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Zé Teixeira garante título para asilo de Maracaju e articula investimentos


A sessão plenária desta terça-feira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul foi marcada pela aprovação, em discussão única, do Projeto de Lei 296/2025, de autoria do deputado estadual Zé Teixeira. A matéria declara de Utilidade Pública Estadual a Fundação Anália Franco de Maracaju, popularmente conhecida como Lar do Idoso.

A instituição, que já possuía reconhecimento municipal, é referência no acolhimento de idosos em situação de vulnerabilidade, oferecendo assistência multidisciplinar com enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas. Para Zé Teixeira, o título reforça o papel social da entidade. “O Lar do Idoso realiza um trabalho de grande impacto na vida de pessoas que necessitam de acolhimento permanente ou temporário. É justo que seja declarado de Utilidade Pública Estadual, reforçando seu papel no amparo aos que mais precisam”, destacou o parlamentar.

Proposições – Além da conquista legislativa para a assistência social, Zé Teixeira aproveitou a sessão para apresentar indicações voltadas ao desenvolvimento econômico e infraestrutura do interior, solicitando a intercessão da bancada federal de Mato Grosso do Sul em Brasília. Atendendo a um pedido do Sindicato Rural de Fátima do Sul, o deputado requereu recursos da União para a reforma e ampliação do Parque de Exposições “Maria Aparecida Saltarelli”.

O projeto visa adequar o espaço às normas de segurança e bem-estar animal, com melhorias na pista de laço, bretes, praça de alimentação e salão de eventos. Segundo o deputado, a modernização do parque é fundamental para fortalecer o agronegócio regional e permitir a realização de feiras e competições com maior segurança e qualidade.

Na mesma linha de fomento à economia, mas com foco na geração de renda familiar e economia solidária, Zé Teixeira também encaminhou expediente aos deputados federais e senadores solicitando verbas para o município de Angélica. A demanda, trazida pelos vereadores Ivo do Ipezal e Alex Rodinha, busca a aquisição de equipamentos industriais — como forno a lenha, amassadeira e modeladora — para a implantação de uma agroindústria coletiva de panificados na Associação de Mulheres do Assentamento de Angélica.



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Governo de MS transfere presidência do Codesul ao Paraná com foco em 2040


A Reunião do Conselho de Governadores do Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul), realizada nesta segunda-feira (16), em Curitiba, marca a transferência da presidência do bloco do governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, para o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, além da apresentação de uma proposta de planejamento estratégico até 2040, com projetos cooperados e o balanço da gestão do bloco sob a liderança de Riedel, que destacou o fortalecimento institucional do conselho e a capacidade de atuação conjunta dos estados. O Codesul é composto pelos três estados da Região Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de Mato Grosso do Sul.

De forma remota, Riedel destacou que os principais avanços envolvem ações conjuntas nas áreas de cultura, esporte, agricultura, direitos humanos, políticas para mulheres, educação, assuntos jurídicos e planejamento regional, além da consolidação de uma agenda estratégica de longo prazo com horizonte até 2040.

Segundo o governador, a integração demonstrada ao longo da gestão reflete preparo técnico e alinhamento político para enfrentar temas estratégicos comuns. “O trabalho que foi feito traduz muito bem aquilo que nós almejamos, que é bem-estar para a sociedade, eficiência na gestão pública e desenvolvimento sustentável, pilares que estão consolidados na nossa Visão Regional 2040”, afirmou Riedel.

Durante a plenária, foi apresentado o balanço da gestão 2024–2025, período em que a secretaria-executiva do Codesul atuou de forma integrada com os estados-membros, priorizando projetos cooperados e entregas objetivas. Entre os principais avanços estão ações conjuntas nas áreas de cultura, esporte, agricultura, direitos humanos, políticas para mulheres, educação, assuntos jurídicos e planejamento regional, além da consolidação de uma agenda estratégica de longo prazo.

Entre as deliberações formalizadas estão a assinatura de aditivo ao convênio de conjugação de esforços e recursos para cooperação em proteção e defesa civil, a prorrogação do protocolo de intenções da Aliança Láctea Sul-Brasileira e o protocolo de intenções do projeto Codesul Seguro, voltado à área de segurança pública.

Na área cultural, foi estruturado o Festival de Cinema do Codesul, viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, com início previsto para janeiro. No esporte, houve a regulamentação de políticas com foco na destinação de recursos estaduais e a organização dos Jogos Integrados e dos Jogos Escolares Integrados dos estados do Sul. Na agricultura, avançou a cooperação no âmbito da Aliança Láctea.

