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Educação de Dourados recebe quase R$ 2 milhões em emendas de Lia Nogueira


Nos últimos anos, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) tem usado emendas parlamentares para reforçar a estrutura da educação em Dourados. Somando os três primeiros anos de mandato e o que já está reservado para 2026, os investimentos na rede de ensino do município chegam a aproximadamente R$1,99 milhão, alcançando escolas da área urbana, da zona rural e das aldeias.

Em 2025, parte desses recursos garantiu equipamentos para a Escola Estadual Maria da Rosa Antunes da Silveira Câmara, a Rosa Câmara, para a Escola Estadual Maria da Glória Muzzi Ferreira e para a Escola Estadual Presidente Vargas. A deputada fez a entrega oficial dos materiais adquiridos pelas unidades com as emendas.

Na Rosa Câmara, a emenda de R$50 mil foi aplicada diretamente pela Associação de Pais e Mestres (APM) na compra de oito aparelhos de ar-condicionado de 30 mil BTUs, modelo inverter, instalados em salas de aula, e de uma impressora colorida para a sala de recursos multifuncionais, beneficiando mais de 700 alunos. O diretor Márcio Marques destaca o efeito prático da emenda. “Dentro de um ambiente confortável, o aluno aprende mais na parte pedagógica. Então, é algo decisivo para o processo de ensino e aprendizagem”, avalia. Ele lembra ainda que a impressora colorida melhora o atendimento aos estudantes da educação especial, contribuindo para inclusão e aprendizagem.

Na Escola Estadual Presidente Vargas, a emenda foi destinada à área de tecnologia, com a aquisição de 12 computadores completos com processador Core i5, SSD de 256 GB, 8 GB de memória RAM e monitor, além de 10 roteadores access point. Os equipamentos reforçam a infraestrutura dos laboratórios de informática e permitem que mais de 2 mil alunos tenham acesso a ferramentas digitais usadas em atividades pedagógicas, projetos e cursos ofertados pela unidade.

Na Escola Maria da Glória Muzzi Ferreira, outra emenda de R$50 mil garantiu 11 televisores de 60 polegadas, 2 aparelhos de ar-condicionado de 18 mil BTUs, 7 kits com 16 câmeras de segurança Full Color e uma balança de precisão para o laboratório de ciências. Os equipamentos reforçam o uso de tecnologia em sala de aula, ajudam a climatizar os ambientes, ampliam a segurança interna e melhoram as condições para atividades práticas, atendendo demandas apresentadas pela direção e pela comunidade escolar.

Lia Nogueira lembra que essas entregas fazem parte de um ciclo maior de investimentos na educação douradense. “Dourados é a minha casa, eu moro aqui e conheço de perto a realidade das nossas escolas. Quando uma emenda vira ar-condicionado ligado, televisão usada em aula, câmera funcionando, laboratório equipado ou computador à disposição do aluno, o recurso deixa de ser número e passa a ser ferramenta de futuro”, afirma.

Para 2026, estão reservados R$740 mil em emendas para a educação de Dourados, em continuidade ao trabalho iniciado no começo do mandato. “Meu compromisso com a cidade não aparece só em um período do ano. É um trabalho permanente, constante, escola por escola, ouvindo as equipes, as famílias e os estudantes para saber onde o dinheiro público faz mais diferença”, conclui a deputada.



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Advogada orienta sobre como se proteger de crimes digitais no carnaval


Imagens capturadas em pleno carnaval, na alegria dos blocos e festas, sem conhecimento nem permissão dos foliões, podem gerar problemas graves, expor as pessoas a riscos e, inclusive, a crimes. A advogada Maria Eduarda Amaral, especializada em Direito Digital e Propriedade Intelectual, ensina como as pessoas devem fazer para se proteger dos chamados crimes digitais no carnaval e, também, no resto dos dias do ano.

“Essa é uma questão bastante sensível porque, hoje, qualquer conteúdo que você posta na internet está suscetível a manipulações, a utilizações indevidas, aos maiores cuidados que eu possa deixar aqui hoje”, disse Maria Eduarda à Agência Brasil.

