Hospital Regional de Pedro Juan Caballero; Foto: Arquivo
A Polícia Nacional divulgou cartazes pedindo ajuda da população
A Polícia Nacional do Paraguai emitiu um alerta de busca imediato após o desaparecimento de uma criança de 1 ano e sua acompanhante, uma mulher de 22 anos, vistas pela última vez no Hospital Regional Pedro Juan Caballero. As pessoas desaparecidas são Evelyn Sofía Duarte Samudio (1 ano) e Cinthia Carolina Samudio Prieto (22 anos) e estavam nesta segunda-feira (29) na unidade hospitalar paraguaia. A Polícia Nacional divulgou cartazes pedindo ajuda da população. Até o momento, as autoridades não souberam precisar o horário exato ou as circunstâncias sob as quais Cinthia e a pequena Evelyn deixaram ou foram retiradas da instituição. A Polícia Nacional e canais de busca como o Alerta Mafe solicitam a colaboração de toda a população para localizar as duas. Qualquer informação, por menor que pareça, pode ser crucial.
Informações podem ser repassadas imediatamente através dos seguintes canais:
📞 130: Linha especializada para pessoas desaparecidas.
📞 911: Sistema de emergência da Polícia Nacional.
Presencialmente: Em qualquer delegacia de polícia de Pedro Juan Caballero mais próxima.
A RAPS (Rede de Atenção Psicossocial) viveu em Mato Grosso do Sul um dos seus anos mais estruturantes. A combinação entre expansão de serviços, interiorização estratégica e a construção do Protocolo Unificado de Atendimento a Emergências Psiquiátricas consolidou um novo padrão de organização da saúde mental no estado.
“Com a ampliação da RAPS e a padronização dos fluxos de emergência, avançamos na qualificação do cuidado e na capacidade de resposta dos serviços. É um movimento que fortalece a rede como um todo”, avalia a coordenadora de Áreas Temáticas e Saúde Mental da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Arielle Jheniffer dos Reis.
Novo fôlego para a RAPS
A expansão da RAPS ganhou força com a abertura de novos serviços e com a consolidação de estruturas já existentes. Um dos exemplos de destaque foi o desempenho do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) de Amambai, que completou quatro meses de funcionamento com indicadores de acolhimento e acompanhamento considerados acima da média para unidades recém-implantadas. O serviço ampliou a oferta de cuidado especializado no Cone Sul e estabilizou atendimentos que antes dependiam de deslocamentos longos ou eram absorvidos pelos municípios vizinhos.
Protocolo Unificado
Paralelamente, Mato Grosso do Sul avançou de forma inédita na construção de um Protocolo Unificado de Atendimento a Emergências Psiquiátricas, iniciativa que padroniza fluxos, responsabilidades e abordagem técnica para situações de crise em todo o estado. Para a superintendente de Atenção à Saúde, Angélica Congro, isso marca um divisor de águas na condução desses atendimentos. “A falta de padronização sempre foi um desafio. Com o protocolo unificado, conseguimos estabelecer uma linha de cuidado clara, que organiza a rede e dá segurança às equipes, reduzindo encaminhamentos desnecessários e fortalecendo o atendimento no território”. A construção do documento contou com hospitais gerais, CAPS, SAMU, municípios e especialistas, consolidando um modelo integrador, com foco em segurança clínica, acolhimento imediato e fluxos mais resolutivos.
Regionalização da saúde mental
A regionalização avançou com a aprovação do Plano de Ação Regional da RAPS/2025 (PAR-2025), permitindo que municípios de pequeno porte se organizem em arranjos regionais para ofertar serviços especializados. Entre 2022 e 2025, a rede passou de 33 para 40 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), e a projeção é chegar a 56 unidades até 2029, alcançando cerca de 87% dos municípios. O PAR 2025 prevê ainda 17 novos CAPS, 3 CAPS regionalizados, 4 Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) e 1 Unidade de Acolhimento Adulto (UA-A), estruturando uma expansão inédita na RAPS. O plano descentraliza os serviços e garante acesso real à saúde mental para regiões que historicamente ficaram descobertas, fortalecendo territórios, reduzindo deslocamentos e distribuindo melhor a oferta de cuidado especializado em todo o estado.
