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Condenado em Mato Grosso do Sul é preso no estado de São Paulo


Na noite desta segunda-feira (23/2), a PC (Polícia Civil) de Mato Grosso do Sul, com apoio da Polícia Civil do estado de São Paulo, deu cumprimento a mandado de prisão no município de Estrela d’Oeste (SP), contra um homem de 47 anos condenado pelo crime de lesão corporal grave, com pena fixada em três anos e quatro meses. 

A ordem judicial foi expedida pela Vara Criminal de Paranaíba (MS).

O indivíduo foi localizado após diligências e trabalho integrado entre as equipes policiais dos dois estados, sendo preso e encaminhado para as providências legais cabíveis, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.



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Contas externas têm saldo negativo menor em janeiro de 2026


As contas externas do Brasil tiveram saldo negativo de US$ 8,360 bilhões em janeiro, informou nesta terça-feira (24) o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2025, o déficit havia sido de US$ 9,809 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.

A melhora na comparação interanual é resultado da alta de US$ 2,1 bilhões no superávit comercial. De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, esse aumento se deve à redução de importações, “bastante generalizada” em todos os setores, o que reflete a desaceleração da atividade econômica no país.

Contribuindo para a melhora do saldo, houve redução de US$ 581 milhões no déficit da venda de serviços. Em contrapartida, foi registrado aumento de US$ 1,3 bilhão no déficit em renda primária, que contabiliza o pagamento de juros e lucros, além de dividendos de empresas.

Nos 12 meses encerrados em janeiro, o déficit em transações correntes somou US$ 67,551 bilhões, o que corresponde a 2,92% do Produto Interno Bruto (PIB), indicador da soma dos bens e serviços produzidos no país. Em relação ao período equivalente terminado em janeiro de 2025, houve redução no déficit; naquele mês, o resultado em 12 meses foi negativo em US$ 72,421 bilhões, ou 3,35% do PIB.

Investimentos

De acordo com Fernando Rocha, as transações correntes apresentam cenário bastante robusto e tendência de redução no déficit em 12 meses desde setembro de 2025. Segundo ele, o déficit externo está financiado por capitais de longo prazo, principalmente pelos investimentos diretos no país (IDP), que têm fluxos e estoques de boa qualidade.

O IDP somou US$ 8,168 bilhões em janeiro deste ano, ante US$ 6,708 bilhões em igual mês de 2025. Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.

Em 12 meses até janeiro, esses investimentos diretos acumularam US$ 79,137 bilhões (3,42% do PIB), ante US$ 77,676 bilhões (3,41% do PIB) no mês anterior e US$ 72,798 bilhões (3,37% do PIB) no período encerrado em janeiro de 2025.

Segundo Rocha, esses resultados em 12 meses mostram a solidez da economia brasileira, totalmente financiada pelo IDP.

No caso dos investimentos em carteira no mercado doméstico, houve entrada líquida de US$ 8,867 bilhões em janeiro, a maior desde julho de 2018. Nos 12 meses encerrados em janeiro, esses investimentos somaram ingressos líquidos de US$ 24,9 bilhões.

Já o estoque de reservas internacionais atingiu US$ 364,367 bilhões em janeiro, aumento de US$ 6,134 bilhões em comparação ao mês anterior.

Transações correntes

Em janeiro deste ano, as exportações de bens totalizaram US$ 25,282 bilhões, com redução de 1,2% em relação ao mesmo mês de 2025. Enquanto isso, as importações chegaram a US$ 21,766 bilhões, com queda de 10% na comparação com janeiro do ano passado.

Com os resultados de exportações e importações, a balança comercial fechou com superávit de US$ 3,516 bilhões no mês passado, ante o saldo positivo de US$ 1,396 bilhões em janeiro de 2025.

O déficit na conta de serviços – viagens, transporte, aluguel de equipamentos, serviços de telecomunicação e de propriedade intelectual, entre outros – atingiu US$ 3,972 bilhões no mês passado, redução de 12,8% ante os US$ 4,553 bilhões em igual período de 2025.

No caso das viagens internacionais, o déficit na conta fechou em US$ 1,453 bilhão, 48,4% acima do registrado em janeiro de 2025. Isso é resultado da redução de 9,3% (total de US$ 731 milhões) nas receitas – que são os gastos de estrangeiros em viagem ao Brasil – e de aumento de 22,4% nas despesas de brasileiros no exterior, para US$ 2,184 bilhões.