Algumas precauções incluem: somente aceitar pessoas nas redes sociais que você conheça, não se expor excessivamente, não postar coisas em tempo real quando ainda estiver em determinado ambiente ou local, tomar bastante cuidado com símbolos principalmente.

“Eu vejo pessoas que saem do trabalho, vão para o carnaval e postam fotos. Os mais jovens que saem da faculdade com algum símbolo que identifique o local, vão para o carnaval e postam alguma coisa que acaba tornando a vida deles muito identificável”.

A especialista explicou que a pessoa que tem a intenção de fazer fazer mau uso da informação vai estar observando esses movimentos, para saber que o jovem acabou de sair da faculdade e está indo para uma festa.

“Sabe que, se fizer alguma coisa para prejudicar essa pessoa, ela vai demorar algum tempo para perceber e ver. Esse é o momento. Se a pessoa estiver curtindo uma festa de carnaval, o momento de fazer algo contra aquela pessoa é agora, porque ela não vai estar prestando atenção. É mais fácil de se espalhar (o boato, a mentira) e, então, ela não vai tomar uma atitude imediata para conter essa situação”.

Intercorrências

Pelo que a advogada Maria Eduarda pôde perceber no último carnaval, uma das maiores intercorrências foi invasão de redes sociais. Ela explicou que as pessoas, no desespero do momento, entram em wi-fi públicas muito duvidosas ou acabam acessando SMS ou links suspeitos, passando códigos suspeitos pelo telefone. “Enfim, invasões por redes sociais que acabam gerando golpes financeiros em redes sociais”.

A segunda intercorrência significativa são os deepnudes, fotos falsas que deixam pessoas nuas e que são geradas pelo uso de inteligência artificial. “Porque as pessoas estão fantasiadas e é mais fácil para a IA gerar um conteúdo sexual falso, a partir dessas imagens e fotos”.

Isso ocorre principalmente com essas imagens quando se trata de mulheres com fantasias, adornos, adereços de carnaval. É o uso indevido de imagem.

Outro problema grave está ligado ao uso de aplicativos de encontros, como Tinder, Happn, Inner Circle, para pegar fotos de pessoas reais que são manipuladas por inteligência artificial, criando perfis para poder dar match, ou seja, combinar ou corresponder à expectativa da pessoa.

Para os bandidos, dar match significa levar as pessoas que procuram encontros por aplicativos a encontrar os possíveis parceiros ou parceiras em locais não seguros, onde podem acontecer roubos, furtos, sequestros e outros tipos de crimes.

Maria Eduarda recomenda muito cuidado ao entrar nesses aplicativos, inclusive ao fazer chamadas de vídeo. Se do outro lado estiver de fato um golpista, essa chamada de vídeo pode ser utilizada para acessar principalmente contas bancárias, fazer empréstimo, fazer cartões de crédito.

A especialista em crimes digitais advertiu que cuidado maior devem ter pessoas que estão curtindo o carnaval fora da cidade onde moram.

Cuidados básicos

Antes de marcar encontros por esses aplicativos, o usuário deve tomar alguns cuidados básicos, orientou Maria Eduarda. Segundo a especialista, o ideal é coletar o máximo de informações sobre a pessoa com quem quer se encontrar.

“Falando principalmente do público LGBTQIA+, que é o mais afetado, existem algumas pessoas que não expõem a própria sexualidade. Então, trabalham ali com apelidos, muitas vezes sem fotos do rosto nem de perfil. O que a pessoa que vai se encontrar com ela pode fazer é pegar redes sociais, conferir informações de nome. Pode lançar o nome em um site jurídico, por exemplo, o JusBrasil, para verificar se a pessoa com quem o encontro será feito já teve algum problema, alguma intercorrência antes”.

O usuário deve entrar nas redes sociais para ver se acha aquela pessoa, se ela está na mesma cidade, e perguntar sobre o dia dela, para conferir se o que ela falou até ali coincide. Deve verificar nas redes sociais se teve algum tipo de postagem, alguma foto, algum story .

