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Ações da Vale atingem recorde e puxam alta do Ibovespa


As ações da Vale bateram recorde no pregão desta quarta-feira (21) ao mesmo tempo que o Ibovespa ultrapassou a marca inédita dos 171 mil pontos. E isso não é coincidência. Os papéis da mineradora são aqueles com maior peso no principal índice da bolsa, com 12,2% de participação.

A Vale liderou o ranking de ações brasileiras preferidas pelos investidores estrangeiros em 2025, com um volume de R$ 197,7 bilhões. Por serem mais líquidos, os papéis das grandes companhias frequentemente atraem os grandes aplicadores internacionais. Para eles, é um dinheiro pequeno. Para as ações da bolsa, é um caminhão capaz de mudar todo o ponteiro do relógio.

A ação ordinária (ON) da mineradora alcançou a máxima histórica de R$ 82,80 dentro do pregão de hoje. No fechamento, subiu 3,02%, para R$ 82,50. O Ibovespa subiu 3,33%, aos 171.817 pontos.

Além da alta procura pela sua liquidez, as ações da Vale são escolhidas pelos investidores de acordo com as perspectivas para os preços o minério de ferro. A commodity tem se mantido em um patamar acima das projeções do ano passado, em torno de US$ 90 a tonelada, o que beneficia diretamente mineradoras ao redor do mundo.

O principal referencial de preços do minério de ferro – o Contrato Futuro de Minério de Ferro 62% Fe CFR (Cost and Freight) China, referência do mercado – é negociado acima de US$ 105 a tonelada.

Do lado “fundamentalista”, que considera a situação financeira da empresa especificamente, alguns outros atrativos tornam a Vale uma opção de investimento. O principal é a expectativa do mercado em relação à combinação de expansão das atividades da mineradora com redução de custos.

Isso é importante para o posicionamento da empresa na disputa com grandes mineradoras globais, como BHP e Fortescue Metals Group, além da Rio Tinto e da Glencore, que estudam uma fusão – um negócio que criaria a maior companhia de mineração do mundo e uma concorrência ainda mais pesada contra a brasileira.

A Vale planeja alcançar uma produção de 360 milhões de toneladas de minério de ferro em 2030. E os números sugerem que ela está no caminho para atingir o objetivo: a projeção é que a companhia tenha fechado 2025 em 335 milhões de toneladas.

Apesar de pisar o acelerador na produção, a gigante da mineração tem mantido um esforço para reduzir riscos, como o das barragens que levaram a desastres ambientais no passado. A Vale já não tem barragens em nível 3 de emergência – o mais elevado e que pode representar perigo iminente em condições desfavoráveis.

Além disso, segundo os dados do terceiro trimestre de 2025, restam apenas 10 barragens com um nível ainda significativo de vulnerabilidade, ante 35 em 2020. E a expectativa é de que esse número já tenha caído para 6 no encerramento do quarto trimestre.

Outro ponto observado pelos investidores é a mudança do mix de produtos do grupo, com redução de custos e aumento de produtos com maior demanda global, justamente para bater de frente com as concorrentes.

No caso da Vale, isso se traduz na saída de negócios como o carvão mineral e na redução do foco em produtos de menor qualidade, ao mesmo tempo em que a empresa concentra seus esforços em minério de ferro de alto teor, pelotas, níquel e cobre. Esses produtos têm forte demanda internacional e maior valor agregado, com produção em maior escala e a flexibilidade de gerar custos unitários mais baixos.

As siderúrgicas chinesas, por exemplo, buscam principalmente o minério de ferro de médio teor pelo custo-benefício. O metal extraído do principal complexo produtor da Vale, a mina de Carajás, tem um teor de ferro considerado um dos mais elevados do mundo, em torno de 65%.

A companhia, porém, trabalhou para reduzir o custo e ao mesmo tempo aumentar o atendimento à demanda das siderúrgicas globais com uma mistura do minério de Carajás ao de outras minas, com teor próximo de 58%.



