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Após perseguição e tiros cigarreiro é preso na margem do Rio Paraná


Uma perseguição policial na madrugada desta quinta-feira (18) resultou na apreensão de aproximadamente 2.500 pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai, na BR-267, em Bataguassu. A perseguição começou por volta de 4h30, no km 31 da rodovia, durante a Operação Boas Festas.

Conforme a Polícia Militar, a equipe avistou um Fiat Freemont branco, com vidros lacrados e aparente excesso de peso. Ao notar a presença da viatura, o condutor acelerou bruscamente e desobedeceu à ordem de parada, iniciando fuga em alta velocidade em direção a Presidente Epitácio, São Paulo.

Com apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), foi montado cerco na Ponte Hélio Serejo e durante a tentativa de abordagem, o motorista realizou manobra brusca de retorno e chegou a direcionar o veículo contra policiais. Para conter a ameaça e garantir a segurança, foram efetuados disparos em direção aos pneus, dois deles atingidos.

Apesar dos pneus furados, o condutor ainda tentou fugir, mas abandonou o veículo às margens da rodovia e tentou se esconder na beira do Rio Paraná onde foi localizado e preso. Na revista pessoal, os policiais encontraram além de um celular, uma porção de maconha para consumo pessoal.

O autor, identificado como Everton, estava com CNH suspensa e disse que recebeu o veículo já carregado em Dourados e que levaria a carga até Dracena, no Estado de São Paulo, onde receberia R$ 1 mil pelo transporte.

O veículo estava abarrotado de cigarros e possuía ainda uma antena de internet Starlink instalada no painel. Veículo, carga e condutor foram encaminhados para a Polícia Federal em Três Lagoas.



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Cigarreiro que partiu de Dourados é preso na BR-267 após perseguição e tiros


Uma perseguição policial na madrugada desta quinta-feira (18) resultou na apreensão de aproximadamente 2.500 pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai, na BR-267, em Bataguassu. A perseguição começou por volta de 4h30, no km 31 da rodovia, durante a Operação Boas Festas. Conforme a Polícia Militar, a equipe avistou um Fiat Freemont branco, com vidros lacrados e aparente excesso de peso.

Ao notar a presença da viatura, o condutor acelerou bruscamente e desobedeceu à ordem de parada, iniciando fuga em alta velocidade em direção a Presidente Epitácio, São Paulo. Com apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), foi montado cerco na Ponte Hélio Serejo e durante a tentativa de abordagem, o motorista realizou manobra brusca de retorno e chegou a direcionar o veículo contra policiais. Para conter a ameaça e garantir a segurança, foram efetuados disparos em direção aos pneus, dois deles atingidos.

Apesar dos pneus furados, o condutor ainda tentou fugir, mas abandonou o veículo às margens da rodovia e tentou se esconder na beira do Rio Paraná onde foi localizado e preso. Na revista pessoal, os policiais encontraram além de um celular, uma porção de maconha para consumo pessoal. O autor, identificado como Everton, estava com CNH suspensa e disse que recebeu o veículo já carregado em Dourados e que levaria a carga até Dracena, no Estado de São Paulo, onde receberia R$ 1 mil pelo transporte. O veículo estava abarrotado de cigarros e possuía ainda uma antena de internet Starlink instalada no painel e foi levado con o condutor para a Polícia Federal em Três Lagoas.



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Cidade de MS se aproxima dos 7 anos sem casos de feminicídio consumado


Rio Verde de Mato Grosso se aproxima de celebrar um marco significativo: há sete anos, o município não registra casos consumados de feminicídio. O último crime do tipo ocorreu em 22 de dezembro de 2018 e, desde então, a cidade mantém um histórico positivo de prevenção, acompanhamento e proteção às vítimas.

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 1ª Promotoria de Justiça do município, tem participado ativamente desse esforço e colaborado diariamente para esse resultado. O órgão atua de forma preventiva e repressiva, acompanhando medidas protetivas e articulando ações com órgãos de segurança e assistência social para o atendimento integral às vítimas.

O Promotor de Justiça Matheus Carim Bucker destaca que os resultados são fruto de ações contínuas e integradas com todos os órgãos locais.

