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Cármen Lúcia marca eleição no TSE e antecipa ritos de sucessão


A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, marcou para a próxima terça-feira (14) a eleição que escolherá os novos presidente e vice-presidente do Tribunal. O comunicado foi feito no final da sessão plenária desta quinta-feira (9). A data da posse do sucessor, que comandará o TSE durante as Eleições 2026, será anunciada até o fim de maio.

O anúncio inicia a transição de gestão. Pelo sistema de rodízio do Tribunal, a Presidência caberá ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques, atual vice-presidente do TSE. A Vice-Presidência deverá ser ocupada pelo ministro André Mendonça, também do STF.

“Considerando que, em 3 de junho, sobrariam pouco mais de 100 dias [para o pleito], e tendo em vista o enorme trabalho que tenho a realizar no STF, decidi, em vez de deixar para o último dia, iniciar agora a eleição dos novos dirigentes”, afirmou Cármen Lúcia.

A antecipação funciona como marco inicial para o compartilhamento de dados e o planejamento logístico junto aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Transição e estabilidade

A gestão da ministra Cármen Lúcia tem sido marcada pela celeridade processual, pelo combate à desinformação, a valorização das mulheres na política e o combate integral à violência de gênero, entre outros pontos.

A ministra tem reforçado a necessidade de uma transição “serena e técnica” para evitar rupturas no cronograma eleitoral. “Sempre pensei que a mudança de titularidade no TSE, quando ocorre de forma muito próxima [ao pleito], compromete a tranquilidade administrativa. É preciso agir sem atropelos e sem afobação”, concluiu.

Diretrizes

Embora a ministra Cármen Lúcia finalize o mandato na Presidência do TSE com as diretrizes para o pleito já consolidadas, caberá ao sucessor do cargo, com apoio do colegiado, fiscalizar a aplicação prática das normas. Em março, o TSE publicou as resoluções que regerão as próximas eleições, com foco contra o uso indevido da inteligência artificial (IA) nos conteúdos de caráter eleitoral.

As regras das resoluções proíbem a disseminação de conteúdos sintéticos, como deepfakes. O conjunto de normas também reforça o combate à violência política de gênero e aprofunda ações afirmativas para comunidades tradicionais e quilombolas.



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Brasil condena agressão de Israel contra Líbano em meio a cessar-fogo


O Ministério das Relações Exteriores (MRE) condenou os ataques de Israel contra o Líbano realizados um dia após o cessar-fogo anunciado por Irã e Estados Unidos (EUA) no Oriente Médio.

“A intensificação dessa ofensiva ocorre na sequência do anúncio, na última noite, de cessar-fogo no conflito armado no Oriente Médio e ameaça envolver a região em nova escalada de violência e instabilidade”, disse o ministério, em nota.

O Itamaraty destacou que os ataques visaram extensas áreas e deixaram um saldo inicial de 254 mortos e 1.165 feridos. O governo brasileiro acrescentou que defende a soberania e integridade territorial libanesa.

“Brasil insta Israel a suspender imediatamente suas ações militares e a retirar todas as suas forças do território libanês. Exorta, ainda, as partes envolvidas a cumprirem integralmente os termos da Resolução 1.701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, diz o comunicado do MRE.

A Resolução 1.701 de 2006, adotada por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU, apela para um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah no Líbano com a criação de uma “zona tampão” entre os dois países a ser controlada pela missão de paz da ONU no Líbano (Unifil).

Cessar-fogo violado

Apesar do cessar-fogo anunciado por EUA e Irã, Israel iniciou a maior ofensiva no Líbano desde o início da atual fase do conflito.

O Irã já ameaçou romper com o cessar-fogo devido as agressões israelenses, enfatizando que o acordo previa a trégua em todas frentes de batalha no Oriente Médio.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem afirmado que o Líbano não estava no acordo, mas o mediador do cessar-fogo, o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, confirmou que o fim dos combates no Líbano fazia parte das negociações.

