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No Brasil, ganhos seguem pontuais e sojicultor 'de olho' na colheita: confira o fechamento de mercado de hoje


Movimento do mercado físico foi pontual, mas Chicago reagiu com suporte do óleo de soja e exportações americanas



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Banco Central decreta liquidação da gestora Reag


Segundo o BC, o decreto de liquidação extrajudicial foi motivado por graves violações às normas que regem as atividades das instituições financeiras no país. A Reag está enquadrada no segmento S4 da regulação, representando menos de 0,001% do ativo total ajustado do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

O Banco Central informou que seguirá adotando todas as medidas necessárias para apurar responsabilidades, conforme suas competências legais. Dependendo do resultado das investigações, poderão ser aplicadas medidas sancionadoras de caráter administrativo e realizadas comunicações às autoridades competentes, conforme previsto em lei.

Além disso, nos termos da legislação vigente, os bens dos controladores e ex-administradores da instituição ficam indisponíveis, garantindo a proteção do sistema financeiro e a continuidade das apurações.

Reag e Banco Master

A Reag é investigada no âmbito do chamado caso Master, que apura suspeitas de fraudes e operações financeiras irregulares envolvendo o Banco Master. As apurações apontaram indícios de irregularidades em operações realizadas entre fundos administrados pela gestora e a instituição financeira, incluindo transações consideradas atípicas e estruturas de crédito sob questionamento.

No ano passado, a gestora também foi um dos alvos da Operação Carbono Oculto, deflagrada pela Polícia Federal em agosto, que investigou um esquema de lavagem de dinheiro estimado em quase R$ 10 bilhões, ligado ao crime organizado, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC), e a empresas do setor financeiro. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da gestora.

Segundo documentos da investigação, há a suspeita de que a Reag tenha sido utilizada para a ocultação de recursos ilícitos por meio de veículos de investimento, em razão do grau de discrição proporcionado por esse tipo de estrutura. As apurações seguem em andamento pelas autoridades competentes.

A liquidação da Reag ocorre após a liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central em novembro do ano passado, depois de tentativas frustradas de recuperação da instituição. A decisão foi posteriormente objeto de análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), no fim de dezembro.

A liquidação do Master figura entre as maiores já registradas no sistema financeiro brasileiro e pode gerar um custo de até R$ 55 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), caso outros bancos de menor porte também venham a ser liquidados.

O fundador da Reag Investimentos, João Carlos Mansur, também é investigado nesta nova fase do caso. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o episódio envolvendo o Banco Master pode se configurar como o maior caso de fraude bancária da história do país.



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Brasil é vetado de fabricar genérico de injeção contra HIV; preço ameaça acesso pelo SUS


BRUNO LUCCA
FOLHAPRESS

O Brasil não poderá fabricar a versão genérica do lenacapavir, medicamento injetável de prevenção ao HIV. A decisão é da Gilead Sciences, farmacêutica detentora da patente do medicamento. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou na segunda-feira (12) o registro da injeção para profilaxia pré-exposição ao vírus, visando reduzir o risco de infecção por via sexual.

Apesar do registro concedido, o produto ainda depende da definição do preço máximo pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). A disponibilização no sistema público de saúde será avaliada pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) e pelo Ministério da Saúde.

Desde o ano passado, a Gilead realiza acordos de licenciamento para a produção de fórmulas genéricas do lenacapavir em todo o mundo. Foram contemplados, até agora, 120 países, os considerados pela empresa mais vulneráveis pela baixa renda da população. O Brasil não foi um deles. Nem será, segundo a farmacêutica.

“Os acordos de licenciamento voluntário anunciados para a produção de versões genéricas do lenacapavir permanecem inalterados. Eles contemplam 120 países de baixa e média renda, definidos com base em critérios epidemiológicos e de capacidade de financiamento dos sistemas de saúde. O Brasil não faz parte desse grupo”, afirma a Gilead à Folha.

Para países como o Brasil -considerado pela empresa com boa capacidade de financiamento da saúde pública, apesar do número de infecções por HIV- a política de acesso ao medicamento envolve outras estratégias, que consideram as especificidades locais e os caminhos regulatórios, como a definição de um preço máximo para a fórmula pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).

