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Mato Grosso do Sul continua em alerta meteorológico para temporais


Todo o estado de Mato Grosso do Sul segue sob alerta para chuvas intensas e ventos fortes, conforme aviso publicado pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) nesta quarta-feira (4/2), que cita volume de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a até 50 milímetros ao longo do dia. Há ainda baixo risco de queda de granizo em áreas isoladas.

Em Dourados, segundo Instituto, deve ocorrer mais chuvas hoje ao longo do dia, com risco de granizo. Dados do Guia Clima da Embrapa mostram que nesta terça-feira (3/2), foram registrados 38,4 milímetros de chuva na maior cidade do interior de MS.

O aviso meteorológico também indica possibilidade de alagamentos pontuais, queda de galhos de árvores, descargas elétricas e interrupções momentâneas no fornecimento de energia elétrica, especialmente em áreas urbanas e regiões mais suscetíveis a acúmulo de água.

Nestes casos, a orientação para a população é evitar se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento, não estacionar veículos próximos a torres ou placas de propaganda e, sempre que possível, desligar aparelhos elétricos em caso de tempestades mais intensas.

Temperaturas

Apesar dessas chuvas, os termômetros devem atingir 34°C em Iguatemi e ficar acima de 30°C também em Corumbá, Porto Murtinho, Dourados e Anaurilândia, com base nos dados do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul).

Em Campo Grande, a previsão indica mínimas entre 20°C e 22°C, com máximas mais amenas, variando de 25°C a 27°C, sob condição de céu nublado, chuva frequente e possibilidade de tempestades ao longo do dia.

Na região de Três Lagoas, no leste do estado, a máxima chega a 29°C e a mínima fica na casa dos 20°C, o mesmo é previsto para Paranaíba, Coxim, Camapuã, Aquidauana e Ponta Porã.

O alerta de perito do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) é válido até a noite de hoje e há risco de queda de árvores, alagamentos e granizo. Os ventos podem alcançar os 100 km/h.

Outros estados também são afetados

Além de Mato Grosso do Sul, o alerta meteorológico também abrange áreas de outros estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, onde a instabilidade atmosférica favorece a formação de nuvens carregadas e pancadas de chuva ao longo do dia.



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Senado aprova MP que cria programa Gás do Povo; texto vai à sanção de Lula


Agência Brasil*

O plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (3) a medida provisória (MP) que instituiu o programa Gás do Povo. O texto assegura gratuidade no botijão de gás de cozinha (GLP) de 13 quilos (kg) a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que tenham renda per capita de até meio salário mínimo.

A MP, cuja validade termina em 11 de fevereiro, foi aprovada em menos de 24 horas tanto na Câmara quanto no Senado, e agora segue para sanção presidencial, já que os parlamentares fizeram algumas alterações no texto.

“Cabe, aqui, um agradecimento aos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, por aprovarem, de forma tão rápida, uma medida que reduz desigualdades e fortalece a coesão social. O Congresso Nacional dá um recado claro: o bem-estar das pessoas está no centro das nossas decisões. Que esse benefício chegue rápido à mesa e à vida de quem mais precisa”, afirmou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao comemorar a aprovação da medida.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o Gás do Povo deve estar em pleno funcionamento em março, quando pouco mais 15 milhões de famílias serão beneficiadas. O programa pretende combater a pobreza energética, definida como a dificuldade de uma família em ter acesso a serviços de energia essenciais e modernos, como iluminação, aquecimento, refrigeração e energia para cozinhar. Atualmente, o programa está instalado em todas as capitais.

O Auxílio Gás, benefício criado no governo passado e que permite a compra de um botijão de 13 kg a cada dois meses por cerca de 4,4 milhões de famílias de baixa renda, será substituído. Em seu lugar, o Gás do Povo consolida a gratuidade do botijão em mais de 10 mil revendedoras credenciadas espalhadas pelo país, aumentando o alcance e o número de famílias atendidas, segundo o governo.

