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Treinamento policial com spray de pimenta intoxica moradores em Pedro Juan Caballero.


O que deveria ser um exercício de treinamento para policiais se transformou em um incidente que afetou transeuntes. Durante uma simulação realizada pelo grupo conhecido como “capacetes azuis”, o uso de spray de pimenta produziu uma nuvem química que, levada pelo vento, se espalhou por uma área de tráfego intenso, afetando principalmente motociclistas.

O Dr. Roberto Agüero, médico de plantão no Centro de Especialidades Juan Pablo II, explicou que por volta das 20h30 da segunda-feira (12), pacientes começaram a chegar com sintomas compatíveis com intoxicação química.

“Os pacientes apresentavam queimação intensa nos olhos e na garganta, dificuldade para respirar, lacrimejamento constante e taquicardia. O odor do gás era tão persistente que até mesmo a equipe médica sofreu irritação ocular ao atendê-los”, relatou o profissional.

Entre os casos tratados, dois exigiram atenção especial. Uma gestante de 35 semanas relatou palpitações e dor abdominal, sendo transferida com urgência para a maternidade do Hospital Regional para avaliação da possibilidade de parto prematuro. Da mesma forma, uma mulher de 42 anos foi internada com crise hipertensiva e ansiedade grave causada por sensação de sufocamento. Após receber medicação antialérgica e ter sua pressão arterial estabilizada, ela recebeu alta.

Segundo as vítimas, a exposição ocorreu perto do Parque de Exposições, onde estavam sendo realizados exercícios de controle de distúrbios. Os queixosos afirmaram que o gás se dispersou incontrolavelmente e permaneceu no ar por um longo período, afetando todos que estavam na área.

O Dr. Agüero indicou que pelo menos três pacientes foram atendidos em sua clínica, embora seja possível que mais pessoas, incluindo menores, tenham procurado o Hospital Regional com sintomas semelhantes.



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Procurado pela Justiça brasileira, “Monstro” é preso na fronteira e extraditado pelo Paraguai





Um brasileiro acusado de tráfico de drogas e homicídio, que era considerado foragido da Justiça do Brasil, foi preso em Pedro Juan Caballero e extraditado nas últimas horas pelo Governo do Paraguai. Trata-se de Dyego Rossi Dias Borges, conhecido pelo apelido de “Monstro”, capturado em uma ação conjunta de forças de segurança dos dois países.

A prisão foi realizada por agentes brasileiros e paraguaios do Comando Bipartite, mecanismo de cooperação entre Brasil e Paraguai, com apoio da Força Tática da Polícia Nacional paraguaia. Após a captura, o caso foi rapidamente comunicado às autoridades judiciais paraguaias, que autorizaram a expulsão do estrangeiro por meio da Direção Nacional de Migração.

Concluídos os trâmites legais, Dyego Rossi Dias Borges foi entregue a agentes brasileiros na Linha Internacional entre Pedro Juan Caballero e Ponta Porã. Ele deverá ser encaminhado a uma unidade prisional no Brasil, onde ficará à disposição da Justiça para o cumprimento das penas relacionadas aos crimes pelos quais é acusado.




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Procurado no Brasil, “Monstro” é preso na fronteira e extraditado pelo Paraguai


Um brasileiro acusado de tráfico de drogas e homicídio, que era considerado foragido da Justiça do Brasil, foi preso em Pedro Juan Caballero e extraditado nas últimas horas pelo Governo do Paraguai. Trata-se de Dyego Rossi Dias Borges, conhecido pelo apelido de “Monstro”, capturado em uma ação conjunta de forças de segurança dos dois países.

A prisão foi realizada por agentes brasileiros e paraguaios do Comando Bipartite, mecanismo de cooperação entre Brasil e Paraguai, com apoio da Força Tática da Polícia Nacional paraguaia. Após a captura, o caso foi rapidamente comunicado às autoridades judiciais paraguaias, que autorizaram a expulsão do estrangeiro por meio da Direção Nacional de Migração.

Concluídos os trâmites legais, Dyego Rossi Dias Borges foi entregue a agentes brasileiros na Linha Internacional entre Pedro Juan Caballero e Ponta Porã. Ele deverá ser encaminhado a uma unidade prisional no Brasil, onde ficará à disposição da Justiça para o cumprimento das penas relacionadas aos crimes pelos quais é acusado.