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Homem desaparecido é encontrado morto em açude em Laguna Carapã





O corpo de Tiago da Silva Machado, que estava desaparecido desde o início do mês, foi encontrado na tarde desta quarta-feira (21) em um açude na região do Bonfim, no município de Laguna Carapã.
Tiago era morador do distrito de Bocajá e havia sido visto pela última vez no dia 11 de janeiro, quando seu desaparecimento passou a mobilizar familiares e conhecidos. O corpo foi localizado por populares, que imediatamente acionaram a Polícia Civil.

Equipes da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Serviço de Investigações Gerais (SIG) de Dourados estiveram no local para realizar os procedimentos de praxe, incluindo a retirada do corpo da água e os primeiros levantamentos periciais, que irão auxiliar na elucidação das circunstâncias da morte.

Após os trabalhos iniciais, o corpo será encaminhado ao Instituto Médico Odontológico Legal (IMOL), em Dourados, onde passará por exame de necropsia. Somente após a conclusão dos laudos periciais é que o corpo será liberado à família.

A Polícia Civil investiga o caso e aguarda os resultados da perícia para determinar a causa da morte e verificar se houve indícios de crime.

Tiago foi visto com vida pela última vez no dia 11. (Foto: Divulgação)




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Guia de direitos para povos de matriz africana é lançado em Brasília


Um guia com mais de 100 páginas, intitulado ‘Guia de Direitos dos Povos de Matriz Africana e Afro-Brasileira’, será lançado nesta quarta-feira (21) no Teatro dos Bancários, em Brasília, como parte das comemorações do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A publicação, uma iniciativa da Secretaria de Combate ao Racismo e das Discriminações e da Comissão da Verdade da Escravidão Negra do Sindicato dos Bancários de Brasília, homenageia a Iyalorixá Mãe Gilda, vítima de intolerância religiosa, e conta com a participação de representantes de terreiros da região.

O material visa contribuir para o enfrentamento da discriminação racial e da intolerância religiosa contra povos de matriz africana, especialmente no Distrito Federal. Apesar das garantias constitucionais à liberdade de consciência e de crença, ao livre exercício de cultos religiosos e à proteção de locais de culto, o Brasil registrou 4.424 violações à liberdade de crença em 2025, um aumento de 14% em relação aos 3.853 casos de 2024, segundo o Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

O guia destaca direitos assegurados pela Constituição Federal, como o pleno exercício de direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional, com ênfase nas manifestações das culturas afro-brasileiras. Também aborda o reconhecimento de efeitos civis ao casamento religioso, a obrigatoriedade da temática de História e Cultura Afro-Brasileira nos currículos educacionais e a preservação de bens materiais e imateriais relacionados às expressões culturais.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Eduardo Araújo, enfatizou que o combate à intolerância religiosa permanece um grande desafio no país. ‘Mesmo com o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, instituído em 2007, ainda enfrentamos violações anuais desse direito. Por isso, publicamos o guia para informar e empoderar as comunidades vulnerabilizadas pelo racismo, permitindo que exerçam seus direitos de forma assertiva’, declarou à Agência Brasil.

Araújo destacou a importância do acesso à informação para fortalecer os praticantes de religiões de matriz africana, reconhecendo o legado ancestral dessas comunidades na sociedade brasileira. O sindicato visa que o guia auxilie na defesa de direitos garantidos constitucionalmente.

A intolerância religiosa é considerada crime equiparado ao racismo, inafiançável e imprescritível, com penas de reclusão de 1 a 3 anos e multa, ou de 2 a 5 anos se cometida por meios de comunicação. Denúncias podem ser feitas pelo Disque 100 (com atendimento em Libras), WhatsApp (61) 99611-0100, Telegram (DireitosHumanosBrasil), delegacias especializadas como a Decradi ou pelo site www.humanizaredes.gov.br.



