entre os lados oculto e visível da Lua, recebesse o nome em homenagem à falecida esposa de Wiseman, Carroll.

“Há alguns anos, começamos essa jornada, nossa família de astronautas muito unida, e perdemos um ente querido”, disse Hansen sobre a falecida esposa do comandante da missão, com a voz embargada pela emoção ao descrever a posição de seu homônimo lunar. “É um ponto brilhante na Lua, e gostaríamos de chamá-lo de Carroll.”

Se tudo correr conforme o planejado, a Orion navegará em seguida ao redor do lado mais distante da Lua, observando-a a cerca de 4.000 milhas acima de sua superfície escura, enquanto eclipsa o que parecerá ser uma Terra do tamanho de uma bola de basquete no fundo distante.

Como a Lua gira na mesma velocidade em que orbita em torno da Terra, seu lado oculto está sempre voltado para longe do nosso planeta, de modo que poucos seres humanos — apenas os membros das tripulações da Apollo que orbitaram a Lua durante suas missões — já olharam diretamente para sua superfície.

O marco representará um ponto culminante na missão Artemis 2 de quase 10 dias, o primeiro voo de teste com tripulação do programa Artemis da Nasa, sucessor do projeto Apollo dos anos 1960-1970 da Nasa, e a primeira viagem do mundo a enviar seres humanos para as proximidades da Lua em mais de meio século.

Fotos rasas e detalhadas

A série multibilionária planejada de missões Artemis tem como objetivo levar os astronautas de volta à superfície da Lua até 2028, antes da China, e estabelecer uma presença de longo prazo dos EUA no local na próxima década, construindo uma base lunar que serviria como campo de provas para possíveis missões futuras a Marte.

A última vez que os astronautas caminharam na Lua — um feito até agora alcançado apenas pelos Estados Unidos — foi na missão Apollo final, em 1972.

O sobrevoo lunar desta segunda‑feira levará a tripulação à escuridão e a breves apagões nas comunicações, enquanto a Lua bloqueia a Rede de Espaço Profundo da Nasa — um conjunto global de enormes antenas de rádio usado pela agência para se comunicar com a tripulação.

Durante o sobrevoo de seis horas, os astronautas usarão câmeras profissionais para tirar fotos detalhadas da Lua através da janela da Orion, mostrando um ponto de vista raro e cientificamente valioso da luz do Sol filtrada em suas bordas.

A tripulação também terá a chance de fotografar um momento raro em que seu planeta natal, ofuscado pela distância recorde no espaço, se porá e nascerá com o horizonte lunar à medida que eles se movem, apresentando um remix celestial do nascer da Lua tipicamente visto da Terra.

Uma equipe de dezenas de cientistas lunares posicionados na Sala de Avaliação Científica do Centro Espacial Johnson da Nasa, em Houston, fará anotações enquanto os astronautas, que estudaram uma série de fenômenos lunares como parte do treinamento da missão, descrevem sua visão em tempo real.



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Proposta de subsídio ao diesel importado tem adesão de 25 estados


Das 27 unidades da Federação, apenas duas não aderiram à proposta de subsídio de R$ 1,20 ao diesel importado, informou nesta tarde o Ministério da Fazenda. A medida, que integra o pacote para segurar a alta dos combustíveis, terá o custo dividido igualmente entre a União e os estados que aceitaram o acordo.

A pasta não divulgou as duas unidades federativas que não aderiram. Em entrevista coletiva, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que está conversando com os governos estaduais para tentar convencê-los a entrar no acordo.

De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcados pela União e os outros R$ 0,60 pelas unidades da federação.

A medida, informou a Fazenda, terá custo de R$ 4 bilhões: R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para as unidades da Federação. Até a semana passada, a pasta informava que a medida custaria R$ 3 bilhões nos dois meses em que vigorará.

Na semana passada, o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) informou que a participação dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada região, embora os critérios específicos ainda estejam em definição.

A adesão é voluntária. As cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando a autonomia das unidades federativas.