Esse processo de fortalecimento da rede foi acompanhado por uma agenda intensa de articulação e qualificação profissional. Ao longo de novembro, as três macrorregiões de Mato Grosso do Sul promoveram encontros estratégicos voltados à saúde mental: no Pantanal, em Corumbá, profissionais debateram a qualificação dos serviços, com foco na atenção primária, urgência e emergência, análise da RAPS e linhas de cuidado; no Cone Sul, em Dourados, oficinas e debates abordaram educação popular em saúde, cuidado em liberdade, redução de danos, saberes tradicionais indígenas e reabilitação psicossocial; e, na Costa Leste, em Chapadão do Sul, o encontro “Cuidar em Rede” integrou diferentes pontos da rede para discutir manejo de crise, cuidado territorial, TEA, teleatendimento e práticas integrativas, consolidando o alinhamento e a coesão regional da saúde mental.
Retomado em 2025, o Comitê Estadual de Prevenção ao Suicídio de Mato Grosso do Sul passou a integrar esse movimento de reorganização da política estadual de saúde mental. Entre as primeiras entregas do colegiado está a elaboração do Fluxo Estadual de Atendimento a Casos de Tentativa de Suicídio, formalizado em Nota Técnica que orienta os serviços de saúde sobre acolhimento qualificado, manejo adequado e encaminhamento oportuno das pessoas em situação de crise, com foco na garantia de cuidado integral, humanizado e contínuo em toda a rede de atenção.
Danúbia Burema, Comunicação SES Fotos: Divulgação SES
A Polícia Civil, através do SIG/NRI de Dourados, esclareceu uma tentativa de homicídio ocorrida no último final de semana no bairro Jardim Novo Horizonte em Dourados. Na madrugada de domingo, (28), um homem foi atingido nas costas, nas proximidades de uma conveniência, quando dois indivíduos em uma motocicleta se aproximaram e o garupa efetuou os disparos.
A vítima foi socorrida ao hospital, onde recebeu atendimento médico e conseguiu sobreviver. A partir de então, a investigação teve início para apuração das circunstâncias e autoria do crime, até que nesta terça-feira, os dois responsáveis pelo crime foram identificados e intimados para prestarem esclarecimento.
Um deles confessou ser o atirador e o outro condutor da moto. A arma do crime, um revólver calibre 38 furtado na cidade de Jardim também foi localizado e apreendido. O inquérito segue em andamento e deve ser encerrado brevemente.
A Polícia Civil, através do SIG/NRI de Dourados, esclareceu uma tentativa de homicídio ocorrida no último final de semana no bairro Jardim Novo Horizonte em Dourados. Na madrugada de domingo, (28), um homem foi atingido nas costas, nas proximidades de uma conveniência, quando dois indivíduos em uma motocicleta se aproximaram e o garupa efetuou os disparos.
A vítima foi socorrida ao hospital, onde recebeu atendimento médico e conseguiu sobreviver. A partir de então, a investigação teve início para apuração das circunstâncias e autoria do crime, até que nesta terça-feira, os dois responsáveis pelo crime foram identificados e intimados para prestarem esclarecimento.
Um deles confessou ser o atirador e o outro condutor da moto. A arma do crime, um revólver calibre 38 furtado na cidade de Jardim também foi localizado e apreendido. O inquérito segue em andamento e deve ser encerrado brevemente.
Antes de ser preso no Paraguai, o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, abandonou a tornozeleira eletrónica que utilizava como medida judicial dentro do banheiro de um ônibus, em Ciudad del Este. O dispositivo foi localizado por volta das 4h20 da manhã desta segunda-feira (29), pendurado na mangueira do vaso sanitário do veículo.
Segundo informações da Polícia Nacional do Paraguai, a tornozeleira foi encontrada em um ônibus da empresa Transporte y Turismo Nuestra Señora de la Asunción, que estava estacionado na plataforma no momento da descoberta. Um funcionário da empresa acionou imediatamente as autoridades, que confirmaram que o equipamento pertencia ao ex-delegado brasileiro.
Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por diversos crimes, Silvinei Vasques protagonizou uma operação de captura e transferência que chamou a atenção das forças de segurança. No dia anterior à localização do dispositivo, ele havia sido transferido do Paraguai para o Brasil sob forte escolta policial.
A operação envolveu um comboio de segurança com agentes da Polícia Federal, que conduziram o ex-diretor desde a região da Ponte da Amizade até a sede da PF em Foz do Iguaçu. Durante o trajeto e na entrega às autoridades brasileiras, foram seguidos protocolos rigorosos, incluindo o uso de algemas e capuz.
A descoberta da tornozeleira eletrónica abandonada levanta questionamentos sobre eventuais falhas nos procedimentos de monitoramento e segurança durante o deslocamento do detido. O caso segue sob análise das autoridades, enquanto Silvinei Vasques continua respondendo judicialmente no Brasil.
