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ProUni 2026 abre inscrições com 594 mil bolsas nesta segunda


As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) 2026 começam nesta segunda-feira, 26 de janeiro, com a oferta de 594 mil bolsas de estudo em instituições de ensino superior privadas. Trata-se do maior número de vagas já disponibilizadas pelo programa, segundo o Ministério da Educação (MEC).

Do total, 274.819 bolsas são integrais, cobrindo 100% da mensalidade, enquanto 319.700 são parciais, custeando 50% do valor. Os cursos de Administração e Ciências Contábeis concentram o maior volume de oportunidades, com 63.978 e 41.864 bolsas, respectivamente. A oferta abrange principalmente bacharelados, com 328.175 vagas, seguidos por cursos tecnológicos (253.597) e licenciaturas (12.747).

Para participar, os candidatos devem ter realizado o Enem de 2024 ou 2025, obtendo média mínima de 450 pontos nas provas objetivas e não zerando a redação. É necessário ter cursado o ensino médio em escola pública, como bolsista em instituição privada ou atender aos critérios de renda familiar. Pessoas com deficiência e professores da rede pública também podem concorrer.

As bolsas integrais exigem renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário mínimo, enquanto as parciais demandam limite de três salários mínimos. As inscrições ficam abertas até 29 de janeiro pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, onde é possível consultar as vagas por curso, turno, instituição e localidade.

O cronograma inclui divulgação do resultado da primeira chamada em 3 de fevereiro, da segunda chamada em 2 de março, manifestação de interesse na lista de espera nos dias 25 e 26 de março, e resultado final da lista em 31 de março.

*Com informações da Agência Brasil



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Faltam 10 dias para a Abertura Nacional da Colheita!


Evento acontecerá em Porto Nacional, no dia 30 de janeiro de 2026, às 9h; saiba como fazer parte



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Novilhada cabeceira alcança 16 arrobas em Tocantins; veja detalhes


Com manejo de elite no Norte do País, Fazenda Carajás, em Santa Fé do Araguaia (TO), abate lote de 90 fêmeas com média de 16,2 arrobas



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Diante da crise no STF em inquérito do Master Fachin antecipa volta a Brasília


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, interrompeu o recesso e antecipou o retorno a Brasília, onde desembarcou na noite de segunda-feira (19/1). A interlocutores, o magistrado justificou a decisão com a avaliação de que “o momento exige” sua presença na capital, diante do desgaste imposto à imagem da Corte pelos recentes desdobramentos do inquérito do Banco Master.

O principal objetivo de Fachin é administrar a crise institucional gerada pela condução do caso, sob relatoria do ministro Dias Toffoli. O episódio colocou o STF em rota de colisão com a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR), após decisões consideradas atípicas por integrantes do meio jurídico. Fachin havia transferido a presidência interina ao vice, Alexandre de Moraes, durante o recesso.

Hoje, o presidente do STF cumpre agenda em São Luís, no Maranhão, onde se reúne com o ministro Flávio Dino. O encontro presencial foi mantido apesar do recesso porque o filho de Dino passará por uma cirurgia, o que levou Fachin a se deslocar até a capital maranhense em gesto de consideração pessoal e institucional.

Nos bastidores, a pressão sobre Toffoli também se intensificou no âmbito da PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recebeu ao menos quatro representações de parlamentares pedindo que seja arguida a suspeição do ministro para relatar o inquérito que apura fraudes e crimes atribuídos aos proprietários do Banco Master. Apesar disso, em 26 anos, o STF nunca acolheu pedido semelhante para afastar um de seus integrantes.

A presidência da Corte acompanha com preocupação o método adotado por Toffoli no caso. O ministro assumiu ao STF todas as investigações relacionadas ao banco, inclusive processos que tramitam na primeira instância e não envolviam autoridades com foro privilegiado, além de impor elevado grau de sigilo, restringindo o acesso a informações processuais nos sistemas públicos.

A tensão institucional ganhou contornos públicos no último sábado (17), quando a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal divulgou nota classificando o cenário como “atípico”. A entidade apontou suposta afronta às prerrogativas da PF, citando interferências no planejamento investigativo, como prazos exíguos para diligências, realização de acareações fora do padrão e a indicação nominal de peritos pelo relator.

Ontem (19), o presidente da ADPF, Edvandir Felix de Paiva, confirmou a preocupação da categoria. Ele afirmou que as decisões do magistrado, consideradas “inusitadas”, causam problemas à investigação, o que pode comprometer o resultado final dos trabalhos.



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Sem surpresas, China mantém taxas de juros inalteradas pelo 8º mês


A autoridade monetária da China manteve a taxa primária de empréstimos de 1 ano (que serve como referência para os bancos) em 3%



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Após denúncia anônima, PM apreende carro lotado com cigarros no distrito de Nova Itamarati





A PM (Polícia Militar) apreendeu por volta das 4h desta terça-feira (20/1), após denúncia anônima, veículo VW Gol carregado com cigarros contrabandeados do Paraguai, na MS-164, mais especificamente na região do distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã.

Segundo a ocorrência, o carro foi encontrado abandonado nas proximidades de uma fazenda. Durante a vistoria no interior do automóvel, os militares encontraram diversas caixas de cigarros das marcas Fox, Euro e Eight.

Além disso, os agentes notaram que o carro estava com o pneu dianteiro direito furado, sem as chaves de ignição e com uma aparente pane elétrica, o que sugere que os ocupantes fugiram após problemas mecânicos.

Após a substituição do estepe e a remoção do veículo até a base da Polícia Militar no distrito, os PMs contabilizaram aproximadamente 400 pacotes de cigarros paraguaios.

Em contato com a PF (Polícia Federal), os policiais foram orientados a encaminhar o veículo e a mercadoria para a Receita Federal de Ponta Porã para os devidos procedimentos legais e destinação do material apreendido.




