Durante a sessão ordinária de terça-feira (10), o vereador Carlos Bordão apresentou indicação ao prefeito de Ponta Porã, Eduardo Campos, com cópia ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos, solicitando, em caráter de urgência, a realização de serviços de patrolamento e cascalhamento na Rua Arlindo Moreira, localizada no bairro Parque dos Ipês I.
Segundo o parlamentar, a via encontra-se em estado crítico de trafegabilidade. Em períodos de estiagem, a poeira excessiva tem causado transtornos aos moradores e usuários da rua, além de contribuir para o surgimento e agravamento de problemas respiratórios.
Já nos dias de chuva, a situação se agrava ainda mais, com o acúmulo de poças d’água e lama, deixando a via praticamente intransitável e dificultando a circulação de veículos e pedestres.
O vereador destacou ainda que a Rua Arlindo Moreira é rota de ônibus do transporte coletivo, sendo fundamental para o deslocamento diário de moradores, especialmente idosos, que dependem do serviço para consultas médicas, compromissos e outras atividades essenciais.
Diante da situação, Carlos Bordão pede atenção especial do Poder Executivo para que as providências necessárias sejam adotadas com a máxima urgência, garantindo melhores condições de tráfego, saúde e segurança para a população da região.
O caso é investigado pela Polícia Civil. (Foto: Sidrolândia News)
A Polícia Civil confirmou, na manhã desta quinta-feira (12), que o corpo encontrado nas proximidades do Distrito do Quebra Coco, em Sidrolândia — a cerca de 70 quilômetros de Campo Grande — é do taxista Adélio José da Silva, de 54 anos, conhecido como “Catatau”. Ele estava desaparecido desde a tarde de quarta-feira (11).
Segundo familiares, Adélio saiu de casa após o almoço informando à namorada que faria uma corrida até o distrito. Desde então, não retornou, o que gerou preocupação entre parentes e amigos, que passaram a buscar informações sobre seu paradeiro.
O corpo foi localizado por uma moradora da região. De acordo com relato, ela havia notado, no dia anterior, um Fiat estacionado às margens da rodovia, mas sem ninguém por perto. Na manhã desta quinta-feira, ao sair para caminhar, avistou um homem pendurado por uma corda em uma árvore e acionou as autoridades.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram chamadas, mas ao chegarem ao local constataram que a vítima já estava sem vida. A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Técnica, e o caso foi registrado pela Polícia Civil como suicídio consumado.
A morte de Adélio causou comoção entre colegas de profissão e moradores da região, que o descrevem como trabalhador conhecido e querido na comunidade.
Homem foi preso pela GMD (Guarda Municipal de Dourados) após causar uma verdadeira confusão na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e consumir álcool 70% disponível no balcão da recepção da unidade. Ele ainda desacatou os agentes, pacientes e profissionais de saúde. Segundo o boletim de ocorrência, a Guarda Municipal foi acionada para comparecer até a […]
Mato Grosso do Sul já registrou 816 casos prováveis de Dengue, sendo 79 casos confirmados, em 2026. Estes dados foram apresentados no boletim referente à 5ª semana epidemiológica, divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta quarta-feira (11). Segundo o documento, nenhum óbito foi confirmado em decorrência da doença ou está em investigação.
Nos últimos 14 dias, Paraíso das Águas, Jardim, Jaraguari, Costa Rica, Rio Brilhante, Cassilândia, Maracaju, Itaporã, Chapadão do Sul, Ponta Porã e Dourados registraram incidência baixa de casos confirmados para a doença.
Vacinação
Ainda conforme o boletim, 223.322 doses do imunizante já foram aplicadas na população alvo. Ao todo, Mato Grosso do Sul já recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses do imunizante contra a dengue. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre as doses.
A vacinação contra a dengue é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, dentro do quadro de crianças e adolescentes de 6 a 16 anos de idade.
Chikungunya
Em relação à Chikungunya, o Estado já registrou 1.061 casos prováveis, sendo 367 confirmados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). O documento também confirma 7 casos da doença em gestantes.
A SES alerta que as pessoas devem evitar a automedicação. Em caso de sintomas de dengue ou Chikungunya, a recomendação é procurar uma unidade de saúde do município.
Evento será realizado nos dias 15 e 17 de fevereiro, na Avenida Brasil, com apoio da segurança pública e organização do trânsito
A Prefeitura de Ponta Porã definiu a área onde acontecerá a tradicional brincadeira “Guerra D’Água” durante o período de Carnaval. O evento, que já faz parte do calendário festivo do município, reúne todos os anos foliões de todas as idades que aproveitam a animação carnavalesca e o calor intenso de fevereiro para se divertir na principal avenida da cidade.
