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CVC: um único investidor teria puxado a queda da de 10% na ação. Entenda


Depois de subir pouco mais de 20% nos primeiros pregões do ano, a ação da CVC chegou a devolver todo esse ganho em meio ao pregão nesta sexta (16) — um movimento que aponta para o desmonte de uma posição relevante via derivativos, em um momento marcado pela troca de CEO.

A ação da CVC (CVCB3) começou o pregão desta sexta-feira (16) perto da estabilidade, mas o humor virou ao longo da tarde. Por volta das 14h, os papéis passaram a cair de forma acentuada e chegaram a recuar 24%, negociados a R$ 2,03.

No fechamento do pregão, a queda tinha arrefecido para 10%. No ano, a alta segue relevante: 11,5%.

Nas mesas de operação, o movimento chamou atenção pela intensidade e pelo horário. A queda concentrada a partir da tarde levantou dúvidas sobre o que estaria por trás da pressão vendedora.

O InvestNews apurou que o movimento está ligado ao encerramento de uma posição relevante em derivativos mantida por um único investidor, que vinha se beneficiando da forte alta da ação nos últimos dias e decidiu capturar os ganhos recentes. Antes do tombo desta sexta-feira, a CVC acumulava valorização de cerca de 23% nos primeiros pregões deste ano que mal começou.

Derivativos são contratos financeiros cujo valor depende do desempenho de outro ativo, como ações ou índices. Eles permitem ao investidor ganhar exposição ao papel sem comprar diretamente a ação e costumam ser usados tanto para potencializar ganhos quanto para estruturar estratégias mais sofisticadas de risco.

Nesse tipo de operação, o investidor negocia derivativos com bancos, que ficam do outro lado do contrato. Para reduzir o risco desses contratos, os bancos costumam fazer operações automáticas no mercado de ações, comprando ou vendendo o papel.

Quando a posição em derivativos é encerrada, essa proteção deixa de ser necessária e é desfeita, o que pode gerar uma venda concentrada de ações em pouco tempo. Esse movimento técnico acaba pressionando o preço do papel para além de uma mudança nos fundamentos da empresa.

Troca de CEO

A forte queda da ação ocorre em meio a uma mudança relevante no comando da CVC. Na véspera, o conselho de administração comunicou a saída de Fabio Godinho, que liderou a reestruturação da companhia no pós-pandemia com foco em desalavancagem e eficiência operacional, e a nomeação de Fabio Mader como novo CEO.

Executivo interno com quase 15 anos de casa, Mader passou por áreas como vendas, compras e produtos, além de ter atuado como country manager da operação na Argentina. Antes de ingressar na CVC, foi diretor comercial da Gol e diretor de marketing e vendas da Webjet.

Um gestor ouvido sob condição de anonimato avaliou a troca como positiva para dar mais clareza estratégica à companhia em um momento decisivo, embora, nos bastidores, a substituição ainda esteja sendo avaliada pelos acionistas.

O profissional ouvido pela reportagem destacou que a escolha de Mader alinha a empresa para um modelo mais focado em disciplina na alocação de capital, especialmente diante do desafio de renegociar dívidas, um movimento que abre chance de upside (tendência de alta) da ação.



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PM de Sanga Puitã prende idoso transportando agrotóxicos ilegais





Um idoso de 70 anos foi preso na tarde desta sexta-feira (16) por contrabando de agrotóxicos, durante uma ação da Polícia Militar de Sanga Puitã, distrito de Ponta Porã. A abordagem ocorreu durante patrulhamento ostensivo nas proximidades da BR-463, rota frequentemente utilizada para o transporte ilegal de mercadorias na região de fronteira com o Paraguai.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe suspeitou de um Fiat Palio Weekend que trafegava em alta velocidade e com os vidros excessivamente escurecidos. Após acompanhamento tático, o veículo foi interceptado no Posto Fiscal Pacuri. Durante a vistoria, os policiais encontraram 390 quilos/litros de agrotóxicos de origem estrangeira, sendo 345 quilos em pó e 45 litros em forma líquida, todos sem qualquer documentação legal.

Além da carga ilegal, os militares localizaram no interior do automóvel um rádio comunicador clandestino em funcionamento, supostamente utilizado para monitorar a fiscalização ao longo do trajeto, o que reforça a suspeita de atuação organizada no transporte do material.

