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FGC começa a depositar valores a investidores do Banco Master nesta segunda (19)


ANA PAULA BRANCO
FOLHAPRESS

O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) começa nesta segunda-feira (19) a depositar valores para cerca de 150 mil investidores do Banco Master que conseguiram concluir o pedido de ressarcimento pelo aplicativo do fundo no final de semana. O número representa menos de um quinto do total de credores.

O início dos pagamentos, no entanto, é acompanhado por uma nova onda de reclamações nas redes sociais de clientes que dizem não conseguir finalizar o envio da documentação exigida pela plataforma.

À reportagem lha o FGC afirma que identificou pedidos de pessoas que tentam realizar a validação da biometria utilizando um documento sem CPF, o que tem gerado recusas na avaliação da identidade. O fundo ressalta que é importante seguir as orientações que constam no site e no aplicativo do FGC.

O pedido de restituição foi aberto no sábado (17) e, até o momento, cerca de 569 mil credores registraram a solicitação, sendo que aproximadamente 377 mil credores finalizaram o processo de solicitação da garantia e seguiram para o processo de pagamento que se inicia a partir de segunda, de acordo com o FGC.

No total, cerca de 800 mil clientes devem ser ressarcidos, em uma operação que envolve mais de R$ 40 bilhões -considerada a maior já realizada pelo fundo.

Desde o anúncio da liberação dos pagamentos, diversos investidores compartilham nas redes sociais, como o X, dificuldades em solicitar a garantia.

A liberação do pagamento da garantia é feita para investidores que mantinham CDBs (certificados de depósito bancário) ou recursos em conta corrente no Banco Master, liquidado em 18 de novembro de 2025 por decisão do Banco Central. De acordo com o FGC, o intervalo de 60 dias entre a liquidação do banco e o início dos pagamentos foi superior ao usual devido à dimensão do caso.

A solicitação da garantia deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo do FGC no caso de pessoas físicas. Pessoas jurídicas precisam recorrer ao site do fundo. Após o preenchimento das informações e a assinatura do termo de acordo, o pagamento é processado em até dois dias úteis, respeitado o limite de cobertura de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Veja aqui como se cadastar no FGC.

No sábado, o FGC afirmou que o aplicativo registrou um volume elevado de acessos simultâneos com o início da liberação da garantia aos credores dos bancos Master, Master de Investimentos e Letsbank, o que afetou temporariamente sua disponibilidade. Até as 12h daquele dia, mais de 140 mil acessos haviam sido registrados, segundo o fundo, que não divulgou atualização posterior desse número.

No domingo, o FGC afirmou que o aplicativo operava normalmente e que cerca de 9.000 pedidos eram processados por hora, o equivalente a aproximadamente 2,5 solicitações por segundo. O fundo disse, na ocasião, que picos anormais de acessos simultâneos ainda provocam lentidão pontual.

Segundo o órgão, a infraestrutura tecnológica da plataforma é autoescalável, e as equipes técnicas seguem monitorando o sistema e atuando para melhorar o desempenho.

O FGC é uma associação privada mantida pelo sistema financeiro, responsável pelo mecanismo de proteção a depositantes e investidores das instituições associadas, conforme as regras do Conselho Monetário Nacional (CMN). O fundo afirma que não houve qualquer decisão para limitar a remuneração de CDBs a um percentual específico do CDI e reforça que informações oficiais sobre o processo estão disponíveis apenas em seus canais institucionais.



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Barbosinha encerra interinidade com entregas em 14 municípios e foco na continuidade da gestão Riedel — Barbosinha



Com uma agenda marcada por presença nos municípios, entregas robustas e diálogo importante, o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, encerrou, nesta segunda-feira (19), sua atuação como governador em exercício de Mato Grosso do Sul, cargo que ocupou entre os dias 29 de dezembro de 2025 e 18 de janeiro de 2026, período em que o titular, Eduardo Riedel, esteve de férias.

