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Quer governar o mundo pelo Twitter


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o uso excessivo das redes sociais por lideranças políticas e direcionou ataques ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante discurso nesta terça-feira (20), no município de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. A declaração ocorreu durante a cerimônia de entrega de unidades habitacionais do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Ao comentar o comportamento do mandatário norte-americano, Lula ironizou a forma como Trump se comunica e toma posições públicas por meio das redes sociais. “Vocês já perceberam que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter? É fantástico. Todo dia ele fala alguma coisa e todo dia fala da coisa que ele falou”, afirmou o presidente brasileiro, ao destacar o impacto desse tipo de postura na política internacional.

Trump, que atualmente utiliza o Truth Social, rede social criada por ele após ser banido de outras plataformas, segue usando o ambiente digital como principal meio para divulgar posicionamentos e críticas a outros países e líderes mundiais. Recentemente, o ex-presidente norte-americano publicou mensagens envolvendo o presidente francês Emmanuel Macron e fez críticas à Dinamarca, ao tratar de questões geopolíticas relacionadas à Groenlândia.

No mesmo discurso, Lula também abordou o tema do uso excessivo de celulares em ambientes institucionais e de trabalho, prática que, segundo ele, compromete o diálogo e a atenção nas reuniões. Sem poupar críticas, o presidente relatou situações vividas no cotidiano do Palácio do Planalto.

“Todo deputado é viciado nisso (celular). Estava esperando se ia ter alguém com o celular, porque eu ia comer o fígado aqui. Na minha sala é proibido entrar com celular, no gabinete é proibido. Às vezes você está falando e fica olhando e as pessoas estão (olhando para o celular), não estão na reunião”, afirmou Lula.



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Separação do TikTok da ByteDance deve ser finalizada esta semana


A consolidação da venda da empresa que controla a plataforma TikTok nos Estados Unidos, um dos maiores negócios da unicórnio chinesa ByteDance, deve se concretizar nesta quinta-feira (22). A operação ocorre sob forte pressão do governo dos Estados Unidos, iniciada no primeiro mandato de Donald Trump e reforçada em sua segunda campanha à presidência. O governo chinês tratou o negócio como uma forma de manter boas relações comerciais.

Com o acordo, o poder de decisão e o controle de dados passam das mãos chinesas, que ainda terão 20% de participação, para investidores americanos e aliados, como o fundo MGX, da família real dos Emirados Árabes Unidos, e a Oracle, que ficará responsável pelo armazenamento de dados. A transação está estimada em US$ 14 bilhões. O TikTok é a quarta maior plataforma dos EUA, com cerca de 170 milhões de usuários.

De acordo com o memorando interno da ByteDance, a joint venture americana será uma entidade independente, responsável pelo controle da proteção de dados, da moderação de conteúdo e da segurança dos algoritmos. A nova empresa terá um conselho de administração com sete membros, majoritariamente americanos.

Do capital do TikTok nos EUA, 50% será de novos investidores, Oracle, Silver Lake e MGX, com 15% cada. Os 30,1% permanecerão com afiliadas da ByteDance e 19,9% continuarão com a própria ByteDance. A empresa chinesa deve licenciar sua tecnologia de recomendação baseada em inteligência artificial para a nova entidade, que usará os dados americanos protegidos pela Oracle para treinar um novo sistema.

O acordo elimina um tema persistente nas relações entre Pequim e Washington e se alinha a uma lei de segurança nacional aprovada durante o governo Joe Biden, que estabelecia a separação entre TikTok US e ByteDance. A aprovação final da China ainda não foi divulgada.

Entre os pontos estratégicos da operação está a manutenção da experiência do usuário nos EUA, mas com maior controle local sobre algoritmos, moderação e dados de cidadãos americanos. Isso evita riscos de exposição a influências estrangeiras sobre os dados dos usuários e sobre o conteúdo da plataforma.

Expansão internacional e no Brasil

A ByteDance continua operando suas plataformas fora dos EUA de forma independente. No Brasil, a empresa iniciou em janeiro as obras de um novo data center em Caucaia, no Ceará, desenvolvido pela OMNIA, braço do Grupo Pátria. Com capacidade de 200 MW, o empreendimento será o maior da América Latina e terá infraestrutura de energia solar e eólica próprias, com investimento estimado em R$ 200 bilhões.

O novo data center servirá para consolidar a presença do TikTok no Brasil, apoiar operações de comércio eletrônico e transmissões ao vivo, e atender às demandas regulatórias locais de proteção de dados e segurança cibernética.



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Campeonato Estadual Sub-13 começa em março com 31 clubes confirmados


A primeira competição de base da temporada 2026 organizada pela Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) começa em março e em novo formato. O Campeonato Sul-Mato-Grossense Sub-13 tem 31 clubes confirmados e deve movimentar mais de 600 atletas em todas as regiões do Estado.