De acordo com o regulamento do programa, a quantidade de recargas gratuitas de 13 kg será de quatro por ano para famílias de duas a três pessoas; para as famílias com quatro ou mais pessoas, será de seis ao ano.

O texto também cria uma nova modalidade no programa, destinada à instalação de sistemas de baixa emissão de carbono e biodigestores que gerem gás metano por decomposição de restos de alimentos. Essa modalidade é destinada a áreas rurais e cozinhas comunitárias, e ainda depende de regulamento a ser feito pelo governo.

O texto aprovado pela Câmara e agora confirmado no Senado reformula as prioridades de recebimento do auxílio. Terão prioridade as famílias atingidas por desastres ou em local com situação de emergência reconhecida pelo poder público; com mulheres vítimas de violência doméstica sob monitoramento de medidas protetivas de urgência; pertencentes a povos e comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas; com maior número de membros; e com menor renda por pessoa.



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MS inicia aplicação de imunizante contra bronquiolite em bebês prematuros


Mato Grosso do Sul iniciou na segunda-feira (2) a aplicação do imunizante contra o VSR (vírus sincicial respiratório), causador da bronquiolite, em bebês prematuros atendidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). As primeiras doses foram aplicadas na Maternidade Cândido Mariano, em Campo Grande, marcando o início da estratégia estadual de proteção aos recém-nascidos mais vulneráveis, com apoio do Governo do Estado, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde) e das unidades hospitalares que integram a rede de atenção neonatal.

Quem pode receber o imunizante

Conhecido como nirsevimabe, o anticorpo monoclonal é indicado para bebês nascidos com até 36 semanas e 6 dias de gestação, além de crianças com comorbidades, como cardiopatias congênitas, síndrome de Down e fibrose cística, incluindo aquelas com até 24 meses de idade, conforme critérios do Ministério da Saúde. A proteção é direcionada ao vírus sincicial respiratório, responsável por infecções graves como bronquiolite e pneumonia.

Esquema de aplicação e objetivo da estratégia

Para bebês prematuros, a proteção é garantida com dose única. Já as crianças com comorbidades, com até 24 meses de idade, recebem duas doses, sendo uma em cada período sazonal ao qual a criança estará exposta. A estratégia tem como objetivo reduzir as internações por bronquiolite, especialmente nos meses de maior circulação do vírus, quando há maior pressão sobre os leitos hospitalares.

Ampliação do acesso pelo SUS

A incorporação do imunizante integra a Rede de Imunobiológicos Especiais do SUS e representa um avanço importante para a saúde neonatal. A técnica da Coordenação Estadual de Imunização da SES, Maristela Chamorro, destaca a importância da medida. “O nirsevimabe chegou em um momento oportuno e passa a ser ofertado de forma contínua. Bebês prematuros de até 36 semanas e 6 dias e crianças com comorbidades terão acesso à proteção, conforme os critérios definidos pelo Ministério da Saúde”, afirma.

Antes do início da aplicação, a SES realizou um levantamento técnico sobre os nascimentos prematuros e a capacidade de atendimento das maternidades em todo o Estado, garantindo o envio de doses de acordo com a média mensal de cada unidade.

Distribuição nos municípios

Nos demais municípios, as crianças que se enquadrarem nos critérios terão acesso ao imunizante por meio do Sistema E-Crie, plataforma digital da SES responsável por organizar a solicitação e a distribuição de imunobiológicos especiais para os 79 municípios sul-mato-grossenses.

Além disso, o Ministério da Saúde autorizou o resgate vacinal para crianças nascidas a partir de agosto de 2025, desde que atendam aos critérios estabelecidos no informe técnico vigente.

Aplicação nas maternidades

Na Maternidade Cândido Mariano, a coordenadora de imunização, Keila Lacerda, explica que a aplicação ocorre semanalmente. “A administração acontece às quintas-feiras, nas unidades intermediárias e UTIs neonatais. Esse imunizante representa uma grande conquista, já que antes só estava disponível na rede privada”, afirma.