Então, a orientação da advogada é dar o próximo passo, que consiste em uma videochamada, mesmo com os riscos de golpes com vídeos, e uma troca de fotos “desde que seja com parcimônia também, não sejam fotos muito comprometedoras, principalmente que não sejam fotos íntimas, até porque você está conferindo informações, mas não sabe quem é a pessoa que está do outro lado”.

Ela explica que há um cálculo sensível de riscos, quando o assunto é vídeochamada. “Nesse caso, o mais seguro é que a pessoa faça a videochamada com cautela porque não se teria outra forma de verificar se a pessoa que está falando com você é a mesma pessoa do aplicativo. É essencial prestar atenção em qualquer movimentação suspeita durante a chamada e não manter o rosto muito próximo da câmera para evitar qualquer leitura facial por aplicativos terceiros”.

Erros comuns
Mesmo pessoas que tenham tomado todos os cuidados possíveis nesses aplicativos de relacionamentos podem acabar sendo prejudicadas de alguma forma. “Nós já tivemos casos aqui em que a pessoa tomou todos os cuidados possíveis. Ela realmente estava falando com a pessoa do outro lado que dizia ser quem era. Só que na hora de marcar o encontro, foi sugerido um lugar totalmente ermo, de procedência duvidosa“. Ao chegar lá, o usuário percebeu que se tratava efetivamente de um golpe. Ou seja, a pessoa com quem ela falava era participante do golpe, mas foi-se criando uma confiança.

Daí a advogada orientar que por mais que essa pessoa passe por todas as verificações e consiga estabelecer confiança, ainda assim o interessado deve fazê-la passar por uma quarta verificação. A pessoa deve exigir um encontro em um local público.

Prints

Os prints (capturas de telas) são majoritariamente as provas digitais válidas para abrir um processo judicial ou uma investigação policial, confirmou Maria Eduarda Amaral.

“Um padrão que eu vejo nesse tipo de caso, envolvendo golpes virtuais, é que por mais que a pessoa faça todas as verificações, ela não guarda informações sobre a pessoa que ela vai encontrar”.

A sugestão é que, enquanto o usuário estiver conversando com a pessoa no aplicativo ou no Whatsapp tire um print do perfil dela e manda para um amigo.

De acordo com a advogada, pode-se tirar print de tudo, do número que a pessoa está usando no Whatsapp, de foto que aparece nesse número, de algum status.

“Se a pessoa ligou para o usuário em uma chamada de vídeo, tira um print do rosto de quem está falando com você, do convite dela te chamando para sair. Porque é muito comum nesses casos, os golpistas apagarem tudo depois que eles conseguem o que querem da pessoa”, alerta.

“Eles vão apagar o perfil que usaram para falar com você, vão descartar os números, vão apagar os números de WhatsApp e aí, depois, por mais que a vítima queira, se torna muito mais difícil saber quem é aquela pessoa”, completou.

A advogada esclareceu que a partir do momento em que a vítima guarda, desde o início, todas as informações, é mais fácil ciar uma linha do tempo “para poder entender de onde ela surgiu, quem ela é, se está aplicando outros golpes, como está utilizando essas redes digitais para conseguir aplicar esses golpes”.

Se a vítima não tem essas informações, os advogados podem entrar em contato ali com a operadora de telefonia, por exemplo, mas o chip já não existe mais. “Então, eles não têm como te passar as informações que são necessárias. E, se tudo der certo, o máximo que vai acontecer é você apagar tudo e descartar”.

A advogada afirmou, entretanto, que as plataformas podem ser responsabilizadas nesses casos também. “Nós entendemos que, principalmente se tratando de sites de relacionamentos, existe uma responsabilidade da plataforma porque o usuário precisa se cadastrar, tanto que não é possível que uma mesma pessoa tenha mais de um perfil no Tinder, por exemplo”.

A especialista aconselha ainda que as pessoas não tenham vergonha de denunciar. “Não existe vergonha em ser vítima. Nós somos todos humanos, todos nós temos a possibilidade de passar por esse tipo de situação, de cair nesse tipo de golpe”.