Em janeiro de 2026, o déficit em renda primária – lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários – chegou a US$ 8,312 bilhões, 18,7% acima do registrado em janeiro do ano passado, de US$ 7,001 bilhões. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país – do que de brasileiros no exterior.

A conta de renda secundária – gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens – teve resultado positivo de US$ 408 milhões no mês passado, contra superávit de US$ 349 milhões em janeiro de 2025.



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Dia da conquista do voto feminino reacende debate sobre lugar da mulher na política, avalia Lia Nogueira


Deputada defende mais mulheres nos espaços de decisão e chama eleitoras a observar quem de fato representa suas histórias nas urnas

O Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil, lembrado em 24 de fevereiro, é, para a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB), um convite para olhar com atenção para o poder político das mulheres, tanto na urna quanto nos espaços de decisão. Em Mato Grosso do Sul, elas são maioria no eleitorado, mas ainda aparecem em número reduzido nas câmaras municipais e na Assembleia Legislativa.

Lia Nogueira afirma que essa distância entre quem vota e quem ocupa mandato ajuda a explicar muitos dos problemas que ainda afetam o dia a dia das mulheres e reforça que o mandato precisa nascer da escuta. “Tudo o que eu defendo passou primeiro pela vida de alguém. Aprendi que a política só faz sentido quando volta para a realidade de quem está na ponta “, afirma.

Para a deputada, o voto feminino precisa ir além da ideia de apenas cumprir uma obrigação no dia da eleição. Ela defende que as eleitoras observem quem, na prática, enfrenta temas como violência doméstica, sobrecarga das cuidadoras, acesso a tratamento especializado e falta de estrutura nos serviços públicos. “O voto da mulher muda orçamento, prioridade e olhar do poder público. Quando ela escolhe alguém que conhece essa realidade, está mexendo diretamente na própria rotina “, avalia.

Lia Nogueira também chama atenção para o fato de que ainda há muitos obstáculos para que mais mulheres disputem eleições, entre eles a dupla jornada, a dificuldade de financiamento e a violência política de gênero. Muitas desistem antes mesmo de colocar o nome à disposição porque sabem que serão julgadas pela vida pessoal, pela aparência ou pelo fato de serem mães, em vez de serem avaliadas pelo trabalho que entregam.

Ao marcar o Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil, a deputada reforça que a data é um lembrete das mulheres que abriram caminho para o direito de votar e ser votada, mas também um chamado para o presente. Na avaliação de Lia Nogueira, o desafio é escolher com cuidado, cobrar resultados e encorajar mais mulheres a ocupar a política em todas as regiões do Estado, das grandes cidades às comunidades mais afastadas.



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PGR pede condenação de cinco acusados do assassinato de Marielle


O vice-procurador-geral da república Hindemburgo Chateaubriand pediu a condenação dos cinco acusados do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O julgamento teve início nesta terça-feira (24), na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os acusados de participação no crime são o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente.

Na avaliação da Procuradoria-Geral da República (PGR), os acusados “constituíram e participaram ativamente de organização criminosa armada” que, com a ajuda de milícias, praticaram crimes de associação estruturada, com clara divisão de tarefas no Rio de Janeiro, com o objetivo de obter “vantagens econômicas, sempre mediante a prática de crimes graves”.

Segundo a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de fazer os disparos de arma de fogo contra a vereadora e o motorista, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.

Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de fazer o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.

Acusação

De acordo com o procurador, os acusados não só praticaram ocupação ilícita do solo urbano como impuseram domínio territorial por meio de milícias, o que “permitiu-lhes a constituição de fortes currais eleitorais dentro dos quais obtiveram monopólio de atos de campanha eleitoral”.

Segundo ele, a contrapartida para esses grupos milicianos foi o “acesso aos benefícios que o poder político lhes poderia proporcionar, inclusive por meio da ocupação de cargos em comissão e funções de confiança em órgãos do poder público”.

Na avaliação de Chateaubriand, há nos autos “provas robustas de que a organização criminosa composta pelos denunciados e por integrantes de milícias, praticava de forma sistemática os crimes de distorção de usura e de parcelamento irregular do solo”.