Países como França, Reino Unido, Espanha e representantes da União Europeia têm pressionado para que o Líbano faça parte do acordo para um cessar-fogo.

Nesta quinta-feira, o presidente do Líbano, Masoud Pezershkian, disse que a manutenção das agressões contra o Líbano faz as negociações para o fim da guerra ficarem “sem sentido”.

Entenda

Os bombardeios de Israel contra o Líbano foram intensificados com o início da guerra no Irã, depois que o Hezbollah voltou a promover ataques contra Israel, no dia 2 de março.

O Hezbollah alegou agir em retaliação aos ataques de Israel contra o Líbano nos últimos meses e em resposta ao assassinato do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.

O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho.

Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se tornou um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos.

O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

Atual fase

A atual fase do conflito entre Israel e o Hezbollah tem relação com a destruição da Faixa de Gaza a partir de 2023. O Hezbollah passou a lançar foguetes contra o norte de Israel em solidariedade aos palestinos e para desgastar a defesa israelense.

Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo xiita e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, depois que Israel conseguiu matar lideranças do Hezbollah.

Porém, Israel seguiu com ataques e bombardeios periódicos contra o Líbano, alegando atingir a infraestrutura do Hezbollah, que evitava reagir até o início da guerra no Irã.



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Uems lidera mobilização contra o mosquito Aedes aegypti em MS


Diante do aumento dos casos de dengue, zika e chikungunya em Mato Grosso do Sul, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), por meio do Programa de Extensão Universidade da Maturidade (UMA), iniciou uma mobilização estadual voltada ao enfrentamento do mosquito Aedes aegypti e à promoção da saúde coletiva.

A iniciativa ocorre ao longo de abril de 2026 e envolve ações educativas e práticas em diferentes territórios, incluindo comunidades indígenas, quilombolas e urbanas. A proposta reforça o compromisso da universidade pública com a prevenção de doenças e a melhoria da qualidade de vida da população sul-mato-grossense.

Ações educativas e mobilização comunitária

As atividades desenvolvidas pela UMA/UEMS têm como foco a conscientização sobre medidas simples e eficazes para combater o mosquito transmissor das arboviroses. Entre as orientações estão evitar água parada, manter reservatórios vedados, limpar calhas e realizar o descarte adequado de resíduos.

Com as orientações, a mobilização busca fortalecer o engajamento comunitário, incentivando a participação ativa da população na construção de ambientes mais saudáveis. A proposta também destaca o papel da educação como ferramenta essencial na promoção da saúde pública.

Segundo a coordenação do programa, a ação integra conhecimento científico e saberes populares, ampliando o alcance das estratégias de prevenção e fortalecendo a cidadania.

Como parte da campanha, serão realizadas oficinas voltadas à produção de soluções acessíveis e sustentáveis para o combate ao mosquito. As atividades ocorrem em diferentes polos da UMA/UEMS:

Dourados (Comunidade Indígena da RID)

09 de abril – Oficina de produção de repelente natural. Integra saberes tradicionais e orientações científicas para proteção individual e coletiva contra o mosquito.

Jaraguari (Comunidade Quilombola Furnas do Dionísio)

16 de abril – Oficina de produção de difusores naturais. Promove alternativas sustentáveis para proteção dos ambientes domésticos e comunitários.

Campo Grande (Comunidade Urbana)

17 de abril – Oficina de construção de armadilhas para mosquitos. Ensina técnicas simples e eficazes para captura e monitoramento do vetor, contribuindo para redução de focos.

As oficinas foram estruturadas para oferecer soluções replicáveis e de impacto imediato, respeitando as especificidades de cada território atendido.

Atenção a territórios vulneráveis

Para a coordenadora do polo indígena em Dourados, professora Tatiane Ortiz Rodrigues “a Reserva Indígena de Dourados apresenta um cenário epidemiológico crítico, com elevada concentração de casos de Chikungunya, além de condições ambientais que favorecem a proliferação do vetor, evidenciando a urgência de ações educativas e preventivas integradas. A UMA tem muito a contribuir nessa agenda considerando que temos uma disciplina de Meio Ambiente e Sustentabilidade na formação extensionista”.