Responsabilização

Em todos esses tipos de crimes, a vítima pode buscar uma responsabilização civil. “Quando nós falamos, por exemplo, da invasão de uma conta bancária, a responsabilidade civil é também do banco pela fraude. Se você conseguir encontrar essa pessoa golpista, a responsabilidade criminal é dessa pessoa”.

Maria Eduarda deixou claro mesmo sem identificar o golpista, a vítima pode buscar a pessoa para quem fez transferências bancárias, falando-se aqui de invasão de conta bancária, por exemplo. “Porque a pessoa, em nome de quem está aquela conta, que está recebendo aquele dinheiro que é fruto de um crime, ela é punível com a situação. Então, ela também responde pelo golpe, pela fraude”.

No caso das deepfakes, há responsabilização criminal do usuário que gerou aquele conteúdo e existe também responsabilização parcial da plataforma, tanto civil quanto criminal. No caso do criminal seria para remoção, para exclusão do conteúdo. No caso da responsabilização civil, seria para as indenizações que a pessoa prejudicada pode receber, principalmente indenizações relativas a danos morais, a danos à imagem, a depender da extensão da veiculação desse conteúdo e do dano na vida da pessoa afetada.

“Então, a plataforma responde solidariamente com o usuário. Se você não sabe quem é o usuário, a responsabilidade recai sobre a plataforma”.

As deepfakes são imagens criadas com o uso de tecnologias de inteligência artificial que permitem a sobreposição de rostos e vozes em vídeos, podendo sincronizar os movimentos dos lábios e expressões faciais, o que faz com que a imagem se assemelhe muito à de uma pessoa real.

Maria Eduarda Amaral informou que nos casos dos perfis de aplicativo, ocorre a mesma coisa. A responsabilidade é solidária, porque, ao se fazer o cadastro nessas plataformas, a pessoa precisa informar certos dados, inclusive sob o pretexto de segurança para os usuários.

“Se a plataforma não faz esse cruzamento de dados, então ela permite que qualquer pessoa suba qualquer foto ali falsa, sem a possibilidade de se verificar se se trata realmente de uma pessoa. Nesse caso, ela está sendo conivente com essa situação. Então, ela também é responsável”.

Se a plataforma não conseguir identificar quem é esse usuário, “o que ultimamente é bem difícil”, ela responde individualmente. Já se a plataforma consegue identificar quem é esse usuário, então a pessoa prejudicada pode tomar as medidas cabíveis contra ele. Nesse caso, não só a vítima, como também a pessoa que teve a imagem utilizada, conseguem responsabilizar esse golpista de forma cível e criminal, além de responsabilizar a plataforma de forma cível. Isso acontece justamente porque é previsto nos termos e diretrizes da plataforma, da comunidade, que “o cadastro é uma das formas de se verificar a idoneidade do usuário que está se cadastrando ali naquela plataforma”.



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Canil do Choque prende mulher levando maconha e cocaína para a Bahia


Uma mulher de 39 anos, moradora em Macarani, na Bahia, foi presa por policiais militares lotados no Canil do Batalhão de Choque. Elisângela atuava como “avião” do tráfico após viajar de sua cidade a Vitória da Conquista, São Paulo e em seguida Campo Grande para buscar maconha e cocaína.

Pouco depois de 2oh uma equipe do Canil do BPChoque, composta pelo Sargento Duarte, com a cadela de faro “Bony”, abordou um ônibus da empresa Clebinho Tour, que fazia o itinerário Campo Grande/São Paulo. Na fiscalização ao bagageiro inferior, a cadela sinalizou para odor de entorpecente em uma mala preta.

Elisângela foi identificada como a responsável pela bagagem e que mantinha mais duas bagagens junto aos pés sem a etiqueta, mas em uma bolsa estavam quatro etiquetas. Durante inspeção no bagageiro interno do ônibus, a cadela Bony novamente sinalizou positivamente para uma mochila rosa onde foram localizadas substâncias entorpecentes.