O Estadual Sub-13 vai começar com fases regionais na primeira fase, com os participantes divididos em grupos. Na região Metropolitana jogam CAMS, FC Pantanal, União ABC, Operário FC, Atlético Colorado, EC Comercial, Escolinha Pelezinho, EC Flamengo, CE Guaicurus, Novo FC e o Náutico FC, atual campeão da competição.

Na região da Grande Dourados jogam o Urso de Mundo Novo, Ponta Porã SE, CE Naviraiense, EC Águia Negra, Instituto Aefa, Ceart FC, União AC, Instituto Ismaily, Ubiratan EC/DS e CD Sete de Setembro.

Na região do Pantanal estão confirmados o FC Porto, CR Aquidauana, Corumbaense FC, AA Gol Bonito, Pantanal FC e Aquidauanense FC. Na região do Bolsão disputam SER Chapadão, São Gabriel EC, Coxim AC, Costa Rica EC, AA Acajutel e Ícaro FC

Após a fase de grupos regionais, que deve começar dia 7 de março, os classificados passam a se enfrentar em confrontos eliminatórios até a decisão, prevista para final de junho.

O Estadual Sub-13 começou a ser disputado em 2015 com apenas seis clubes e chega, 11 anos depois, com participação cinco vezes maior. “Essa era a categoria de entrada no BID da CBF e com o tempo ficou cada vez mais importante pelo interesse dos grandes clubes na descoberta e captação de talentos cada vez mais novos”, explica Marco Tavares diretor de competição da FFMS.

No dia 3 de fevereiro, às 14h, dirigentes das equipes se encontram na sede da Federação, em Campo Grande, para a reunião técnico-administrativa da competição com a participação do presidente Estevão Petrallás, além do próprio Tavares, quando devem aprovar a forma de disputa, regulamento, tabela e datas de início e término da competição. Além disso, vão discutir sobre assuntos administrativos diversos, como inscrição de atletas, taxas de arbitragem e delegados.



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Ministério da Saúde apresenta e-SUS AF em webinário para saúde indígena


A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), do Ministério da Saúde, realizaram na sexta-feira (16 de janeiro) um webinário para apresentar o plano de implantação do e-SUS Assistência Farmacêutica (e-SUS AF) aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). A plataforma, que substituirá gradualmente o sistema Hórus, visa modernizar a gestão de medicamentos e insumos no Sistema Único de Saúde (SUS), com adoção prevista para a saúde indígena até o início de fevereiro.

O objetivo do webinário foi detalhar as diretrizes, funcionalidades e etapas da nova ferramenta, que representa um avanço na agenda de inovação do Ministério da Saúde. De acordo com Priscilla Marys Limberger, diretora substituta do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da SCTIE, o e-SUS AF promove maior integração entre os entes federativos, amplia a rastreabilidade e padronização das informações, e contribui para o uso mais racional dos recursos públicos, melhorando o cuidado à população.

Na saúde indígena, o sistema trará agilidade, transparência e controle logístico, desde o estoque até a dispensação de medicamentos, garantindo acesso e uso racional. Meri Helem Rosa de Abreu, diretora do Departamento de Gestão da Saúde Indígena da Sesai, destacou que a plataforma centraliza dados estratégicos, permite acompanhamento em tempo real e fortalece a integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

Projetos pilotos da implantação estão em curso em Pernambuco, Paraíba e Campo Grande. A expansão para outros estados e municípios ocorrerá após aprovação do cronograma pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Treinamentos para profissionais dos 34 DSEIs e duas Casas de Apoio à Saúde Indígena (CASAIs) estão agendados para os dias 21 a 23 de janeiro. Suetônio Queiroz de Araújo, consultor em saúde do Ministério da Saúde responsável pela implantação, enfatizou a adoção de padrões como a Ontologia Brasileira de Medicamentos (OBM) e o uso de código de barras para controle de estoque, superando limitações tecnológicas anteriores.

A iniciativa reforça o papel dos farmacêuticos, celebrados no Dia do Farmacêutico, em 20 de janeiro, como agentes essenciais na assistência farmacêutica, que abrange desde a seleção até a distribuição de medicamentos, adaptada às especificidades do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS).



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Negócios seguem travados para a soja; houve alguma região com alta nas cotações?


Pressão externa e avanço da colheita mantêm produtor retraído no mercado físico brasileiro



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Deputado Rodolfo Nogueira é alvo de ordem judicial em Dourados


Assessoria

A Justiça Eleitoral determinou a retirada imediata de um outdoor considerado irregular, atribuído ao deputado federal Rodolfo Nogueira, instalado em via pública de grande circulação em Dourados. A decisão liminar foi proferida pela juíza Ana Carolina Farah Borges da Silva, da 18ª Zona Eleitoral, no âmbito de representação por propaganda eleitoral irregular.