A Gilead diz seguir comprometida em colaborar com autoridades e parceiros para apoiar o acesso ao lenacapavir no país, nos marcos regulatórios e institucionais vigentes.

Apesar da iniciativa da farmacêutica, o preço do medicamento pode ser uma barreira à sua distribuição pelo SUS (Sistema Único de Saúde). É o que diz Beatriz Grinsztejn, pesquisadora principal do projeto de viabilidade e implantação do Lenacapavir no Brasil, conduzido pela FioCruz, e presidente da International Aids Society (Organização Internacional da Aids, em português).

Um estudo publicado em junho do ano passado na revista científica Lancet avaliou que uma versão genérica do lenacapavir poderia ter um custo muito abaixo do valor atual.

Comercializado pela biofarmacêutica Gilead, o tratamento hoje custa US$ 25,3 mil por pessoa ao ano (cerca de R$ 136 mil) nos Estados Unidos, podendo chegar a US$ 44,8 mil (R$ 241 mil) em algumas situações. Se fosse produzido por outros laboratórios, porém, o tratamento poderia custar de US$ 25 a US$ 47 por ano (de R$ 135 a R$ 253), segundo o levantamento.

“É um absurdo e uma tristeza. Um país com essas dimensões não poderia ter ficado de fora dessa lista de genéricos. Com certeza, isso pode ser um problema no momento de avaliar a viabilidade para distribuição no SUS”, avalia Grinsztejn.

A Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids) criticou publicamente o valor aplicado ao produto, dizendo ser incompreensível e injustificável, e solicitou que a farmacêutica o torne mais barato para “garantir ao mundo uma chance real de acabar com a Aids”.

A reportagem procurou tanto o Ministério da Saúde quanto a Anvisa para comentar o tema. Ambos os órgãos disseram que a decisão só cabe à Gilead.

Como funciona o medicamento?

O lenacapavir é um inibidor do capsídeo, uma espécie de “casca” do HIV. Essa estrutura proteica é fundamental para proteger o material genético do vírus e permitir sua reprodução.

O fármaco se liga diretamente ao capsídeo do HIV-1 e desregula seu funcionamento. Após entrar na célula, o vírus precisa abrir essa estrutura no momento exato para se replicar. Com o medicamento, essa abertura ocorre cedo demais -ou tarde demais-, o que impede o correto funcionamento do RNA viral.

A estratégia é inovadora. Até então, os antirretrovirais atuavam principalmente sobre enzimas do vírus, bloqueando a integração do DNA viral ao DNA da célula humana. Embora as PrEPs disponíveis tenham alta eficácia, o HIV pode sofrer mutações nessas enzimas, levando à resistência aos medicamentos.
Ao agir sobre o capsídeo, o lenacapavir dificulta esse processo, já que mutações nessa estrutura costumam comprometer a própria viabilidade do vírus.

Outro benefício do medicamento é sua periodicidade. Ele deve ser aplicado apenas a cada seis meses.

HIV/AIDS NO BRASIL

O Boletim Epidemiológico HIV e Aids 2025, divulgado pelo Ministério da Saúde, indica que o Brasil ainda enfrenta desafios na prevenção de novas infecções, mas registra avanços.

O país contabilizou 39.216 detecções de HIV em 2024, o equivalente a 18,4 casos por 100 mil habitantes. A quantidade ficou um pouco acima dos 38.222 registros de 2023.

Já os casos de Aids tiveram queda de 1,5%, indo de 37.527 para 36.955. A mortalidade também diminuiu, chegando a 9.157 óbitos, o menor valor da série histórica.

O perfil das novas infecções permanece concentrado entre homens, especialmente na faixa etária de 20 a 29 anos, com predomínio da transmissão por via sexual.



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Remadores interrompem prova para salvar tartaruga gigante – Noticias R7


Uma equipe britânica de remo interrompeu a participação no World’s Toughest Row (Remada mais difícil do mundo) para salvar uma tartaruga marinha presa em uma rede de pesca. John Hammond, Stacey Rivers e Emma Wolstenholme conseguiram libertar o animal com cuidado e rapidez. 

Após o resgate, o trio voltou para a travessia de mais de 4,8 mil km pelo Oceano Atlântico, realizada sem qualquer apoio externo. Além da missão esportiva, o grupo de remo aproveitou que o vídeo viralizou nas redes sociais para arrecadar fundos para organizações dedicadas ao combate à poluição marinha.

