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Câmara aprova redução de benefícios fiscais; projeto vai ao Senado


A Câmara dos Deputados aprovou, na noite dessa terça-feira (16) um projeto de lei que aprimora a transparência e fiscalização de benefícios fiscais concedidos. O texto também reduz em 10% esses benefícios de diversos setores. Agora, o texto segue para o Senado.

O projeto prevê a redução de incentivos fiscais relativos ao Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e Pasep Importação, Cofins e Cofins Importação; Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); imposto de importação e contribuição previdenciária do empregador e empresa.

O relator, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou que a “concessão indiscriminada” de benefícios fiscais corrói o sistema tributário, tornando-o desigual, injusto e ineficiente.

“Não somos contrários a políticas de estímulo a setores estratégicos da economia. No entanto, o uso de benefícios fiscais para esse fim costuma ser a ferramenta mais dispendiosa, menos eficaz e menos transparente e, em muitos casos, serve apenas para beneficiar interesses privados sem gerar retorno social”.

De acordo com o texto, o Poder Executivo terá poder de decisão na redução dos benefícios, já que essa redução impacta no orçamento.

A opção de redução inclui os benefícios do Regime Especial da Indústria Química (Reiq); de crédito presumido de IPI obtido por empresa exportadora quanto à compra, no mercado interno, de embalagens e matérias-primas; e de crédito presumido de PIS/Cofins, inclusive na importação, em vários casos. Entre eles, nos casos de produtos farmacêuticos, mercadorias de origem animal. Também pode haver redução de benefícios no setor de fertilizantes e agrotóxicos.

Existe uma lista de setores que ficam de fora dessa possibilidade de redução. Entre elas, produtos da cesta básica nacional, benefício concedido a entidade filantrópica sem fins lucrativos, desoneração da folha de pagamentos e benefícios ligados aos programas Minha Casa, Minha Vida e Universidade para Todos.

Aumento de impostos

O projeto ainda prevê o aumento de tributos para os serviços de apostas online, as chamadas bets, e para fintechs (empresas digitais com atuação no mercado financeiro). No caso das bets, o imposto passaria dos atuais 12% para 13% em 2026 e 14% em 2027, chegando a 15% em 2028.

Já as fintechs deixariam de pagar 15% de CSLL e passariam a recolher 17,5% até 31/12/2027 e 20% a partir de 2028.



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Plantio da safra de soja 25/26 é finalizado em MS; 85,7% das áreas apresentam boas condições


O plantio da safra de soja 2025/2026 atingiu 100% da área estimada de 4,7 milhões de hectares em Mato Grosso do Sul, conforme acompanhamento da Aprosoja/MS, divulgado nesta terça-feira, 16. A operação inicial do ciclo de cultivo teve duração de 13 semanas e foi concluída com adiantamento de sete dias em relação à média dos últimos cinco anos.

No momento, a maior parte das lavouras está entre o fim do estádio vegetativo e o início do estádio reprodutivo. As áreas mais adiantadas já registram o processo de formação e enchimento de grãos, segundo o acompanhamento técnico. Do total de áreas acompanhadas, 85,7% estão em boas condições, 12% em condições regulares e 2,3% em condições ruins.

O assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, afirma que a estimativa inicial da safra está mantida. “Os dados históricos e o acompanhamento de campo indicam uma produção estimada de 15,1 milhões de toneladas, com produtividade média de 52,82 sacas por hectare. A partir de agora, o foco da equipe técnica será o monitoramento do desenvolvimento das lavouras e posteriormente, o levantamento da produtividade em todas as regiões do estado”, destaca Aguena.

O prognóstico climático para os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, período considerado decisivo para a produção da soja, indica volumes de chuva entre 400 e 800 milímetros, com distribuição irregular das precipitações. Segundo o modelo ensemble da Organização Meteorológica Mundial (WMO), os acumulados podem ficar abaixo ou acima da média histórica, a depender da localidade.



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