A ação foi ajuizada pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT), que apontou a utilização de outdoor como meio de propaganda político-partidária, prática expressamente vedada pela legislação eleitoral, independentemente do período eleitoral ou da existência de pedido explícito de voto.

Na decisão, a magistrada destacou que o uso de outdoors para fins eleitorais é absolutamente vedado pelo artigo 39, §8º, da Lei nº 9.504/1997, que determina a retirada imediata do material irregular e prevê a aplicação de multa aos responsáveis. A proibição também é reafirmada pelo artigo 26 da Resolução TSE nº 23.610/2019, que estende a vedação a formatos reduzidos ou equipamentos semelhantes.

Segundo a juíza, as imagens anexadas aos autos demonstram que a peça publicitária possuía forte impacto visual e estava instalada em local de ampla circulação, configurando, em análise preliminar, propaganda político-partidária e promoção pessoal por meio expressamente proibido.

Prazo de 48 horas e fiscalização

A Justiça Eleitoral fixou o prazo de 48 horas para que Rodolfo Nogueira promova a retirada do outdoor, sob pena de multa. Além disso, o representado deverá comprovar nos autos, por meio de fotografias, a efetiva retirada da propaganda.

O Ministério Público Eleitoral foi comunicado para acompanhar o cumprimento da decisão, e o deputado foi notificado para, querendo, apresentar defesa no prazo legal.

A juíza ressaltou que a concessão da liminar se deu em razão da urgência e do poder de polícia da Justiça Eleitoral, a fim de cessar imediatamente a irregularidade. Após o cumprimento da medida, os autos serão remetidos ao TRE-MS para análise do mérito.

Segundo Rosa Dantas, presidente do diretório municipal do PT Dourados, essa decisão confirma algo que a sociedade já conhece: “é prática recorrente de setores bolsonaristas desrespeitar a legislação eleitoral e atacar as regras do jogo democrático”.

A assessoria do deputado não foi localizada para falar sobre a decisão.



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Do cartão de crédito ao varejo: Mastercard compra 32% da Westwing


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Incêndio em comércio na Linha Internacional em Ponta Porã destrói veículo





Um veículo foi totalmente destruído pelas chamas em um incêndio no começo da tarde desta terça-feira (20), em uma empresa de alinhamento e balanceamento na Linha Internacional em Ponta Porã.

Outros veículos que estavam no local foram retirados e não houve feridos. As chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros antes de atingir por completo o estabelecimento comercial.

As causas do acidente estão sendo investigadas.




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AGU firma acordo com Marcopolo para ressarcir danos e entregar ônibus a Igaratá


A Advocacia-Geral da União (AGU) celebrou um Acordo de Não Persecução Civil com a Marcopolo S.A., visando o ressarcimento de danos causados por irregularidades em uma licitação de 2007. O acordo, coordenado pela Coordenação Nacional de Acordos Sancionadores (CONAS) da AGU, refere-se à aquisição superfaturada de uma unidade móvel de saúde pelo município de Igaratá (SP), financiada por convênio com o Ministério da Saúde.

A licitação, realizada em 2007, apresentou sobrepreço de 9,39%, resultando em prejuízo de R$ 50.229,23 à União, valor atualizado pela Selic até novembro de 2025. A ação de improbidade administrativa foi ajuizada pela AGU em 2008 e, em primeira instância, a 2ª Vara Federal de São José dos Campos condenou a empresa ao pagamento dos danos e à proibição de contratar com o Poder Público por cinco anos em relação ao município.

Com o acordo, o processo, que tramitava no Superior Tribunal de Justiça (STJ) aguardando julgamento de agravo em recurso especial, foi suspenso. A Marcopolo comprometeu-se a efetuar o ressarcimento imediato dos R$ 50.229,23 aos cofres públicos e a entregar um ônibus avaliado em R$ 550 mil ao município de Igaratá, beneficiando diretamente a localidade afetada.

A iniciativa baseia-se na Lei de Improbidade Administrativa (nº 8.429/1992) e em portarias normativas recentes da AGU, como a PGU/AGU nº 28/2025, que instituiu a CONAS, e a nº 186/2025, que regulamenta acordos de não persecução civil. A CONAS considerou a baixa gravidade da infração, a ausência de repercussão social significativa e a solidez econômica da empresa para concluir que o acordo era a opção mais vantajosa ao interesse público.

Segundo a advogada da União Rachel Zolet, integrante da CONAS, o acordo foi conduzido com transparência e celeridade, reforçando o compromisso da AGU com soluções consensuais que agilizam o fim de litígios e promovem a recuperação de ativos públicos. ‘Essa atuação prioriza o ressarcimento ao erário e benefícios concretos à sociedade’, enfatizou a procuradora.



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Brasil aumenta exportações do complexo carne em 38% em cinco anos


Embarques de proteína bovina quase dobraram no período; acordo Mercosul-União Europeia pode diversificar destinos



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