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Bolsas de NY fecham em alta de 1%, com anúncio de Trump de acordo sobre Groenlândia


São Paulo, 21 – As bolsas de Nova York fecharam em alta acima de 1% nesta quarta-feira, 21, impulsionadas pelas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com relação à Groenlândia. O anúncio do republicano de que chegou a uma estrutura para um acordo futuro sobre a ilha do Ártico e suas falas descartando uma operação militar para tomar o controle do território levaram alívio aos mercados. As ações avançaram diante das perspectivas de uma redução ainda das tensões comerciais, já que Trump voltou atrás nas tarifas que havia anunciado a países europeus a partir de fevereiro. O movimento beneficiou especialmente montadoras e empresas de tecnologia.

O Dow Jones subiu 1,21%, aos 49.077,23 pontos, enquanto o S&P 500 encerrou com alta de 1,16% aos 6.875,62 pontos e o Nasdaq teve elevação 1,18%, aos 23.224,82 pontos.

Trump disse que assumiu que os líderes europeus aceitem o acordo esboçado por ele e pelo secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, porque “Mark representa todos”. Perguntado se o acordo envolvia questões como minerais críticos e divisão de território, o presidente evitou dar detalhes, reafirmando que o acordo “durará para sempre”. A MP Materials, que opera com terras raras e vinha ganhando impulso com as perspectivas de aquisição do território, caiu 5,45%.

As ações de fabricantes de semicondutores também avançaram. A Intel, recentemente apoiada pelo governo dos EUA, e que divulgará resultados amanhã, disparou mais de 11%, seguida por Micron (+6,6%), Nvidia (+2,95%) e Advanced Micro Devices (+7,71%).

Os papéis do Metropolitan Bank saltaram 14% em Nova York, após o banco regional superar expectativas em resultados do quarto trimestre de 2025. Os ganhos se refletiram sobre pares, com o Western Alliance Bank em alta de 5,81% na marcação. Entre grandes bancos, Goldman Sachs (+1%), Citigroup (+0,94%) e Morgan Stanley (+0,7%) tiveram ganhos fortes.

A Netflix caiu 2,18%, depois de balanço divulgado nesta terça. Para o trimestre atual, a empresa decepcionou o mercado. A Netflix prevê lucro de US$ 0,76 por ação sobre vendas de US$ 12,16 bilhões. No entanto, os analistas esperavam um lucro no primeiro trimestre de US$ 0,81 por ação sobre vendas de US$ 12,19 bilhões.

Estadão Conteúdo



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Brasil e Angola avançam em acordo de cooperação para produção agrícola


Proposta brasileira de cooperação inclui o interesse de mais de 30 produtores do Brasil em investir em projetos agrícolas no país africano



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Will Bank: quem já recebeu dinheiro do Master pode ficar fora da cobertura do FGC; entenda


Quem já bateu no teto de ressarcimento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) com CDBs do Master e tem aplicações no Will Bank não vai ter direito a receber o pagamento.

Isso vale para quem aplicou em CDBs do Will Bank após 30 de agosto de 2024. É que o Master incorporou a fintech naquela data – a da publicação do ato no Diário Oficial. E a regra do FGC é clara: o limite de R$ 250 mil reais por CPF e CNPJ vale por instituição financeira ou conglomerado financeiro.

Para quem comprou os CDBs antes de agosto de 2024, a história é outra. Aí vale o limite de R$ 250 mil, mesmo se essa pessoa também tiver títulos do Banco Master.

Para ficar ainda mais claro: se o investidor já tem R$ 250 mil a receber por conta dos CDBs do Master, mas também aplicou em CDBs do Will Bank a partir de agosto de 2024 perde o direito a receber esse valor, qualquer que seja o montante, por já ter atingido o teto de ressarcimento. Veja no site do fundo essas informações.

O que mais entra na conta?