Segundo Keila, o Estado enfrentou um aumento expressivo das internações por bronquiolite nos últimos anos. “No ano passado, vivemos uma crise de leitos devido aos surtos da doença. A expectativa é que essa estratégia contribua para reduzir significativamente as internações”, completa. Ela ressalta ainda que podem ocorrer reações leves, como em qualquer imunização, e que os bebês permanecem em observação após a aplicação.

Proteção complementar ao cuidado materno

A Diretora Técnica da Maternidade Cândido Mariano, Karina Zucarelli, relembra o cenário recente enfrentado pelas unidades de saúde. “Tivemos surtos de bronquiolite com necessidade de isolamento hospitalar. A chegada desse imunizante muda completamente a perspectiva de proteção para os bebês mais vulneráveis”, pontua.

Ela explica que a estratégia adotada é complementar. “A vacina aplicada na gestante, a partir da 28ª semana de gestação, protege o bebê ainda durante a gravidez. Já o nirsevimabe garante proteção direta ao recém-nascido. Essa proteção dupla amplia significativamente a capacidade de enfrentamento ao vírus nos primeiros meses de vida”, destaca.

Impacto para as famílias

Entre as famílias atendidas está a bebê Melina, que nasceu com 32 semanas e permaneceu internada por 43 dias na UTI Neonatal. A mãe, Paula Rodrigues, relata a importância da proteção. “Minha filha nasceu prematura e passou muito tempo internada. Saber que ela está recebendo essa proteção traz mais segurança e tranquilidade para nossa família”, afirma.

Paula também destaca o impacto social da oferta gratuita. “É um imunizante de alto custo. Nem todas as famílias conseguem pagar, então receber essa proteção pelo SUS faz toda a diferença”, completa.

Na rede privada, o custo do imunizante pode variar entre R$ 1.500 e R$ 3.500. A expectativa da SES é ampliar gradativamente o número de doses, conforme a demanda e os nascimentos prematuros registrados em todo o Estado.

Como acessar o imunizante

Em Campo Grande, o acesso ocorre mediante contato prévio pelo telefone (67) 99875-3662, junto à Sesau, para orientações e agendamento. Após esse contato, as famílias são direcionadas para as Unidades Básicas de Saúde dos bairros Alves Pereira, Marabá, Jardim Presidente e Cristo Redentor. As maternidades Santa Casa, Hospital Universitário, Hospital Regional e Cândido Mariano realizam a aplicação exclusivamente em bebês internados.

No interior do Estado, as famílias devem procurar a Unidade Básica de Saúde do próprio município para receber as orientações e o encaminhamento necessários.



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Motta promete avançar sobre escala 6×1 e trabalho por aplicativos


Agência Brasil*

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republianos-PB), discursou nesta segunda-feira (2), na abertura do ano legislativo, e destacou a agenda de votações programadas para o semestre, incluindo, segundo ele, um avanço no debate sobre o fim da jornada de trabalho 6×1 (aquela em que o empregado trabalha seis dias por apenas e tem apenas um de descanso).

“Devemos acelerar também o debate sobre a PEC 6×1, com equilíbrio e responsabilidade, ouvindo trabalhadores e empregadores”, apontou.

No momento, diferentes projetos de lei tramitam simultaneamente, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, sobre a redução de jornada e fim da escala 6×1.

Em dezembro do ano passado, na Câmara, a subcomissão especial que analisa uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovou a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mas rejeitou o fim da escala 6×1.

Já no Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi mais adiante e aprovou, também no início de dezembro de 2025, o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso (6×1) e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 36 horas semanais. Ambas as mudanças são sem redução salarial. O tema seguirá para o plenário do Senado no ano que vem.

O tema é considerado uma prioridade absoluta do governo federal para os trabalhos legislativos deste ano, tanto que foi enfatizado na Mensagem ao Congresso entregue pelo presidente Lula no início da abertura dos trabalhos parlamentares.