Ao longo da gestão, Barbosinha conduziu mais de 30 agendas oficiais e visitou 14 municípios, reforçando a continuidade das ações do Governo e consolidando a presença do Estado em todas as regiões. As agendas contemplaram obras de infraestrutura urbana e rural, saneamento, educação, saúde, mobilidade e abastecimento de água.

“Foi uma interinidade de muito trabalho, com foco em dar seguimento ao que o governador Riedel planejou e vem realizando em todo o Mato Grosso do Sul. Estivemos diversas regiões, ouvimos a população, fiscalizamos obras e entregamos resultados concretos. O Estado não para, independentemente de quem esteja à frente da gestão”, afirmou Barbosinha.

Regiões contempladas e entregas estruturantes

As agendas incluíram entregas de grande porte nos municípios de Dourados, Caarapó, Naviraí, Chapadão do Sul, Costa Rica, Água Clara, Inocência e Três Lagoas entre outros municípios do Estado. Em Dourados, foi realizada uma extensa agenda da Sanesul no Distrito de Vila Vargas, com obras de abastecimento de água, redes de esgoto e investimentos nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Também foi realizada visita técnica ao Hospital da Vida, com entrega de novos equipamentos

Em Caarapó, Barbosinha acompanhou a entrega e supervisão de obras em seis unidades escolares, incluindo escolas indígenas, e de redes de esgoto e estação de tratamento. Já em Três Lagoas, foram entregues duas novas pontes de concreto, além da pavimentação de avenidas e a ampliação do sistema de abastecimento de água. O vice-governador também foi homenageado com o Título de Cidadão Três-Lagoense.

Diversas escolas foram reformadas e entregues com acessibilidade, como a E.E. Cleuza Aparecida Vargas Galhardo (Caarapó), a E.E. Chico Mendes (Água Clara) e a E.E. Cleto de Moraes Costa (Tacuru). Em Iguatemi, foi entregue a reforma da UBS Vila Rosa, e em Naviraí, foram ampliados os sistemas de esgoto e água, além da reforma de unidades escolares e do Centro Estadual de Educação Profissional Ramez Tebet.

Na retomada das funções, o governador Eduardo Riedel elogiou a condução da gestão pelo vice-governador, destacando a confiança institucional e o alinhamento das agendas.

“Barbosinha é parceiro desde a elaboração do plano de governo e conhece cada detalhe da administração. Por isso, pude me ausentar com tranquilidade, porque sei do compromisso dele com o Estado e com a população. Foi uma interinidade produtiva, com entregas relevantes e continuidade plena das nossas metas para 2026”, afirmou Riedel nesta segunda-feira (19), ao retomar o comando do Executivo estadual

Gestão municipalista e governo presente

O vice-governador também reforçou que a principal diretriz do período foi manter o ritmo do governo, com foco em resultados e parceria com os municípios. “Governamos com os prefeitos, com os vereadores e com quem está na ponta. Cada entrega feita nesse período mostra que o Estado está presente, e que a gestão do governador Riedel é construída em equipe, com responsabilidade, planejamento e diálogo”, finalizou Barbosinha.

Fotos: Bruno Rezende



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Avanço de frente fria provoca temporais e chuva forte; veja a previsão do tempo


Em paralelo, um novo episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul começa a se organizar, aumentando o potencial para chuva persistente.



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Armazenamento incorreto de defensivos agrícolas pode gerar prejuízos ao produtor; veja como evitá-los


Advogado Pedro Puttini alerta para multas que podem atingir R$ 2 milhões, além de responsabilização criminal; adequação do piso e isolamento de rações são exigências críticas



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Vereadores de Dourados asseguram R$ 1,26 milhão para investimentos na saúde


A saúde pública segue como prioridade em Dourados, e o Poder Legislativo tem atuado de forma efetiva para assegurar mais investimentos e melhores condições de atendimento à população. No fim do ano passado, os vereadores aprovaram, por unanimidade, o Projeto de Emenda Substitutiva à Lei Orgânica nº 001/2025, de autoria do Poder Executivo, que altera dispositivos do artigo 134 da Lei Orgânica do Município e estabelece novas regras para a destinação das emendas impositivas.