A passageira foi convidada a desembarcar, sendo realizada a abertura das bagagens, ocasião em que foram encontrados diversos sacos contendo maconha e cinco tabletes de cocaína. As drogas foram levadas para a DENAR onde a pesagem revelou 5,494 quilos de cocaína e 6.232 quilos de maconha, sendo a mulher autuada em flagrante No Cepol onde disse ter sido contratada por um desconhecido para buscar as drogas e levar até sua cidade onde receberia entre R$ 1 mil a R$ 1.500 p0elo transporte.



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Vereador Marcelino Nunes solicita iluminação e redutor de velocidade em Ponta Porã


Durante a sessão ordinária realizada na terça-feira (10), o vereador Marcelino Nunes apresentou duas indicações voltadas à melhoria da segurança viária em diferentes pontos de Ponta Porã.

As solicitações foram encaminhadas ao prefeito Eduardo Campos, com cópias ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.

Na primeira indicação, o parlamentar solicitou a instalação de postes e luminárias na entrada do Assentamento Dorcelina Folador. Segundo Marcelino Nunes, a medida é necessária para reforçar a segurança de motoristas, motociclistas e ciclistas que utilizam a via, considerada uma das principais entradas do assentamento e que registra grande fluxo de veículos.

O vereador destaca que a implantação da iluminação pública no local proporcionará mais comodidade aos moradores e maior segurança aos usuários da via, especialmente no período noturno.

Redutor de velocidade

Em outra indicação, Marcelino Nunes solicitou a implantação de um redutor de velocidade na Rua Pitombeira, nas proximidades da Escola Municipal Marcondes Fernandes Pereira, situada no bairro Residencial Ponta Porã II.

De acordo com o vereador, o pedido atende a uma reivindicação de moradores e de pessoas que utilizam a via diariamente.

Ele ressalta que o trecho ainda não conta com esse tipo de dispositivo, considerado importante para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança, principalmente de estudantes e pedestres que circulam pela região.

As indicações seguem agora para análise do Executivo Municipal e dos setores competentes.



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Menos de 24 horas após a 58ª prisão em flagrante “microfone” foi libertado


Antes de completar 24 horas deter sido preso por furto, “microfone” foi colocado em liberdade em audiência de custódia em Dourados. Faltava uma hora e 15 minutos para completar 24 horas daprisão após furtar uma farmácia no centro de Dourados, Lucas Mateus Santos Carvalho, 27 anos, o “microfone”, foi solto em audiência de custódia e ganhou a liberdade.

Segundo a justiça, ele terá que cumprir algumas recomendações, entre elas o recolhimento domiciliar das 20h às 6 horas da manhã. Ele foi preso às 19h30 de sábado após furtar uma farmácia na Avenida Marcelino Pires, no centro. A polícia quando chegou no local encontrou a porta do estabelecimento danificada e o acusado escondido atrás do balcão.

Ele foi conduzido até a Depac autuado em flagrante pelo delegado plantonista e menos de 24 horas depois foi colocado em liberdade. Com a prisão do último sábado à noite, ele alcançou um número de 58 passagens pela polícia por diversos crimes em Dourados.



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Investigado por casos de violência doméstica é preso pela Polícia Civil na Capital


Homem de 34 anos, investiado por casos de violência doméstica, foi preso neste domingo (15/2), pela Deam (Delegacia Especializado de Atendimento à Mulher), em Campo Grande. Contra ele, havia mandado de prisão preventiva em aberto.

Conforme a PC (Polícia Civil), as investigações apontam um ciclo de violência reiterada. O autor já havia sido preso em flagrante no dia 18 de dezembro de 2025 após episódios de ameaça e injúria ocorridos no Bairro Vila Alba.

Na ocasião, as vítimas — mulheres com idades entre 26 e 34 anos — relataram comportamentos de controle extremo e medo. Mesmo após ser posto em liberdade provisória no dia seguinte (19 de dezembro), mediante medidas protetivas de urgência, o indivíduo demonstrou total desprezo pelas ordens judiciais.