“O trabalho do MPMS em Rio Verde de Mato Grosso é constante e orientado pela proteção das vítimas e pela prevenção da violência. É muito gratificante perceber que, com políticas públicas eficazes e a colaboração de todos os órgãos públicos e da comunidade, conseguimos manter o município livre de casos consumados de feminicídio”, ressaltou.

Na visão do Promotor de Justiça, “o resultado alcançado não pertence a um órgão ou a uma pessoa, mas à atuação integrada da rede de proteção. Ministério Público, Judiciário, Polícia Militar, Polícia Civil, Executivo Municipal, Conselho de Segurança e a Assistência Social têm participação direta nesse avanço. Cada instituição, dentro de suas competências, contribuiu para que a violência fosse identificada e interrompida com rapidez.”

Parceria com o Promuse

A sargento Naira Jana da Silva, integrante da equipe do Programa Mulher Segura (Promuse), ressalta a parceria com o MPMS e a atuação prática do programa no município.

“O Promuse fiscaliza medidas protetivas, realiza visitas, palestras e rondas diárias. As policiais militares Adriana Dias da Silva e Ana Carolina Ormond lideram as visitas técnicas e o acompanhamento às vítimas. Trabalhamos em parceria com o MPMS, encaminhando os casos mais sensíveis. Essa atuação conjunta é essencial para que Rio Verde de Mato Grosso mantenha, há sete anos, zero casos consumados de feminicídio.”

A soldado Adriana Dias da Silva, que atua na linha de frente do Promuse, reforça a importância do trabalho em equipe.

 “Entramos em ação assim que recebemos a medida protetiva. Ligamos para a vítima, nos apresentamos, perguntamos se ela aceita o acompanhamento e realizamos visitas para oferecer apoio real, humano e imediato. Nosso papel é estar presente antes que a violência avance, e ter o MPMS como parceiro e apoiador nessas ações de prevenção e acompanhamento, faz toda a diferença na vida dessas mulheres”, declarou.

Outros indicadores que refletem no resultado

De acordo com o Promotor de Justiça, além da proteção feminina, os indicadores de segurança pública de Rio Verde de Mato Grosso mostram avanços expressivos. Em 2024, o município não registrou nenhum roubo nem nenhuma morte no trânsito. Entre 2022 e 2024, houve queda de 45% nos furtos e de 52% nos furtos de veículos. O índice de cumprimento de mandados de prisão aumentou em 41%, e nenhum inquérito policial permanece em trâmite há mais de um ano na comarca, reforçando a eficiência da atuação conjunta entre MPMS e órgãos de segurança.

As ações integradas entre MPMS, Poder Judiciário, Polícia Civil, Polícia Militar, Conselho de Segurança, Poder Executivo, Assistência Social e demais órgãos municipais têm permitido identificar e interromper potenciais situações de violência antes de se consumarem.

O Promotor de Justiça reforça que o trabalho não para com a conquista do indicador. As equipes seguem monitorando casos suspeitos e fortalecendo parcerias, garantindo que Rio Verde de Mato Grosso permaneça como referência na proteção das mulheres e na construção de um ambiente social seguro e saudável para toda a população.

“A conquista dos últimos anos reforça que, quando os órgãos públicos atuam de forma coordenada e comprometida com a proteção das mulheres, os resultados aparecem. O MPMS permanece à disposição, contribuindo e articulando esforços, ciente de que nenhum avanço é construído sozinho: ele nasce da união de toda a rede e do engajamento da comunidade.”



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Quadrilha que comprava drogas no Paraguai para revenda em SP é alvo de operação


Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) deflagraram na manhã desta quinta-feira, 18, a Operação Argyros, que mira organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, a quadrilha comprava entorpecentes no Paraguai para revender em São Paulo, usando os lucros para adquirir bens de luxo. Ao todo, são cumpridos quatro mandados de prisão e 19 de busca e apreensão.

Cerca de 70 policiais da 6ª Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat) participam da operação, que ocorre na capital paulista, em Carapicuíba, Bragança Paulista, Botucatu e na cidade de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. Um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Também foram apreendidos veículos, um fuzil, uma máquina prensadora e embalagens com resquícios de drogas. As ações seguem em andamento.