Produtores nacionais

Além do subsídio ao diesel importado, o governo anunciou nesta segunda-feira (6) um subsídio de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil. Também prevista para vigorar por dois meses, a ajuda custará R$ 6 bilhões (R$ 3 bilhões mensais), mas nesse caso o custo será totalmente bancado pelo governo federal.



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MEC disponibiliza aplicativo gratuito com 8 mil livros


O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou para download, nesta segunda-feira (6), o aplicativo MEC Livros com quase oito mil obras literárias disponíveis para leitura de forma gratuita.

“Com isso, vamos fortalecer a leitura e levar a literatura a todo o povo brasileiro”, antecipou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas redes sociais.

O aplicativo funciona como uma biblioteca pública online, com empréstimos de livros autorais, como lançamentos e os mais vendidos. Também serão disponibilizadas obras em domínio público para download no formato ePub.

Entre os autores estão obras de brasileiros como Clarice Lispector e Ariano Suassuna e estrangeiros como José Saramago e Gabriel García Márquez.

Além da leitura, o aplicativo também oferece experiências complementares ao usuário, como personalização, com opções de ajuste de fonte e contraste, uso de elementos de jogos na leitura e ainda notificações automatizadas. Duvidas também poderão ser consultadas a um agente de inteligência artificial (IA).

O aplicativo está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.

Idiomas

Ao anunciar o lançamento do aplicativo, o presidente Lula antecipou que também será lançado em breve o aplicativo MEC Idiomas, com a oferta de 800 aulas de inglês e espanhol, para aprendizagem bilíngue em formato autoinstrutivo.

Com a nova ferramenta, o estudante poderá percorrer seis níveis de aprendizado nos idiomas, do básico ao avançado. Nesse caso, as experiências serão melhoradas com o apoio do agente de inteligência artificial para prática de conversação, teste de proficiência, notificações e aulas de reforço.

“O objetivo é ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados”, informou o MEC, por meio de nota.

De acordo com o MEC, a iniciativa demandará investimentos de R$ 1,68 milhão ao ano e poderá alcançar 16 mil estudantes por semestre.



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Conab inicia entrega de 2 mil cestas de alimentos a famílias indígenas em Dourados


A partir desta segunda-feira (6/4), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) inicia a entrega de cestas de alimentos a comunidades indígenas da região de Dourados, em Mato Grosso do Sul. Ação faz parte da força-tarefa do Governo Federal diante da situação de emergência enfrentada pelo município, consequência do avanço dos casos de chikungunya. Serão beneficiadas 2 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional, conforme levantamento realizado pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde (MS).

Nesta primeira entrega, serão disponibilizados 3 caminhões para o transporte de 2.000 cestas fornecidas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), vinculadas ao Plano de Trabalho nº 04/2025 da Ação de Distribuição de Alimentos a Grupos Populacionais Específicos (ADA) firmado entre a estatal e o MDS. A ação é coordenada pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em articulação com o MDS, a Conab, a Secretaria de Saúde Indígenae a Defesa Civil.

Outras duas entregas estão previstas para maio e junho, totalizando a distribuição de 6 mil cestas de alimentos. As cestas têm um total de 21,5 quilos, composta por arroz beneficiado polido longo fino, feijão carioca, leite em pó, óleo de soja, farinha de mandioca, macarrão espaguete, açúcar cristal, flocos de milho, sardinhas em lata e sal.

Além da doação de cestas de alimentos, a Superintendência da Companhia em Mato Grosso do Sul também disponibilizou as dependências da Unidade Armazenadora de Dourados para servir de depósito para insumos, guarda de veículos e equipamentos e base operacional dos órgãos que precisarem.

A força-tarefa do Governo do Brasil conta com a mobilização interministerial que integra ações de saúde, assistência, defesa civil e apoio logístico no território. A emergência atinge a população do município, com impacto maior sobre as comunidades indígenas. A resposta federal está em curso desde meados de março, sob coordenação do Ministério da Saúde, que mobilizou a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), reforçou equipes assistenciais e intensificou as ações de vigilância e controle vetorial no território. A atuação inclui busca ativa de casos, visitas domiciliares, eliminação de criadouros e ampliação do atendimento à população, com atenção especial às áreas mais vulneráveis, incluindo territórios indígenas.

