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Bitcoin recua com risco de guerra comercial entre EUA e Europa


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Líder norte-coreano destitui vice-premiê e critica ‘incompetência’


O líder norte-coreano Kim Jong Un demitiu seu vice-primeiro-ministro durante uma visita a um complexo industrial, na qual criticou “a incompetência” de seus funcionários da área econômica, informou nesta terça-feira (20) a imprensa estatal.

“Kim Jong Un destituiu Yang Sung Ho de forma imediata”, por considerá-lo “incapaz de assumir responsabilidades importantes”, informou a agência de notícias oficial KCNA.

“Em poucas palavras, foi um erro acidental em nosso processo de nomeação de quadros”, disse o líder, que inaugurou um projeto de modernização do complexo industrial de Ryongsong.

“Devido a funcionários irresponsáveis, rudes e incompetentes, a primeira etapa da modernização” desta instalação “enfrentou dificuldades”, reclamou Kim.

O líder norte-coreano criticou os comandos do governo que “se acostumaram ao derrotismo, à irresponsabilidade e à passividade por muito tempo”.

Em reunião com altos cargos, Kim prometeu em dezembro expurgar “o mal” da máquina do governo e repreendeu as autoridades consideradas preguiçosas.

© Agence France-Presse



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Fungo que infecta aranhas gigantes da Amazônia surpreende pesquisadores


Descoberta ocorreu durante atividades de campo e evidencia a diversidade fúngica da Amazônia



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União Europeia cogita tarifas sobre US$ 108 bilhões em produtos dos Estados Unidos após ameaça de Trump


A União Europeia está em negociações para potencialmente impor tarifas sobre € 93 bilhões (US$ 108 bilhões) em produtos dos Estados Unidos, caso o presidente Donald Trump leve adiante a ameaça de aplicar uma taxa de 10% aos países europeus em 1º de fevereiro.

A UE também avalia contramedidas adicionais além das tarifas, mas primeiro tentará encontrar uma solução diplomática, de acordo com pessoas familiarizadas com as discussões. Representantes dos 27 países da UE se reuniram no domingo para começar a preparar as opções.

Os líderes da UE realizarão uma reunião de emergência em Bruxelas ainda nesta semana para analisar possíveis medidas retaliatórias. Em uma publicação nas redes sociais no domingo, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse que as nações do bloco estavam unidas em apoio à Dinamarca e à Groenlândia e estavam prontas “para se defenderem contra qualquer forma de coerção”.

No sábado, Trump anunciou uma tarifa de 10% sobre produtos de oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, subindo para 25% em junho, a menos que haja um acordo para a “compra da Groenlândia”. Trump fez a ameaça depois que os países disseram que realizariam exercícios simbólicos de planejamento militar da OTAN no território semiautônomo dinamarquês.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, criticou duramente os comentários de Trump como “completamente errados”, e Ulf Kristersson, da Suécia, disse que seu país não seria “chantageado”. O primeiro-ministro francês, Emmanuel Macron, que chamou a ameaça como “inaceitável”, planeja solicitar que a UE acione seu instrumento de retaliação comercial mais poderoso, o chamado instrumento anticoerção.

A reação mais imediata e tangível da UE foi que ela iria suspender a aprovação do acordo comercial de julho com os EUA, que ainda precisa da aprovação do Parlamento Europeu. O Partido Popular Europeu, o maior grupo no parlamento, afirmou que se uniria a outros partidos para bloquear a ratificação do acordo.

“O presidente Trump desencadeou uma avalanche que ameaça destruir décadas de cooperação transatlântica”, disse Stefan Lofven, presidente do Partido Socialista Europeu, em comunicado no domingo. O partido, cujo grupo parlamentar é o segundo maior em Bruxelas, apoia a suspensão do acordo comercial e pediu à UE que examine a utilização do instrumento anticoerção.

O acordo comercial, criticado por muitos na Europa por ser excessivamente desequilibrado a favor de Washington, previa que a UE concordasse em remover quase todas as tarifas sobre produtos americanos. A UE também aceitava uma taxa de 15% sobre a maioria das exportações para os EUA e de 50% sobre o aço e o alumínio. Desde então, os EUA ampliaram a lista de produtos sujeitos à alíquota mais alta de 50%, incluindo centenas de produtos adicionais que contêm esses metais.