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Trump desiste de tarifar países contrários ao seu plano de anexar a Groenlândia


Após reunião com secretário-geral da Otan, Trump disse que foi definida a estrutura de um acordo envolvendo a ilha



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Transporte público de Dourados recebe 4 novos ônibus


O transporte coletivo de Dourados iniciou 2026 com reforço na frota. Quatro novos ônibus passam a operar na cidade, sendo dois modelos convencionais para linhas de bairros e dois veículos trucados destinados ao atendimento da linha universitária. A vistoria oficial ocorreu na manhã desta quarta-feira (21), com a presença do prefeito Marçal Filho, que destacou o avanço na modernização do serviço e o foco em mais conforto e comodidade aos passageiros. Os investimentos são resultado das exigências feitas pelo prefeito Marçal Filho para renovação da concessão do transporte coletivo para a Viação Dourados.

Os novos ônibus contam com motores Euro 6, tecnologia que reduz significativamente a emissão de poluentes, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar. Todos são climatizados e elevam para cerca de 35% a parcela da frota com ar-condicionado. A meta da administração municipal, segundo o prefeito, é chegar a 100% da frota climatizada em até três anos. “Reduzimos a tarifa logo no primeiro ano de mandato e agora avançamos na renovação dos veículos mais antigos”, lembrou Marçal Filho. “O objetivo é oferecer um transporte mais digno, eficiente e confortável para todos, especialmente para quem depende do ônibus todos os dias”, afirmou o prefeito.

Em junho do ano passado, por determinação do prefeito Marçal Filho, o preço da passagem foi reduzido de R$ 3,25 para R$ 3,00, enquanto a tarifa estudantil teve redução ainda maior, de R$ 1,65 para R$ 1,00. “O transporte público precisa acompanhar o crescimento da cidade”, observou o prefeito. “Estamos investindo para garantir melhores condições aos usuários, inclusive aos universitários, com veículos mais modernos, ampliação gradual de rotas e mais ônibus disponíveis nos horários de maior demanda. Nosso compromisso é tornar o sistema mais acessível, confortável e eficiente para toda a população”, enfatizou Marçal Filho.

Além do conforto térmico, os veículos trazem portas-USB para recarga de celulares, elevadores elétricos para pessoas com deficiência (PCDs), rampas de acesso para cadeirantes, assentos exclusivos para pessoas com mobilidade reduzida e assento específico para pessoas obesas. Um dos ônibus possui câmbio automático. O investimento total é de aproximadamente R$ 4 milhões.

O diretor da Viação Dourados, Marcelo Saccol, destacou que a frota também dispõe de botões de solicitação de parada em Braille, além de sistema de rastreamento por GPS e telemetria, o que garante mais segurança e eficiência na operação.

Os dois veículos trucados têm capacidade para 101 passageiros, sendo 41 sentados. Já os convencionais comportam até 82 pessoas, com 47 assentos e 35 lugares em pé. Atualmente, a concessionária opera 54 ônibus em 23 linhas que atendem o perímetro urbano e distritos. Em 2025, a prefeitura implantou a linha para o distrito de Itahum, a cerca de 60 quilômetros da área urbana, uma reivindicação antiga da comunidade local e conquistada pelo prefeito Marçal Filho.

Com a chegada dos novos veículos, o sistema de transporte coletivo de Dourados avança em acessibilidade, sustentabilidade e qualidade do serviço, reforçando o compromisso doa atual administração com a mobilidade urbana e a qualidade de vida dos cidadãos.



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Vitórias de Ticket e VR na Justiça devem forçar reabertura do debate de regras para o setor de benefícios 


A implementação das novas regras para o setor de benefícios teve sua primeira grande decisão no Judiciário. Na última terça-feira (20), o juiz Maurício Freitas Maia de Queiroz, da 12ª Vara Federal de São Paulo, suspendeu em caráter provisório os efeitos do decreto do governo Lula que mudou as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) para a Ticket, operadora de cartões de benefícios da francesa Edenred. A VR, segundo fontes relataram ao InvestNews, também obteve liminar que derrubou os efeitos do decreto na tarde desta quarta-feira (21).

O despacho, ao qual o InvestNews teve acesso, proíbe a União de fiscalizar ou impor qualquer punição à Ticket pelo descumprimento das regras do novo PAT a partir de 10 de fevereiro deste ano. É quando entra em vigor uma série de medidas, como a limitação em 3,6% das taxas que as operadoras de benefícios podem cobrar dos restaurantes, supermercados e afins. Atualmente, a taxa média cobrada pelas dominantes do mercado, como a Ticket, gira em torno de 7%, segundo um dado da LCA Consultores.