Vale também reforçar que, quando um banco é liquidado, não são só os CDBs que deixam de ser negociados. Outros produtos financeiros são congelados: conta corrente, poupança, RDBs (Recibos de Depósito Bancário) – semelhantes a um CDB comum, mas, em geral, com menos liquidez – e letras de crédito, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).

É a autoridade que escolhe um liquidante, responsável por montar a lista de credores do banco e enviar ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobrirá os valores de todos esses produtos segundo as regras.

Em casos como esse, vale também destacar que as dívidas dos clientes com o banco não são automaticamente canceladas. As obrigações contratuais continuam válidas e o não pagamento delas pode resultar na cobrança de juros e multa, conforme previsto em contrato.

A liquidação afeta a instituição financeira, mas não anula as dívidas assumidas pelos clientes. É o caso do uso do cartão de crédito, que é juridicamente uma forma de empréstimo.

Quem assume o volante agora?

O liquidante é quem assume o controle total do banco. Cabe a ele levantar todos os ativos (o que o banco tem a receber ou pode vender) e todos os passivos (o que o banco deve). Com base nisso, o liquidante verifica individualmente o crédito de cada cliente, conferindo saldos de contas correntes, poupança e outros depósitos.

A partir desse momento, os clientes passam a ser formalmente reconhecidos como credores da massa de liquidação, ou seja, pessoas ou entidades que têm valores a receber do banco encerrado. Uma lista é montada e enviada ao FGC, que só então consegue montar o cronograma de devolução do dinheiro.

Como os credores do Banco Master já estão recebendo os recursos, espera-se que o pagamento dos credores do Will Bank não demore tanto quanto no caso do seu controlador. Mesmo assim, não há no momento uma previsão para isso.

Como funciona o recebimento?

Quando o saldo do cliente nos produtos financeiros está dentro do teto de pagamento do FGC, o dinheiro é devolvido independentemente do sucesso ou do tempo da liquidação do banco. Esse pagamento ocorre após o envio da lista do liquidante e não depende da venda dos bens da instituição.

De forma simplificada, os créditos com garantias legais – entre eles os valores pagos pelo FGC – são atendidos antes. Em seguida, entram os demais credores sem garantia específica, como clientes com saldos de conta corrente acima do limite protegido.

Somente se houver recursos suficientes após o pagamento das etapas prioritárias é que os credores seguintes recebem. Essa parte do dinheiro permanece vinculada à liquidação e só será devolvida se houver recursos suficientes após a venda dos ativos do banco, como imóveis, participações societárias e outros bens.

Se o patrimônio do banco for insuficiente, parte desses credores pode receber apenas uma fração do valor ou, em casos extremos, não receber. Dependendo da situação financeira do banco, esse processo pode levar anos.



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Programa Melhor em Casa leva cuidado especializado ao domicílio de pacientes SUS


O Programa Melhor em Casa, do Ministério da Saúde, oferece atendimento especializado no domicílio de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que precisam de acompanhamento regular fora do ambiente hospitalar. Voltado para indivíduos com doenças crônicas agudizadas, em reabilitação, cuidados paliativos ou limitações de locomoção, o programa é integrado à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) e organiza o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) em articulação com a Atenção Primária, hospitais e outros pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS).

O objetivo é garantir a integralidade do cuidado, reduzir internações prolongadas e desnecessárias, além de aproximar o SUS da rotina das famílias. As equipes multiprofissionais, compostas por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais e fonoaudiólogos, realizam visitas regulares, monitoramento clínico, reabilitação intensiva e orientações aos familiares, com planos de cuidados individualizados.

A inclusão no programa ocorre por indicação de profissionais do SUS, como de unidades básicas de saúde ou hospitais, após avaliação das condições clínicas e estruturais do paciente. Essa abordagem proporciona mais conforto, diminui riscos de infecções hospitalares e libera leitos, mantendo o paciente em um ambiente familiar.

Nos últimos anos, a atenção domiciliar se consolidou como estratégia essencial no SUS para enfrentar o envelhecimento populacional e o aumento de doenças crônicas. O Ministério da Saúde apoia estados e municípios com recursos técnicos e financeiros para implantar e qualificar as equipes, ampliando o acesso à atenção especializada.