O condutor informou aos policiais que receberia R$ 600 pelo transporte e que faria a entrega dos agrotóxicos nos distritos de Lagunita e no município de Laguna Carapã. Diante dos fatos, ele recebeu voz de prisão pelos crimes de contrabando, crime ambiental e atividade clandestina de telecomunicação.

O suspeito, juntamente com o veículo e toda a carga apreendida, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal de Ponta Porã.  




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São Paulo lidera a produção de alface e movimenta quase R$ 1 bilhão ao ano


Estado produz cerca de 22 milhões de pés da hortaliça anualmente, abastece o próprio mercado e tem o governo paulista como principal comprador



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Mais um caso de bebê intoxicado por maconha é registrado na fronteira


Um novo e preocupante caso de intoxicação infantil por maconha foi registrado em Pedro Juan Caballero. Desta vez, a vítima é uma bebê de apenas 9 meses, que deu entrada no Hospital Regional com quadro de sonolência, levantando alerta imediato da equipe médica. Este é o segundo caso semelhante registrado em poucos dias na cidade.

Segundo informações da defensora pública Carolina Medina, apesar de a criança apresentar sinais vitais estáveis, os médicos optaram por realizar um exame toxicológico, que confirmou a presença de maconha no organismo da bebê. Diante da gravidade da situação, os pais também foram submetidos a testes, que apontaram resultado positivo para maconha e cocaína em ambos.

Ao prestar esclarecimentos, a mãe alegou que teria encontrado um cigarro eletrônico (vape) na mão da criança, motivo pelo qual decidiu levá-la imediatamente ao hospital. No entanto, devido à seriedade do caso, as autoridades consideraram necessário aprofundar a investigação para confirmar as circunstâncias da intoxicação.

Como medida emergencial de proteção, os três filhos do casal — uma criança de 4 anos, outra de 2 e a bebê de 9 meses — foram retirados da guarda dos pais e passaram a ficar sob os cuidados da avó paterna. O caso foi comunicado ao Juizado da Infância e Adolescência e ao Ministério Público do Paraguai, que acompanham as providências legais.

A defensora pública classificou o episódio como extremamente grave, ressaltando que a intoxicação de uma criança por maconha representa sério risco à saúde e evidencia falhas no dever de cuidado dos responsáveis. Ela informou ainda que solicitou ao Ministério Público a aplicação de medidas exemplares contra os pais, considerando a reincidência de casos semelhantes na região.

Após atendimento médico, a bebê recebeu alta, encontra-se em bom estado de saúde e permanece sob a guarda da avó. O caso segue judicializado e em investigação.

Fonte: Radio Imperio 106.7 FM



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Mortes por intervenção policial no RJ sobem 13% em 2025


Em 2025, o estado do Rio de Janeiro registrou 797 mortes decorrentes de intervenções policiais, um aumento de 13% em comparação às 703 óbitos de 2024. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).

Entre as vítimas, seis policiais civis e 13 militares foram mortos, superando os registros do ano anterior, quando um civil e 11 militares perderam a vida. O ano marcou a operação policial mais letal da história da cidade do Rio, realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte, que resultou em 121 mortes, incluindo dois policiais militares e dois civis.

No geral, as mortes violentas totalizaram 3.881 em 2025, um crescimento de 2% ante as 3.809 de 2024. Esse índice abrange homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte, latrocínios e intervenções policiais. O latrocínio, roubo seguido de morte, caiu 22%, com 77 vítimas registrados contra 99 no ano anterior.

Em dezembro de 2025, a letalidade violenta diminuiu 8,1%, com 340 mortes, enquanto os homicídios dolosos recuaram 11,7%, atingindo 271 vítimas – o menor número para o mês em três anos.

Outros crimes também apresentaram variações: os estupros subiram 0,8%, totalizando 5.867 casos, contra 5.819 em 2024.

No âmbito dos crimes contra o patrimônio, os roubos de veículos caíram 18,4%, com 25.239 registros, em comparação a 30.930 no ano anterior. Os roubos de rua diminuíram 2,7%, passando de 58.521 para 56.937 ocorrências, e o roubo de carga registrou queda de 9,4%, com 3.114 casos.