Os estados também registraram avanços em direitos humanos, com ações conjuntas nas áreas de imigração, segurança alimentar na infância, políticas de cuidado e população em situação de rua. Houve ainda o fortalecimento das políticas para mulheres, com a entrega do Banco de Boas Práticas e a ampliação da cooperação interestadual.

Na educação, foram discutidos temas como o piso do magistério, a integração de cursos profissionalizantes entre os estados e o início da construção da Visão Regional 2040, que estabelece diretrizes de longo prazo para o desenvolvimento integrado da região. Também estiveram em pauta projetos estratégicos nas áreas de clima, ferrovias, energia, segurança pública e planejamento territorial.

Fundo Constitucional

Outro assunto na pauta do Codesul é a PEC 27/2023, proposta de emenda à constituição federal que propõe a criação do Fundo Constitucional para as regiões Sul e Sudeste. A proposta de emenda está em discussão em uma comissão especial no Congresso Nacional.

A transferência da presidência foi registrada formalmente ao final da plenária, reafirmando o compromisso do Codesul com a cooperação federativa e a atuação conjunta entre Mato Grosso do Sul e os três estados da Região Sul, consolidando o conselho como instrumento de articulação regional voltado ao desenvolvimento sustentável e à integração institucional.

O governador Ratinho Junior disse que a criação do Fundo Sul é uma demanda antiga dos estados da região e que houve avanços importantes ao longo de 2025. “Hoje está criada a comissão de análise do projeto para a gente avançar e, em breve, votar isso no Congresso Nacional. O Fundo é um desejo antigo dos quatro estados e vai permitir que o Sul tenha o mesmo direito que outras regiões do Brasil já possuem”, pontuou.

Já o governador gaúcho, Eduardo Leite, destacou a importância da criação do Fundo Sul para equilibrar o tratamento dado às diferentes regiões do País.

Além do Fundo Sul, os governadores avançaram na consolidação do Sistema Integrado para Adaptação às Mudanças Climáticas. Durante a reunião, foi assinado um termo entre os governos estaduais que autoriza o início da contratação de uma consultoria especializada para o projeto. A iniciativa prevê a integração de sensores, radares, satélites e estações de monitoramento, além da troca de informações em tempo real para resposta rápida a eventos extremos. A expectativa é iniciar a licitação para contratação da empresa em janeiro de 2026.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, destacou que a estrutura conjunta vai qualificar a resposta dos estados diante de desastres naturais. “A integração dos quatro estados faz com que toda ação seja mais coordenada e inteligente. Já existe ajuda mútua, mas agora estamos montando uma estrutura permanente para que, quando acontecer um desastre, haja uma resposta à altura, com sistemas integrados”, pontuou.

O encontro, realizado no Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense, contou com a presença do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello. Assim como Riedel, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, participou de forma remota.

BRDE

Ainda durante o evento, foi apresentado o desempenho do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), com destaque para a expansão da carteira de crédito, o fortalecimento patrimonial e os resultados financeiros da instituição. Atualmente, a carteira de crédito do banco soma 23,6 bilhões de reais, crescimento expressivo em relação aos 13,6 bilhões registrados há quatro anos. O dado evidencia a ampliação das operações, o fortalecimento do patrimônio e o cumprimento da missão institucional do BRDE.

Em 2025, o total de contratações alcançou 5,1 bilhões de reais, com resultado líquido de 557 milhões de reais até novembro, considerado o maior da história da instituição. O desempenho reflete o crescimento das operações de crédito, os processos de recapitalização promovidos pelos controladores e a ampliação da atuação do banco nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Um dos destaques apresentados foi a diversificação das fontes de recursos. Além das linhas tradicionais, como BNDES e organismos internacionais, o BRDE passou a captar recursos diretamente no mercado. Somente em 2025, as captações a mercado somaram 1 bilhão de reais, destinados ao financiamento das operações de crédito. Com isso, o banco atingiu um total de ativos de 28,9 bilhões de reais, patamar considerado histórico, assim como o crescimento do patrimônio líquido, que ultrapassou 5 bilhões de reais.

Mesmo com a rápida expansão em um curto período, a instituição mantém índices de risco controlados, o que reforça a solidez da gestão e a aplicação saudável dos recursos.