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Secretário-executivo do Ministério da Previdência tem prisão decretada


O secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo Portal, teve a prisão preventiva decretada e é alvo da nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (18). Ele é acusado de envolvimento no esquema nacional de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, determinou a exoneração de Portal e informou que o órgão do Executivo e o INSS permanecerão contribuindo ativamente com as investigações e atuando para recuperar os recursos desviados pelo esquema.

O procurador-federal Felipe Cavalcante e Silva, atual consultor jurídico do ministério, foi designado a assumir função de secretário-executivo no Ministério da Previdência Social.

“Este governo não protege ninguém e a prova disso é que há uma ampla liberdade dos órgãos de controle, da CGU, da Polícia Federal, para investigar todas as esferas do governo, para que a gente possa encontrar quem foram os responsáveis pelas fraudes e trazer de volta cada centavo”, declarou o ministro.

De acordo com Wolney Queiroz, não houve busca e apreensão nas instalações do órgão e o Ministério não havia recebido qualquer informação que levantasse suspeita sobre qualquer envolvimento do secretário no esquema de descontos das aposentadorias e pensões.

“Nós não tínhamos qualquer informação real do envolvimento de Adroaldo com nenhum tipo de ato suspeito. O secretário Adroaldo chegou antes de mim aqui no Ministério, cumpria as funções como técnico aplicado e competente como Secretário Nacional do Regime Geral de Previdência Social”, declarou.

A operação da Polícia Federal cumpre 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares, autorizados pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão, além do Distrito Federal.

Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido na residência do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que informou, por meio de nota, que recebeu com surpresa a busca realizada pela Polícia Federal. O informativo acrescenta anda que o parlamentar “com serenidade se coloca à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas assim que tiver acesso integral a decisão”.

O vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura os descontos indevidos no Congresso Nacional, deputado Duarte Jr (PSB-MA) declarou que convocará o senador a prestar esclarecimentos. “Não cabe à CPMI blindar ninguém. Nosso papel é ouvir todos que precisam prestar esclarecimentos sobre os fatos, sem exceções, com transparência e responsabilidade”, declarou.

De acordo com a Polícia Federal, a nova etapa da operação tem como objetivo aprofundar as investigações da Operação Sem Desconto e esclarecer a prática dos crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial.



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Motoristas são presos em MS com carga milionária de eletrônicos e medicamentos com destino a SP


Dois homens, de 49 e 53 anos, foram presos em flagrante pelo DOF (Departamento de Opeações de Fronteira) nesta quarta-feira (17/12), na BR-262, em Ribas do Rio Pardo, com 950 aparelhos de telefone celular, 29 notebooks MacBook e 13 caixas de medicamentos de origem estrangeira que eram transportados em duas carretas. 

Segundo a ocorrência, os militares deram ordem de parada aos condutores de uma carreta Iveco Stralis e de uma Scania R560, e durante a abordagem, os indivíduos demonstraram nervosismo excessivo.

Em vistoria nos veículos, os policiais localizaram os produtos sem a devida comprovação fiscal. Questionados, a dupla informou que pegou a carga em Campo Grande e entregaria em Paulínia (SP), onde receberiam R$ 4 mil cada.

Os materiais apreendidos foram avaliados em aproximadamente R$ 5,1 milhões e encaminhados à Delegacia de PF (Polícia Federal) da Capital.



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Política consolida novo modelo de financiamento hospitalar fortalecendo a rede SUS em MS


A implantação da Pehosp (Política Estadual de Financiamento Hospitalar) estruturou, em 2025, um novo modelo de repasses aos hospitais da rede SUS (Sistema Único de Saúde) em Mato Grosso do Sul. O novo formato já em execução traz duas modalidades: uma fixa, voltada à manutenção dos serviços essenciais, e outra variável, vinculada à produção informada por cada unidade. O investimento anual previsto pela SES para execução da política é de aproximadamente R$ 198,5 milhões. O modelo considera porte, perfil assistencial, capacidade operacional e integração às Redes de Atenção à Saúde.

A política estabelece critérios que contemplam pronto-atendimento 24h, cirurgias, partos, leitos clínicos, UTIs e outros serviços essenciais. Também reorganiza o papel dos hospitais dentro das RAS (Redes de Atenção à Saúde), distribuindo funções entre unidades locais, de apoio e regionais.

