Dois indivíduos que usavam redes sociais para proferir ameaças contra policiais, foram presos na manhã desta quinta-feira (1º), pela Polícia Militar em Ponta Porã. A PM ainda apreendeu arma com a dupla. A ocorrência teve origem durante a madrugada, quando uma motocicleta foi apreendida por infrações de trânsito no bairro Jardim Planalto.
Horas após a apreensão, um dos envolvidos utilizou perfis em redes sociais para publicar ameaças diretas à integridade física dos policiais militares, utilizando imagens de armas de fogo e textos intimidatórios. Diante da gravidade dos fatos, equipes do 4º BPM (Trânsito, Força Tática e Rádio Patrulha) realizaram ações coordenadas que resultaram na localização do autor das ameaças. Durante o questionamento sobre o armamento exibido nas postagens, o indivíduo indicou o paradeiro do objeto.
Em uma segunda residência, os policiais localizaram um revólver calibre 38, com numeração raspada. O proprietário do revólver também foi identificado e preso. Os indivíduos de 20 e 22 anos, juntamente com a arma apreendida, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. A Polícia Militar reitera que ataques e ameaças contra agentes do Estado no exercício da função serão combatidos com o rigor da lei. A polícia segue averiguando indivíduos ligados à dupla e que tenham mesmo que indiretamente promovido ou participado das ameaças.
O recente debate sobre a possível prescrição do escândalo GISA (Gerenciamento de Informações em Saúde) em Campo Grande, conforme noticiado por alguns veículos, foca na responsabilização política e judicial dos ex-gestores Nelsinho Trad e Luiz Henrique Mandetta. No entanto, essa narrativa, ao se concentrar nas irregularidades processuais e no risco de impunidade, negligencia um fato crucial: o sistema GISA, apesar dos problemas contratuais, foi efetivamente implementado e estava em funcionamento em diversas unidades de saúde da Capital, sendo posteriormente abandonado pela gestão sucessora.
Ao contrário do que a ênfase no escândalo sugere, o GISA não foi apenas um projeto no papel. Evidências da época e depoimentos confirmam que o sistema estava ativo e trazendo benefícios à população:
Vídeo-Reportagem da Época (Dezembro de 2012): Uma reportagem da TV Morena.
•O sistema já vinha sendo testado há dois anos.
•Benefícios como o fim das filas na madrugada para marcação de consultas.
•A integração do prontuário eletrônico, permitindo a visualização de exames de imagem e a checagem de medicamentos disponíveis nas farmácias das unidades.
•O sistema era considerado um “exemplo” e uma equipe do Ministério da Saúde visitou o Estado para avaliar seu funcionamento.
•A meta era a implantação total em 120 postos até 2014.
Essas informações comprovam que, ao final da gestão de Nelsinho Trad, o GISA era uma realidade em operação, com módulos funcionais e impacto direto na vida dos usuários do SUS.
O verdadeiro ponto de falha do projeto GISA, que resultou na perda do investimento e no fracasso do sistema, não foi a sua não-execução, mas sim o seu abandono pela gestão que se seguiu, de Alcides Bernal (PP).
•Decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS): Em novembro de 2020, o TCE-MS proferiu uma decisão crucial. O Tribunal inocentou Nelsinho Trad e Mandetta de responsabilidade pelo insucesso do projeto e multou o ex-prefeito Alcides Bernal.
•Motivo da Condenação de Bernal: A decisão do TCE-MS considerou que o insucesso do projeto GISA foi ocasionado na gestão de Bernal, que, ao assumir em 2013, exonerou servidores que estavam em fase de treinamento e eram essenciais para a continuidade e expansão do sistema. O abandono da implantação, e não a falha na entrega, foi o fator determinante para o prejuízo ao erário e à população.
A discussão sobre a prescrição do caso GISA é legítima e aponta para a lentidão da Justiça. No entanto, ao focar apenas na esfera judicial e na punição dos envolvidos, a imprensa corre o risco de ignorar o contexto administrativo e político que levou ao fracasso do sistema.