Os dados apresentados aos governadores, secretários, diretores e convidados também demonstram a evolução dos resultados anuais do banco ao longo da última década, desde 2016 até novembro de 2025, evidenciando crescimento consistente não apenas em patrimônio e carteira de crédito, mas também em rentabilidade e sustentabilidade financeira.

Segurança Pública

O secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, Antonio Carlos Videira, apresentou durante a reunião do Codesul duas propostas voltadas ao fortalecimento das políticas de segurança pública de forma integrada entre os estados do bloco. A primeira trata da criação de um projeto de lei para instituir um cadastro estadual de condenados por crimes de pedofilia, estupro e feminicídio, com aplicação comum aos estados que integram o Poder Sul.

Segundo o secretário, a proposta prevê, inicialmente, a criação do cadastro em âmbito estadual, com definição de critérios para a inclusão dos condenados, estabelecimento de dados mínimos para composição das informações e restrições específicas quanto ao acesso e à utilização desses registros, respeitando os parâmetros legais.

Na sequência, Videira apresentou os resultados de uma operação integrada realizada no início deste mês pelos quatro estados, destacando o impacto da atuação conjunta das forças de segurança. Em apenas três dias de operação, foram registrados 3.295 boletins de ocorrência, instaurados 1.277 inquéritos policiais, relatados 725 inquéritos, efetuadas 297 prisões em flagrante, cumpridos 282 mandados de busca e apreensão e executados 241 mandados de prisão.

Royalties

Já a procuradora-geral de Mato Grosso do Sul, Ana Carolina Ali Garcia, apresentou aos governadores e representantes do Codesul uma análise sobre as perdas enfrentadas pelos estados na distribuição dos royalties do petróleo e do gás natural. A exposição teve como foco os impactos do atual modelo de repartição e a necessidade de reequilíbrio do pacto federativo.

Ana Carolina explicou que o Codesul já atua formalmente como terceiro interessado no processo, com pedido protocolado nos autos, ainda pendente de decisão. Além disso, os estados buscam, de forma conjunta, a realização de audiências institucionais com o Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de obter uma sinalização sobre um cronograma de trabalho no âmbito do núcleo de conciliação da Corte.

Para a procuradora-geral, a discussão ultrapassa interesses regionais e envolve diretamente o equilíbrio do federalismo fiscal brasileiro. Segundo ela, um eventual reordenamento na distribuição dos royalties do petróleo e do gás natural tem impacto direto não apenas nos estados do Codesul, mas na federação como um todo.

Também participaram da reunião, de forma virtual, o secretário-executivo do Codesul por Mato Grosso do Sul, Jader Rieffe Julianelli Afonso, e o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Codesul

O Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul) foi criado em 1961 através de um convênio entre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em 1992 o estado de Mato Grosso do Sul passou a integrar o Conselho.

Com o objetivo de encontrar alternativas aos desequilíbrios regionais, com concentração do crescimento no centro do País, o Codesul constitui-se num foro privilegiado à coordenação e à potencialização em torno de questões comuns aos estados-membros, em especial aquelas relativas ao desenvolvimento econômico e social e à integração ao Mercosul.



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Polícia Militar Rodoviária apreende carga de skunk em ônibus na BR-262


Na manhã desta quarta-feira (17), equipe do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) realizava fiscalização no Posto Fiscal Lampião Aceso, em Corumbá, apreendeu grande quantidade de droga. A apreensão ocorreu durante abordagem a um ônibus interestadual que realizava a linha Corumbá/Campo Grande.

Durante a fiscalização no interior do ônibus, um passageiro apresentou nervosismo excessivo e ao ser abordado forneceu informações contraditórias sobre a viagem. Embora inicialmente tenha informado portar apenas bagagem de mão, foi constatado que havia uma mala despachada em seu nome no bagageiro do ônibus.

Na vistoria da bagagem, uma mala de cor azul, normalmente identificada, foram localizadas 26 embalagens com a droga identificada como skunk, totalizando 14,3 quilos. Em um primeiro momento, o passageiro negou a propriedade da droga, porém, diante da identificação da bagagem e da confirmação do vínculo com a passagem, assumiu ser o responsável pelo entorpecente.

Ele relatou que a droga foi recebida na Bolívia e tinha como destino final o Estado de São Paulo, onde receberia R$ 5 mil pelo transporte. Passageiro e droga foram levados para a Polícia Federal em Corumbá onde o indivíduo foi autuado em flagrante que deixou ao crime um prejuízo estimado em R$ 140mil.