Além disso, segundo o líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), é possível que o próprio governo encaminhe um projeto próprio sobre isso:

“Vamos tentar dialogar para avançar nos projetos que estão aqui, mas não se descarta o próprio encaminhar o projeto de lei com esse tema. É uma hipótese possível, mas queremos dialogar com os presidentes da Casa.”

Na semana passada, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, confirmou que o governo pode enviar um projeto para unificar as propostas que já estão em tramitação no Congresso sobre o tema do fim da escala 6×1 no Brasil e que a expectativa é pela aprovação ainda no primeiro semestre.

Outro tema que Motta disse que deve ampliar a discussão diz respeito à regulação do trabalho por aplicativos, que também é pauta de interesse do governo federal.

“Vamos aprofundar as discussões sobre a relação entre trabalhadores de aplicativos e plataformas digitais, buscando conciliar produtividade, direitos e desenvolvimento. Essa tarefa é indispensável para preparar o Brasil para uma nova economia baseada em tecnologia, em inovação e em investimentos sustentáveis”, afirmou.

Ainda de acordo com Motta, quanto às demais prioridades, a agenda legislativa do semestre já começa nesta segunda-feira com a votação da Medida Provisória (MP) que instituiu o Programa Gás do Povo, que beneficia cerca de 15 milhões de famílias de baixa renda.

Logo após o carnaval, a promessa é avançar na PEC da segurança pública e o combate ao feminicídio.

“Esta Casa tem um compromisso com essa PEC. É nossa obrigação priorizar o combate ao feminicídio, em parceria com todos os Poderes. Uma agenda que não pode mais esperar”, disse.



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Davi Alcolumbre prega convivência pacífica entre Poderes


Agência Brasil*

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), fez um apelo por paz e responsabilidade no diálogo político, ao abrir o ano legislativo em sessão solene nesta segunda-feira (2). O ato marca a retomada dos trabalhos tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal.

Última a autoridade a discursar entre as presentes, Alcolumbre fez uma discurso de tom mais político do que programático, em que defendeu maturidade no convívio entre as diferenças.

“Precisamos, mais do que nunca, de diálogo, de bom senso e de paz. Paz entre os grupos que defendem ideologias diferentes. Paz entre as instituições nacionais, paz entre os Poderes da República”, apontou.

Em seguida, no entanto, ele observou que defender a paz não significa abrir mão do Estado de Direito e das prerrogativas parlamentares.

“Defender a paz nunca foi nem nunca será sinônimo de omissão. Nosso desejo de paz não significa que tenhamos medo de luta. Nossa luta é e sempre será em defesa de todos os brasileiros. Nossa luta é pelo Estado de Direito, nossa luta é pelas prerrogativas parlamentares e pela autoridade do Congresso Nacional brasileiro. Desses valores e dessas batalhas nós jamais abriremos mão”.

O presidente do Senado argumentou que a força do Brasil está na diversidade, tanto de origens, de ideias, quanto de culturas e de visões de mundo.

“Essa diversidade nos desafia, mas também no enriquece enquanto sociedade, mas, sobretudo, enquanto nação. O dissenso faz parte da democracia, a discordância faz parte da política. O debate faz parte da vida pública, mas precisamos afirmar com responsabilidade: o dissenso não pode se transformar em ódio, a discordância não pode jamais se transformar em violência”.

Alcolumbre afirmou também que quando há tensões no Brasil é no Poder Legislativo que o país se recompõe.

“Seguiremos sendo espaço legítimo de mediação política, onde as diferenças convivem com respeito e responsabilidade. Este é o compromisso que assumo como presidente do Congresso Nacional: não ampliar conflitos, mas ajudar a resolvê-los. Não estimular extremismos, mas construir consensos possíveis. Não fugir das tensões próprias da vida democrática, mas tratá-las com seriedade e, sobretudo, com maturidade”.