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Rapaz que ajudou a ocultar cadáver de padre descumpre medida cautelar e é preso


A Polícia Civil de Dourados prendeu, na tarde desta terça-feira (13), João Victor Martins Vieira, de 18 anos, por descumprimento de medida cautelar relacionada ao caso que investigou a morte do padre Alexsandro da Silva Lima. O mandado de prisão preventiva foi cumprido por equipes do Setor de Investigações Gerais (SIG) no bairro João Paulo II.

Segundo o delegado Lucas Albe Veppo, responsável pela investigação, a prisão ocorreu porque o jovem mudou de endereço sem comunicar previamente o Judiciário, condição imposta quando ele foi colocado em liberdade em novembro do ano passado, à época ainda menor de idade. Após a abordagem, João Victor foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para o cumprimento da ordem judicial.

Durante a ação, o rapaz alegou aos policiais que teria informado a mudança, justificando que não se sentia mais bem-vindo na residência anterior em razão da repercussão do crime. A versão, no entanto, não foi reconhecida formalmente pelas autoridades judiciais, resultando na decretação da prisão preventiva.

Entenda o caso

O padre Alexsandro da Silva Lima desapareceu na sexta-feira, 14 de novembro de 2025, e teve o corpo encontrado no dia seguinte em uma área do Distrito Industrial de Dourados. O religioso apresentava ferimentos provocados por golpes de faca e martelo.

Na ocasião, Leanderson de Oliveira Júnior, também de 18 anos, apontado como autor do homicídio, confessou o crime à polícia. Ele afirmou que teria sido chamado para um encontro sexual mediante pagamento na residência do padre e que a intenção inicial seria roubar o veículo da vítima e fugir para o Paraguai. A prisão em flagrante de Leanderson foi convertida em preventiva, e ele segue detido.

As investigações indicam que João Victor teria participado da ocultação do cadáver, o que o tornou alvo de medidas cautelares posteriormente descumpridas.



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Rapaz que ajudou a ocultar cadáver de padre descumpre medida cautelar e é preso


A Polícia Civil de Dourados prendeu, na tarde desta terça-feira (13), João Victor Martins Vieira, de 18 anos, por descumprimento de medida cautelar relacionada ao caso que investigou a morte do padre Alexsandro da Silva Lima. O mandado de prisão preventiva foi cumprido por equipes do Setor de Investigações Gerais (SIG) no bairro João Paulo II.

Segundo o delegado Lucas Albe Veppo, responsável pela investigação, a prisão ocorreu porque o jovem mudou de endereço sem comunicar previamente o Judiciário, condição imposta quando ele foi colocado em liberdade em novembro do ano passado, à época ainda menor de idade. Após a abordagem, João Victor foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para o cumprimento da ordem judicial.

Durante a ação, o rapaz alegou aos policiais que teria informado a mudança, justificando que não se sentia mais bem-vindo na residência anterior em razão da repercussão do crime. A versão, no entanto, não foi reconhecida formalmente pelas autoridades judiciais, resultando na decretação da prisão preventiva.

Entenda o caso

O padre Alexsandro da Silva Lima desapareceu na sexta-feira, 14 de novembro de 2025, e teve o corpo encontrado no dia seguinte em uma área do Distrito Industrial de Dourados. O religioso apresentava ferimentos provocados por golpes de faca e martelo.

Na ocasião, Leanderson de Oliveira Júnior, também de 18 anos, apontado como autor do homicídio, confessou o crime à polícia. Ele afirmou que teria sido chamado para um encontro sexual mediante pagamento na residência do padre e que a intenção inicial seria roubar o veículo da vítima e fugir para o Paraguai. A prisão em flagrante de Leanderson foi convertida em preventiva, e ele segue detido.

As investigações indicam que João Victor teria participado da ocultação do cadáver, o que o tornou alvo de medidas cautelares posteriormente descumpridas.



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Bebê é internado após consumir fórmula proibida pela Anvisa em Dourados


Uma bebê de apenas dois meses de idade permanece internada em estado considerado crítico em um hospital de Dourados, após apresentar quadro grave de intoxicação possivelmente relacionado ao consumo de fórmula infantil pertencente a lotes proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O caso mobilizou as autoridades de saúde e levou à intensificação da fiscalização sanitária no município.