Já para a professora Clemilda Martins Serafim de Souza, coordenadora do polo quilombola em Jaraguari, “embora não haja dados epidemiológicos específicos sistematizados para a comunidade quilombola de Furnas do Dionísio, evidências regionais indicam que áreas com vulnerabilidade socioambiental semelhante apresentam maior risco para arboviroses. Fatores como limitações de saneamento e condições ambientais favorecem a proliferação do mosquito, reforçando a necessidade de ações educativas e preventivas voltadas a essas populações.”

Universidade pública como agente de transformação

Luciano Paulo de Almeida Souza, professor coordenador da expansão da UMA/UEMS, reforçou que “além da dimensão educativa, a mobilização busca fortalecer o engajamento comunitário, incentivando a participação ativa da população na construção de ambientes mais saudáveis”.

De acordo com o coordenador geral da UMA/UEMS, Prof. Dr. Djanires Neto, a ação reforça o papel da educação na promoção da saúde pública “nosso objetivo é levar informação acessível e mobilizar a comunidade para a prevenção. Quando cada pessoa faz a sua parte, conseguimos reduzir significativamente os riscos e proteger vidas. A Universidade da Maturidade, a UEMS e a Secretaria de Estado de Educação (SED), parceria no Programa, atuam justamente nesse elo entre conhecimento e transformação social”, destaca a coordenação.



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Hemosul Móvel leva coleta de sangue a Iguatemi e Naviraí na rota de abril


A unidade móvel da Rede Hemosul segue com a rota de abril, levando a coleta de sangue a municípios do interior de Mato Grosso do Sul. A ação facilita o acesso da população à doação e contribui para manter os estoques em níveis adequados em todo o Estado.

Neste mês, o Hemosul Móvel estará em Iguatemi no dia 14 de abril, com atendimento das 7h às 11h. Já em Naviraí, a unidade atenderá nos dias 15 e 16 de abril, nos períodos das 7h às 11h e das 13h às 17h.

A iniciativa integra a estratégia da hemorrede estadual para ampliar o número de doadores e garantir o abastecimento regular de sangue, essencial para atendimentos de urgência, cirurgias e tratamentos de saúde.

Além de aproximar o serviço da população, a unidade móvel também contribui para conscientizar sobre a importância da doação regular. A recomendação é que os interessados estejam em boas condições de saúde, alimentados e portando documento oficial com foto.

Rota amplia acesso e fortalece estoques

Desde o início de 2026, a Rede Hemosul tem intensificado as ações itinerantes para ampliar o número de coletas no interior de Mato Grosso do Sul. A estratégia contribui para equilibrar os estoques da hemorrede estadual, especialmente em períodos de maior demanda, garantindo o atendimento seguro e contínuo aos pacientes em todas as regiões.

A programação completa da unidade itinerante pode ser acompanhada no site oficial da Rede Hemosul clicando aqui, onde a população encontra o calendário atualizado das ações, locais de atendimento e orientações sobre como participar das campanhas de coleta.

A Rede Hemosul reforça que a doação de sangue é um ato seguro, rápido e que pode salvar vidas.



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Poupança tem retirada líquida de R$ 11,1 bilhões em março


O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em março deste ano, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 11,1 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 369,6 bilhões, contra saques da ordem de R$ 380,7 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,3 bilhões. O saldo da poupança é de quase R$ 1 trilhão.

Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. No ano passado, o saldo negativo da poupança chegou a R$ 85,6 bilhões.

No primeiro trimestre desde ano, a caderneta já acumula R$ 41,2 bilhões em retiradas líquidas. Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.