Por fim, Alcolumbre afirmou que Congresso Nacional exercerá suas atribuições com independência, sempre buscando seu diálogo com o Executivo e o Judiciário.

“Cada Poder tem a sua função, cada Poder o seu papel. É do respeito mútuo entre ele que nasce a estabilidade que o Brasil precisa”.

Do trabalho legislativo em si, o presidente do Congresso fez uma menção à isenção do imposto de renda (IR) para trabalhadores que ganham até R$ 5 mil, que entrou em vigor este ano. Segundo ele, isso foi o enfrentamento de uma distorção histórica.

“Estamos falando, efetivamente, de milhões de trabalhadores e trabalhadoras que sentem todo dia o peso de cada conta, cada compra e cada prestação. Ao garantir essa isenção, o Congresso Nacional brasileiro fez uma escolha clara: proteger quem vive do salário e cobrar um pouco mais de quem naturalmente pode mais”.



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COP15 em MS vai atrair milhares de especialistas de pelo menos 100 países em março


Escolhido para sediar a COP15 (Conferência das Nações Unidas para Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres) entre os dias 23 a 29 de março, Mato Grosso do Sul deve receber mais de 2 mil especialistas internacionais neste período para debater estratégias e medidas de ampliação e aprimoramento da proteção das espécies migratórias. A escolha pelo Estado se deve a importância do Pantanal para as espécies migratórias, em especial de aves.

Maior área alagável do mundo, a região pantaneira serve de parada para descanso e alimentação a uma grande variedade de aves em trajetos médios ou longos de migração. Campo Grande, sendo a capital do Estado, será a sede do evento, que teve os primeiros detalhes apresentados em coletiva de imprensa no fim da tarde de segunda-feira (2), no auditório do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

Participaram da coletiva o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, e a secretária de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do Ministério, Rita Mesquita.

“Será um grande momento para Mato Grosso do Sul apresentar o Pantanal para o mundo”, acredita Verruck. “O Governo do Estado está totalmente empenhado no projeto”, afirmou.

A Conferência das Espécies Migratórias ocorre de três em três anos, e por isso está na 15ª edição – apesar de ser mais antiga que a Conferência das Mudanças Climáticas, que acontece todos os anos e em 2025 teve sua 30ª edição, em Belém (PA).

Apesar da importância do tema para a biodiversidade em geral, muitos países ainda não são signatários da Convenção. São 133 nações signatárias, conforme demonstrou Rita Mesquita. A Convenção das Mudanças Climáticas tem 198 partes.

O Brasil participa da Conferência desde 1º de outubro de 2015 e é visto como importante liderança mundial para questões ambientais. Ao sediar a COP15 das Espécies Migratórias, o país tem como meta ampliar o número de partes, sobretudo no continente americano. Não participam da Convenção a quase totalidade dos países da América Central e todos os países da América do Norte.

COP15 em MS

A COP15 de Campo Grande já está com praticamente toda a estrutura definida. A Zona Azul (Blue Zone) estará sediada no Expo Bosque, no Shopping Bosque dos Ipês, e outras atividades serão desenvolvidas no Bioparque Pantanal e na Casa do Homem Pantaneiro (que foi reformada para essa finalidade), ambos dentro do Parque das Nações Indígenas. Outro ponto que receberá eventos da COP15 é o Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, no Parque dos Poderes.

Jaime Verruck afirmou que as lideranças dos setores hoteleiro e de restaurantes e similares já foram procurados para que tomem as medidas necessárias, a fim de acomodar e atender todo o público que virá para a Conferência. Também foram contactadas as companhias aéreas para que ofereçam voos extras no período da realização do evento.

Outra providência necessária será a disponibilidade de linhas de ônibus entre o shopping Bosque dos Ipês e o centro da cidade e regiões hoteleiras.

O Governo de Mato Grosso do Sul está completamente envolvido com o evento, fato que motivou agradecimentos por parte dos representantes do Ministério do Meio Ambiente.