Com a mudança, 40% do valor das emendas impositivas de cada um dos 21 vereadores passam a ser obrigatoriamente destinados a ações e serviços públicos de saúde. A medida garante um incremento de R$ 1,26 milhão em investimentos exclusivos para o setor a partir de 2026.

Além disso, o valor individual das emendas foi reajustado de R$ 100 mil para R$ 150 mil por parlamentar. Com isso, cada vereador deverá aplicar R$ 60 mil diretamente na área da saúde, fortalecendo o financiamento de serviços essenciais e ampliando a capacidade de resposta do município às demandas da população.

Os outros R$ 90 mil de cada emenda poderão ser direcionados a áreas estratégicas como assistência social, educação, segurança pública, cultura, esporte, defesa civil e proteção de animais, conforme as prioridades definidas pelos gabinetes parlamentares.

Para o líder do prefeito na Casa, vereador Márcio Pudim (PSDB), a medida representa um avanço significativo na consolidação de políticas públicas mais eficientes. “Ao direcionarmos 40% das emendas impositivas para a saúde, estamos atendendo uma demanda histórica da população e fortalecendo um setor que exige resposta rápida, investimento contínuo e sensibilidade. Essa mudança vai trazer mais resultados e ampliar a capacidade do município em oferecer um atendimento digno e de qualidade”, destacou.

Outra inovação aprovada pelos parlamentares foi a inclusão do meio ambiente e da agricultura familiar entre os setores aptos a receber recursos por meio de emendas impositivas. A iniciativa amplia o alcance da política pública e possibilita investimentos diretos em áreas estratégicas para o desenvolvimento econômico, social e sustentável de Dourados.



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Ameaça de tarifas de Trump pesa sobre a Europa e derruba LVMH, Volkswagen e Mercedes-Benz


As ações europeias despencaram a partir de uma máxima próxima de recorde, enquanto os indicadores de risco de crédito subiram depois que Donald Trump reacendeu a guerra comercial entre os EUA e a Europa, ao ameaçar novas tarifas contra oito países por causa da Groenlândia.

O índice Stoxx Europe 600 caiu 1,1% às 14h32 em Paris, com os setores mais expostos ao mercado americano — incluindo montadoras e ações de luxo — sofrendo fortes perdas. O setor de defesa avançou diante do aumento das tensões geopolíticas. Os futuros de ações dos EUA também recuaram, enquanto o mercado à vista permaneceu fechado por conta de um feriado.

Os indicadores de risco de crédito europeu subiram, esfriando o que já deveria ser um início de semana mais tranquilo para emissões de dívida, dado o feriado nos EUA. O índice iTraxx Crossover, que mede o risco de crédito de empresas com grau especulativo (junk), avançou até 8,5 pontos-base, segundo dados compilados pela Bloomberg. Um indicador semelhante para empresas com grau de investimento subiu até 1,8 ponto-base.

No sábado, Trump anunciou uma tarifa de 10% a partir de 1º de fevereiro sobre produtos de países europeus que se mobilizaram para apoiar a Groenlândia diante de ameaças dos EUA de tomar o território. Ele afirmou que as tarifas aumentariam para 25% em junho, caso não seja fechado um acordo para a “compra completa e total da Groenlândia”. O ministro das Finanças da Alemanha disse que Trump cruzou uma linha vermelha e pediu que a Europa prepare sua medida comercial de retaliação mais forte.

“Se olharmos estritamente para o aumento das tarifas, é algo que, do ponto de vista econômico, poderia ser absorvido”, disse Vincent Juvyns, estrategista-chefe de investimentos do ING em Bruxelas. “Mas a possibilidade de uma ruptura dentro do mundo ocidental teria consequências cuja dimensão eu não consigo medir.”