De acordo com a Prefeitura Municipal, a “Guerra D’Água” será realizada nos dias 15 e 17 de fevereiro (domingo e terça-feira), das 13h às 17h. A brincadeira acontecerá na Avenida Brasil, em trecho delimitado entre as ruas 7 de Setembro e Guia Lopes. Todos que apreciam a tradição estão convidados a participar.
Para garantir a organização e a segurança do evento, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e da Agência Municipal de Trânsito, realizará a sinalização do local, orientando motoristas e pedestres. Quem não desejar participar da brincadeira deverá utilizar rotas alternativas, que estarão devidamente indicadas.
A Guarda Civil Municipal estará de prontidão para atuar na segurança da área delimitada. A Polícia Militar também reforçará o policiamento com guarnições realizando ações ostensivas e preventivas, tanto no local do evento quanto em outros pontos do município.
Com planejamento e apoio das forças de segurança, a expectativa é que a tradicional “Guerra D’Água” seja mais uma vez marcada pela alegria, organização e tranquilidade, fortalecendo o espírito festivo do Carnaval em Ponta Porã.
Na semana que marca o retorno às aulas em Dourados, a presença da Guarda Municipal se tornou ainda mais visível em todas as regiões do município. A Prefeitura de Dourados intensificou as ações da Ronda Escolar com foco na segurança, prevenção e aproximação com a comunidade escolar, garantindo mais tranquilidade para alunos, professores, pais e moradores do entorno das unidades de ensino. “Esse trabalho que a corporação realiza durante todo o ano letivo tem sido fundamental para assegurar a tranquilidade da comunidade escolar e, sobretudo, a integridade física dos nossos estudantes”, enfatiza Jamil da Costa Matos, diretor-geral da Guarda Municipal de Dourados.
Desde 2025, a atual gestão, liderada pelo prefeito Marçal Filho, vem ampliando de forma consistente o trabalho preventivo da Guarda Municipal. Os números comprovam esse avanço: em 2024, foram realizadas 6.919 rondas ostensivas, enquanto em 2025 esse total subiu para 7.369. Já as rondas preventivas passaram de 1.517 para 1.533, demonstrando o fortalecimento contínuo das ações voltadas à proteção da comunidade escolar.
O trabalho da Ronda Escolar é desenvolvido tanto em escolas municipais quanto estaduais e privadas, seguindo a resolução normativa da Guarda Municipal. A estrutura das ações é planejada com base em diretrizes essenciais de prevenção e orientação, priorizando a presença das equipes no entorno das escolas, especialmente nos horários de maior fluxo, como entrada e saída dos alunos.
Entre os principais direcionamentos está a integração com a comunidade escolar, a fim de identificar necessidades específicas de segurança em cada local. “O foco da Ronda Escolar não é apenas a estrutura física, mas sim os alunos, professores, pais e responsáveis, enfim, todos que compõem a comunidade escolar”, destaca Jamil da Costa Matos. “A corporação desfruta de credibilidade perante a sociedade douradense, que tem colaborado com nossas ações e sido parceira da Guarda Municipal em todas as campanhas que realizamos”, completa o diretor-geral.
A prioridade da Ronda Escolar é o atendimento às unidades durante o horário letivo e para isso, as equipes passam por capacitações específicas e estão preparadas para um atendimento acolhedor e orientativo, com conhecimento das posturas municipais e das fiscalizações previstas na Lei Orgânica do Município, acionando os setores responsáveis sempre que necessário.
Os guardas também recebem orientações para conhecer as rotinas administrativas e os procedimentos escolares, desenvolvendo habilidades para identificar as problemáticas de cada comunidade e encaminhá-las aos departamentos competentes, contribuindo para a solução ou minimização das demandas identificadas.
Equipes seguem com atuação de cunho preventivo e educativo
Além da presença ostensiva, as equipes mantêm atenção redobrada ao perímetro escolar, observando comportamentos suspeitos que possam representar ameaça à comunidade. Para complementar as ações, também são realizadas vistorias na infraestrutura, como muros, cercas, iluminação, portões, travas, portas e sistemas de segurança, além da análise das condições do entorno, especialmente no período noturno, com orientações sobre esses pontos aos gestores das unidades.
O trabalho da Ronda Escolar vai além da vigilância. Ainda conforme o que é previsto na resolução do órgão, as equipes seguem com atuação de cunho preventivo e educativo, com a realização de palestras sobre prevenção à violência escolar, segurança no trânsito, combate às drogas, violência doméstica e outros temas relevantes, promovidas juntamente a comunidade escolar. As equipes também agem para coibir o tráfico de drogas, a corrupção de crianças e adolescentes, atos de vandalismo, invasões escolares e fiscalizam a presença de bares, casas de jogos e vendedores ambulantes não autorizados nas proximidades das escolas.