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Polícia Militar Rodoviária apreende carga de skunk em ônibus na BR-262





Na manhã desta quarta-feira (17), equipe do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) realizava fiscalização no Posto Fiscal Lampião Aceso, em Corumbá, apreendeu grande quantidade de droga. A apreensão ocorreu durante abordagem a um ônibus interestadual que realizava a linha Corumbá/Campo Grande.

Durante a fiscalização no interior do ônibus, um passageiro apresentou nervosismo excessivo e ao ser abordado forneceu informações contraditórias sobre a viagem. Embora inicialmente tenha informado portar apenas bagagem de mão, foi constatado que havia uma mala despachada em seu nome no bagageiro do ônibus.

Na vistoria da bagagem, uma mala de cor azul, normalmente identificada, foram localizadas 26 embalagens com a droga identificada como skunk, totalizando 14,3 quilos. Em um primeiro momento, o passageiro negou a propriedade da droga, porém, diante da identificação da bagagem e da confirmação do vínculo com a passagem, assumiu ser o responsável pelo entorpecente.

Ele relatou que a droga foi recebida na Bolívia e tinha como destino final o Estado de São Paulo, onde receberia R$ 5 mil pelo transporte. Passageiro e droga foram levados para a Polícia Federal em Corumbá onde o indivíduo foi autuado em flagrante que deixou ao crime um prejuízo estimado em R$ 140mil.




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Senado aprova PEC 76/2019 e garante inclusão da Polícia Científica na Constituição Federal


Fonte: Ascom Sinpof/MS

O plenário do Senado Federal aprovou em primeira e segunda votação no início da noite desta terça-feira (16), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 76/2019. A matéria garante a inclusão da Polícia Científica entre os órgãos de segurança pública listados no artigo 144 da Constituição Federal.

A aprovação ocorreu de forma praticamente unânime, com 65 votos favoráveis e uma abstenção no primeiro turno e 64 na segunda votação. O resultado consolida um antigo pleito dos peritos oficiais de natureza criminal, que há anos reivindicam o reconhecimento constitucional da Polícia Científica como instituição essencial à Justiça.

Para o presidente do Sindicato dos Peritos Oficiais Forenses de Mato Grosso do Sul (SINPOF/MS), Francisco Orlando, a aprovação marca um divisor de águas para a categoria e para o sistema de Justiça brasileiro.

“Este é um momento histórico, aguardado há décadas pelos peritos oficiais de natureza criminal. A inclusão da Polícia Científica na Constituição Federal representa o reconhecimento definitivo da importância do nosso trabalho para a segurança pública e para a Justiça. Essa conquista é fruto de um grande esforço coletivo da Associação Brasileira de Criminalística (ABC) e de todo o sistema sindical do país, que atuaram de forma incansável ao longo deste ano junto aos parlamentares de cada estado para que a PEC fosse aprovada”, afirmou.

A PEC 76/2019 teve relatório favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), que destacou que diversos estados brasileiros já contam com órgãos de Polícia Científica estruturados de forma independente da Polícia Civil. Para a senadora, a garantia constitucional proposta pelo então senador Antonio Anastasia (MG) fortalece a instituição responsável pela realização das perícias técnicas que embasam as investigações criminais e as decisões judiciais.

A senadora Professora Dorinha ainda acatou parte de uma emenda apresentada em Plenário pelo senador Dr. Hiran (PP-RR), para deixar claro que os peritos oficiais de natureza criminal contemplados na PEC são os peritos criminais, os peritos médicos legistas e os peritos odontolegistas.

Com a aprovação no Senado Federal, o texto segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados.

Francisco Orlando fez questão de agradecer aos senadores de Mato Grosso do Sul que votaram favoravelmente à proposta.

“Agradecemos de forma especial aos senadores Nelsinho Trad e Tereza Cristina, que votaram a favor da PEC 76/2019. A autonomia da Polícia Científica garante mais independência técnica e fortalecimento institucional”, concluiu.

A senadora Soraya Thronicke não compareceu à votação.
O SINPOF/MS e as entidades representativas da categoria seguem mobilizados para acompanhar a tramitação da PEC na Câmara dos Deputados, confiantes na continuidade do apoio do Parlamento a essa conquista histórica para a segurança pública brasileira.
Texto: Ascom Sinpof/MS Foto: CGP



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Estudo associa presença da Wolbachia à queda da dengue em Campo Grande


A atuação da SES (Secretaria de Estado de Saúde) como parceira institucional na implantação da estratégia com mosquitos infectados pela bactéria Wolbachia em Campo Grande integra o contexto de uma pesquisa científica que avaliou os resultados da tecnologia no controle da dengue na capital. O artigo, fruto da pesquisa de doutorado de Fabiani de Morais Batista, da Faculdade de Medicina da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), e outros pesquisadores, será publicado na edição de fevereiro de 2026 da revista The Lancet Regional Health – Americas.