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga o assassinato do indígena Lúcio Ximenes, de 48 anos, ocorrido no domingo (28), em uma aldeia indígena localizada na zona rural de Coronel Sapucaia, município situado na região de fronteira. As informações sobre o andamento do caso foram divulgadas oficialmente nesta segunda-feira (29).
Segundo a Delegacia de Polícia Civil de Coronel Sapucaia, responsável pelas investigações, a vítima foi morta a tiros. Os primeiros levantamentos indicam que os disparos foram efetuados por um homem que conduzia uma motocicleta preta, de origem estrangeira, que teria se aproximado da vítima e fugido logo após o crime.
Após o registro da ocorrência, equipes policiais realizaram diligências preliminares no local, coletando informações e indícios que permitiram a identificação de suspeitos envolvidos no homicídio. Conforme a polícia, já há elementos que apontam tanto para o possível executor quanto para um provável mandante do crime.
Neste momento, as investigações seguem em andamento, com diligências contínuas para localizar e prender os envolvidos. A Polícia Civil não descarta novas linhas de apuração e reforça que trabalha para esclarecer a motivação do crime e responsabilizar todos os autores.
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga o assassinato do indígena Lúcio Ximenes, de 48 anos, ocorrido no domingo (28), em uma aldeia indígena localizada na zona rural de Coronel Sapucaia, município situado na região de fronteira. As informações sobre o andamento do caso foram divulgadas oficialmente nesta segunda-feira (29).
Segundo a Delegacia de Polícia Civil de Coronel Sapucaia, responsável pelas investigações, a vítima foi morta a tiros. Os primeiros levantamentos indicam que os disparos foram efetuados por um homem que conduzia uma motocicleta preta, de origem estrangeira, que teria se aproximado da vítima e fugido logo após o crime.
Após o registro da ocorrência, equipes policiais realizaram diligências preliminares no local, coletando informações e indícios que permitiram a identificação de suspeitos envolvidos no homicídio. Conforme a polícia, já há elementos que apontam tanto para o possível executor quanto para um provável mandante do crime.
Neste momento, as investigações seguem em andamento, com diligências contínuas para localizar e prender os envolvidos. A Polícia Civil não descarta novas linhas de apuração e reforça que trabalha para esclarecer a motivação do crime e responsabilizar todos os autores.
A Prefeitura de Dourados está encerrando o ano de 2025 no mesmo ritmo de trabalho que marcou o início da gestão do prefeito Marçal Filho, com ações contínuas de zeladoria urbana em diversos bairros da cidade. O serviço de tapa-buracos segue avançando pelas vias, promovendo melhorias significativas nas condições de tráfego e na segurança de motoristas e pedestres.
As frentes de trabalho atuam de forma planejada, priorizando os trechos mais afetados e atendendo às demandas da população. Moradores têm elogiado a iniciativa da administração municipal, destacando a agilidade dos serviços e o impacto positivo na mobilidade urbana.
Nesta última semana do ano, por exemplo, os trabalhos estão concentrados na região do Jardim Ouro Verde, um bairro bastante populoso e que apresentava a pavimentação asfáltica, já antiga, bastante danificada. Ontem (29), equipes da Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semop) executaram o serviço de tapa-buracos nas ruas Francisco Luiz Viegas e Dom João VI, entre outras.
Foram incontáveis as ações de manutenção de vias públicas no decorrer deste primeiro ano da gestão atual. Ao longo de 2025, a Semop executou serviços contínuos de tapa-buracos, patrolamento e cascalhamento, garantindo melhores condições de tráfego em vias urbanas e estradas rurais estratégicas. Entre as localidades atendidas estão o Centro e bairros como o Altos do Indaiá, Vila Vieira, Jardim Itália, João Paulo II, Parque Alvorada, os BNHs, Jardim Santa Brígida, Jardim Guanabara, Vila Industrial, Vila Esperança, Vila Índio, Altos da Monte Alegre, Portalzinho, entre muitos outros.
Na zona rural, o atendimento contemplou travessões como Jararaca, Barreirinho, Celso Beres, João Marques, Shekiná, Zico, Norvino e Castelo, além das reservas indígenas Jaguapiru e Bororó e assentamentos como Lagoa Grande e Amparo. Comunidades como Panambi, Itahum e diversas linhas vicinais também receberam manutenção intensiva.
A gestão reafirma o compromisso de seguir cuidando da cidade, investindo em manutenção viária e garantindo mais qualidade de vida para a população. “Encerramos 2025 da mesma forma que começamos: trabalhando e cuidando da nossa cidade”, diz o prefeito Marçal Filho. “O serviço de tapa-buracos é uma ação contínua, que garante mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para a população”, avalia. “Estamos presentes nos bairros, ouvindo as demandas e levando soluções. Esse é o compromisso da nossa gestão: cuidar com amor e construir com trabalho”, completou, afirmando que “em 2026 o trabalho será ainda melhor”.