No ano de 2026, o trabalho segue com esse conjunto de ações integradas, visando prevenção e o bem-estar de toda a comunidade escolar, fortalecendo o ambiente educacional e promovendo mais tranquilidade para as famílias.
Durante a sessão ordinária realizada na terça-feira, dia 10, o vereador Biro Biro apresentou indicações ao prefeito de Ponta Porã, Eduardo Campos, com cópia ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos, solicitando serviços de patrolamento e cascalhamento em duas importantes vias do bairro Jardim Universitário.
A primeira solicitação refere-se à Rua das Olarias. Segundo o parlamentar, a execução dos serviços é fundamental para garantir melhores condições de tráfego, proporcionando mais segurança e mobilidade tanto para pedestres quanto para motoristas que utilizam diariamente a via.
De acordo com Biro Biro, a melhoria trará benefícios significativos para os moradores, contribuindo para a redução do risco de acidentes e para a elevação da qualidade de vida no bairro.
Em outro expediente apresentado na mesma sessão, o vereador solicitou patrolamento e cascalhamento na Rua João Brembatti Calvoso, também localizada no Jardim Universitário. O parlamentar destacou que a situação da via exige atenção do Poder Executivo, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pela população em períodos chuvosos.
Para o vereador, a realização dos serviços garantirá maior segurança, melhor mobilidade urbana e ainda contribuirá para a valorização dos imóveis da região, atendendo às demandas apresentadas pelos moradores do bairro.
O Governo de Mato Grosso do Sul instituiu oficialmente o Observatório de Segurança Pública, conforme decreto publicado terça-feira (10) no Diário Oficial do Estado. A iniciativa consolida uma estrutura estratégica da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), voltada à qualificação da produção, da análise e da transparência dos dados de segurança pública.
Entre as principais atribuições do Observatório estão a execução de ações de inteligência de dados, a produção de análises quantitativas e qualitativas sobre criminalidade, violência, atos infracionais, ocorrências envolvendo profissionais da segurança pública, execução penal e eventos de defesa social, além da elaboração de relatórios estatísticos, diagnósticos preditivos e avaliações de políticas públicas.
O Observatório também será responsável por gerenciar a publicação oficial de dados e informações da Sejusp, atender demandas da imprensa, da comunidade acadêmica, de instituições de pesquisa e da sociedade, além de promover o intercâmbio de informações com órgãos das esferas federal, estadual e municipal, respeitando a legislação de acesso à informação e de proteção de dados.
A nova estrutura atuará como Coordenadoria do Observatório de Segurança Pública (COSP), diretamente subordinada à Secretaria-Executiva de Segurança Pública. A criação do Observatório fortalece a política estadual de segurança pública ao consolidar um espaço técnico e estratégico voltado à produção, à análise, à integração e à divulgação de dados, alinhado às diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), instituído pela Lei Federal nº 13.675/2018.
Previsto no plano de Governo do governador Eduardo Riedel, o Observatório de Segurança Pública tem como objetivo ampliar a transparência, qualificar a tomada de decisão baseada em evidências e fortalecer a integração entre as forças de segurança e as demais instituições que compõem o sistema estadual.
O decreto também institui o Comitê Gestor do Observatório de Segurança Pública, órgão colegiado de caráter deliberativo, responsável por aprovar o planejamento estratégico e as diretrizes de atuação do Observatório. O comitê será presidido pelo Coordenador do Observatório e contará com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Coordenadoria-Geral de Perícias e da Superintendência de Inteligência de Segurança Pública.
“Com a publicação do decreto, o Estado avança na consolidação de uma política de segurança pública orientada pela ciência de dados, pela integração institucional e pela transparência, ampliando a capacidade de análise e enfrentamento da violência e da criminalidade em Mato Grosso do Sul”, destacou o secretário-executivo de Segurança Pública, Wagner Ferreira da Silva.
A investigação sobre o furto que causou prejuízo superior a R$ 1 milhão a uma tradicional joalheria de Ponta Porã revelou detalhes que reforçam o nível de organização da quadrilha envolvida. Imagens de câmeras de segurança confirmam que os criminosos utilizaram luvas, máscaras e outros cuidados estratégicos para evitar qualquer tipo de identificação durante a ação, registrada na madrugada de segunda-feira (9).
O estabelecimento, localizado na Avenida Brasil, foi invadido após os suspeitos abrirem um buraco em uma parede dupla, técnica que exige tempo, ferramentas adequadas e planejamento prévio. A forma de execução indica que o crime foi cuidadosamente estudado, provavelmente escolhido para ocorrer em horário de menor circulação e vigilância.