O GISA foi um sistema que funcionou, que prometia modernizar a saúde pública de Campo Grande e que foi elogiado até mesmo pelo Ministério da Saúde. O que o levou ao colapso não foram apenas as irregularidades contratuais iniciais, mas sim a decisão política de descontinuar um projeto em andamento, conforme atestado pelo próprio Tribunal de Contas do Estado.
Loterias Caixa sorteou na manhã desta quinta-feira (1º) os seis números da Mega da Virada, no Espaço da Sorte, em São Paulo. O prêmio oficial é recorde, R$1,09 bilhão. Foram sorteadas as seguintes dezenas: 09-13-21-32-33 e 59.
Uma posta feita em Ponta Porã foi uma das vecnedoras do do prêmio bilionário da Mega da Vira. O sorteio foi realizado na manhã desta quinta-feira (1), depois de ser adiado ontem.
Além dos vencedores do prêmio principal, 3.921 apostas acertaram a quina e vão levar R$ 11.931,42 cada. Já os 308.315 ganhadores da quadra vão embolsar R$ 216,76 cada um.
As casas lotéricas que registraram os vencedores do prêmio máximo estão localizadas nas seguintes cidades:
João Pessoa (PB), com 1 aposta vencedora
Ponta Porã (MS), com 1 aposta vencedora
Franco da Rocha (SP), com 1 aposta vencedora
As outras três apostas vencedoras foram registradas de forma eletrônica, sem a necessidade de uma casa lotérica física.
Loterias Caixa sorteou na manhã desta quinta-feira (1º) os seis números da Mega da Virada, no Espaço da Sorte, em São Paulo. O prêmio oficial é recorde, R$1,09 bilhão.
Foram sorteadas as seguintes dezenas: 09-13-21-32-33 e 59.
Na manhã desta terça-feira (31), equipe do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária, através do TOR – Tático Ostensivo Rodoviário, realizava fiscalização de trânsito e criminal na rodovia MS-164, com foco no combate a crimes transfronteiriços. Durante a fiscalização, foi dada ordem legal de parada ao condutor de um veículo Citroën C4, que trafegava no sentido Ponta Porã–Maracaju, mas o condutor não obedeceu e fugiu.
Durante a fuga, o indivíduo realizava ultrapassagens perigosas colocando em risco os demais usuários da via, sendo realizado o acompanhamento tático. Após alguns minutos, o condutor perdeu o controle da direção e capotou às margens da pista. Após o acidente o condutor fugiu e apesar das buscas não foi localizado.
Na vistoria ao veículo, foram encontrados diversos tabletes de maconha, acondicionados nos bancos traseiros e porta-malas, além de embrulhos contendo substância análoga ao skunk. Após conferência e pesagem, foram apreendidos 524 quilos de maconha e 3,2 quilos de skunk. O veículo, avaliado em R$ 30 mil e os entorpecentes foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil.
As mudanças previstas no novo Código Tributário Nacional, decorrentes da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, prometem alterar de forma significativa a forma como impostos são cobrados no Brasil, com reflexos diretos no consumo, nos preços e na rotina de empresas e cidadãos. O principal objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, considerado um dos mais complexos do mundo, além de trazer maior transparência e segurança jurídica.
Entre as principais mudanças está a substituição de diversos tributos sobre o consumo por dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, que unificará PIS e Cofins, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que reunirá ICMS e ISS, administrado por estados e municípios. A promessa é reduzir a cumulatividade de impostos e acabar com a chamada “guerra fiscal” entre os entes federativos.
Para o consumidor, o novo modelo tende a tornar mais clara a carga tributária embutida nos preços de produtos e serviços. A expectativa é que a transparência aumente, permitindo que o cidadão saiba exatamente quanto paga de imposto em cada compra. No entanto, especialistas alertam que, durante o período de transição, podem ocorrer variações de preços, já que alguns setores podem pagar mais tributos e outros menos, dependendo da alíquota final definida.
Outro ponto relevante é a criação do chamado “cashback tributário”, mecanismo que prevê a devolução de parte dos impostos pagos por famílias de baixa renda. A medida tem como objetivo reduzir o impacto da tributação sobre o consumo, que hoje pesa proporcionalmente mais sobre os mais pobres, tornando o sistema mais justo do ponto de vista social.