A Fundação de Turismo (Funtur), por exemplo, está articulando junto ao trade turístico roteiros de visitação ao Pantanal e a Bonito para quem tiver interesse em conhecer esses destinos. Já a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) vai mobilizar efetivo tanto no aeroporto, nos locais do evento e regiões de circulação dos participantes, para garantir a segurança e ordenar o deslocamento.



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Mato Grosso do Sul inicia estratégia com Vacimóveis para fortalecer imunização


Ampliar o acesso, recuperar coberturas vacinais e garantir que a população esteja protegida contra doenças imunopreveníveis são desafios permanentes da saúde pública. Em Mato Grosso do Sul, o fortalecimento das estratégias de vacinação tem sido prioridade, com ações planejadas para alcançar públicos em diferentes territórios, reduzir desigualdades e cumprir as metas estabelecidas pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações).

Como parte desse esforço, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da coordenadoria de Imunização, inicia em fevereiro as ações do MS Protegido, estratégia que integra o projeto MS Vacina Mais, com a divulgação do cronograma de circulação dos Vacimóveis em todas as regiões de saúde de Mato Grosso do Sul. A iniciativa prevê o envio de uma unidade móvel de vacinação por região, conforme o Plano Diretor de Regionalização, para ampliar o acesso, fortalecer ações estratégicas municipais e elevar as coberturas vacinais.

Entre os dias 9 e 13 de fevereiro, o Vacimóvel atenderá os municípios de Sonora, Pedro Gomes, Alcinópolis e Figueirão. Na sequência, de 23 a 27 de fevereiro, a unidade estará em Coxim, São Gabriel do Oeste, Rio Verde de Mato Grosso e Rio Negro.

Os Vacimóveis são unidades móveis estruturadas para levar imunização a locais de grande circulação, áreas remotas e pontos estratégicos definidos em conjunto com as gestões municipais. Cada veículo conta com câmara refrigerada para armazenamento adequado das vacinas, materiais para preparo das doses, cadeira de atendimento, televisão para acolhimento e tenda externa, garantindo estrutura completa, segura e confortável para as ações itinerantes.

Ao todo, o Governo do Estado adquiriu dez unidades móveis, que atuam de forma complementar às salas de vacina da atenção primária. O objetivo é facilitar o acesso da população aos imunizantes, levando a vacinação até onde as pessoas estão e reduzindo barreiras geográficas e estruturais.

Para a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, a estratégia reforça o compromisso do Governo com a ampliação da cobertura vacinal. “Estamos fortalecendo a imunização em todas as regiões do Estado, com planejamento e parceria com os municípios. Os Vacimóveis permitem chegar a comunidades mais distantes, apoiar as equipes locais e garantir que a vacina esteja disponível para todos”, destaca.

A coordenadora de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, explica que a organização por regiões de saúde permite maior efetividade das ações. “O cronograma foi construído conforme o Plano Diretor de Regionalização, respeitando as especificidades de cada território. A unidade móvel é uma ferramenta estratégica para apoiar os municípios na intensificação das campanhas, na busca ativa e na ampliação do acesso, sempre com registro adequado no sistema do PNI”, ressalta.

A SES oferece como apoio um técnico responsável pelo Vacimóvel, além de motorista e custeio de combustível. Já os municípios são responsáveis pela disponibilização de vacinadores e registradores, mobilização da rede local, coordenação da estratégia e registro das doses aplicadas nos sistemas oficiais do PNI.

A programação do Vacimóvel seguirá por todas as regiões de saúde ao longo primeiro semestre de 2026:

Região Norte – Fevereiro/2026

Sonora; Pedro Gomes; Alcinópolis; Figueirão; Coxim; São Gabriel do Oeste; Rio Verde de Mato Grosso; Rio Negro.

Região Baixo Pantanal – Fevereiro e Março/2026

Aquidauana; Anastácio; Jardim; Guia Lopes da Laguna; Bela Vista; Caracol; Bonito; Bodoquena; Maracaju; Dois Irmãos do Buriti; Nioaque; Porto Murtinho.