“Levar a atenção especializada para dentro da casa das pessoas é uma forma concreta de tornar o SUS mais próximo, humano e resolutivo. O Programa Melhor em Casa fortalece a integralidade do cuidado, valoriza o papel da família e contribui para uma rede de atenção mais integrada e eficiente”, afirma Tarcísio Nema de Aquino, assessor técnico da Coordenação-Geral de Atenção Domiciliar (CGADOM/DAHUD/SAES).

Mais do que uma alternativa à internação, o programa promove autonomia, acolhimento e corresponsabilização, reconhecendo o domicílio como espaço legítimo de cuidado e reforçando o compromisso com um SUS universal e humanizado.



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Produção de silagem é estratégica para garantir nutrição do rebanho ao longo do ano


Planejamento e manejo correto são decisivos para reduzir perdas e garantir alimento de qualidade ao rebanho durante todo o ano



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O que é o Will Bank, banco digital liquidado pelo Banco Central


O Will Bank, cuja liquidação extrajudicial foi decretada pelo Banco Central (BC), era um banco digital integrado ao grupo do Banco Master, com foco em clientes de baixa renda e atuação mais concentrada em regiões como o Nordeste. A instituição vinha operando sob Regime Especial de Administração Temporária desde que o Master foi liquidado, em novembro de 2025.

Adquirido pelo Banco Master em 2024, o Will Bank foi concebido como uma plataforma de inclusão financeira, com oferta de produtos básicos como conta digital gratuita, cartão e linhas de crédito voltadas a públicos de menor renda.

Além do foco em inclusão financeira, o Will Bank também buscava se diferenciar pela linguagem informal adotada em seus canais de comunicação. Em redes sociais e materiais institucionais, o banco evitava o jargão financeiro tradicional e falava diretamente com o público em tom coloquial, usando primeira pessoa, emojis e frases curtas para reforçar a ideia de diálogo “de igual para igual”.

A estratégia era se apresentar como uma instituição acessível, que colocava a pessoa antes do currículo ou do cargo e tentava reduzir a distância entre banco, clientes e colaboradores.

Banco Master

Quando o Banco Master foi liquidado, no fim de 2025, o BC não estendeu a medida imediatamente ao Will Bank, ao avaliar que havia possibilidade de venda da operação no mercado. A expectativa era preservar os serviços, manter a base de clientes e reduzir o impacto para investidores e para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

As negociações com potenciais compradores, incluindo grupos estrangeiros, no entanto, não avançaram dentro do prazo considerado viável pelo regulador.

Queda e liquidação

Nos últimos dias, a situação operacional do banco se deteriorou. Em 19 de janeiro, o Will Bank descumpriu obrigações com o arranjo de cartões da Mastercard, que suspendeu o uso dos cartões da instituição por falta de pagamentos. O episódio aumentou a pressão sobre a liquidez da financeira.

Diante da insolvência, da persistente fragilidade financeira e do vínculo de interesse com o Banco Master, o Banco Central concluiu que a continuidade da operação não era mais viável e decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento.

O desfecho marca mais um capítulo da crise envolvendo o Master e suas controladas e evidencia os limites de sustentabilidade de modelos que dependem fortemente de liquidez e confiança, mesmo quando associados a propostas de inclusão financeira.

O impacto para o FGC

Com a liquidação, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) passa a ser responsável por ressarcir investidores e correntistas dentro dos limites legais. Os pagamentos só poderão ser iniciados após o envio da lista oficial de credores pelo liquidante, etapa necessária para a definição do cronograma de devoluções.

Segundo dados do Banco Central, o Will Bank tinha cerca de R$ 6,5 bilhões em depósitos a prazo, majoritariamente em CDBs, em setembro de 2025 — valor que pode ser incorporado ao montante a ser desembolsado pelo fundo.