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Mastercard para de aceitar compras feitas com cartão do Will Bank, do Banco Master


CAROLINA MANDL E MAELI PRADO
FOLHAPRESS

A bandeira de cartão de crédito Mastercard decidiu parar de aceitar transações feitas via cartões emitidos pelo Will Bank, que fazia parte do conglomerado do Banco Master e entrou em Regime de Administração Especial Temporária (Raet), decretado pelo BC (Banco Central) em novembro.

A Mastercard decidiu suspender a aceitação do cartão do Will Bank depois de não ter as transações feitas por consumidores liquidadas na segunda-feira (19), segundo pessoas com conhecimento do assunto. A medida visa a evitar que o valor devido pelo Will Bank à Mastercard aumente.

“Acompanhamos de perto as operações do Will Bank há algum tempo para entender como as regras da nossa rede e as leis locais estavam sendo cumpridas, a fim de apoiar os participantes do ecossistema que dependem de seus serviços. Como o Will Bank não consegue mais cumprir essas obrigações – e considerando também nossos próprios requisitos regulatórios – suspendemos o uso dos cartões do Will Bank em nossa rede”, disse a Mastercard em nota.

Procurado pela reportagem para comentar o assunto, o Will Bank não retornou o pedido da reportagem até a publicação desta reportagem.

Quando decretou a liquidação do Banco Master no dia 18 de novembro, o BC decidiu preservar o Will Bank devido ao interesse de investidores em adquirir o banco digital naquela época.

No regime de administração especial temporária, as atividades do banco são preservadas, apesar de seus dirigentes perderem o mandato.

O sistema Downdetector, que monitora falhas em serviços virtuais, não registra grande quantidade de reclamações relacionadas ao Will Bank nas últimas horas.

Por volta das 10h desta terça (20), havia cerca de cinco notificações, a maior parte por falhas ligadas ao cartão de crédito. O pico foi registrado em torno das 18h30 de segunda, com 11 reclamações.

Criado em 2017 e comprado pelo Master em 2024, o Will Bank encerrou o primeiro semestre com R$ 14,4 bilhões de ativos, um prejuízo de R$ 244,7 milhões e um patrimônio líquido de cerca de R$ 300 milhões, segundo dados do Banco Central.



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'Agricultura familiar vai bombar' com acordo Mercosul-UE, diz ministro


Paulo Teixeira acredita que principais beneficiados serão produtores de café e frutas



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Botulismo: existe vacina eficaz contra a doença? Especialista responde


Guilherme Vieira confirma eficácia das vacinas polivalentes e alerta que a limpeza de bebedouros e a mineralização com fósforo são os pilares para evitar a intoxicação letal



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Zé Teixeira revela apreensão do setor produtivo para ano de 2026


Enquanto as projeções nacionais indicam recordes de safra, a realidade da porteira para dentro revela uma história diferente, marcada pela cautela e pela apreensão. Quem faz o alerta é o deputado estadual Zé Teixeira, reconhecido como o principal representante da classe produtora no Parlamento sul-mato-grossense. Ao analisar o cenário para 2026, Zé Teixeira desenha um panorama que exige o fortalecimento do produtor rural. Para o parlamentar, que carrega em seus mandatos a marca da defesa intransigente do direito de propriedade, o ano que se aproxima trará custos de produção ainda elevados somados a uma instabilidade jurídica que volta a assombrar regiões produtivas do Estado, como a Grande Dourados e o Cone Sul.

O primeiro ponto de atenção levantado pelo deputado é econômico. Acompanhando relatórios de entidades como a CNA, o deputado destaca que o produtor está descapitalizado. “O cidadão comum ouve falar em safra recorde e acha que tudo está muito bem no campo. É um engano. Para 2026, o nosso desafio é sobreviver com margens de lucro apertadas. O custo para plantar e criar continua altíssimo, os juros dificultam o crédito e o preço da saca ou da arroba não acompanhou essa subida. Não adianta batermos recordes de produtividade se a conta não fechar no final. Tem muito produtor pagando para trabalhar e isso é insustentável”.

Na questão fundiária, o cenário também é preocupante. Com a indefinição do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Marco Temporal se arrastando para 2026, o deputado teme um novo ciclo de invasões, incentivadas pela impunidade e pela morosidade federal. Conhecedor profundo da realidade de regiões como Dourados e Caarapó, Zé Teixeira reforça que o Legislativo precisa atuar como um escudo, cobrando ações enérgicas de segurança pública, já que a solução definitiva em Brasília parece distante.

“Nós não podemos aceitar que, em pleno 2026, Mato Grosso do Sul ainda viva sob a lei do medo. A indefinição do Marco Temporal em Brasília virou combustível para invasões aqui no Estado. Como representante do setor, minha posição sempre foi clara: não existe diálogo com a terra invadida. O direito de propriedade é cláusula pétrea da Constituição. O produtor que acorda cedo, gera emprego e coloca comida na mesa não pode ficar refém de movimentos políticos fantasiados de causa social. Aqui no Estado nós vamos continuar cobrando tolerância zero com a ilegalidade”, afirma.

A preocupação de Zé Teixeira reflete décadas de atuação. Desde seus primeiros mandatos, o deputado se consolidou como o porta voz do setor produtivo sul-mato-grossense dentro da Assembleia. Para 2026, ele garante que continuará atento contra projetos e ações que prejudiquem o setor e ameacem a segurança no campo. “O agro não para. Trabalhamos todos os dias. A defesa do setor também não pode parar. Seja na briga por pontes e melhores estradas para escoar a safra ou na tribuna contra as invasões, o produtor sabe que aqui tem um parceiro de todas as horas”, finaliza o deputado.



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