Embora a organização fosse intelectualmente liderada pelos irmãos Brazão, Robson Calixto Fonseca, também conhecido por Peixe, “desempenhava, ali, papel fundamental” para a organização criminosa, de acordo coma acusação. Segundo a PGR, ele atuava como intermediário entre os irmãos e as milícias que atuavam na região, inclusive viabilizando candidaturas nas eleições, bem como para a ocupação de cargos públicos.

Marielle

Diante desse cenário, o procurador afirmou que a vereadora Marielle representava ameaça aos “currais eleitorais dos irmãos, apresentando perspectiva de revogação fundiária que contrariava um padrão de poder territorial que já estava consolidado pelas milícias, por meio de grilagem”.

O procurador explicou que as dificuldades colocadas por Marielle contra o grupo criminoso ocorriam já nos primeiros dias de mandato.

“Tão logo empossada, MarielLe se opôs de forma veemente é um projeto de lei de iniciativa de João Francisco. Projeto que, de acordo com dados técnicos apresentados pela Polícia Federal, teria impacto primordial em áreas de influência dos irmãos Brazão”, disse.

Chateaubriand reforçou que Marielle “ameaçava os currais eleitorais” dos irmãos Brazão.

“E, no exercício sua pauta parlamentar, na esfera de habitação e urbanismo, Marielle ameaçou os currais eleitorais dos irmãos, apresentando uma perspectiva de revogação fundiária que contrariava o já consolidado padrão de poder territorial das milícias, criando obstáculos de limitação de projetos de lei que interessava a organização criminosa”, acrescentou.

Quadro probatório

Tendo por base todas essas contextualizações, o procurador afirmou que a versão apresentada por Roni Lessa sobre a motivação dos homicídios “encontra-se amplamente demonstrada”.

“Posto assim, com o quadro probatório demonstrado, não há dúvida de que estão comprovadas a materialidade e autoria delitiva dos homicídios praticados contra Marielle Franco e Anderson Gomes, na forma consumada; e contra Fernanda Gonçalves Chaves, na forma tentada, por motivo torpe e mediante promessas de recompensa”, acrescentou.

O procurador lembrou que, durante a intervenção federal no Rio de Janeiro, a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça produziu um relatório que também fazia menção a “uma grande organização criminosa com a atuação em todo o estado, em especial na capital, formada principalmente para explorar jogos de azar, com empregos de violência”, o que reforçou ainda mais as suspeitas contra a organização criminosa.

“A milícia monopolizou o uso da violência, sendo responsável por diversos homicídios, no interesse da organização. E a Polícia Civil, por meio da divisão de homicídios, assumiu o papel de garantir a impunidade do grupo, de modo que os crimes de homicídios vinculados à contravenção não fossem devidamente investigados”, acrescentou, ao ressaltar o papel de Rivaldo Barbosa na organização.

O procurador disse não ter dúvidas em afirmar a responsabilidade de Rivaldo Barbosa pelos crimes de homicídio que lhe foram imputados.

Com base nas provas apresentadas contra, o procurador disse que o major da Polícia Militar Ronald de Paula era miliciano com a atuação preponderante em Rio das Pedras.

“Nos termos a denúncia, Ronald teria sido responsável pelo monitoramento da rotina de Marielle antes dos homicídios, em cargo que recebera do próprio grupo”, disse Chateaubriand ao citar várias situações de monitoramento comprovadas durante as investigações.

O procurador pediu a procedência da ação, o que inclui também o pagamento de indenização por danos morais e materiais às famílias das vítimas.



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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 116 milhões


Agência Brasil*

As seis dezenas do concurso 2.976 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (MS), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 116 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (MS), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.



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Libertadores. 2 de Mayo busca classificação no Peru


Nesta terça-feira (24), a rivalidade que transcende fronteiras será colocada à prova quando o paraguaio 2 de Mayo enfrentar o peruano Sporting Cristal no estádio Miguel Grau, em Callao, em uma partida que vale uma vaga na terceira fase preliminar da Copa Libertadores da América.

O confronto promete ser eletrizante, pois o time da fronteira retorna ao Peru com a missão de superar o empate construído em casa. Diferentemente do jogo de ida, realizado em Pedro Juan Caballero no dia 17 de fevereiro, onde o 2 de Mayo jogou com a vantagem de um placar inicial de 1 a 0, o cenário desta terça-feira é mais complexo.
O Sporting Cristal conseguiu um empolgante empate por 2 a 2 no Paraguai, forçando a decisão em solo peruano. O resultado da semana passada significa que o duelo está completamente aberto: ambas as equipes precisam vencer para garantir a classificação direta.
Em caso de novo empate, o avanço para a próxima etapa será decidido em uma tensa disputa de pênaltis.