Somando os casos do Banco Master, Letsbank e agora do Will Bank, o impacto potencial sobre o FGC pode chegar a cerca de R$ 48 bilhões, o equivalente a aproximadamente 40% do caixa total do fundo, estimado em R$ 122 bilhões.

O que muda para os investidores

A partir da liquidação:

  • Negociações com CDBs e outros produtos do Will Bank estão suspensas, e os depósitos permanecem bloqueados até o processamento do FGC;
  • Para receber os valores cobertos, o investidor precisa solicitar o ressarcimento pelos canais oficiais do fundo, como o aplicativo ou o portal digital;
  • A cobertura do FGC é de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição, incluindo o principal e os rendimentos acumulados até a data da liquidação;
  • Rendimentos posteriores à liquidação não são contabilizados, o que pode reduzir o retorno efetivo dos investidores.



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Coreia do Sul: PIB cresce 1,5% no 4º trimestre, na base anual (preliminar); previsão: +2%


O Produto Interno Bruto (PIB) da Coreia do Sul avançou 1,5% no quarto trimestre, em comparação com igual trimestre de 2024, de acordo com leitura preliminar do Banco da Coreia (BoK, na sigla em inglês) divulgada nesta quinta-feira (horário local). O resultado veio abaixo da estimativa de analistas consultados pela FactSet, que previam alta de 2%.

Já na comparação trimestral, o PIB contraiu 0,3%.

Estadão Conteúdo



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Apenas uma região registra alta nos preços de soja nesta quarta-feira; saiba qual


Baixo avanço da colheita limita negócios no mercado brasileiro, enquanto produtor segue retraído



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BYD domina mercado de elétricos no México e responde por 7 em cada 10 vendas


A penetração das marcas chinesas de automóveis no México tem deixado Washington apreensiva, abalou montadoras tradicionais e alarmou o governo mexicano, que está erguendo barreiras comerciais.

Mas mesmo diante das novas tarifas, os carros fabricados na China enfrentam pouca concorrência no crescente mercado de veículos elétricos do país. Preços mais baratos, subsídios do governo e uma rede de recarga em expansão apontam para um crescimento contínuo das vendas das montadoras chinesas no país.

A Cidade do México está tomada por carros compactos baratos, movidos a bateria, fabricados por empresas como a chinesa BYD. A maior fabricante de veículos elétricos do mundo quase dobrou seu volume de vendas no México no ano passado, e agora responde por cerca de sete em cada dez veículos elétricos e híbridos plug-in vendidos no país, de acordo com estimativas da BloombergNEF.

Os veículos elétricos ou híbridos plug-in representam 9% das vendas de carros novos, tornando-se um segmento em crescimento no México que muitas outras marcas globais têm ignorado. É um sinal de como as montadoras chinesas veem oportunidade em economias em desenvolvimento com desafios de infraestrutura, distribuição fragmentada e níveis de renda mais baixos.

Moradores de classe média das cidades são atraídos pela acessibilidade desses veículos elétricos. Mónica Reyes Rosas, agente de locução de 49 anos e residente na Cidade do México, é uma delas. Ela dirigiu uma Ford Ranger a gasolina diariamente por quase seis anos, até que, no mês passado, a trocou por um sedã híbrido plug-in BYD King, que lhe custou 463.000 pesos (US$ 26.307). “Você economiza muito com gasolina e o preço é extremamente competitivo”, disse Reyes.

O Dolphin Mini EV da BYD, seu modelo mais popular, é vendido por cerca de US$ 2.000 a menos que seu concorrente mais próximo, o Chevrolet Spark EUV movido a bateria, que foi lançado no mercado há pouco mais de seis meses.

A rápida incursão de carros chineses no mercado mexicano pegou o México de surpresa, levando a preocupações entre montadoras tradicionais com fábricas no país e à pressão do governo dos Estados Unidos. Como parte de um esforço mais amplo para enfrentar a crescente dependência da China, em setembro, a presidente Claudia Sheinbaum propôs tarifas de até 50% sobre alguns produtos de países que não têm acordos de livre comércio com o México, incluindo importações de automóveis chineses.