Para as empresas, a reforma traz a promessa de simplificação de obrigações acessórias e redução de custos com contabilidade e planejamento tributário. Por outro lado, o setor produtivo acompanha com atenção a definição das alíquotas e as regras de transição, que ocorrerão de forma gradual ao longo de vários anos, exigindo adaptação e planejamento.
Apesar das expectativas positivas, o novo Código Tributário também gera debates e preocupações. Economistas e tributaristas destacam que o sucesso da reforma dependerá da regulamentação das leis complementares e da capacidade do poder público de garantir neutralidade arrecadatória, evitando aumento excessivo da carga tributária.
A portaria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicada no Diário Oficial da União (DOU), confirmou o calendário de feriados nacionais e pontos facultativos para 2026. O próximo ano será especialmente favorável para folgas prolongadas: dos dez feriados nacionais, nove cairão em dias úteis, sendo sete em segundas ou sextas-feiras, o que facilita a formação de feriadões para servidores públicos e parte do setor privado.
Algumas datas ainda possibilitam emendas maiores. É o caso do 1º de janeiro, que cairá em uma quinta-feira, e de Tiradentes, em uma terça-feira, permitindo até quatro dias consecutivos de descanso, conforme a organização do expediente.
Calendário de feriados e pontos facultativos nacionais – 2026 (com dia da semana)
1º de janeiro (quinta-feira) – Confraternização Universal (feriado nacional)
16 de fevereiro (segunda-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
17 de fevereiro (terça-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
18 de fevereiro (quarta-feira) – Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h)
3 de abril (sexta-feira) – Paixão de Cristo (feriado nacional)
20 de abril (segunda-feira) – Ponto facultativo
21 de abril (terça-feira) – Tiradentes (feriado nacional)
1º de maio (sexta-feira) – Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)
4 de junho (quinta-feira) – Corpus Christi (ponto facultativo)
5 de junho (sexta-feira) – Ponto facultativo
7 de setembro (segunda-feira) – Independência do Brasil (feriado nacional)
12 de outubro (segunda-feira) – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
28 de outubro (quarta-feira) – Dia do Servidor Público federal (ponto facultativo)
2 de novembro (segunda-feira) – Finados (feriado nacional)
15 de novembro (domingo) – Proclamação da República (feriado nacional)
20 de novembro (sexta-feira) – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional)
24 de dezembro (quinta-feira) – Véspera de Natal (ponto facultativo após as 13h)
25 de dezembro (sexta-feira) – Natal (feriado nacional)
31 de dezembro (quinta-feira) – Véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 13h)
A portaria esclarece que o calendário não inclui feriados estaduais e municipais, cuja definição cabe aos governos locais. Estados e municípios, como Mato Grosso do Sul e Campo Grande, já publicaram seus próprios calendários.
Regras de compensação
Nos feriados religiosos municipais, as horas não trabalhadas deverão ser compensadas até o mês subsequente, mediante autorização da chefia. As regras variam conforme a modalidade de trabalho:
Trabalho presencial: compensação por antecipação ou postergação da jornada;
Programa de Gestão e Desempenho (PGD): cumprimento integral das entregas pactuadas;
Limite diário: até duas horas por dia para servidores e uma hora para estagiários.
Vedações aos órgãos federais
Os órgãos federais não podem antecipar ou adiar pontos facultativos fora do previsto, nem adotar feriados ou pontos facultativos decretados por estados e municípios, exceto a data magna estadual.
A portaria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicada no Diário Oficial da União (DOU), confirmou o calendário de feriados nacionais e pontos facultativos para 2026. O próximo ano será especialmente favorável para folgas prolongadas: dos dez feriados nacionais, nove cairão em dias úteis, sendo sete em segundas ou sextas-feiras, o que facilita a formação de feriadões para servidores públicos e parte do setor privado.
Algumas datas ainda possibilitam emendas maiores. É o caso do 1º de janeiro, que cairá em uma quinta-feira, e de Tiradentes, em uma terça-feira, permitindo até quatro dias consecutivos de descanso, conforme a organização do expediente.