Região Nordeste – Março/2026

Costa Rica; Paraíso das Águas; Chapadão do Sul; Cassilândia; Inocência; Paranaíba; Aparecida do Taboado; Selvíria.

Região Leste – Abril/2026

Três Lagoas; Água Clara; Brasilândia; Bataguassu; Santa Rita do Pardo; Nova Andradina (Sudeste); Anaurilândia (Sudeste).

Região Sudeste – Abril e Maio/2026

Batayporã; Taquarussu; Novo Horizonte do Sul; Ivinhema; Angélica; Jaraguari (Centro); Ribas do Rio Pardo (Centro); Terenos (Centro); Campo Grande (Centro); Sidrolândia (Centro).

Região Sul Fronteira – Maio e Junho/2026

Ponta Porã; Juti; Naviraí; Itaquiraí; Eldorado; Japorã; Mundo Novo; Iguatemi; Tacuru; Sete Quedas; Paranhos; Coronel Sapucaia; Amambai; Aral Moreira; Antônio João.

Região Centro – Junho/2026

Corguinho; Rochedo; Camapuã; Bandeirantes; Nova Alvorada do Sul; Rio Brilhante (Centro Sul); Itaporã (Centro Sul); Deodápolis (Centro Sul); Jateí (Centro Sul); Douradina (Centro Sul).

Região Centro Sul – Julho/2026

Caarapó; Laguna Carapã; Vicentina; Fátima do Sul; Dourados; Glória de Dourados; Corumbá (Pantanal); Ladário (Pantanal); Miranda (Pantanal).

Com a estratégia, o Estado consolida uma política pública orientada para resultados, fortalecendo a imunização em Mato Grosso do Sul e garantindo que nenhum cidadão deixe de se vacinar por dificuldade de acesso ou distância das unidades fixas.



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Receita Federal e PF apreendem medicamentos para emagrecimento, eletrônicos e perfumes





A Receita Federal e a Polícia Federal, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários em Mato Grosso do Sul realizaram a apreensão de medicamentos para emagrecimento, aparelhos eletrônicos e perfumes introduzidos irregularmente no território nacional, sem a observância das exigências legais previstas na legislação aduaneira e sanitária.

A ação ocorreu na rodovia BR-463, no município de Dourados, ocasião em que servidores abordaram um veículo proveniente da cidade de Ponta Porã. Durante a fiscalização, foram encontrados no interior do automóvel diversos produtos de origem estrangeira desacompanhados da documentação legal obrigatória, evidenciando a internalização irregular das mercadorias no país.

Diante da materialidade delitiva constatada, o condutor do veículo foi detido e conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Dourados, onde foi autuado em flagrante pela prática dos crimes de descaminho e de importação irregular de medicamentos.

A ação faz parte do combate da Receita Federal e da Polícia Federal à importação, distribuição e comercialização de medicamentos ilegais. A atuação conjunta também visa coibir a sonegação fiscal, a concorrência desleal e os crimes contra a ordem tributária e aduaneira no Estado de Mato Grosso do Sul.




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Homem é preso após furtar tapete e danificar Ceim no Parque das Nações II


Homem identificado como Cleber Miranda Vaz, de 31 anos, vulgo “Clebão, foi preso na tarde desta segunda-feira (2/2), pela GMD (Guarda Municipal de Dourados) após invadir um Ceim (Centro de Educação Infantil Municipal) do Bairro Parque das Nações II, em Dourados, danificar o local e furtar um tapete usado em atividades escolares.

Segundo a ocorrência, a coordenação da unidade acionou os guardas por volta das 16h e relatou que um indivíduo havia danificado o alambrado e praticado o furto.