Além dela, também entra em vigor a chamada tarifa de intercâmbio, que é cobrada pelas bandeiras (como Mastercard e Visa) a operadoras de benefícios. Essa, por sua vez, terá um teto de 2%. E ficou determinado que as empresas que operam em um sistema de pagamentos conhecido como arranjo fechado, caso da Ticket, têm de se adaptar ao arranjo aberto. Ou seja, os vouchers de vale-refeição passarão a ser aceitos em qualquer máquina de estabelecimentos cadastrados como padarias, restaurantes ou supermercados etc.

A medida judicial já era esperada. Tão logo o governo oficializou o decreto, em novembro de 2025, a Edenred comunicou a seus investidores que estudava alguma ação judicial. A princípio, a ideia era realizar um movimento organizado por meio da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador, a ABBT, mas a dona da Ticket se movimentou antes.

O InvestNews apurou que as principais questões por trás da ação movida pelas empresas são relacionadas aos prazos para adequação às novas regras e, sobretudo, ao arranjo aberto. Na visão de pessoas ligadas às chamadas “incumbentes”, as dominantes do mercado, a mudança do regime pode prejudicar a fiscalização e facilitar o desvio do volume pago por meio do programa para outras finalidades, como bets e o consumo de álcool.

Em comunicado oficial, a Ticket disse que busca “segurança jurídica e preservar a integridade e o funcionamento do programa, em um contexto de mudanças regulatórias relevantes”. A operadora afirmou também que é “favorável à modernização do PAT”, mas “defende que eventuais mudanças ocorram de forma equilibrada, considerando os impactos para empresas, trabalhadores e estabelecimentos”.

Ao InvestNews, o governo, por meio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), prometeu recorrer das decisões. “Ainda não recebemos a notificação. Assim que formos notificados, recorreremos”, afirmou em nota.

Decisão abre precedente

O que o governo pretende, com o decreto, é combater o que ele classifica como “oligopólio” nesse mercado. Hoje, quatro grandes empresas que operam nesse segmento há mais tempo detêm cerca de 80% da receita do setor, que movimenta mais de R$ 150 bilhões ao ano. São elas: Alelo, VR, Ticket e Pluxee, antigamente conhecida como Sodexo. Aos olhos dos novos players desse mercado, elas são conhecidas como “incumbentes” (o equivalente a “dominantes”), um termo rechaçado pelas grandes.

Agora, as decisões devem forçar uma reabertura do diálogo com as líderes do mercado, que reclamavam das medidas. O InvestNews apurou que as outras dominantes (Alelo e Pluxee) do mercado já se movimentaram para conseguir vitórias semelhantes. A ABBT disse que as ações movidas pelo setor são individuais e que a entidade mantém “diálogo com o governo”.

Entre as desafiantes às líderes, paira uma sensação de incerteza sobre o futuro da decisão, às vésperas da implementação das novas regras. “Nós esperamos que essa liminar não abra espaço para insegurança jurídica, pois isto vai contra um decreto do governo federal publicado após amplas discussões com as empresas”, afirma Julio Brito, CEO da Swile. “Nós recebemos com surpresa e entendemos que decisões como esta apenas refletem mais um momento do mercado onde as empresas dominantes tentam, de novo, manter os velhos modelos em operação, com seus ganhos extraordinários, e reduzir cada vez mais o poder de compra dos trabalhadores.”

Para Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a decisão abre espaço para ajustes nas regras. “Eu, pessoalmente, gostaria de voltar a discutir a única solução que penso ser justa e de mercado: uma dinâmica em que tanto quem recebe os vales (restaurantes e mercados) quanto quem os adquire para seus funcionários dividam a conta. A lei prevê isso, é como funciona no vale cultura. Não é justo que a conta fique toda com o nosso setor e também é um absurdo voltarmos a ter tabelamento de preços”, afirma ele.