As polícias Civil e Militar apreenderam 920 fuzis em 2025, um recorde histórico com aumento de 25,7% em relação a 2024, desde o início da série histórica em 2007.

A diretora-presidente do ISP, Marcela Ortiz, atribuiu os resultados à efetividade das estratégias baseadas em inteligência, análise de dados e integração entre as corporações. O governador Cláudio Castro enfatizou os investimentos em tecnologia e operações integradas, defendendo maior colaboração na fiscalização de fronteiras e legislação mais rígida contra armas de guerra.



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economia

Dólar vai R$ 5,37 e Bolsa cai com temor de demora no corte de juros


O dólar terminou a última sessão da semana com leve oscilação positiva, perto da estabilidade, nesta sexta-feira (16/1), em um dia no qual os investidores repercutiram a chamada “prévia” do PIB no Brasil e declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos).


Dólar

  • A moeda norte-americana fechou a sessão em alta de 0,08%, cotada a R$ 5,373.
  • Na cotação máxima do dia, o dólar bateu R$ 5,395. A mínima foi de R$ 5,365.
  • Na véspera, o dólar terminou a sessão em queda de 0,62%, cotado a R$ 5,368.
  • Com o resultado, a moeda dos EUA acumula perdas de 2,12% frente ao real em 2026.

Ibovespa


“Prévia” do PIB surpreende e diminui aposta em corte de juros

O principal destaque da agenda econômica doméstica, nesta sexta, foi a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O indicador mostrou que a economia brasileira avançou 0,7% em novembro, na comparação com o mês anterior. Em outubro, na comparação com setembro, houve retração de 0,2%. No trimestre, houve alta de 0,2%.

Para chegar ao resultado, o Banco Central (BC) fez um ajuste sazonal (cálculo que remove as flutuações sazonais de uma série temporal para comparar períodos diferentes). No mês, o IBC-Br por setores produtivos teve crescimento de 0,8% na indústria, e serviços avançaram 0,6%. Já a agropecuária encolheu 0,3%.

Em relação a novembro do ano passado, o IBC-Br teve alta de 1,2%. Em 12 meses, o indicador do BC apresentou aumento de 2,4%. No ano, a chamada “prévia do PIB” registrou expansão de 2,4%. Todas essas variações foram calculadas sem ajustes sazonais.

O resultado surpreendeu o mercado e veio acima da média das projeções dos analistas, que esperavam uma alta de 0,3% do IBC-Br em novembro. Com a atividade econômica resiliente, aumentou a percepção de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC adie o início do ciclo de cortes na taxa básica de juros (a Selic), atualmente em 15% ao ano.

O indicador é considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto. O IBC-Br incorpora estimativas de crescimento para os setores agropecuário, industrial e de serviços. O cálculo é feito com ajuste sazonal, o que permite comparar períodos diferentes.

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país, a Selic. O PIB, por sua vez, é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país.

Economistas vem alertando para a desaceleração da economia brasileira neste ano devido aos juros altos e ao atual patamar da inflação. Os analistas do mercado financeiro ouvidos semanalmente pelo BC, no Relatório Focus, projetam que o PIB crescerá 1,8% em 2026. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) espera um crescimento do PIB na casa dos 1,6% em 2026, mesmo patamar previsto pelo BC.

Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga a estatística oficial do PIB, publicou no último dia 4 de dezembro que o PIB do terceiro trimestre, encerrado em setembro, foi de 0,1%. O resultado representa uma desaceleração em relação ao trimestre anterior (abril, maio e junho), quando o índice ficou em 0,4%.

O PIB de 2025 será conhecido apenas quando for fechado o resultado do quatro trimestre do ano passado (outubro, novembro e dezembro).

Juros nos EUA também seguem no radar

No front externo, os investidores acompanharam declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), em busca de possíveis “pistas” para a trajetória da taxa básica de juros na maior economia do mundo.

Nesta sexta, a diretora do Fed Michelle Bowman fez um discurso sobre política monetária. Também falou o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, a respeito das perspectivas econômicas dos EUA.

Em publicação nas redes sociais, a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, afirmou que a autoridade monetária precisa “olhar além dos dados” para calibrar a taxa de juros em suas futuras decisões.

“Tudo somado, seremos capazes de responder a mudanças em perspectivas econômicas e dependentes de projeções para garantir uma política monetária apropriada no futuro”, escreveu Daly no X (antigo Twitter).