Durante toda a ação, os autores mantiveram os rostos cobertos e as mãos protegidas, numa clara tentativa de impedir a coleta de impressões digitais ou reconhecimento facial. Além das centenas de peças de alto valor subtraídas, os criminosos também levaram uma escada utilizada para acessar e interferir no sistema de monitoramento interno, evidenciando conhecimento técnico e intenção de neutralizar provas.
O caso é tratado como prioridade pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil. Segundo o delegado Ítalo Amaury Teixeira da Silva, as imagens estão sendo analisadas minuciosamente, com foco na identificação da rota de fuga e de qualquer detalhe que possa romper o anonimato imposto pelos equipamentos de proteção utilizados. A suspeita é de que pelo menos três pessoas tenham participado da ação.
A joalheria, construída ao longo de 35 anos de trabalho familiar, teve praticamente todo o estoque levado. O empreendimento começou de forma modesta, com apenas seis peças vendidas de porta em porta, e se consolidou como referência na cidade. Apesar do impacto financeiro e emocional, a família proprietária afirma que não pretende encerrar as atividades.
“Quem constrói um legado em 35 anos não desiste em uma madrugada. Nós vamos levantar, mais fortes, mais unidos e com ainda mais propósito”, declarou um dos membros da família.
A Polícia Civil também trabalha para rastrear o destino das joias furtadas, que podem ter sido encaminhadas para outras regiões ou até mesmo para fora do país, considerando a localização estratégica de Ponta Porã na linha de fronteira.
A Prefeitura de Dourados mantém 3.457 alunos matriculados nas escolas municipais da Reserva Indigena de Dourados, levando educação de qualidade através de professores capacitados para atuar na formação educacional das crianças indígenas. “Temos compromisso com a Educação como um todo e com o ensino nas escolas indígenas não é diferente”, enfatiza Nilson Francisco da Silva, secretário municipal de Educação. “Atendendo determinação do prefeito Marçal Filho não estamos medindo esforços para garantir que as crianças matriculadas nas escolas indígenas recebam uma formação integral, respeitando as particularidades de cada etnia”, completa.
A exemplo das escolas e Centros de Educação Infantil do perímetro urbano e dos distritos de Dourados, o início do ano letivo na Rede Municipal de Ensino nas escolas indígenas também está sendo marcado pela entrega de uniformes e kits de material escolar. “Não fazemos distinção entre alunos da aldeia ou do perímetro urbano, proporcionando a todos a igualdade de direitos e assegurando que o aprendizado seja pleno para os estudantes”, enfatiza Nilson Francisco da Silva.
O compromisso da Prefeitura de Dourados com a educação nas escolas indígenas pode ser aferido pelos números que abrem o ano letivo de 2026. A Secretaria Municipal de Educação mantém 236 professores em salas de aula, sendo 125 professores efetivados por concurso público e outros 117 contratados para atender as necessidades das escolas municipais na Reserva Indígena. O trabalho deles se soma aos dos coordenadores pedagógicos, diretores, servidores administrativos que atendem um número de alunos maior que o de grande parte de municípios inteiros de Mato Grosso do Sul.
Nas escolas indígenas, também são oferecidos projetos de extensão em dança, aulas de violão, aulas de artes visuais, futsal, atletismo e tênis de mesa. Foto: A. Frota
Todos os dias, a Secretaria Municipal de Educação transporta 1.100 alunos através de um complexo sistema de transporte coletivo que percorre os mais 3800 quilômetros da Reserva Indígena. “Esse serviço também tem suas particularidades, porque precisamos dotar os ônibus com monitores para acompanhar os estudantes indígenas e garantir que eles cheguem em segurança nas escolas e, também, sejam devolvidos em segurança para suas famílias”, explica Nilson Francisco da Silva.
A merenda escolar é outra particularidade das escolas indígenas de Dourados. São servidas cerca de 6.900 refeições todos os dias, com um cardápio elaborado por nutricionistas da Rede Municipal de Ensino para atender os costumes e tradições dos povos indígenas. “O programa de aquisição de alimentos da merenda escolar prioriza a compra de frutas, legumes e hortaliças produzidas pelos agricultores familiares da Reserva Indígena, valorizando a produção local, gerando renda e garantindo uma alimentação saudável para nossas crianças”, enfatiza o secretário de Educação.
Outro destaque são os projetos de extensão e extra-aula mantidos pela Secretaria Municipal de Educação nas escolas da Reserva Indígena de Dourados. São oferecidos projetos de extensão em dança, aulas de violão, aulas de artes visuais, futsal, atletismo e tênis de mesa. Todos esses projetos são modalidades existentes dentro do Educart, oferecidos no contraturno das aulas através de professores da própria Rede Municipal de Ensino.