A pesquisa aponta redução de 63,2% na incidência da dengue em 2024 nas regiões em que a Wolbachia atingiu níveis estáveis, após a liberação em massa de mosquitos entre 2020 e 2023. Em Campo Grande, a prevalência média da bactéria chegou a 86,4%, e 89% das áreas monitoradas alcançaram ao menos 60%, índice considerado como estabilidade da estratégia.

“Esse artigo traduz, em evidência científica, uma experiência construída com base em cooperação, planejamento e compromisso com a saúde pública. Tive a honra de integrar esse trabalho como coautora, ao lado do médico infectologista Júlio Croda, em uma pesquisa liderada pela UFMS, conduzida pela doutoranda Fabiani — minha orientanda no programa de pós-graduação em Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da universidade — que demonstra o impacto concreto da Wolbachia na redução da dengue em Campo Grande. É uma produção científica que fortalece o SUS (Sistema Único de Saúde) e valoriza o papel da ciência no enfrentamento das arboviroses”, afirmou a secretária adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone.

O estudo reúne pesquisadores da Fiocruz, das universidades de Yale, Stanford, Johns Hopkins, USP (Universidade de São Paulo) e Monash University (Austrália), além do WMP (World Mosquito Program) e de órgãos de saúde municipal e estadual. Trata-se da primeira avaliação científica programática da estratégia no Brasil, financiada e coordenada pelo Ministério da Saúde.

Durante três anos, mais de 100 milhões de mosquitos foram liberados em seis regiões urbanas da capital, com monitoramento por 1.677 ovitrampas. A técnica consiste na introdução da bactéria Wolbachia no Aedes aegypti, dificultando a multiplicação dos vírus e reduzindo a capacidade de transmissão.

A série histórica de casos (2008–2024) mostra que, antes da intervenção, os registros anuais frequentemente superavam 4,7 mil. Após a implantação, a cidade deixou de apresentar quantidade de casos com a mesma intensidade observada no período anterior.

A Fiocruz Mato Grosso do Sul coordenou a execução científica local e o monitoramento epidemiológico, enquanto a Secretaria Municipal de Saúde foi responsável pela logística territorial. A SES participou como parceira institucional, cedendo o prédio para instalação da fábrica no Lacen/MS (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul), fornecendo veículos para as ações de campo e disponibilizando técnicos para apoio.

O artigo destaca que a Wolbachia se integra às ações regulares de vigilância, não utiliza inseticidas e apresenta manutenção autônoma ao longo do tempo, funcionando como complemento às estratégias de eliminação de criadouros e vacinação.



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Lula demite ministro do Turismo, Celso Sabino, após impasse com partido


O presidente Lula demitiu nesta quarta-feira (17), o ministro do Turismo, Celso Sabino. A medida acontece dias após Sabino ter sido expulso de seu partido, o União Brasil, por não ter deixado seu cargo no Governo Federal contrariando uma determinação partidária. A expulsão de Sabino do União Brasil foi anunciada no último dia 8. Em preparação para as eleições gerais de 2026, a sigla decidiu que filiados deveriam deixar seus cargos do Governo Federal até setembro. Foi informado, na época, que o descumprimento seria considerado infração disciplinar.

Sabino, porém, não se afastou do cargo. Ele é deputado federal licenciado pelo Pará e, inclusive, atuou na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, no último mês. Nisso, ele acabou sendo expulso por contrariar a determinação do partido. Na ocasião, Celso Sabino comentou o que chamou de “encerramento de ciclo” e agradeceu pelo período em que esteve à frente das atividades.

Ele citou se sentir injustiçado pela medida, mas que “sai com a cabeça erguida” e sabendo que fez “a coisa certa”. Para o ministro, a exclusão se deu pelo fato de ele “continuar ajudando o Pará”. Sabino ainda chegou a reforçar sua atuação voltada ao estado e citou seu movimento de pré-candidatura ao Senado.