A UE já aprovou tarifas retaliatórias sobre € 93 bilhões em produtos dos EUA, mas suspendeu a implementação. Se Trump levar adiante sua ameaça e impuser tarifas aos países no início de fevereiro, a UE poderá permitir a reintrodução de contramedidas, disseram as pessoas, que falaram sob condição de anonimato.

As medidas teriam como alvo produtos industriais americanos, incluindo aeronaves da Boeing, carros fabricados nos EUA e uísque bourbon.

A ameaça de tarifas de Trump pode se revelar uma interrupção indesejada do rali das ações europeias, que têm superado as dos EUA, conforme investidores direcionam recursos para diversos setores regionais, da defesa à mineração e fabricantes de equipamentos para chips. A perspectiva para a região tem sido impulsionada pelo aumento dos gastos fiscais na Alemanha, pela queda das taxas de juros e pela expectativa de melhora dos lucros.

Se Trump levar adiante a ameaça da tarifa total de 25%, as exportações dos países visados para os EUA poderão ser reduzidas em até 50%, sendo a Alemanha, a Suécia e a Dinamarca as mais expostas, segundo estimativas da Bloomberg Economics.



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Motoristas ficam ilhados após enorme engavetamento de veículos durante nevasca nos EUA


A polícia de Michigan, no centro-oeste dos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira (19) que está trabalhando para desobstruir uma rodovia após um enorme engavetamento envolvendo cerca de 100 veículos no norte desse estado, onde havia excesso de neve na pista.

Caminhões de carga e outros veículos colidiram na rodovia I-196 na manhã desta segunda-feira, o que fez com que muitos carros saíssem da pista em “múltiplas derrapagens”.

A polícia estadual disse que há registro de numerosos feridos, mas que não há indícios de vítimas fatais.

O acidente incluiu entre 30 e 40 furgões que bloquearam a tipicamente movimentada rodovia interestadual. A via seguia interditada várias horas após o acidente.

As autoridades fizeram um apelo nesta segunda aos motoristas para que diminuam a velocidade diante das condições “traiçoeiras”, enquanto uma tempestade de inverno continua provocando forte precipitação de neve na região. As projeções indicam que a temperatura deve cair para -22°C.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NWS, na sigla em inglês) assinalou que há previsão de “mais precipitação e vento” e que o acúmulo de neve deve chegar a 35,5 centímetros em partes do sudoeste e do centro-oeste de Michigan.

“Os deslocamentos não são recomendados nessa área”, disse o NWS em comunicado.

© Agence France-Presse



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Chuvas superiores a 200 mm atingirão o país nos próximos dias; saiba as regiões afetadas


Com o predomínio da Zona de Convergência do Atlântico Sul, MT deve sofrer consequências com o surgimento de precipitações volumosas



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União Europeia cogita tarifas sobre US$ 108 bilhões em produtos dos Estados Unidos após ameaça de Trump


A União Europeia está em negociações para potencialmente impor tarifas sobre € 93 bilhões (US$ 108 bilhões) em produtos dos Estados Unidos, caso o presidente Donald Trump leve adiante a ameaça de aplicar uma taxa de 10% aos países europeus em 1º de fevereiro.

A UE também avalia contramedidas adicionais além das tarifas, mas primeiro tentará encontrar uma solução diplomática, de acordo com pessoas familiarizadas com as discussões. Representantes dos 27 países da UE se reuniram no domingo para começar a preparar as opções.

Os líderes da UE realizarão uma reunião de emergência em Bruxelas ainda nesta semana para analisar possíveis medidas retaliatórias. Em uma publicação nas redes sociais no domingo, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse que as nações do bloco estavam unidas em apoio à Dinamarca e à Groenlândia e estavam prontas “para se defenderem contra qualquer forma de coerção”.

No sábado, Trump anunciou uma tarifa de 10% sobre produtos de oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, subindo para 25% em junho, a menos que haja um acordo para a “compra da Groenlândia”. Trump fez a ameaça depois que os países disseram que realizariam exercícios simbólicos de planejamento militar da OTAN no território semiautônomo dinamarquês.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, criticou duramente os comentários de Trump como “completamente errados”, e Ulf Kristersson, da Suécia, disse que seu país não seria “chantageado”. O primeiro-ministro francês, Emmanuel Macron, que chamou a ameaça como “inaceitável”, planeja solicitar que a UE acione seu instrumento de retaliação comercial mais poderoso, o chamado instrumento anticoerção.

A reação mais imediata e tangível da UE foi que ela iria suspender a aprovação do acordo comercial de julho com os EUA, que ainda precisa da aprovação do Parlamento Europeu. O Partido Popular Europeu, o maior grupo no parlamento, afirmou que se uniria a outros partidos para bloquear a ratificação do acordo.