Cenário epidemiológico – Dados mais recentes da vigilância epidemiológica, referentes a 2 de abril, apontam que a região registra 2.812 notificações de chikungunya, sendo 1.198 confirmados, 430 descartados e 1.184 ainda em investigação. A concentração maior dos casos está nas aldeias indígenas, onde foram confirmados 822 casos – 68,6% do total de confirmações na região.

Até o momento, foram confirmados cinco óbitos na região de Dourados, todos entre a população indígena do município.

Para fortalecer a coordenação das ações, o Ministério da Saúde estabeleceu, em 25 de março, uma Sala de Situação em Brasília, com reuniões permanentes para monitoramento do cenário e integração das decisões entre equipes técnicas e gestores.

No território indígena, a atuação é realizada de forma articulada entre os ministérios da Saúde, Povos Indígenas, Integração e Desenvolvimento Regional, Defesa, Desenvolvimento Social, Funai e o Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI-MS), que conta com 210 Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e 150 Agentes Indígenas de Saneamento (Aisan), além de reforço logístico com 91 pickups, 6 vans e 1 caminhão.

As ações incluem ainda capacitação de profissionais de saúde da rede municipal e indígena, alinhamento de protocolos clínicos para diagnóstico e manejo adequado da doença, além de ações de educação em saúde em escolas e comunidades. Também está previsto o envio de mensagens de prevenção via WhatsApp para mais de 234 mil moradores, em português e com tradução para língua indígena.

A resposta inclui ainda a qualificação da assistência, com implementação do protocolo nacional de chikungunya e capacitação das equipes para identificação precoce de casos graves e manejo clínico adequado.



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Crédito rural em MS soma R$ 1,1 bilhão em março e revela cautela do produtor


O volume de crédito rural concedido em Mato Grosso do Sul totalizou R$ 1,1 bilhão em março de 2026, segundo o Boletim de Crédito Rural produzido pela Aprosoja/MS, com base em dados do Banco Central. O montante representa queda de 7% em relação ao mesmo mês do ano passado, embora tenha registrado alta de 72% na comparação com fevereiro deste ano.

De acordo com o levantamento, 59% dos recursos liberados no mês foram destinados ao custeio da produção, reforçando a prioridade dos produtores em garantir a manutenção da safra, com financiamento de despesas como aquisição de insumos, plantio e manejo das lavouras.

Outras finalidades tiveram participação menor nas operações de crédito em março no estado. A Industrialização respondeu por 20%, seguida por investimentos com 14% e comercialização com 7%.

No acumulado da safra, entre julho de 2025 e março de 2026, o crédito rural concedido em Mato Grosso do Sul já soma R$ 11 bilhões. Desse total, R$ 6,9 bilhões foram destinados à agricultura e R$ 4,1 bilhões à pecuária..

O boletim também aponta que a maior parte das operações têm sido contratada fora das linhas subsidiadas do Plano Safra, ou seja, em modalidades com taxas de mercado.

De acordo com o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes, esse cenário amplia a exposição do produtor ao custo dos juros e exige maior atenção na gestão financeira das propriedades. “Os números indicam um movimento de maior prudência por parte do produtor rural. A redução da taxa Selic de 15% para 14,75% é um sinal positivo, pois pode ajudar a diminuir, ainda que de forma gradual, o custo do financiamento, principalmente para quem depende dessas linhas”.

Ainda de acordo com a publicação, o crédito voltado a investimentos, utilizado para expansão da produção ou modernização tecnológica, segue em nível mais baixo.

“A concentração do crédito no custeio mostra que o produtor está priorizando manter a produção em andamento. O fato do crédito para investimento seguir mais baixo, indica que muitos produtores estão adiando projetos de expansão ou modernização. Mesmo com a leve queda dos juros, o custo financeiro ainda é considerado alto. Assim, o momento exige atenção redobrada na gestão financeira, buscando equilibrar o uso do crédito, controlar custos e aproveitar oportunidades de mercado com mais segurança”.