Em outras classes de ativos, o dólar americano caiu frente à maioria das moedas do Grupo dos Dez, enquanto o franco suíço — um tradicional porto seguro — se destacou. Títulos públicos de curto prazo lideraram os ganhos, com o rendimento do título alemão de dois anos recuando até quatro pontos-base, para 2,07%. Os futuros dos Treasuries de 10 anos dos EUA ficaram estáveis, indicando pouca variação nos rendimentos. O mercado à vista de títulos americanos está fechado.

Embora a expectativa fosse de desaceleração na emissão de bônus na Europa após o ritmo recorde recente, em função do feriado nos EUA, alguns emissores optaram por adiar suas operações e adotar uma postura de “esperar para ver” diante da incerteza, segundo pessoas familiarizadas com as transações.

Há apenas uma oferta no mercado primário em euros, do banco suíço Zuercher Kantonalbank, com rating AAA, tornando esta a segunda-feira mais fraca para emissões desde dezembro de 2024, de acordo com dados da Bloomberg.

O anúncio de Trump provocou uma reação imediata de líderes europeus. A União Europeia estaria em negociações para potencialmente impor tarifas sobre € 93 bilhões (US$ 108 bilhões) em produtos dos EUA, caso Trump leve adiante a ameaça da tarifa de 10%. A reação mais concreta e imediata da UE foi a decisão de suspender a aprovação do acordo comercial fechado com os EUA em julho.

Montadoras caem

Entre ações individuais, a gigante francesa do luxo LVMH caiu mais de 4%, na maior queda desde abril, enquanto as montadoras alemãs Volkswagen AG e Mercedes-Benz Group recuaram pelo menos 3% cada. A empresa de defesa Rheinmetall AG subiu mais de 2%.

“Uma escalada da guerra comercial entre EUA e Europa motivada pela Groenlândia pode apagar a maior parte do crescimento dos lucros europeus em 2026”, escreveu Laurent Douillet, estrategista sênior de ações da Bloomberg Intelligence. “Isso pode desencadear uma correção de alguns pontos percentuais”, acrescentou.

Economistas do Goldman Sachs Group estimam que uma tarifa americana de 10% reduziria o PIB real entre 0,1% e 0,2% nos países afetados, via menor comércio, com a Alemanha sofrendo o maior impacto. “O efeito pode ser maior caso haja impactos negativos sobre a confiança ou os mercados financeiros”, escreveram em nota.

A ameaça tarifária de Trump interrompe de forma indesejada a recente alta das ações europeias, que vinham superando seus pares americanos à medida que investidores direcionavam recursos para setores regionais, como defesa, mineração e fabricantes de equipamentos para chips. Como resultado, o índice europeu vinha mostrando sinais de superaquecimento e agora está no nível de sobrecompra mais elevado em 26 anos.

“O nervosismo é palpável. No fim das contas, há tantos problemas se acumulando — de cartões de crédito à independência do Fed e às tarifas — que realmente não vejo motivo para os mercados acionários continuarem rompendo novos recordes”, disse Alexandre Baradez, analista-chefe de mercado da IG em Paris.

Desde o início de 2025, o Stoxx Europe 600 acumulou alta de 36% em dólares até sexta-feira, o dobro do ganho do S&P 500 no mesmo período. O índice europeu agora é negociado a quase 16 vezes o lucro projetado, acima da média dos últimos 15 anos, reduzindo o desconto em relação aos pares americanos para cerca de 30%.

O Deutsche Bank AG prevê impacto limitado para o euro, em parte devido ao quanto os EUA dependem da Europa para capital. As tarifas também podem servir de catalisador para maior coesão política na UE, o que reduziria a chance de uma desvalorização sustentada do euro frente ao dólar nesta semana.

“O principal ponto a observar nos próximos dias será se a UE decide ativar seu instrumento anti-coerção, colocando sobre a mesa medidas que afetem os mercados de capitais”, escreveu George Saravelos, chefe global de pesquisa cambial do Deutsche Bank, em nota a clientes.