Na última reunião, no mês passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC começou a reduzir a Selic, com um corte de 0,25 ponto percentual ao ano. Entretanto, com as tensões causadas pela guerra no Oriente Médio, a autoridade monetária não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

A Selic é o principal instrumento do BC para garantir que a meta de 3% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, seja alcançada. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7% – aceleração diante do registrado em janeiro (0,33%). No entanto, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



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MS mantém superávit na balança comercial e registra US$ 2,51 bi em exportações


O desempenho do comércio exterior de Mato Grosso do Sul no primeiro trimestre de 2026 manteve a trajetória positiva da balança comercial do Estado, com exportações que somaram US$ 2,51 bilhões entre janeiro e março. Apesar de uma leve retração de 1,66% em relação ao mesmo período de 2025, o volume exportado cresceu 11,83%, totalizando 6,82 milhões de toneladas.

Os dados constam na Carta de Conjuntura do Setor Externo, elaborada pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

No mesmo período, as importações atingiram US$ 751,58 milhões, registrando crescimento de 10,10% na comparação anual. Com isso, o saldo da balança comercial permanece positivo em US$ 1,76 bilhão, ainda que 5,93% inferior ao observado em 2025.

O cenário reflete a força da produção sul-mato-grossense voltada ao mercado externo, especialmente no setor agropecuário, que apresentou crescimento tanto nos preços (11,11%) quanto no volume exportado (11,41%).

Na avaliação do secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Artur Falcette, o desempenho remete ao cenário internacional. “O resultado reflete um cenário internacional de pressão sobre preços de commodities, associado à elevada oferta global e à instabilidade geopolítica, que tem limitado o crescimento do valor exportado, apesar do aumento do volume embarcado”, salientou.

Agro lidera exportações

A pauta exportadora do Estado segue concentrada em produtos do agronegócio. A soja lidera com 28,32% de participação, seguida pela celulose (27,41%) e pela carne bovina (19,38%). Também se destacam itens como farelo de soja, carnes de aves e milho.

Por outro lado, as importações são puxadas principalmente pelo gás natural, que representa 24,21% do total adquirido pelo Estado, seguido por caldeiras de geradores de vapor (16,74%) e álcoois e derivados (9,65%).

A celulose, no acumulado do primeiro trimestre do ano, deixou de ser o principal produto exportado por Mato Grosso do Sul. Este papel foi assumido pela soja.

No caso das importações houve uma retomada da tendência histórica de o principal produto de importação do estado ser o gás natural, diferentemente do que ocorreu no mês anterior, quando o produto Caldeiras de Geradores de Vapor foi o principal produto de importação no acumulado do primeiro bimestre do ano.

China segue como principal destino

A China permanece como o principal parceiro comercial de Mato Grosso do Sul, absorvendo 44,84% das exportações estaduais. Na sequência aparecem Estados Unidos (8,58%), Países Baixos (4,35%) e Itália (3,0%). Bruna explica que apesar do cenário externo, houve uma maior concentração das exportações de MS para os EUA, em relação ao mesmo período do ano anterior.

A logística de escoamento da produção segue concentrada nos portos da região Sul e Sudeste. O Porto de Paranaguá lidera com 40,83% das exportações, seguido pelo Porto de Santos (38,27%) e São Francisco do Sul (9,37%).

Interior concentra exportações

Entre os municípios, Três Lagoas se mantém como o principal exportador do Estado, com 18,94% do total. Também se destacam Ribas do Rio Pardo (12,01%), Dourados (9,87%) e Campo Grande (7,59%).

Na análise por setores, a indústria de transformação registrou queda tanto nos preços (-3,0%) quanto no volume exportado (-2,68%). Já a indústria extrativa apresentou comportamento distinto, com forte redução nos preços (-45,29%), mas crescimento expressivo no volume exportado (42,36%).

Em contrapartida, além da agropecuária, o segmento de outros produtos também apresentou desempenho positivo, com alta de 7,16% nos preços e 34,97% no volume.

A cotação média do dólar em março de 2026 foi de R$ 5,23, com leve alta de 0,59% em relação a fevereiro. Na comparação com março de 2025, houve queda de 8,96%.

Tendência de crescimento

A análise da série histórica, indica que Mato Grosso do Sul mantém um padrão consistente de superávits comerciais desde 2015, com exportações significativamente superiores às importações, impulsionadas principalmente por commodities agrícolas e produtos industriais.