Registros policiais confirmam novos descumprimentos nos dias 19, 25, 30 e 31 de dezembro do ano passado. O homem teria utilizado meios de comunicação e contatos eletrônicos para continuar assediando e ameaçando a vítima.

Anteriormente, policiais da Especializada já havia cumprido um mandado de busca e apreensão contra o investigado, devido a denúncias de que ele possuía armas de fogo. Ao tomar ciência de que era alvo de novas frentes investigativas, o indivíduo passou a agir de maneira furtiva, abandonando a residência em que morava e deixando de frequentar seu escritório de advocacia.

Após mais de um mês de diligências e monitoramento, a equipe policial localizou seu paradeiro e nas primeiras horas de ontem, os agentes deram cuprimento ao mandado de prisão preventiva. Em estrito cumprimento aos preceitos legais e às prerrogativas da classe, a OAB-MS foi devidamente acionada logo após a captura para acompanhar os procedimentos.



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Baleado na fronteira, homem morre antes de chegar no hospital


Um homem identificado como Marcos Daniel Maldonado Jara morreu após ser atingido por vários disparos de arma de fogo no distrito de Zanja Pytã, na região de fronteira com o Brasil. Ele chegou a ser socorrido com urgência e encaminhado para atendimento médico em Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu durante o trajeto.

De acordo com as informações preliminares, a vítima foi alvejada em circunstâncias ainda não esclarecidas. Equipes de resgate foram acionadas e realizaram o transporte emergencial até o hospital. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, Marcos Daniel morreu antes de receber atendimento médico. O corpo foi encaminhado à morgue do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero.



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Baleado na fronteira morre antes de chegar ao hospital em Pedro Juan Caballero





Um homem identificado como Marcos Daniel Maldonado Jara, morreu na noite deste domingo (15) após ser atingido por vários disparos de arma de fogo no distrito de Zanja Pytã, cidade ao lado de Ponta Porã. Ele chegou a ser socorrido com urgência e encaminhado para atendimento médico no Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu durante o trajeto.

De acordo com as informações preliminares, a vítima foi alvejada em circunstâncias ainda não esclarecidas. Equipes de resgate foram acionadas e realizaram o transporte emergencial até o hospital. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, Marcos Daniel morreu antes de receber atendimento médico. O corpo foi encaminhado à morgue do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero.




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DAC goleia Bataguassu e pula da degola para terceira posição no Estadual


Uma vitória maiúscula e para virar a chave do time no Campeonato Sul-Mato-Grossense. Pela sétima rodada, neste domingo (15), o Dourados AC, pressionado pela zona de rebaixamento, recebeu AA Bataguassu e, em uma tarde iluminada, aplicou 7 a 2, a maior goleada da competição até agora. Os gols foram marcados por Flaviano, Jean Lucca, Yoel, Dudu Santos com dois e Luizinho também com dois. Antônio e Raul Sudati descontaram para o Tucunaré.

Beneficiado por outros resultados, a goleada tirou o DAC da zona de rebaixamento para a zona de classificação, pulando para terceira posição com nove pontos, passando o próprio Bataguassu, que tem a mesma pontuação, mas o saldo de gols ficou negativo. Na oitava rodada, o Dourados visita o Corumbaense FC, no Arthur Marinho, enquanto o Bata recebe o Costa Rica EC, no Pereirão. Os dois jogos no sábado (21), às 18h.

Gols

No Estádio Douradão, o DAC foi comandado interinamente pelo auxiliar Jhonatan Nunes, ocupando a vaga do demitido Ariel Lanzini. A mudança parece ter feito bem para o time que se impôs no primeiro tempo e abriu três gols de vantagem. Aos oito minutos, Luizinho, melhor jogador em campo, recebeu de Igor Vilela pela esquerda, passou pelo marcador e bateu cruzado, fazendo 1 a 0. Aos 35, Luizinho fez a jogada pela esquerda e bateu cruzado para Flaviano, sozinho na pequena área, mandar para a rede e ampliar. Nos acréscimos, foi a vez de Jean Lucca invadir a área pela esquerda e, na saída do goleiro Mandela, deu um belo toque por cobertura para fazer 3 a 0.