A partida será disputada no Estádio Miguel Grau, em Callao, uma província portuária adjacente a Lima. Este é um local atípico para o Sporting Cristal, que habitualmente manda seus compromissos internacionais no tradicional Estádio Nacional, o que pode ser um fator a ser explorado pela equipe paraguaia.

Na primeira etapa, o Cristal, treinado pelo brasileiro Paulo Autuori, saiu na frente com um gol de Yoshimar Yotún e ampliou com um gol contra do goleiro local Ángel Martínez. No entanto, o 2 de Mayo demonstrou resiliência, empatando o jogo com um cabeceio de Matías Cáceres e contando com um gol contra infeliz do zagueiro brasileiro Cristiano, que atua pelo clube peruano.
Desempenho das equipes nos nacionais
A pressão da Libertadores se soma ao desempenho dos times em seus respectivos torneios domésticos.

O Sporting Cristal ocupa a sexta posição no Torneio Apertura peruano, somando 5 pontos em 4 jogos, vindo de um empate dramático por 2 a 2 contra o Universitario, onde Yoshimar Yotún e Leandro Sosa marcaram.

O 2 de Mayo, estreante na competição continental, vive um momento mais conturbado no campeonato paraguaio, ocupando a décima primeira posição com apenas dois pontos, após uma recente derrota por 1 a 0 para o Deportivo Recoletos.

O clube da fronteira está pronto para o jogo desta noite.(Foto: @club2demayo)



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Conselheiro do Tribunal de Contas é o dono da estância sem alvará onde jovens morreram


O ex-deputado e ex-presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, conselheiro Waldir Neves Barbosa, é o proprietário administrador da Estância Walf, no município de Bonito, onde dois jovens morreram após descarga elétrica em uma tirolesa. Conforme Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, a empresa é a Walf Agropecuária e Empreendimentos Turísticos e Imobiliários Ltda. Nela constam atividades econômicas secundárias, como cultivo de outras plantas de lavoura temporária, criação de bovinos para corte, Holdings de instituições não financeira, outras sociedades de participação, exceto holdings, compra e venda de imóveis próprios, e outras atividades de recreação e lazer não especificada.

O principal para atividade que tocava, que seria o alvará do Corpo de Bombeiros, o centro de eventos não possuía e funcionava clandestinamente até ser interditado nesta segunda-feira (23). A tragédia que matou dois trabalhadores, ocorreu durante festa de casamento na estância. Gustavo Henrique Camargo dos Santos, de 32 anos, descia na tirolesa, quando levou uma descarga elétrica e caiu na lagoa. Pedro Henrique de Jesus Martins, 21, pulou no açude para salvar o amigo e também sofreu a descarga.

Pedro foi encaminhado para o Hospital Municipal de Bonito e morreu no domingo (22), enquanto o amigo era encaminhado em vaga zero para a Santa Casa de Campo Grande, mas também não resistiu e morreu ao chegar no hospital. O Corpo de Bombeiros vistoriou a Estância Walf e constatou que o local não tinha certificado de funcionamento da corporação. Sem este documento, a prefeitura não poderia liberar o alvará de funcionamento, fazendo com que o espaço para festas de Waldir Neves era clandestino.

“O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul informa que o local citado não possui Certificado de Vistoria emitido pela Corporação. As circunstâncias do acidente estão sendo apuradas pela Polícia Civil, a quem compete a investigação dos fatos”, informou a corporação em nota. O conselheiro do TCE é o único sócio da empresa, que tem como sede o Residencial Damha, em Campo Grande.
No ano passado, Waldir Neves e a agropecuária foram acionados na Justiça para pagar a compra de uma mansão no condomínio de luxo, onde o conselheiro reside. O imóvel custou R$ 2,7 milhões e o casal foi à Justiça para cobrar R$ 1,5 milhão. Para não ser despejado, Waldir Neves fez acordo para pagar R$ 1,9 milhão em 12 vezes, sendo 12 parcelas de R$ 50 mil e R$ 1,1 milhão em agosto deste ano.