Diante da gravidade da situação, a Vigilância Sanitária de Dourados passou a reforçar ações de orientação e inspeção em estabelecimentos comerciais. A medida ocorre após a publicação da Resolução nº 32/2026 da Anvisa, em 7 de janeiro, que proibiu a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de fórmulas infantis por suspeita de contaminação.

Em apenas dois dias de fiscalização, 23 empresas foram vistoriadas. Em uma delas, um supermercado, foi encontrado ao menos um lote proibido exposto à venda, que foi imediatamente retirado das gôndolas. Já nas farmácias visitadas, a maioria não possuía os produtos em estoque. Os proprietários estão sendo formalmente orientados a retirar qualquer lote suspeito das prateleiras e a comunicar eventuais irregularidades.

O gerente da Vigilância Sanitária de Dourados, Diego Victor de Freitas Mesquita, reforçou o alerta aos pais e responsáveis para que verifiquem atentamente os rótulos das fórmulas infantis armazenadas em casa. A recomendação é acessar o site oficial da Anvisa para conferir a lista completa de lotes proibidos. Caso o produto esteja entre os relacionados na resolução, o consumo deve ser imediatamente suspenso.

Lotes sob suspeita

A proibição determinada pela Anvisa envolve lotes específicos das seguintes marcas da Nestlé Brasil:

Nestogeno

Nan Supreme Pro

Nanlac Supreme Pro

Nanlac Comfor

Nan Sensitive

Alfamino

Para orientações sobre troca ou devolução, os consumidores devem entrar em contato diretamente com o SAC da fabricante, cujos canais constam nas embalagens. A Anvisa esclarece que a medida não afeta outros produtos das mesmas linhas, apenas os lotes listados na resolução.



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Bebê de dois internado em Dourados consumiu fórmula proibida pela Anvisa


Uma bebê de apenas dois meses de idade permanece internada em estado considerado crítico em um hospital de Dourados, após apresentar quadro grave de intoxicação possivelmente relacionado ao consumo de fórmula infantil pertencente a lotes proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O caso mobilizou as autoridades de saúde e levou à intensificação da fiscalização sanitária no município.

Diante da gravidade da situação, a Vigilância Sanitária de Dourados passou a reforçar ações de orientação e inspeção em estabelecimentos comerciais. A medida ocorre após a publicação da Resolução nº 32/2026 da Anvisa, em 7 de janeiro, que proibiu a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de fórmulas infantis por suspeita de contaminação.

Em apenas dois dias de fiscalização, 23 empresas foram vistoriadas. Em uma delas, um supermercado, foi encontrado ao menos um lote proibido exposto à venda, que foi imediatamente retirado das gôndolas. Já nas farmácias visitadas, a maioria não possuía os produtos em estoque. Os proprietários estão sendo formalmente orientados a retirar qualquer lote suspeito das prateleiras e a comunicar eventuais irregularidades.

O gerente da Vigilância Sanitária de Dourados, Diego Victor de Freitas Mesquita, reforçou o alerta aos pais e responsáveis para que verifiquem atentamente os rótulos das fórmulas infantis armazenadas em casa. A recomendação é acessar o site oficial da Anvisa para conferir a lista completa de lotes proibidos. Caso o produto esteja entre os relacionados na resolução, o consumo deve ser imediatamente suspenso.

Lotes sob suspeita

A proibição determinada pela Anvisa envolve lotes específicos das seguintes marcas da Nestlé Brasil:

Nestogeno

Nan Supreme Pro

Nanlac Supreme Pro

Nanlac Comfor

Nan Sensitive

Alfamino

Para orientações sobre troca ou devolução, os consumidores devem entrar em contato diretamente com o SAC da fabricante, cujos canais constam nas embalagens. A Anvisa esclarece que a medida não afeta outros produtos das mesmas linhas, apenas os lotes listados na resolução.



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Ao tentar defender a esposa, homem é assassinado na Capital





Alysson da Rocha morreu na tarde desta terça-feira (13), vítima de esfaqueamento ocorrido em meio a uma discussão que envolvia sua esposa no Jardim Noroeste em Campo Grande. Conforme o delegado da 4ª DP – Polícia Civil, Cristian Molinedo, Alysson teria se envolvido em uma briga no Jardim Noroeste, ao tentar defender a esposa, foi atingido com uma facada no pescoço.