Calendário de feriados e pontos facultativos nacionais – 2026 (com dia da semana)
1º de janeiro (quinta-feira) – Confraternização Universal (feriado nacional)
16 de fevereiro (segunda-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
17 de fevereiro (terça-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
18 de fevereiro (quarta-feira) – Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h)
3 de abril (sexta-feira) – Paixão de Cristo (feriado nacional)
20 de abril (segunda-feira) – Ponto facultativo
21 de abril (terça-feira) – Tiradentes (feriado nacional)
1º de maio (sexta-feira) – Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)
4 de junho (quinta-feira) – Corpus Christi (ponto facultativo)
5 de junho (sexta-feira) – Ponto facultativo
7 de setembro (segunda-feira) – Independência do Brasil (feriado nacional)
12 de outubro (segunda-feira) – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
28 de outubro (quarta-feira) – Dia do Servidor Público federal (ponto facultativo)
2 de novembro (segunda-feira) – Finados (feriado nacional)
15 de novembro (domingo) – Proclamação da República (feriado nacional)
20 de novembro (sexta-feira) – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional)
24 de dezembro (quinta-feira) – Véspera de Natal (ponto facultativo após as 13h)
25 de dezembro (sexta-feira) – Natal (feriado nacional)
31 de dezembro (quinta-feira) – Véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 13h)
A portaria esclarece que o calendário não inclui feriados estaduais e municipais, cuja definição cabe aos governos locais. Estados e municípios, como Mato Grosso do Sul e Campo Grande, já publicaram seus próprios calendários.
Regras de compensação
Nos feriados religiosos municipais, as horas não trabalhadas deverão ser compensadas até o mês subsequente, mediante autorização da chefia. As regras variam conforme a modalidade de trabalho:
Trabalho presencial: compensação por antecipação ou postergação da jornada;
Programa de Gestão e Desempenho (PGD): cumprimento integral das entregas pactuadas;
Limite diário: até duas horas por dia para servidores e uma hora para estagiários.
Vedações aos órgãos federais
Os órgãos federais não podem antecipar ou adiar pontos facultativos fora do previsto, nem adotar feriados ou pontos facultativos decretados por estados e municípios, exceto a data magna estadual.
As mudanças previstas no novo Código Tributário Nacional, decorrentes da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, prometem alterar de forma significativa a forma como impostos são cobrados no Brasil, com reflexos diretos no consumo, nos preços e na rotina de empresas e cidadãos. O principal objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, considerado um dos mais complexos do mundo, além de trazer maior transparência e segurança jurídica.
Entre as principais mudanças está a substituição de diversos tributos sobre o consumo por dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, que unificará PIS e Cofins, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que reunirá ICMS e ISS, administrado por estados e municípios. A promessa é reduzir a cumulatividade de impostos e acabar com a chamada “guerra fiscal” entre os entes federativos.
Para o consumidor, o novo modelo tende a tornar mais clara a carga tributária embutida nos preços de produtos e serviços. A expectativa é que a transparência aumente, permitindo que o cidadão saiba exatamente quanto paga de imposto em cada compra. No entanto, especialistas alertam que, durante o período de transição, podem ocorrer variações de preços, já que alguns setores podem pagar mais tributos e outros menos, dependendo da alíquota final definida.
Outro ponto relevante é a criação do chamado “cashback tributário”, mecanismo que prevê a devolução de parte dos impostos pagos por famílias de baixa renda. A medida tem como objetivo reduzir o impacto da tributação sobre o consumo, que hoje pesa proporcionalmente mais sobre os mais pobres, tornando o sistema mais justo do ponto de vista social.
Para as empresas, a reforma traz a promessa de simplificação de obrigações acessórias e redução de custos com contabilidade e planejamento tributário. Por outro lado, o setor produtivo acompanha com atenção a definição das alíquotas e as regras de transição, que ocorrerão de forma gradual ao longo de vários anos, exigindo adaptação e planejamento.
Apesar das expectativas positivas, o novo Código Tributário também gera debates e preocupações. Economistas e tributaristas destacam que o sucesso da reforma dependerá da regulamentação das leis complementares e da capacidade do poder público de garantir neutralidade arrecadatória, evitando aumento excessivo da carga tributária.