Durante sua consolidação, foram definidos parâmetros de produção, faixas de financiamento, limites de contratação e perfis assistenciais compatíveis com a capacidade instalada de cada hospital.

Novo ciclo

Ao longo de 2025, a SES avançou na formalização dos contratos previstos pela política. Entre as 65 unidades aptas, 64 manifestaram interesse formalizando adesão. “O movimento consolidou a transição para um modelo que combina previsibilidade financeira e reconhecimento da produção assistencial registrada nos sistemas oficiais do SUS”, explica a Superintendente de Atenção Hospitalar da SES, Angélica Congro.

Secretária adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, acrescenta que o novo modelo trouxe também investimentos na rede hospitalar, como ampliações estruturais, aquisição de equipamentos e implantação de novos blocos hospitalares, reforçando capacidade de atendimento, segurança e resolutividade.

“Ainda no final de 2025, a Pehosp já se consolida como uma das principais políticas estruturantes da Nova Arquitetura da Saúde, preparando a rede hospitalar para iniciar, em 2026, um ciclo de financiamento mais estável, organizado e conectado à realidade assistencial de cada região do Estado”, afirmou Crhistinne.

Critérios claros

Secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, relembra que a construção da política foi decisiva para garantir transparência, organização e equilíbrio no financiamento hospitalar. De acordo com ele, a Pehosp foi desenvolvida pelas áreas técnicas da SES de forma amplamente participativa, com o envolvimento de prefeituras, gestores municipais de saúde, dirigentes hospitalares e o Conselho Estadual de Saúde, promovendo durante o processo debate em diversas instâncias de pactuação e diálogo federativo.

“A nova política hospitalar foi amplamente discutida e construída de forma conjunta, unindo a base técnica da SES à realidade política e de gestão dos municípios. O modelo foi debatido entre os diversos setores, apresentado na Assembleia Legislativa, na CIB (Comissão Intergestores Bipartite), no Conselho Estadual de Saúde, na Assomasul e em encontros com gestores municipais e dirigentes hospitalares. Esse processo de construção participativa assegurou que a política seja sólida, realista e capaz de fortalecer o SUS em todo o Mato Grosso do Sul”, finalizou Simões.



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Fundações sem fins lucrativos pagam salários maiores que empresas


Agência Brasil*

As fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagaram, em 2023, salários maiores que o de empresas. Os trabalhadores das fundações e associações recebiam, em média, R$ 3.630,71, o que correspondia a 2,8 salários mínimos. Já as empresas pagavam 2,5 mínimos.

Em 2023, ano-base da pesquisa, o valor médio do salário mínimo ficou em R$ 1.314,46.

Tanto as instituições sem fins lucrativos quanto as empresas tiveram patamar de salário abaixo da administração pública, que pagou quatro salários mínimos em média.

Os dados fazem parte de um levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo é uma radiografia das fundações privadas e associações sem fins lucrativos (Fasfil) no país. Os dados foram coletados no Cadastro Central de Empresas do IBGE (Cempre).

O levantamento começou a ser feito em 2002, mas, como houve mudança de metodologia, os dados de 2023 só podem ser comparados aos de 2022.

O instituto explica que são classificadas como Fasfil as associações comunitárias, fundações privadas, entidades religiosas, instituições educacionais e de saúde sem fins lucrativos.

Outras entidades, como sindicatos, partidos políticos, condomínios e órgãos paraestatais, como o Sistema S, não fazem parte do universo. Esse grupo à parte é chamado de entidades sem fins lucrativos, em vez de associações.

Quase 600 mil

O IBGE identificou que, de 2022 para 2023, o número de fundações privadas e associações sem fins lucrativos cresceu 4%, passando de 573,3 mil para 596,3 mil.

Esse contingente representa 5% do total de organizações (11,3 milhões), amplo conjunto que inclui também empresas e órgãos da administração pública.

As fundações privadas e associações empregaram 2,7 milhões de pessoas, o que representa 5,1% do total de trabalhadores no país, e pagaram 5% dos salários.

Confira o ranking da remuneração média em salário mínimo (s.m.):

Administração pública: 4 s.m.