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Lançamento de foguete da base de Alcântara é adiado para sexta-feira





A empresa coreana Innospace anunciou que adiou o lançamento do foguete Hanbit-Nano, que ocorreria nesta quarta-feira (17) para sexta-feira, às 15h45. Seria a primeira vez que um voo comercial partiria de uma base brasileira.

Segundo comunicado, a empresa mudou o dia do lançamento para garantir tempo suficiente para a “substituição de componentes após a detecção de uma anomalia no dispositivo de resfriamento do sistema de suprimento de oxidante do primeiro estágio durante o procedimento de inspeção final”.

A Força Aérea Brasileira (FAB), que opera o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, confirmou o adiamento.

O veículo espacial – que tem 21,8 metros de comprimento, 1,4 metro de diâmetro e 20 toneladas – iria ao espaço nesta quarta-feira levando satélites para a órbita baixa da terra a uma altitude de aproximadamente 300 km e inclinação de 40 graus.




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Homem morre na Cachoeira do Inferninho em Campo Grande


Um homem de 31 anos morreu ao cair da cachoeira do Inferninho, na manhã desta quarta-feira (17), em Campo Grande. Por volta de 5h ele ligou para a família relatando para onde estava indo, sendo a Polícia Militar acionada pouco tempo depois e enviou equipes para o local onde já estava a família tentando convence-lo a não se jogar. Em seguida equipes do Corpo de Bombeiros passaram a negociar com o homem, negociação que levou cerca de uma hora e meia.

A vítima tentou fazer com que uma pessoa da família se aproximasse dele na beira do precipício, mas os Bombeiros não permitiram por medida de segurança. A negociação se estendeu por uma hora e meia, mas não houve acordo e a vítima acabou caindo e morreu. A área foi isolada para levantamentos e remoção do corpo. A vítima que trabalhava com aplicativo estaria enfrentando problema com dívidas inclusive com agiota.



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Em última reunião ministerial, Lula diz que 2026 será o ano da verdade


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (17) que o governo precisa alcançar a “narrativa correta” para informar ao povo brasileiro as coisas que aconteceram no país nos últimos anos. O presidente comanda, nesta manhã, a última reunião ministerial de 2025, na residência oficial da Granja do Torto, em Brasília.

Para o presidente, o país está em uma situação “amplamente favorável”, embora, segundo ele, isso não apareça com a força que deveria aparecer nas pesquisas de opinião pública em razão da polarização política no país. Lula disse que o discurso da equipe precisa estar definido para o processo eleitoral do ano que vem.

“O ano eleitoral vai ser o ano da verdade. Ou seja, nós temos que criar a ideia da hora da verdade para mostrar quem é quem nesse país, quem faz o quê nesse país, o que aconteceu antes de nós e o que acontece quando nós chegamos ao governo”, disse aos seus ministros, citando ações em diversas áreas, como economia e inclusão social.

“É importante que a gente tenha noção que nós precisamos fazer com que o povo saiba o que aconteceu nesse país. Eu tenho a impressão que o povo ainda não sabe. Eu tenho a impressão que nós ainda não conseguimos a narrativa correta para fazer com que o povo saiba fazer uma avaliação das coisas que aconteceram neste país”, acrescentou.

Lula disse que vai aceitar o afastamento dos ministros que quiserem disputar um cargo ou reeleição. No pleito de 2026, será escolhido o novo presidente da República, mas também governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

O presidente destacou ainda a capacidade de articulação da equipe para a aprovação de medidas de interesse do governo no Congresso Nacional, como a isenção do imposto de renda e a reforma tributária. Para ele, o país vive um “momento ímpar” do ponto de vista econômico também pelo aumento da capacidade de investimento e financiamento dos bancos públicos.

O presidente Lula reafirmou a sua política de que o dinheiro precisa circular nas mãos da população. “Nós precisamos fazer muito mais, porque a minha teoria é que pouco dinheiro na mão do povo resolve o problema. Não tem macroeconomia, não tem câmbio. Se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o nosso problema. Está resolvido o problema da industrialização, do consumo, da agricultura, está resolvido o problema da inflação”, disse.

“Nós acabamos com a invisibilidade do povo pobre desse país. Nós acabamos com a invisibilidade de um povo que só era reconhecido em época de eleição”, afirmou o presidente.

Após o discurso de abertura da reunião, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, falou sobre as políticas industriais em desenvolvimento, e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, fez um balanço dos primeiros 3 anos da gestão.

Também estão previstas falas dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira; e da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.



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