Durante patrulhamento de equipe do Batalhão de Choque da Polícia Militar, pela Rua Guaviral, os policiais avistaram um indivíduo saindo de uma residência. Ocorreu que ao notar os policiais, o indivíduo fugiu correndo para dentro da casa, demonstrando que tentava evitar a abordagem.
Diante da situação, a equipe desembarcou da viatura e deu ordem de parada ao então suspeito que não obedeceu. Em razão da desobediência, da tentativa de fuga e suspeita de crime, os policiais entraram na casa para vistoria, mas não encontraram mais o indivíduo.
Entretanto, em um dos cômodos da residência, foi encontrada grande quantidade de maconha, acondicionada em tabletes. A contagem revelou 214 tabletes de maconha, que pesaram 188,4 quilos.
Também foram apreendidas na casa três balanças de precisão e um documento de identidade. A droga foi apreendida e encaminhada para a DENAR e os demais objetos entregues na Cepol, deixando ao crime um prejuízo de R$ 375.000,00.
A Superintendência do Patrimônio da União em Mato Grosso do Sul (SPU/MS) encerrou 2025 como a unidade federativa que mais realizou entregas de imóveis da União no país. A marca foi alcançada por meio do programa federal Imóvel da Gente, com a assinatura de mais de 150 contratos desde 2023, destinados a projetos nas áreas de educação, saúde, turismo, cultura, habitação, reforma agrária, meio ambiente, segurança pública e Justiça. O volume de imóveis destinados representa, em média, cerca de R$ 100 milhões por ano em patrimônio público, totalizando aproximadamente R$ 300 milhões incorporados a políticas públicas no estado no período.
Para o superintendente da SPU/MS, Tiago Botelho, o resultado expressa uma mudança de paradigma na gestão do patrimônio público. “Durante muito tempo, os imóveis da União ficaram subutilizados. O que estamos fazendo é transformar esse patrimônio em escolas, moradia, equipamentos de saúde e serviços públicos que chegam diretamente à população”, afirmou.
O desempenho projeta a SPU/MS em nível nacional e reforça o uso do patrimônio público como instrumento de desenvolvimento social. Segundo Botelho, a liderança no ranking não se explica apenas por números. “Não se trata de bater recordes administrativos, mas de garantir que cada imóvel cumpra uma função social clara, alinhada às necessidades reais da sociedade”, disse.
Parte relevante desse resultado está associada ao Fórum de Democratização dos Imóveis da União, instância de diálogo que reúne representantes do poder público, movimentos sociais, universidades e gestores municipais. O fórum tem atuado na identificação de demandas sociais, na transparência dos processos de destinação e na construção de consensos sobre o uso social dos imóveis federais. Para o superintendente, o espaço foi decisivo para o desempenho da SPU/MS. “O fórum trouxe escuta qualificada e participação social para dentro da política patrimonial. Isso reduziu conflitos, deu legitimidade às decisões e acelerou as entregas”, avaliou.
Botelho destaca ainda que o resultado decorre da atuação integrada dos servidores e da articulação com diferentes níveis de governo. “Esse trabalho só foi possível porque houve comprometimento da equipe técnica e diálogo permanente com o Governo do Estado e com prefeituras de diferentes partidos”, afirmou. Segundo ele, “sem articulação institucional e respeito à diversidade política, não há política pública que se sustente”.
Na área habitacional, a superintendência tem priorizado a destinação de áreas da União para o programa Minha Casa, Minha Vida Entidades. As iniciativas em andamento devem viabilizar a construção de cerca de 2.500 moradias em terrenos federais no estado. “A moradia é uma das expressões mais concretas da função social do patrimônio público. Cada terreno destinado significa dignidade e direito à cidade para milhares de famílias”, disse Botelho.
Outro eixo de atuação é a regularização fundiária em áreas da União, com previsão de que mais de mil famílias recebam o título definitivo de seus imóveis até 2026. “Regularizar é reconhecer a história dessas famílias e garantir segurança jurídica, acesso ao crédito e a outras políticas públicas”, afirmou o superintendente.
Com os resultados obtidos em 2025, a SPU/MS consolida-se como referência nacional na gestão do patrimônio da União. Para 2026, a expectativa é manter o ritmo das ações. “Nosso desafio agora é consolidar o que foi iniciado, ampliar a participação social e garantir que o patrimônio público continue sendo um instrumento efetivo de justiça social”, concluiu Botelho.