Segundo a dirigente do Fed, os indicadores econômicos são “essenciais”, mas “são as pessoas que nos dizem o que estão planejando e como isso moldará nosso futuro”.

Na última reunião do Fed, em dezembro, o corte nos juros foi de 0,25 ponto percentual, acompanhando as projeções da maioria dos analistas do mercado. Agora, os juros estão no patamar entre 3,5% e 3,75% ao ano.

Foi a terceira redução consecutiva na taxa de juros pelo BC dos EUA. Na reunião anterior do Fed, em setembro, o corte também havia sido de 0,25 ponto percentual.

A votação não foi unânime. Stephen Miran, novo integrante do Fed, indicado por Donald Trump, votou por um corte maior, de 0,5 ponto percentual, enquanto Jeffrey R. Schmid e Austan D. Goolsbee votaram pela manutenção da taxa de juros.

O próximo encontro da autoridade monetária para definir a taxa de juros, o primeiro de 2026, está marcado para os dias 27 e 28 de janeiro.

Análise

Segundo Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o dólar permaneceu estável em relação ao real “em mais um dia de pressão na curva de juros norte-americana, em um contexto de reprecificação das expectativas para a política monetária dos EUA”.

“O pano de fundo foi reforçado pela disputa pela presidência do Fed: Kevin Warsh aparece com cerca de 60% de probabilidade de indicação, enquanto Kevin Hassett recuou para cerca de 15%, após já ter figurado próximo de 85%”, observa Shahini.

“A leitura de um Fed potencialmente mais independente de pressões políticas sustentou deu suporte ao dólar globalmente, com o DXY avançando na semana. No cenário externo, porém, o avanço da moeda foi parcialmente limitado pelo alívio geopolítico nas tensões entre EUA e Irã”, explica. “Localmente, o movimento do dólar no pregão de hoje é contido dado o ainda elevado diferencial de juros entre Brasil e EUA, assim como o fato de, na semana, o Ibovespa ter quebrado seu recorde de fechamento, o que deu fôlego adicional aos ativos brasileiros.”

Segundo André Valério, economista sênior do Banco Inter, o resultado do IBC-Br, em conjunto com o dado de inflação divulgado na semana passada, “praticamente elimina a possibilidade de um corte da Selic em janeiro”. “Ainda assim, acreditamos que as condições para o início da flexibilização da política monetária estão dadas, o que deve ocorrer a partir da reunião de março”, afirma.

Matheus Pizzani, economista do PicPay, avalia que “o forte desempenho apresentado pelo IBC-Br se mostra suficiente para evitar uma possível estagnação do PIB no último trimestre do ano, possibilidade aventada quando da divulgação da última leitura do indicador”.

“Quando somado aos dados sólidos do mercado de trabalho, a sinalização positiva advinda do nível de atividade sugere a possibilidade de manutenção do hiato do produto no campo positivo por tempo adicional, criando um ambiente propício para o início do ciclo de queda dos juros apenas em março, além de reduzir a importância relativa do debate sobre o início deste processo e sinalizar maior importância sobre a discussão de sua magnitude”, completa Pizzani.



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FFMS firma parcerias para divulgar ações sociais durante jogos do Campeonato Sul-Mato-Grossense


A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) firmou três parcerias para a divulgação de ações sociais que serão desenvolvidas nos jogos do Campeonato Sul-Mato-Grossense. A cooperação foi estabelecida com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), que desenvolve a campanha #TodosporElas; com a Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (SETESC), responsável pelo programa MS Vida Animal; e com o Instituto Sangue Bom.

A campanha #TodosporElas é uma iniciativa da Coordenadoria da Mulher do TJMS, idealizada pela Desembargadora Jaceguara Dantas da Silva. Sua missão é combater, prevenir e erradicar o feminicídio, utilizando o poder da comunicação para sensibilizar e mobilizar instituições e a sociedade. Por meio de um movimento solidário de responsabilidade social, busca construir um mundo justo, igualitário e inclusivo. Esta campanha é realizada de forma interinstitucional entre os três poderes do Estado: o Judiciário (TJMS), o Executivo (Governo do Estado) e o Legislativo (Assembleia Legislativa).

A Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal (SUPROVA), vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania (SETESC), formou uma parceria com a FFMS, com a finalidade de desenvolver ações de proteção animal, bem-estar e combate aos maus-tratos durante jogos do Campeonato Sul-Mato-Grossense de 2026.

O objetivo da parceria é promover a conscientização da população sobre a proteção da vida animal, o combate aos maus-tratos e ao abandono, e o incentivo à adoção responsável, que será realizada pela Organização não Governamental (Ong), Manto de Patas – União de Protetores Independentes na área externa dos estádios durantes os jogos.

Já o Programa Estadual de Políticas de Proteção da Vida Animal (MS Vida Animal) é desenvolvido pela Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal, vinculada à SETESC. Seu objetivo central é consolidar políticas públicas efetivas de proteção aos animais domésticos e errantes (aqueles que vivem nas ruas). O programa oferece serviços de castração, microchipagem e medicações pós-operatórias, além de promover ações educativas sobre guarda responsável e controle populacional ético.

O Instituto Sangue Bom é uma organização sem fins lucrativos fundada por Carlos Alberto, o “Professor Carlão”. A entidade promove a conscientização e a captação de doadores de sangue, medula óssea e órgãos. O instituto utiliza o esporte, eventos e parcerias para aumentar o número de doadores e conectar a população a centros como o Hemosul, além de auxiliar pacientes com o empréstimo de equipamentos hospitalares.



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Esquema milionário de contrabando de vinhos é desarticulado pela Polícia Federal


Investigação aponta atuação na fronteira entre Brasil e Uruguai, uso de empresas de fachada e lavagem de capitais



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Lula não comparecerá à assinatura do acordo UE-Mercosul no Paraguai.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comparecerá à assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia neste sábado, no Paraguai. O encontro contará com a presença do presidente anfitrião, Santiago Peña, e do uruguaio Yamandú Orsi, além da esperada participação do argentino Javier Milei.

Desde que retornou ao poder em 2023, Lula tem sido um dos principais defensores deste acordo, que criará uma das maiores zonas de livre comércio do mundo e abrirá mercados particularmente atrativos para o gigantesco setor do agronegócio brasileiro. Mas o líder de esquerda “não irá” à reunião, indicou a fonte presidencial brasileira, explicando que a assinatura foi inicialmente planejada como um evento de nível ministerial, e o Paraguai enviou “convites” aos presidentes dos países membros “no último minuto”.

O presidente anfitrião, Santiago Peña, e o uruguaio Yamandú Orsi estarão presentes na reunião, enquanto o argentino Javier Milei também deverá comparecer. Lula por sua vez, receberá a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, no Rio de Janeiro na sexta-feira, uma escala antes de voar para Assunção.



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Ministério da Saúde lança módulo para monitorar desenvolvimento de crianças indígenas


O Ministério da Saúde anunciou o desenvolvimento do primeiro módulo de Monitoramento do Desenvolvimento na Infância no Sistema de Atenção à Saúde Indígena (Siasi), uma iniciativa da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai). A ferramenta visa promover e proteger a saúde de crianças indígenas, coletando, gerenciando e disponibilizando dados sobre seu desenvolvimento.

De acordo com Putira Sacuena, diretora do Departamento de Atenção Primária à Saúde Indígena, o módulo trará melhorias no acompanhamento pediátrico integral, permitindo o registro dos marcos de desenvolvimento e a identificação precoce de agravos e doenças comuns na infância. Anteriormente, o rastreio do desenvolvimento infantil não contava com um campo específico no Siasi, o que dificultava a padronização de registros e a análise de dados.

Agora, equipes multidisciplinares poderão utilizar o módulo para organizar a puericultura, avaliar marcos do desenvolvimento neuropsicomotor, realizar triagem neonatal, rastrear sinais de risco para o transtorno do espectro autista (TEA) e identificar vulnerabilidades, incluindo suspeitas de violência. A iniciativa também fortalecerá a articulação entre atenção primária, vigilância em saúde e o diálogo com especialistas em medicinas indígenas.

O lançamento oficial ocorre em 19 de janeiro de 2026, às 15h, no Auditório Emílio Ribas, na sede do Ministério da Saúde, com transmissão ao vivo pelo YouTube da Sesai. O evento contará com a participação de representantes dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

Com informações do Governo Federal



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