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Importação de fertilizantes recua mais de 57% em Mato Grosso do Sul


A importação de fertilizantes em Mato Grosso do Sul registrou queda de 57,57% nos dois primeiros meses de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025. O volume passou de 18,7 mil toneladas para 7,9 mil toneladas, segundo levantamento da Aprosoja/MS ,com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A redução foi influenciada principalmente pela diminuição nas compras de fertilizantes nitrogenados, que passaram de 18 mil toneladas para 7,71 mil toneladas, retração de 57,13% no período. Já os fertilizantes potássicos apresentaram volumes praticamente estáveis e não houve registro de importação de fosfatados no estado no início deste ano.

O Brasil importou 5,2 milhões de toneladas de fertilizantes entre janeiro e fevereiro de 2026, volume apenas 1,5% menor em relação ao mesmo período de 2025. Enquanto os nitrogenados registraram redução de 9,1%, houve aumento nas importações de potássicos (+10,64%) e fosfatados (+46,06%), indicando recomposição parcial da oferta desses nutrientes no país.

Segundo análise econômica da Aprosoja/MS, a queda nas importações no Estado pode refletir ajustes no ritmo de aquisição de insumos pelos produtores, influenciados pelo cenário de custos da produção e pelas condições do mercado internacional.

Para os produtores de soja e milho de Mato Grosso do Sul, o comportamento do mercado de fertilizantes tem impacto direto no planejamento produtivo. A menor aquisição de nitrogenados, nutriente essencial principalmente para o milho segunda safra, pode afetar o potencial produtivo das lavouras caso haja redução na adubação.

Além disso, a volatilidade nos preços internacionais dos fertilizantes e da energia exige maior planejamento na gestão de insumos, especialmente em um momento em que o custo de produção continua sendo um dos principais desafios para a rentabilidade no campo.

Conflito no Oriente Médio pressiona mercado global

O mercado de fertilizantes também tem sido impactado por fatores geopolíticos. O conflito envolvendo o Irã elevou a volatilidade no mercado global de insumos agrícolas, principalmente devido às tensões no Estreito de Hormuz, rota estratégica para o transporte de energia e fertilizantes.

A região do Golfo concentra parte relevante da produção mundial de fertilizantes e matérias-primas utilizadas na fabricação desses produtos. Cerca de 20% a 30% das exportações globais de fertilizantes passam por essa rota marítima, além de uma parcela significativa do gás natural utilizado na produção de nitrogenados.

Com as restrições logísticas e a elevação nos preços de energia, os custos de produção e transporte dos fertilizantes aumentaram em vários mercados. Desde o início das tensões, no mês de fevereiro de 2026, analistas indicam alta relevante nos preços internacionais desses insumos, com impacto direto no planejamento agrícola em diferentes países.

Em alguns mercados, o preço da ureia já apresentou aumentos expressivos desde o início do conflito, refletindo preocupações com a oferta global e com possíveis interrupções nas cadeias de suprimento.



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Mulher é presa no Paraguai conduzindo caminhonete roubada no Brasil





Uma mulher de 30 anos foi detida em Pedro Juan Caballero após ser flagrada conduzindo uma caminhonete com registro de roubo no Brasil. O veículo ainda circulava com uma placa que não correspondia às suas características.

A abordagem aconteceu na rua Estrella, quase esquina com 2 de Mayo, no bairro San Juan Neuman, durante patrulhamento preventivo realizado por agentes do Grupo Tático Motorizado Puma. A condutora foi identificada como Larisa Mabel Gayoso López, que dirigia uma Toyota Hilux preta, modelo 2020. Durante a verificação no sistema, os policiais constataram que a placa Mercosul AAFP026 não pertencia ao veículo abordado.

Diante da irregularidade, os agentes realizaram a checagem mais detalhada e confirmaram que a caminhonete possuía registro de roubo em território brasileiro. A mulher foi encaminhada às autoridades competentes para os procedimentos legais, enquanto o veículo foi apreendido. O caso segue sob investigação para apurar a origem do veículo e possível envolvimento em crimes transfronteiriços.




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