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Eventual sanção dos EUA ao Irã não deve afetar o Brasil, diz Alckmin


O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (15) que uma eventual sanção por parte dos Estados Unidos ao Irã, conforme anunciado pelo presidente norte-americano Donald Trump, não deve afetar o Brasil.

“Os Estados Unidos colocaram que não querem que haja comércio com o Irã. Mas o Irã tem 100 milhões de pessoas. Países europeus exportam para o Irã, a maioria dos países tem algum tipo de exportação. No Brasil, nossa relação comercial com o Irã é pequena”, disse.

“A questão da super tarifação é difícil de ser aplicada. Você teria que aplicar em mais de 70 países do mundo, inclusive países europeus”, completou, ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Alckmin lembrou que não houve, por parte do governo Trump, nenhum tipo de ordem executiva que imponha, de fato, a sanção ao Irã. “Esperamos que não seja aplicada. Porque imposto de exportação é imposto regulatório, é outra lógica. E isso valeria para o mundo inteiro”.

“A Europa, por exemplo, também exporta para o Irã. A Alemanha, muitos países têm comércio exterior”, disse. “Vamos torcer, trabalhar para que isso não ocorra”, completou.

O ministro disse ainda que o Brasil não tem litígio com ninguém.

“No Brasil, a última guerra tem mais de um século. O Brasil é um país de paz e, sempre que pode, atua promovendo a paz. O que nós queremos é paz. Guerra leva à morte, leva à pobreza. É a falência da boa política”.

Alckmin classificou o atual cenário geopolítico como um momento difícil para o mundo e um momento de o Brasil ser mais ouvido.

“Vamos promover a paz, fortalecer o multilateralismo, tratar de melhorar a vida do povo através do emprego e da melhora de renda. Esse é o bom caminho e é isso que o Brasil está trilhando”.



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Do agendamento às internações, Hospital Regional de Dourados já nasce 100% digital


No dia 20 de dezembro do ano passado Dourados ganhou um dos hospitais mais modernos e tecnológicos do Estado: o HRD (Hospital Regional de Dourados), que já nasceu 100% digital. Com foco na eficiência, segurança da informação e experiência humanizada ao paciente, o HRD integra processos eletrônicos em toda a jornada de atendimento: do agendamento às internações.

Entre as facilidades aos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde), o hospital oferece um sistema de agendamento digital, permitindo que o paciente confirme sua consulta pelo WhatsApp, garantindo melhor organização da agenda assistencial. Além disso, os pacientes terão acesso rápido e seguro a todos os exames diretamente pelo Portal de Exames, eliminando a necessidade de papéis e deslocamentos extras, trazendo agilidade no atendimento e maior autonomia ao cidadão.

Outro destaque é a utilização de um prontuário eletrônico de alta performance, amplamente reconhecido no país por aumentar a segurança do paciente, padronizar condutas, reduzir erros e permitir que todas as áreas assistenciais trabalhem de forma integrada. O sistema oferece suporte à decisão clínica e agiliza processos, garantindo que informações críticas estejam sempre disponíveis em tempo real.

Para a Diretora Geral do HRD, Andréia Alcântara, a digitalização da saúde não é apenas um avanço tecnológico, é uma ferramenta essencial para oferecer cuidado mais seguro, rápido e humanizado. “No Hospital Regional de Dourados, cada processo foi pensado para colocar o paciente no centro, garantindo eficiência, integração e transparência em toda a sua jornada”, afirmou a diretora.

Secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone comemora o emprego da tecnologia em um hospital que integra a rede estadual de saúde. “O Hospital Regional de Dourados simboliza um novo patamar para o SUS em Mato Grosso do Sul. Um hospital que já nasce 100% digital para ampliar ainda mais a segurança do paciente, qualifica o cuidado, otimiza os fluxos assistenciais e garante mais transparência e eficiência em toda a jornada de atendimento”.

A saúde digital já é realidade em Dourados

Uma das novidades do Hospital Regional de Dourados é a checagem beira-leito de forma digital, utilizando dispositivos móveis para validar medicações, procedimentos e identificação do paciente, o que reduz riscos e fortalece protocolos de segurança do paciente. Ou seja, antes do paciente receber qualquer tipo de medicação ocorre a conferência eletrônica por parte da equipe assistencial, evitando erros de garantindo a segurança das medicações aplicadas.