A equipe realizou vistoria e teve acesso às imagens do sistema de monitoramento, que auxiliaram na identificação do autor. A responsável pelo Centro de Educação foi orientada a registrar boletim de ocorrência junto à PC (Polícia Civil) e os GMs iniciaram buscas na região e localizaram o ladrão em uma área próxima ao túnel que liga os bairros Parque das Nações I e II.

O homem foi identificado e confessou a prática do furto e dos danos ao patrimônio público. O objeto subtraído foi localizado, porém danificado. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão, e o autor foi encaminhado à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) para as providências legais.



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Indústria fecha 2025 com alta de 0,6%, pressionada pelos juros altos


A pressão causada pelos juros altos fez a indústria brasileira perder ritmo nos últimos meses do ano e fechar 2025 com crescimento de 0,6%. Apesar da desaceleração na reta final do ano, o resultado marca o terceiro ano seguido de expansão da produção industrial brasileira.

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2024, o avanço foi de 3,1%; e em 2023, de 0,1%. A perda de ritmo em 2025 é fácil de ser percebida quando são comparados dados do primeiro e do segundo semestres.

Até junho, a produção indústria acumulou crescimento de 1,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já nos últimos seis meses do ano, a variação foi nula (0%) nesse mesmo tipo de comparação. Especificamente de setembro até dezembro, o resultado foi recuo de 1,9%.

O IBGE apurou que em dezembro a produção das industrias do país caiu 1,2%, o pior resultado desde julho de 2024 (-1,5%). Dos últimos quatro meses do ano, três foram queda e um (outubro) teve variação nula.

O desempenho de 2025 coloca a indústria em um patamar 0,6% acima do período pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 16,3% abaixo do ponto mais alto já alcançado, em maio de 2011.

Setores

No ano passado, a indústria apresentou crescimento em duas das quatro grandes categorias econômicas:

bens de consumo duráveis: 2,5%

bens intermediários (componentes ou produtos transformados usados para fabricar outros bens): 1,5%

bens de consumo semi e não duráveis: -1,7%

bens de capital (máquinas e equipamentos): -1,5%

Das 25 atividades pesquisadas pelo IBGE, 15 apresentaram avanço, com destaque para indústrias extrativas (4,9%) e produtos alimentícios (1,5%). Em 2025, foi registrada alta na produção em 49,6% dos 789 produtos pesquisados pelo IBGE.

Efeito dos juros

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, o motivo para a indústria patinar no fim do ano é a política monetária restritiva, ou seja, o patamar elevado da taxa básica de juros da economia, a Selic.

“Os juros altos têm esse caráter de diminuir a intensidade da economia, e o setor industrial está nesse contexto”, analisa.

Macedo explica que com juros em patamar elevado, há um adiamento das decisões das empresas de fazer investimentos.

Ele acrescenta que a política monetária restritiva também tem reflexo no consumo das famílias, que significou “desaceleração importante” no segmento de bens duráveis nos últimos meses de 2025.

“Afeta, por parte das famílias, as decisões em relação ao consumo”, aponta.

O gerente da pesquisa chama atenção também para a elevação dos níveis de inadimplência, uma vez que o juro alto deixa os empréstimos mais caros.

Um retrato em dezembro foi a produção de veículos automotores, que recuou 8,7% – maior pressão negativa na passagem de novembro para dezembro. Ele indica que o último mês de 2025 teve maior presença de paralisações e férias coletivas nas fábricas.

Preocupação com inflação

Em setembro de 2024, preocupado com a trajetória crescente da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou uma escalada da taxa básica de juros da economia, a Selic, então em 10,5% o ano, elevando-a até 15% em junho de 2025.

A meta de inflação do governo é de 3% no acumulado de 12 meses, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos.

O índice oficial de inflação (IPCA), chegou a ficar 13 meses fora do intervalo de tolerância, praticamente 2025 inteiro.

A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age na economia de forma restritiva, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.

O impacto esperado é menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.

Apesar da pressão restritiva, 2025 terminou com mínima já registrada na taxa de desemprego, conforme divulgou o IBGE na última sexta-feira (30).



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