“O presidente Trump desencadeou uma avalanche que ameaça destruir décadas de cooperação transatlântica”, disse Stefan Lofven, presidente do Partido Socialista Europeu, em comunicado no domingo. O partido, cujo grupo parlamentar é o segundo maior em Bruxelas, apoia a suspensão do acordo comercial e pediu à UE que examine a utilização do instrumento anticoerção.

O acordo comercial, criticado por muitos na Europa por ser excessivamente desequilibrado a favor de Washington, previa que a UE concordasse em remover quase todas as tarifas sobre produtos americanos. A UE também aceitava uma taxa de 15% sobre a maioria das exportações para os EUA e de 50% sobre o aço e o alumínio. Desde então, os EUA ampliaram a lista de produtos sujeitos à alíquota mais alta de 50%, incluindo centenas de produtos adicionais que contêm esses metais.

A UE já aprovou tarifas retaliatórias sobre € 93 bilhões em produtos dos EUA, mas suspendeu a implementação. Se Trump levar adiante sua ameaça e impuser tarifas aos países no início de fevereiro, a UE poderá permitir a reintrodução de contramedidas, disseram as pessoas, que falaram sob condição de anonimato.

As medidas teriam como alvo produtos industriais americanos, incluindo aeronaves da Boeing, carros fabricados nos EUA e uísque bourbon.

A ameaça de tarifas de Trump pode se revelar uma interrupção indesejada do rali das ações europeias, que têm superado as dos EUA, conforme investidores direcionam recursos para diversos setores regionais, da defesa à mineração e fabricantes de equipamentos para chips. A perspectiva para a região tem sido impulsionada pelo aumento dos gastos fiscais na Alemanha, pela queda das taxas de juros e pela expectativa de melhora dos lucros.

Se Trump levar adiante a ameaça da tarifa total de 25%, as exportações dos países visados para os EUA poderão ser reduzidas em até 50%, sendo a Alemanha, a Suécia e a Dinamarca as mais expostas, segundo estimativas da Bloomberg Economics.



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Fórum Econômico Mundial começa nesta segunda-feira em Davos


Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.

Concentração de riqueza

Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes mais rápido do que a média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes.



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Sirenes do Samu-DF variam para otimizar tráfego e salvar vidas


As sirenes das ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu-DF) não emitem sons aleatórios: cada variação é estratégica para guiar o tráfego e garantir a segurança no deslocamento para atender emergências.

Em 2025, o Samu-DF registrou mais de 643 mil atendimentos, dos quais cerca de 80 mil demandaram o uso de ambulâncias. Para José Jenecy dos Santos, condutor do serviço, a atenção aos sinais sonoros é fundamental para reduzir o tempo de resposta e proteger todas as partes envolvidas.

“O reconhecimento da sirene é importante para garantir a rapidez na assistência e no deslocamento, seja para chegar ao paciente, seja para transportá-lo a uma unidade de saúde, onde receberá o suporte necessário”, explica Jenecy. “Precisamos de mobilidade e passagem para cumprir nossa missão.”

O Samu-DF emprega quatro padrões distintos de sirenes, selecionados de acordo com o tipo de via e o fluxo de veículos. Em rodovias e trechos abertos, o som wail, prolongado e oscilante, permite que motoristas percebam a aproximação com antecedência, minimizando freadas bruscas e manobras arriscadas.

Em áreas urbanas com tráfego denso, o yelp, curto e agudo, facilita a solicitação de passagem em congestionamentos, promovendo a identificação rápida e a abertura de espaço entre os veículos.

Já o fá-dó, que alterna duas notas de forma simples e menos agressiva, é utilizado em baixas velocidades, como em zonas hospitalares ou durante manobras, sinalizando presença sem excessos. Ele também ajuda na organização de comboios de ambulâncias.

Esses sons podem ser alternados durante um mesmo percurso, adaptando-se às mudanças no cenário. Dessa forma, a sirene se torna uma ferramenta de comunicação ativa com o trânsito, contribuindo para a segurança de motoristas, pedestres e equipes de atendimento.

Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.



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'Beef on Dairy': bezerro de corte pode alavancar rentabilidade da pecuária leiteira; saiba mais


O conceito de Beef on Dairy está revolucionando a gestão das fazendas leiteiras no Brasil em 2026; entenda mais sobre o conceito



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