Fundações privadas e associações: 2,8 s.m.

Entidades sem fins lucrativos: 2,6 s.m.

Entidades empresariais: 2,5 s.m.

Total dos trabalhadores: 2,8 s.m.

Atividades

O estudo identificou que pouco mais de um terço (35,3%) das fundações privadas e associações sem fins lucrativos é classificado como entidade religiosa.

Entidades religiosas: 210,7 mil

Cultura e recreação: 89,5 mil

Desenvolvimento e defesa de direitos: 80,3 mil

Associações patronais e profissionais: 69,5 mil

Assistência Social: 54 mil

Educação e Pesquisa: 28,9 mil

Meio Ambiente e Proteção Animal

Habitação: 626

Outros: 49,1 mil

De cada dez trabalhadores nessas instituições, quatro (41,2%) atuam na área de saúde, maior empregadora, ocupando 1,1 milhão de pessoas.

A área educação e pesquisa emprega 27,7%, à frente da assistência social (12,7%).

Enquanto as mulheres são 45,5% do total de empregadas de organizações no país, no universo das Fasfil elas chegam a 68,9% dos assalariados. Especificamente na área de educação infantil, elas são nove de cada dez (91,7%) trabalhadores.

Entretanto, assim como na totalidade do mercado de trabalho brasileiro, as mulheres recebem menos que os homens nas Fasfil. O IBGE identificou que nas fundações privadas e associações sem fins lucrativos, elas recebem 19% menos que eles.

Para o coordenador de Cadastros e Classificações do IBGE, Francisco Marta, o levantamento mostra a importância econômica e social desse setor no país.

“Elas complementam as ações de governo em serviço como saúde, educação, assistência social, defesa de direitos, meio-ambiente”, diz. “Contribui com bastante força na riqueza do país”

Porte das empresas

As fundações privadas e associações sem fins lucrativos tinham, em média, 4,5 empregados. Mas 85,6% delas não tinham nenhum empregado formal. Apenas 0,7% tinham 100 ou mais funcionários.

As atividades em que as Fasfil tinham maiores portes eram os hospitais (269,7 assalariados), de saúde (132,5), de ensino superior (73,9) e ensino médio (73,8).

Na base do ranking, estão as de religião, com 0,6 assalariados.



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Conselho das Cidades ganha centralidade na estratégia do Governo de MS para habitação — Barbosinha



O Governo de Mato Grosso do Sul consolidou, nesta quinta-feira, dia 18, seu protagonismo na formulação e condução das políticas públicas de habitação, saneamento e desenvolvimento urbano ao reforçar o papel estratégico do Conselho Estadual das Cidades (CEC/MS), instância deliberativa fundamental para a integração entre Estado, municípios e sociedade civil.

O Conselho atua como elo técnico e institucional na construção de soluções voltadas à melhoria da qualidade de vida da população, especialmente das famílias em situação de maior vulnerabilidade social. Durante a agenda, o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, destacou a relevância histórica do Conselho das Cidades para o avanço das políticas urbanas em Mato Grosso do Sul, ressaltando que o Estado vive hoje um momento singular de transformação estrutural.

Barbosinha relembrou os desafios enfrentados no passado, sobretudo na área de saneamento básico, para contextualizar os avanços alcançados nas últimas décadas. Em 2007 o Estado tinha pouco mais de 13% de coleta e tratamento de esgoto, enquanto hoje cidades como Corumbá alcançaram a universalização do abastecimento de água e avançaram de forma decisiva no tratamento de esgoto, e Dourados atingiu índices superiores a 90%, patamar considerado de universalização.

Para o vice-governador, esses resultados são fruto de políticas públicas contínuas e de uma atuação integrada entre governo e conselhos. “Esse Conselho é muito especial. Ele não olha apenas para a habitação, mas também para o saneamento ambiental, para as questões sociais, ambientais e energéticas. É um olhar que parte do chão, das famílias mais carentes, e que entende a dignidade como eixo central das políticas públicas”, afirmou. Barbosinha também ressaltou o papel pioneiro do Mato Grosso do Sul, lembrando que o Estado foi o primeiro do país a realizar uma conferência estadual das cidades e se tornou referência no Conselho Nacional das Cidades, especialmente pelo apoio dado aos municípios na formação de seus conselhos locais.