Waldir Neves já foi alvo de três operações de combate à corrupção deflagradas pela Polícia Federal – Mineração de Ouro, Terceirização de Ouro e Casa de Ouro, sendo afastado do cargo e usando tornozeleira eletrônica entre dezembro de 2022 e maio do ano passado.

Mau exemplo

Conforme publicação do site O Jacaré, a tragédia da tirolesa chama a atenção porque Waldir Neves é conselheiro do TCE, corte responsável por fiscalizar os poderes e que deveria dar o exemplo do cumprimento das leis. O advogado Luiz Guilherme Pinheiro de Lacerda, foi procurado, mas não respondeu ao contato. Porém ao G1, ele disse que a tirolesa funcionava há quatro anos e nunca teve incidente antes. O caso é apurado pela Polícia e deve ser acompanhado pelas famílias das vítimas através de processos na Justiça.



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Exportação de DDG à China pode impactar mercado interno de MS; entenda


O Brasil realizou o primeiro embarque de DDG, sigla em inglês para Distillers Dried Grains (grãos secos de destilaria). A abertura do mercado chinês para o produto inaugura uma nova fase para a indústria nacional e pode alterar a dinâmica de preços no mercado interno, especialmente em estados com forte processamento industrial, como é o caso de Mato Grosso do Sul.

O DDG é resultado do processamento do milho para produção de etanol. Nesse processo, proteínas, fibras e minerais permanecem concentrados, resultando em um insumo de alto valor nutricional utilizado principalmente na formulação de rações para bovinos, suínos e aves. Em média, cada tonelada de milho processada gera entre 300 e 330 quilos do coproduto, o equivalente a cerca de 30 por cento do volume original.

“No último ano, o Estado processou aproximadamente 4,6 milhões de toneladas de milho para etanol, o que resultou em uma produção estimada de cerca de 1,4 milhão de toneladas de DDG. Esse volume é absorvido majoritariamente pela cadeia de proteínas animais como insumo estratégico na formulação de ração”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes.

Com a habilitação chinesa, pode haver a alteração da dinâmica de formação de preços. “Quando um produto passa a ter acesso ao mercado internacional, ele deixa de depender exclusivamente da demanda interna. O preço doméstico tende a se alinhar à chamada “paridade de exportação”, ou seja, ao valor internacional descontados os custos logísticos e cambiais. Se exportar se mostrar mais vantajoso, parte da produção pode ser direcionada ao exterior, reduzindo a oferta interna e sustentando as cotações no mercado doméstico. Por outro lado, se a demanda da cadeia de carnes estiver aquecida e pagar preços competitivos, pode compensar manter o produto no mercado interno, especialmente considerando menores custos logísticos”.

No curto prazo, a abertura do mercado externo amplia a concorrência pelo produto. Caso a exportação apresente maior rentabilidade, parte da produção pode ser direcionada ao exterior, reduzindo a oferta interna e sustentando as cotações no mercado doméstico. Esse movimento pode elevar o custo da ração e impactar as margens da cadeia de carnes.

Por outro lado, se a demanda interna estiver aquecida e oferecer preços competitivos, pode ser mais vantajoso manter o DDG no mercado local, especialmente em razão dos menores custos logísticos.

“Do ponto de vista da indústria de etanol de milho, a exportação cria um novo canal de escoamento, reduz riscos de excedentes e amplia a previsibilidade de receita. Esse cenário tende a estimular investimentos e sustentar a demanda por milho, beneficiando diretamente o produtor rural.”

Com maior segurança, as usinas tendem a ampliar investimentos e sustentar a demanda por milho, beneficiando também o produtor rural.

Para Mato Grosso do Sul, o desafio será equilibrar a nova oportunidade de exportação com a competitividade da cadeia de proteínas animais. O crescimento sustentável dependerá da expansão da produção de milho, do processamento industrial e do acompanhamento constante das condições de mercado.

“A entrada da China como compradora de DDG representa, portanto, uma oportunidade estratégica, mas que exigirá monitoramento constante para que o crescimento seja sustentável e integrado entre as cadeias produtivas”.