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Polícia Federal deflagra operação que investiga uso irregular de nafta em Ponta Porã





A Polícia Federal, por meio da Delegacia de Dourados, deflagrou na manhã desta quarta-feira (21) a Operação Naphtos, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão e suspender as atividades de empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias químicas, entre elas a nafta, produto comumente empregado e que pode estar sendo usado de forma ilícita na adulteração de combustíveis.

A ação foi realizada no município de Ponta Porã e é resultado de uma investigação iniciada após a apreensão de caminhões-tanque que transportavam grande quantidade de um líquido transparente identificado como nafta, em desacordo com as informações constantes nas notas fiscais apresentadas. Segundo a Polícia Federal, há indícios de que a substância estaria sendo carregada, armazenada e manuseada clandestinamente em imóveis vinculados às empresas investigadas.

A operação contou com o apoio técnico de fiscais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e tem como principais objetivos interromper práticas ilícitas, proteger o consumidor final e reforçar a coleta de provas para o aprofundamento das investigações.

As apurações seguem em andamento e correm sob sigilo, a fim de não comprometer novas diligências e a identificação de outros possíveis envolvidos no esquema.




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Edital Floresta Viva prorroga inscrições para restauração em terras indígenas até fevereiro


O edital Floresta Viva – Terras Indígenas, que destinará R$ 8,8 milhões para projetos de restauração ecológica em áreas indígenas, teve suas inscrições prorrogadas até 27 de fevereiro. A chamada pública visa selecionar até quatro iniciativas que combinem recuperação ambiental com o fortalecimento econômico e social das comunidades indígenas nos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.

Os recursos são aportados pela Fundação Bunge, pela Agrícola Alvorada e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A gestão técnica e financeira do edital é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), por meio do qual as organizações interessadas podem submeter suas propostas diretamente no site da entidade.

Dúvidas sobre o chamamento podem ser enviadas até 7 de fevereiro através de um link específico disponibilizado pelo Funbio.



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BNDES amplia programa de renegociação e inclui dívidas da safra 24/25


Após pressão do setor agropecuário, o programa de renegociação de dívidas rurais foi ampliado para incluir o custeio da safra 2024/25 e atender produtores afetados por perdas climáticas



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Prefeitura leva avaliação dermatológica ao Jorjão para rematrícula na natação e hidroginástica


A Prefeitura de Dourados, por meio da Fundação de Esportes de Dourados (Funed), está disponibilizando avaliação dermatológica gratuita para alunos que irão realizar a rematrícula nas modalidades de natação e hidroginástica, desenvolvidas no Complexo Esportivo Jorge Antônio Salomão, o Jorjão. A ação ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (Sems) e acontece nesta quarta-feira (21) e quinta-feira (22), diretamente no complexo esportivo. “O prefeito Marçal Filho determinou que fosse facilitado ao máximo o acesso das pessoas aos serviços oferecidos pela Fundação de Esportes de Dourados e essa avaliação gratuita é mais uma iniciativa nesse sentido”, explica Sandra Giselly Amaral Assunção, diretora-presidente da Funed.

Diferente de anos anteriores, quando a avaliação precisava ser realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), neste ano o atendimento está sendo feito no próprio Jorjão, proporcionando mais comodidade e agilidade aos alunos. O atendimento é realizado por enfermeiras e médicas da Atenção Primária à Saúde, mediante distribuição de senhas por ordem de chegada, das 7h30 às 13h.

De acordo com Sandra Giselly Amaral Assunção, a iniciativa facilita o processo de rematrícula. “Com essa parceria com a Secretaria Municipal de Saúde disponibilizamos a avaliação dermatológica no próprio local das aulas, garantimos mais rapidez no atendimento e mais comodidade aos alunos”, destacou. “Após o período de rematrícula dos alunos já matriculados, a Funed divulgará o calendário de inscrições para novos participantes interessados nas modalidades de natação e hidroginástica”, antecipa Sandra.

O Complexo Esportivo Jorjão oferece diversas atividades esportivas gratuitas à população, com foco na promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida, uma dos direcionamentos da gestão do prefeito Marçal Filho. Em breve, a Fundação de Esportes anunciará novas vagas para diferentes faixas etárias e modalidades.



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