Ao assumir a presidência do Conselho Estadual das Cidades, o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara de Carvalho, reforçou o caráter estratégico do colegiado na articulação das políticas urbanas. Ele destacou que o Conselho é um espaço de construção coletiva, no qual Estado, municípios e sociedade civil dialogam para formular soluções concretas para os desafios urbanos.

“Assumir a presidência do Conselho é reafirmar nosso compromisso com a escuta e com o diálogo. A Seilog vai além da execução de obras, atuando também no planejamento e na integração de ações que garantam cidades mais organizadas, com moradia, mobilidade, saneamento e infraestrutura, sempre com visão de futuro”, pontuou.

Representando a Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab), o diretor-executivo Ubiratan Rebouças Chaves apresentou um balanço detalhado das ações habitacionais desenvolvidas pelo Governo do Estado entre 2023 e 2025, período marcado pela retomada e fortalecimento de programas voltados às famílias de menor renda. Ele ressaltou que, desde o lançamento do novo Minha Casa, Minha Vida, em 2023, o Estado intensificou sua atuação para atender famílias com renda de até R$ 2.850, público que mais necessita do apoio governamental.

Nesse intervalo, foram entregues 9.689 unidades habitacionais em Mato Grosso do Sul, com destaque para o programa Bônus Moradia. Na modalidade financiada com recursos próprios do Estado, foram beneficiadas 5.070 famílias, com subsídio de até R$ 32 mil por unidade, totalizando investimento de aproximadamente R$ 123 milhões. Segundo Ubiratan, essa política foi decisiva para destravar o mercado habitacional, estimular novos empreendimentos e gerar emprego e renda em diversos municípios.

Outra frente relevante foi o Bônus Moradia viabilizado por meio de emendas parlamentares federais. Com R$ 67 milhões destinados pela bancada federal, somados a R$ 57 milhões de contrapartida do Governo do Estado, o programa beneficiou 2.153 famílias, fortalecendo a indústria da construção civil e ampliando o alcance das políticas habitacionais. “São programas que não apenas entregam casas, mas movimentam a economia, geram riqueza e promovem inclusão social”, destacou o diretor-executivo da Agehab.

Ao encerrar a agenda, o vice-governador Barbosinha reforçou o reconhecimento do Governo do Estado ao trabalho desenvolvido pelo Conselho Estadual das Cidades e por seus conselheiros, destacando o engajamento e a sensibilidade social que orientam as decisões do colegiado. Ele projetou 2026 como um ano de intenso volume de licitações e obras, com Mato Grosso do Sul se consolidando como um verdadeiro canteiro de obras e um Estado cada vez mais preparado para oferecer dignidade, infraestrutura e qualidade de vida à população.

“O nosso Estado se sente honrado em ter um Conselho atuante, preparado e comprometido. Cada casa entregue representa uma família que sai da vulnerabilidade e passa a viver com mais dignidade. Esse é o verdadeiro sentido das políticas públicas e o verdadeiro espírito que deve nos guiar, especialmente neste período que antecede o Natal”, concluiu Barbosinha.



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Beneficiários com NIS final 7 recebem Auxílio Gás nesta quinta


Beneficiários inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6 recebem nesta quinta-feira (18) o Auxílio Gás de dezembro no valor de R$ 110.

Com duração prevista até o fim de 2026, o programa beneficia 4,4 milhões de famílias neste mês. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, no fim de 2022, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg.

O benefício é pago a cada dois meses e segue o calendário do Bolsa Família, com pagamentos até 23 de dezembro, para beneficiários com NIS final 0.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Gás do Povo

Em setembro, o governo federal lançou o programa Gás do Povo, que vai gradualmente substituir o Auxílio Gás.

Em vez do benefício em dinheiro, as famílias vão retirar a recarga do botijão de gás em revendedoras credenciadas.

O novo programa pretende triplicar o número de favorecidos, alcançando cerca de 15 milhões de famílias. No fim de novembro, o Gás do Povo começou a ser distribuído a 1 milhão de famílias nas seguintes capitais: Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Natal, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Teresina.



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