Ainda assim, diversos participantes do mercado expressaram confiança de que um confronto total será evitado. Muitos citaram o jargão popular entre investidores conhecido como “Trump Always Chickens Out” (Trump sempre recua).

“Vai ser mais um TACO”, disse David Kruk, chefe de trading da La Financière de l’Echiquier, acrescentando que mantém sua visão otimista para o ano.

Krishna Guha, chefe de estratégia para bancos centrais da Evercore ISI, observou que uma decisão iminente da Suprema Corte dos EUA pode limitar a capacidade de Trump de impor tarifas.

“Os mercados vão operar em modo aversão ao risco, mas apostando que ou a Suprema Corte vai retirar de Trump essa autoridade, ou ele acabará promovendo mais uma reversão do tipo TACO”, afirmou.



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Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026


O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação no Brasil em 2026. Divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), em Brasília, o Boletim Focus projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano a 4,02% – percentual inferior aos 4,05% projetados há uma semana; e aos 4,06% estimados há quatro semanas.

O IPCA é o índice que serve de referência para a inflação oficial do país. Para 2027 e 2028, as projeções de inflação permanecem estáveis há 11 semanas consecutivas em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

Meta de inflação

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 e 2026 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante o 0,18% do mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou dentro da meta do governo: 4,26%, portanto.

Juros

Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores.

No caso da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro mantém os 12,25% estimados para o final de 2026, percentual calculado há quatro semanas consecutivas. Atualmente, a Selic encontra-se em 15%, o maior nível desde julho de 2006 quando atingiu 15,25%.

Para 2027, a expectativa do mercado financeiro é de que a Selic caia para 10,50%, percentual que se repete nas projeções há 49 semanas seguidas. Para 2028, o mercado reviu para cima as expectativas da taxa básica de juros, passando dos 9,88% projetados na semana passada para 10%.

Essa tendência de alta nas expectativas para a Selic em 2028 tem sido observada em alguns dos boletins anteriores. Na semana passada, foi apresentada uma projeção de Selic a 9,88% para 2028. Há quatro semanas, as projeções apontavam uma Selic de 9,75%, também para 2028.

Variações da Selic

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Dólar

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todos bens e serviços produzidos no país – as expectativas são de que a economia brasileira cresça 1,80% em 2026, mesmo percentual que se repete há seis semanas.

Para os anos seguintes, o mercado financeiro projeta crescimento de 1,80% em 2027 e de 2% em 2028.

As expectativas do mercado financeiro relacionadas ao dólar sinalizam cotação de R$ 5,50 para a moeda dos Estados Unidos ao final de 2026 – percentual que é mantido há 14 semanas, projetado também para 2027. Para 2028, estima-se o dólar a R$ 5,52.



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CMO analisará MP que destina R$ 60 milhões para combate a incêndios na Amazônia e Pantanal


A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional vai analisar, logo após o recesso parlamentar, a Medida Provisória (MP) 1.330/2025. A norma abre crédito orçamentário no valor de pouco mais de R$ 60 milhões para o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática.

Os recursos serão destinados a ações de prevenção, controle e combate a incêndios florestais em áreas federais, além de medidas de controle e fiscalização ambiental. O foco principal está nas regiões da Amazônia e do Pantanal, biomas que têm enfrentado desafios crescentes com queimadas nos últimos anos.

A MP visa fortalecer as capacidades do ministério para lidar com emergências ambientais, garantindo respostas rápidas e eficazes contra os incêndios que afetam a biodiversidade e as comunidades locais.



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'Produção brasileira de soja para 2026 segue favorável e deve ser recorde', aponta analista


Safras & Mercado revisa números para cima com ganhos de área e produtividade, apesar de problemas climáticos no Nordeste



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Beef on Dairy: "gado choqueado" ganha espaço na receita da pecuária de leite


Zootecnista Alexandre Zadra explica como o cruzamento de raças de corte em vacas de leite pode gerar bezerros valorizados em até R$ 3.000,00, transformando o descarte em lucro



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