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MIS reabre as portas com exposição sobre a memória da fotografia de MS


O MIS-MS (Museu da Imagem e do Som de Mato Grosso do Sul) inaugura a exposição “Fotografia e Memória”, homenagem ao fotógrafo Rachid Waqued, um dos principais documentaristas da história sul-mato-grossense. A abertura do evento será na próxima quinta-feira (26), às 19h, com entrada gratuita e visitação até 30 de abril.

A mostra abre oficialmente o ciclo de comemorações pelos 50 anos de criação do Estado, que será celebrado em 11 de outubro de 2027. Além disso, integra o projeto Rota Cine MS, iniciativa estratégica da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) voltada ao fortalecimento do audiovisual, à democratização do acesso à cultura, ao fomento da economia criativa e à valorização da diversidade regional.

“Essa exposição é um reconhecimento à importância da fotografia para a construção da memória e da identidade sul-mato-grossense. Valorizar os fotógrafos de Mato Grosso do Sul reforça nosso compromisso com a preservação e a difusão da cultura. Que esta imersão na obra de Waqued e de seus contemporâneos inspire a todos nós, fortalecendo o orgulho de pertencermos a este território e o desejo de continuarmos a construir, juntos, uma história de ainda mais realizações culturais e criativas”, frisa Eduardo Mendes Pinto, diretor-presidente da FCMS.

Com curadoria de Melly Senna, Cris Freire, Ligia Rocha, Pedro Ortale, Elis Regina e do próprio Rachid Waqued, a mostra reúne dezenas de registros fotográficos. Mais do que uma reverência à trajetória do fotógrafo, a exposição apresenta um recorte expressivo de um dos mais importantes acervos visuais sobre a formação cultural, política, social e urbana de Mato Grosso do Sul. Ao longo de mais de quatro décadas, Waqued consolidou-se como um dos principais documentaristas da história sul-mato-grossense, registrando transformações que hoje ajudam a compreender a identidade do Estado.

O recorte evidencia o olhar documental e sensível de Waqued. Organizadas em eixos como cultura, natureza, indústrias e infraestrutura, colaboradores de MS, coordenadores de MS e arquitetura urbana, as imagens traçam um panorama das transformações sociais, políticas e econômicas de Mato Grosso do Sul. Entre retratos históricos, paisagens e cenas do cotidiano, a exposição constrói uma narrativa que entrelaça passado e presente às vésperas do cinquentenário do Estado.

“Ao longo do tempo, meu trabalho foi credenciando meu nome como alguém com vocação para documentar. Sempre atuei com seriedade, compromisso com a história e pesquisa para descobrir e registrar as coisas, ajudando a divulgar o nosso Estado. Sou um documentarista do meu tempo. Minhas fotos são documentos visuais que acompanham as transformações do espaço urbano e das pessoas na nossa região. Eu fotografo Campo Grande há décadas justamente para registrar essas mudanças. Por isso é tão emocionante receber essa homenagem ainda em plena atividade, e se torna ainda mais especial por integrar as celebrações dos 50 anos de Mato Grosso do Sul, em 2027. Eu acompanhei essa trajetória de perto, fui testemunha ocular desse movimento e dessa construção histórica”, frisa Rachid Waqued.

Além das obras de Waqued, o público ainda terá acesso a um painel com trabalhos de outros 14 fotógrafos e fotógrafas sul-mato-grossenses, ampliando o diálogo entre gerações e reafirmando a força da produção local. São eles: André Bittar, Alexis Prappas, Bolivar Porto, Denilson Secreta Nantes, Elis Regina Nogueira, Gabriel Gabino, Luiz Felipe Mendes, Marithê Do Céu, Marycleide Vasques, Saul Schramm, Sebastião Guimarães, Vânia Jucá, Wagner Guimarães e Melina Moraes — nomes que evidenciam a diversidade estética e temática da fotografia produzida em Mato Grosso do Sul.

A programação do Rota Cine MS terá continuidade ao longo do ano com outras duas exposições no MIS-MS. Entre maio, junho e julho, o foco será o audiovisual. Já entre agosto, setembro e outubro, a temática será a música, ampliando o escopo do projeto e fortalecendo o museu como espaço permanente de difusão cultural.

Pensada para alcançar públicos diversos, a exposição também incorpora recursos de acessibilidade, como piso tátil, intérprete de Libras no vídeo depoimento do homenageado e áudio-descrição das obras, reafirmando o caráter inclusivo da iniciativa.