Luizinho (7) marcou dois gols e foi um tormento para a defesa do Bataguassu (Foto: Marcelo Berton/@berton_shots_jpn)

Na volta para segunda etapa, o Bataguassu tentou tomar as rédeas do jogo e chegou a ameaçar a vitória douradense com gols de Antônio, aos nove minutos, depois de cruzamento por baixo de Pablo. Aos 16, em confusão na área no escanteio pela direita, a bola sobrou para Raul Sudati marcar o segundo e diminuir.

Passado o susto, o DAC se reorganizou e, nos contra-ataques, construiu a goleada. Aos 35 minutos, Dudu Santos recuperou no meio e tocou para Luizinho na esquerda. O camisa 7 passou por dois marcadores e bateu para fazer 4 a 2. Aos 39, outra jogada de Luizinho que tocou no meio, a zaga cortou mal e a sobra ficou com Dudu Santos que teve categoria para fazer o quinto gol douradense.

Jean Lucca, com um belo gol, o terceiro do DAC, foi um dos destaques do time (Foto: Marcelo Berton/@berton_shots_jpn)

Com a goleada, o time do Bataguassu se entregou. Três minutos depois, Dudu Santos aproveitou cruzamento da direita para marcar o sexto gol douradense. Nos acréscimos, um golaço para fechar a goleada. O garoto venezuelano Yoel, que entrou na segunda etapa, recebeu lançamento pela direita e, perto da área, soltou a bomba, no ângulo de Mandela, que não teve reação para tentar a defesa, fechando o placar em 7 a 2.

Outros Jogos

Costa Rica EC 1 x 1 CE Naviraiense
Ivinhema FC 1 x 0 CR Aquidauana
EC Águia Negra 1 x 1 Corumbaense FC



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homem é preso pela 58ª vez em Dourados após furto em farmácia


O ciclo de prisões e solturas em Dourados ganhou mais um capítulo neste sábado (14). Lucas Matheus Santos de Carvalho, de 27 anos, conhecido pelo apelido de “Microfone”, foi detido pela 58ª vez, segundo registros policiais. A nova prisão ocorreu por volta das 19h30, após furto em uma farmácia na região central da cidade.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito foi localizado no interior do estabelecimento comercial com R$ 87,20 em dinheiro, valor que teria sido subtraído do caixa. Ele foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde foi autuado em flagrante por furto. Morador do Jardim Itália, “Microfone” já é figura conhecida das forças de segurança locais. O que mais chama a atenção das autoridades é a frequência com que ele é detido e, em seguida, colocado novamente em liberdade por decisões judiciais.

Histórico recente de prisões

O histórico mais recente reforça o cenário de reincidência. No dia 30 de janeiro, ele foi preso por furto em uma loja na Rua Cuiabá, sendo liberado no dia seguinte após audiência de custódia. Poucos dias depois, em 5 de fevereiro, voltou a ser capturado sob acusação de praticar diversos furtos na área central. Após essa última prisão, a soltura foi determinada pelo juiz Marcel Goulart Vieira, que entendeu ser desnecessária a realização de audiência de custódia no caso específico. A decisão, diante do elevado número de reincidências, reacendeu discussões sobre os critérios adotados para concessão de liberdade provisória e os impactos na segurança pública.

O caso expõe um dilema que vai além de um único indivíduo. De um lado, está o princípio da presunção de inocência e as garantias legais asseguradas pela Constituição. De outro, a sensação de impunidade que cresce entre comerciantes e moradores, especialmente na região central, onde furtos têm sido recorrentes. A reincidência sucessiva levanta questionamentos sobre a eficácia das medidas aplicadas até agora e aponta para a necessidade de políticas públicas integradas. Especialistas defendem que, além da repressão penal, é fundamental investir em acompanhamento social, tratamento contra dependência química — quando for o caso — e programas de reinserção, para quebrar o ciclo repetitivo de crime e prisão.



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