Para a paciente Zenilda Lopes dos Santos, de 70 anos, essa tecnologia é novidade. “É a primeira vez que vejo esse tipo de tecnologia, até mesmo em outros estados onde fui atendida. Estou internada aqui e vejo como o processo traz mais segurança para o paciente. Afinal, no meio de tantos pacientes, o meu medicamento pode ser parecido com o da paciente do lado, mas com essa checagem beira leito não tem como ter erro na medicação”, contou a paciente.

Tecnologia a favor do paciente

Por meio do Portal do Paciente, que será implantado em breve, familiares e usuários autorizados poderão acompanhar o prontuário digital e o boletim médico, fortalecendo a comunicação entre equipe e família. Além disso, o hospital já conta com painéis digitais de acompanhamento das internações, fornecendo indicadores em tempo real para garantir eficiência operacional, melhorando o uso dos leitos e apoiando decisões estratégicas.

Outra melhoria é o encaminhamento eletrônico, ou seja, quando um paciente precisa ser direcionado para outra especialidade, o médico realiza o encaminhamento eletronicamente, e o paciente entra automaticamente na fila de agendamento. O processo elimina formulários em papel, que podem ser extraviados, e assegura total rastreabilidade e transparência.

“O HRD está materializando o uso de ferramentas avançadas em saúde digital que já vinham sendo adequadas há tempos, agora implantando-as na prestação do serviço público. A integração total dos sistemas garante rastreabilidade, apoio à decisão clínica e processos mais ágeis, sempre com o paciente no centro do cuidado”, finaliza o coordenador de Tecnologia da Informação da SES (Secretaria de Estado de Saúde).

Comunicação SES
*com informações do HRD
Foto de capa e internas: Arquivo/HRD
Galeria: Bruno Rezende/Secom/Arquivo



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Plataforma Não Me Perturbe atinge 14,2 milhões de cadastros em 2025


A plataforma Não Me Perturbe, iniciativa de autorregulação do setor de telecomunicações, encerrou o ano de 2025 com 14,2 milhões de números de telefone cadastrados para bloquear chamadas de telemarketing e ofertas de crédito consignado. O aumento de 1,7 milhão de cadastros em relação ao ano anterior representa cerca de 5 mil registros diários, segundo dados divulgados pela Conexis Brasil Digital.

Lançada em julho de 2019, a plataforma permite que consumidores evitem ligações indesejadas de empresas do ramo de telecomunicações e financeiras que oferecem consignado. O Distrito Federal se destaca como a unidade federativa com a maior proporção de números cadastrados: 9,4% da base de telefones fixos e móveis da região estão protegidos.

Para o presidente-executivo da Conexis Brasil Digital, Marcos Ferrari, a Não Me Perturbe exemplifica o impacto positivo da autorregulação. ‘A iniciativa reforça o respeito à vontade do consumidor e tem contribuído para reduzir o número de reclamações nos últimos anos’, afirmou ele.

O cadastro pode ser realizado no site www.naomeperturbe.com.br, pelo aplicativo ou por meio dos Procons em todo o país. O bloqueio entra em vigor em até 30 dias após o registro. A plataforma abrange apenas empresas aderentes, como operadoras de telecom e instituições de crédito consignado, não se aplicando a outros setores, como planos de saúde.

Em setembro do ano anterior, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tornou obrigatória a adesão de todas as prestadoras de serviços de telecomunicações à plataforma, incluindo as de pequeno porte, ampliando o alcance da proteção aos consumidores. As informações foram retiradas da Agência Brasil.



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Ataque russo com drones em hospital da Ucrânia deixa uma pessoa morta e três feridas – Noticias R7


Uma pessoa morreu e três ficaram feridas em um ataque russo a um hospital na capital da Ucrânia, neste domingo (4). Bombeiros retiraram 25 pacientes às pressas. O ataque destruiu grande parte do hospital. Segundo o governo ucraniano, a Rússia usou 165 drones para bombardear o país nessa madrugada. O presidente Volodymyr Zelensky pediu aos países aliados maior acesso a sistemas de defesa antiaérea.

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