As tarifas foram aprovadas por parlamentares em dezembro e entraram em vigor em 1º de janeiro. Mas não está claro qual será o seu impacto.

David González, atendente de vendas da BYD na Cidade do México, disse à Bloomberg que a BYD ofereceu descontos de fim de ano para vender mais unidades antes da entrada em vigor das novas tarifas. Mesmo assim, ele não esperava um grande impacto nas vendas porque acreditava que a BYD não aumentaria os preços em mais de 15.000 pesos por unidade, absorvendo qualquer custo adicional.

Representantes locais da BYD não responderam a um pedido de comentário da reportagem.

Alguns analistas dizem que é improvável que as tarifas alterem a dinâmica fundamental da oferta e da demanda no México.

As vendas de carros a gasolina fabricados na China também dispararam, permitindo que a China alcançasse uma participação de 20% no mercado total de carros novos em 2025, segundo dados da associação de concessionárias do México, a AMDA, um aumento expressivo em relação a cinco anos atrás.

A China consegue manter os custos baixos devido aos enormes volumes de produção, o que tem levado à sobrecapacidade em seu mercado interno. Suas montadoras também se beneficiam de subsídios do governo chinês e do impulso de Pequim à expansão das exportações, disse Matías Gómez Leautaud, analista-chefe para o México do Eurasia Group.

Como resultado, a BYD, por exemplo, oferece “preços significativamente mais acessíveis do que seus concorrentes americanos, europeus ou japoneses, o que tem sido bem recebido em um mercado sensível a preços como o México”, disse. “O principal obstáculo à expansão das montadoras chinesas no México não está estritamente relacionado a custos, mas à política”.

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Modelos da BYD podem ser vistos circulando por bairros abastados da Cidade do México, como Condesa e Polanco, com novas concessionárias surgindo em distritos empresariais e painéis publicitários da principal marca de veículos elétricos da China em destaque no aeroporto internacional da cidade.

Para as principais montadoras americanas e japonesas, o mercado mexicano de elétricos é pequeno e imaturo demais para justificar um esforço significativo quando a demanda global está se enfraquecendo. Elas se contentam, em sua maioria, em oferecer modelos a gasolina ou híbridos (gasolina-elétricos), que representam a maior parte das vendas no México.

Isso abriu caminho para marcas chinesas como a BYD, a Chery Automobile e a Great Wall Motor, especializadas em veículos elétricos a bateria. Em 2021, menos de 500 veículos elétricos e híbridos plug-in chineses foram importados para o México. Mas, em 2025, o número já havia saltado para quase 100.000, de acordo com análise da Bloomberg com base em dados alfandegários compilados pela Big Trade Data. A BYD lidera esse avanço, respondendo por mais de 80% do total.



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Casa do Trabalhador de Ponta Porã encaminha 66 indígenas para colheita de maçã no sul do país





A Casa do Trabalhador de Ponta Porã encaminhou nesta terça-feira (20), 66 trabalhadores indígenas para atuar na colheita de maçã na região Sul do Brasil. A ação faz parte de uma parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado, com o objetivo de gerar oportunidades de trabalho e renda.

Os trabalhadores selecionados estão com a documentação regularizada e irão prestar serviços à empresa Frutine Fruticultura durante o período da safra. Segundo o coordenador da Casa do Trabalhador, Álvaro Bitencourt, a iniciativa beneficia tanto as comunidades indígenas quanto a empresa contratante.

“A proposta é oferecer oportunidades de emprego e renda para as comunidades indígenas, ao mesmo tempo em que atendemos à demanda da empresa durante a colheita, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social”, destacou o coordenador.

Os trabalhadores embarcaram em ônibus com destino ao Sul do país e, após o encerramento do contrato de trabalho, receberão todos os direitos trabalhistas previstos e retornarão à região de fronteira.




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