Gravemente ferido, Alysson foi colocado em um veículo dirigido pela esposa que partiu rumo a uma unidade de saúde. O casal conseguiu chegar até a esquina das Ruas Toros Puxian e Colômbia, onde vítima saiu do carro e em seguida caiu morrendo antes de receber socorro.

A Polícia Militar isolou a área para o trabalho da Polícia Civil e Perícia. Segundo a polícia, Alyson estava evadido do sistema prisional. O caso, inicialmente atendido pela 4ª Delegacia de Polícia, seguirá para a 3ª DP, responsável pela área onde o crime ocorreu.




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Trump anuncia tarifas de 25% a países que negociarem com Irã


Agência Brasil*

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (12) a imposição, com efeitos imediatos, de uma tarifa de 25% sobre “qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã”.

Segundo Trump, estes países terão uma tarifa imediata sobre todas as transações comerciais realizadas com os Estados Unidos.

“Com efeito imediato, qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã pagará uma tarifa de 25% sobre todas as transações realizadas com os Estados Unidos da América”, anunciou Donald Trump em sua rede social.

“Esta ordem é definitiva e irrecorrível”, acrescentou.

Protestos

O anúncio de Trump surge no momento em que o regime de Teerã enfrenta uma das maiores ondas de protestos dos últimos anos.

Neste domingo (11) e segunda-feira, Teerã registrou também atos pró-regime da República Islâmica e para criticar as manifestações violentas dos últimos dias.

Ontem, o presidente do Irã Masoud Pezeshkian afirmou que protestos pacíficos são tolerados no país, mas que os distúrbios recentes são provocados por “terroristas do estrangeiro”, para justificar uma invasão pelos EUA e por Israel.

Em resposta aos protestos, que já se estendem a todo o país, as autoridades iranianas têm respondido com força letal perante a população. Segundo organizações não-governamentais, há registro de pelo menos 600 mortes.

Nos últimos dias, o presidente estadunidense tem repetido ameaças de intervenção no Irã. Donald Trump afirmou que tem opções “muito fortes”, incluindo a via militar, e adiantou ainda que está em contacto com líderes da oposição iranianos.



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Moraes nega mais um recurso de Bolsonaro contra condenação por golpe


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (13) mais um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que buscava novamente reverter a pena de 27 anos e três meses de prisão à qual ele foi condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

Os advogados de Bolsonaro protocolaram o novo recurso na segunda (12). No agravo regimental, a defesa pleiteava levar o caso para discussão no plenário do Supremo, alegando que o Regimento Interno do Supremo não prevê quórum mínimo para que o colegiado julgue recursos contra decisões das turmas.

Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo em setembro. Pouco depois, a defesa entrou com uma apelação do tipo embargos infringentes, que permite à defesa insistir pela absolvição e usar argumentos de algum voto divergente. No caso, o único voto divergente foi do ministro Luiz Fux, que se posicionou pela absolvição do ex-presidente e a anulação do caso.

Moraes, contudo, negou andamento aos infringentes. Ele justificou a decisão afirmando que a jurisprudência do Supremo, ao menos desde 2017, estabeleceu a necessidade de no mínimo dois votos divergentes para que esse tipo de embargo seja aceito.

Na segunda, os advogados alegaram que em nenhuma parte do Regimento Interno pode ser encontrada essa limitação de quórum, e que negar o direito de Bolsonaro ser julgado pelo plenário seria uma violação de direitos humanos, por impossibilitar que o ex-presidente tenha acesso ao duplo grau de jurisdição.

Na decisão desta terça, Moraes não chegou a analisar o mérito dos argumentos da defesa. O ministro-relator negou andamento ao apelo afirmando ser “absolutamente incabível juridicamente a interposição desse recurso após o trânsito em julgado do Acórdão condenatório”.

Atualmente, Bolsonaro está preso em uma sala especial nas instalações da Polícia Federal (PF) em Brasília. O ex-presidente já obteve autorização mais de uma vez para ser deslocado a um hospital particular, inclusive para a realização de uma cirurgia de hérnia inguinal.

Por diversas vezes, a defesa pediu autorização para que Bolsonaro cumpra pena em casa, por motivos humanitários de saúde, mas todas foram negadas por Moraes. Para o ministro, a lei não permite a concessão do benefício, pois a PF teria condições de oferecer atendimento adequado ao ex-presidente.

Bolsonaro foi condenado por cinco crimes: liderar organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. Os últimos crimes estão ligados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes da República.



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