A execução do Rota Cine MS é objeto do Termo de Fomento (nº 5499/2025) celebrado entre o Governo do Estado, a Setesc (Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Turismo), a FCMS e o Instituto Curumins, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

Olhar do fotógrafo

A trajetória de Rachid Waqued ganha forma na exposição a partir de seis eixos temáticos — cultura, natureza, indústrias e infraestrutura, colaboradores de MS, coordenadores de MS e arquitetura urbana — que revelam diferentes camadas da construção histórica de Mato Grosso do Sul.

No núcleo cultura, o visitante encontra registros de manifestações que ajudaram a moldar a identidade regional, como celebrações religiosas, expressões populares e personagens que marcaram a vida artística e social do Estado. Entre os destaques, estão imagens ligadas às tradições pantaneiras, às raízes árabes presentes em Campo Grande e a momentos simbólicos de fé e pertencimento, como a entrega da bandeira do Divino em Coxim.

Ao avançar para natureza, o olhar se amplia sobre paisagens emblemáticas, como o Pantanal do Rio Negro, revelando a força ambiental que sustenta o imaginário sul-mato-grossense. A mesma sensibilidade documental aparece em indústrias e infraestrutura, onde surgem registros da malha ferroviária e de obras que impulsionaram o crescimento econômico, conectando territórios e consolidando o desenvolvimento estadual.

Em arquitetura urbana, as imagens mostram edifícios, praças e transformações na paisagem de Campo Grande, compondo uma narrativa visual da expansão da capital. Já em colaboradores de MS, a lente de Waqued valoriza trabalhadores, cidadãos e cenas cotidianas — fragmentos de uma história construída coletivamente. O eixo reúne retratos de todos os governadores do Estado, formando um painel político que atravessa diferentes gestões e momentos decisivos da trajetória sul-mato-grossense. Ao colocar lado a lado essas lideranças, o fotógrafo reforça a dimensão histórica de seu acervo.

Ao percorrer esses seis núcleos, o público acompanha não apenas imagens isoladas, mas uma linha narrativa contínua. São registros que transformam acontecimentos, territórios e personagens em memória visual permanente, consolidando Rachid Waqued como um dos principais cronistas da história de Mato Grosso do Sul.

Cronista visual

Fotógrafo, documentarista e pesquisador, Rachid Waqued transformou a imagem em ferramenta de preservação histórica e identidade cultural. Nascido em Campo Grande (MS), em 1953, filho de pai libanês e mãe corumbaense, filha de sírios, Waqued construiu ao longo de mais de quatro décadas uma trajetória marcada pelo compromisso com o registro das transformações sociais, políticas e econômicas do Estado, tornando-se uma das principais referências da memória imagética sul-mato-grossense.

Formado em Engenharia Civil, História e Artes Visuais, Waqued aliou formação acadêmica sólida ao olhar sensível e atento às mudanças do tempo. Foi pioneiro na introdução da tecnologia digital na fotografia em Mato Grosso do Sul e acompanhou de perto momentos decisivos da consolidação do Estado, registrando desde a expansão urbana até manifestações culturais e acontecimentos políticos.

Parte significativa de sua produção é dedicada à cultura pantaneira e à documentação da malha ferroviária, pesquisa que resultou na obra “Paralelas de Aço: o caminho ferroviário para o Oeste”, referência para estudiosos da história regional. Ao mesmo tempo, desenvolveu projetos voltados ao resgate dos antigos fotógrafos “lambe-lambes”, contribuindo para a valorização e preservação do patrimônio visual do Estado.

Waqued se define como um “contador de histórias visuais”. A expressão resume uma carreira construída com rigor técnico, espírito investigativo e paixão pelo ofício. Atualmente, amplia sua atuação por meio de produções audiovisuais em plataformas digitais, mantendo ativo o trabalho documental e reafirmando seu papel como guardião da memória cultural sul-mato-grossense.

Serviço

Exposição: Fotografia e Memória

Abertura: 27.02.26, às 19h

Período de visitação: Até 30.04.26

Local: MIS-MS (Av. Fernando Corrêa da Costa, 559)

Entrada: Gratuita

Recursos de acessibilidade:

– Piso tátil;

– Intérprete de Libras em vídeo-depoimento;

– Áudio descrição das fotografias;



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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 116 milhões





As seis dezenas do concurso 2.976 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (MS), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 116 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (MS), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.




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