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Parlim destaca parceria com Universidade Latino-Americana


O Parlamento Internacional Municipal (Parlim) destacou, durante sessão ordinária realizada nesta quinta-feira (9/4), o fortalecimento da integração regional por meio de parceria institucional com a Universidade de Integração Latino-Americana.

A sessão ocorreu na sede da Junta Municipal de Pedro Juan Caballero e reuniu vereadores de Ponta Porã e concejales pedrojuaninos, consolidando mais um passo no trabalho conjunto em prol do desenvolvimento da região de fronteira.

A sessão foi presidida pela concejal Lourdes Amarilla, que ressaltou a importância da atuação integrada entre os dois municípios. Ao lado do presidente da Câmara de Vereadores de Ponta Porã, vereador Jelson Bernabé, os parlamentares municipais dos dois lados da fronteira cumpriram pauta relativa a questões da fronteira, encaminhando resoluções.

O principal destaque da pauta foi a celebração do Protocolo de Intenções entre a Câmara Municipal de Ponta Porã, a Junta Municipal de Pedro Juan Caballero e a Unila.

O acordo prevê a realização de ações voltadas à formação e capacitação profissional, além do intercâmbio de conhecimentos acadêmicos e técnicos, fortalecendo políticas públicas e iniciativas de desenvolvimento regional.

A Universidade de Integração Latino-Americana é uma instituição pública brasileira sediada em Foz do Iguaçu (PR), criada com o objetivo de promover a integração entre os países da América Latina por meio do ensino superior, da pesquisa e da extensão.

A universidade reúne estudantes de diversos países latino-americanos e desenvolve projetos voltados ao desenvolvimento social, econômico e cultural da região.

Durante a sessão, os parlamentares enfatizaram que a parceria representa um avanço significativo para a fronteira, possibilitando a qualificação de profissionais e a ampliação de oportunidades educacionais para a população local.

Além disso, também foram discutidas questões relacionadas à gestão da linha internacional, por meio da comissão de governança integrada, composta por representantes dos dois lados da fronteira, reforçando o compromisso com ações conjuntas e soluções compartilhadas.

A assinatura do protocolo simboliza a união de esforços entre o poder público e a academia, consolidando o Parlim como um importante espaço de diálogo e cooperação internacional.



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Polícia deflagra Carga Oculta contra grupo especializado em fraudes agrícolas


A PC (Polícia Civil) de Costa Rica e Paraíso das Águas, em apoio operacional a policiais civis de Goiás, deflagraram a operação Carga Oculta que visa desarticular organização criminosa especializada em fraudes agrícolas.

O grupo, segundo a polícia, utilizava modus operandi sofisticado, que incluía uso de documentação fiscal falsa para a obtenção de grãos em fazendas; adulteração de sinais identificadores (placas frias) em veículos de carga para burlar a fiscalização; coordenação logística estruturada para a comercialização ilícita dos produtos e ocultação de provas.

Estima-se que as atividades tenham causado grande prejuízo econômico ao setor agropecuário regional.

Durante a ação conjunta realizada nesta quinta-feira (9/4), todos os mandados de prisão preventiva expedidos pelo Judiciário foram devidamente cumpridos. Em Mato Grosso do Sul foram efetuadas duas prisões, sendo uma no município de Costa Rica e outra em Paraíso das Águas. Os demais alvos foram localizados e presos em território goiano.

As equipes policiais também executaram mandados de busca e apreensão, resultando no recolhimento de armas de fogo e munições; veículos utilizados na prática delitiva; dispositivos eletrônicos (celulares e computadores) para extração de dados telemáticos; documentos diversos, registros contábeis e outros objetos de interesse para a continuidade das investigações.

Medidas Judiciais Adicionais

A decisão judicial que fundamentou a operação também determinou o sequestro e bloqueio de valores nas contas bancárias dos investigados, até o limite individual de R$ 1 milhão, com o objetivo de assegurar a reparação dos danos causados às vítimas e ao Estado.

As investigações prosseguem para identificar possíveis receptadores e outros integrantes do grupo criminoso.



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Agnaldo Pereira Lima pede recapeamento asfáltico em diversos pontos da cidade


O vereador Agnaldo Pereira Lima apresentou na sessão ordinária de 7 de abril, na Câmara Municipal de Ponta Porã, três indicações, em que solicita à Prefeitura a realização do recapeamento asfáltico em diversos pontos da cidade.

O parlamentar apontou que é necessário a colocação de asfalto novo, por meio do recapeamento, nos seguintes pontos: Avenida Brasil no trecho compreendido entre a Rua Deputado Aral Moreira e a Rua Baltazar Saldanha; Rua Izabelino Novaes, no Parque dos Ipês II e na Avenida Urumbela, na Coophafronteira, especificamente no trecho compreendido entre o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) até o final da referida via.

No trecho da Avenida Brasil, área central da cidade, Agnaldo Pereira Lima, justificou o pedido afirmando que “o atendimento à presente indicação faz-se necessário em razão do avançado estado de deterioração do pavimento asfáltico no referido trecho, apresentando buracos, desníveis e desgaste acentuado, o que compromete significativamente a trafegabilidade e a segurança de motoristas e pedestres. Destaca-se que a situação é ainda mais crítica no ponto localizado em frente à agência da Caixa Econômica Federal, onde há grande fluxo de veículos e pessoas diariamente, aumentando o risco de acidentes e prejuízos à mobilidade urbana”.

Ele também justificou o pedido de recapeamento asfáltico no Ipê II explicando que “o recapeamento precisa ser feito com urgência tendo em vista as condições precárias da referida via, que apresenta desgaste acentuado da pavimentação, buracos e irregularidades, comprometendo a trafegabilidade e colocando em risco a segurança de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Ressalta-se que a via possui fluxo considerável de veículos e é de grande importância para os moradores da região, sendo o recapeamento essencial para melhorar a mobilidade urbana, evitar danos aos veículos e proporcionar mais qualidade de vida à população local”.

O vereador também solicitou recapeamento na Avenida Urumbela justificando que “a presente indicação faz-se necessária em razão das condições precárias do pavimento no trecho mencionado, que apresenta desgaste significativo, buracos e irregularidades, comprometendo a trafegabilidade e oferecendo riscos à segurança de motoristas, ciclistas e pedestres. Ressalta-se que a via é bastante utilizada pelos moradores da região, bem como por usuários dos serviços do CRAS, o que aumenta a necessidade de manutenção adequada para garantir mobilidade, acessibilidade e qualidade de vida à população local”.

As indicações contendo os pedidos do parlamentar foram encaminhadas ao prefeito Eduardo Campos e ao secretário municipal de Obras e Urbanismo de Ponta Porã, Joanilson Zeferino dos Santos.



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Operação mira superfaturamento de contratos administrativos da UFMS





Deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta quinta-feira (9/4), a segunda fase da operação Lucro Espúrio, que mira fraude em licitações e contratos administrativos e apropriação indevida de recursos públicos da UFMS (Universidade Federa de Mato Grosso do Sul).

Os contratos têm como objeto o fornecimento de refeições subsidiadas pelo governo aos alunos que demonstram necessidade, como forma de estimular o estudo universitário.

Em nota, a Polícia Federal informou que nesta fase foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, além das medidas cautelares de sequestro, arresto e bloqueio de cerca de R$ 6 milhões em bens móveis e imóveis dos indiciados e suas empresas. Também foram aplicadas medidas cautelares pessoais alternativas à prisão, além da proibição de contratar com o Poder Público e de suspensão dos contratos administrativos vigentes.

As medidas cautelares foram deferidas pelo Juízo Federal da 3ª Vara de Campo Grande.

Nos materiais apreendidos na primeira fase, encontrou-se arquivos de carteirinhas de cerca de 150 alunos, que eram utilizadas diariamente para simular uma falsa aquisição de refeição subsidiada pelo governo.




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