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Como o Irã tem usado criptoativos para driblar a crise do rial e as sanções dos EUA


O Banco Central do Irã comprou mais de US$ 500 milhões em ativos digitais atrelados ao dólar no último ano como forma de mitigar a crise cambial e contornar sanções dos EUA, informou a empresa de análise de blockchain Elliptic, em um relatório.

Segundo a Elliptic, citando documentos vazados e sua própria pesquisa, o CBI realizou duas compras da stablecoin USDT, vinculada ao dólar e emitida pela Tether, em abril e maio de 2025. Até junho de 2025, a maior parte dos fundos foi direcionada a uma exchange de criptomoedas iraniana, onde usuários podiam manter USDT, trocar por outras criptomoedas ou vender por riais.

Após o ataque hacker à exchange em junho, feito por um grupo pró-Israel, os fluxos mudaram: o USDT foi convertido em outros ativos e movimentado por diversas blockchains.

A economia iraniana está amplamente isolada dos mercados financeiros globais desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, abandonou o acordo nuclear histórico em 2018 e impôs sanções rigorosas ao país. Restrições às exportações de petróleo, principal fonte de receita em moeda estrangeira do Irã, reduziram a oferta de divisas, assim como a incapacidade de repatriar ganhos de exportação e a exclusão do sistema bancário SWIFT. Isso dificultou a defesa do valor do rial pelo CBI e agravou a inflação.

A Elliptic afirmou que o banco central iraniano tem usado a stablecoin para conter a desvalorização do rial e realizar pagamentos relacionados ao comércio internacional, criando um “mecanismo bancário à prova de sanções” e “uma camada financeira paralela capaz de manter valor em dólar fora do alcance das autoridades dos EUA”.

Em nota, a Tether afirmou que mantém “tolerância zero ao uso criminoso de nossos tokens” e que segue “as diretrizes da OFAC em relação a Pessoas Especialmente Designadas”, referindo-se ao escritório do Tesouro dos EUA responsável por entidades sancionadas.

O CBI não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Bloomberg. Autoridades iranianas impuseram severas restrições à internet e redes telefônicas desde 8 de janeiro, quando os protestos se intensificaram e as forças de segurança iniciaram uma repressão mortal aos manifestantes.

Em relatório divulgado na semana passada, a empresa de análise de blockchain Chainalysis avaliou o setor cripto iraniano em US$ 7,78 bilhões em 2025, à medida que cada vez mais iranianos buscam proteger seus ativos da inflação galopante e encontrar alternativas aos dólares e euros, cada vez mais caros.



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Homem mata patrão da esposa e se mata em salgaderia em Campo Grande





O comerciante proprietário da salgaderia Luigi, na Avenida Júlio de Castilho, no Jardim Imá, foi morto no começo da tarde desta quarta-feira (21), pelo marido de uma funcionária do estabelecimento. O autor do crime em seguida se matou usando a mesma arma, uma faca atingindo o próprio peito.

Consta que a situação estava normal no estabelecimento, até que uma funcionária chegou para o expediente. Assim que ela entrou, o marido chegou e também entrou praticamente invadindo o local e já atacando o comerciante com golpe de faca no pescoço matando a vítima praticamente na hora.

A mulher do esfaqueador em desespero tentou conter o marido que se debatia e em seguida deu uma facada no próprio peito. Quando socorristas do Corpo de Bombeiros chegaram em questão de minutos, constataram que ele estava vivo, mas em seguida colapsou tendo os Bombeiros lutado por cerca de 40 minutos o reanimando, mas ele morreu no local.

A esposa do autor, abalada e em estado de choque além de banhada de sangue em razão da luta tentando conter o marido, precisou ser levada para atendimento médico. O local foi isolado pela Polícia Militar para trabalho da Polícia Civil, Perícia e remoção dos corpos.




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brasil

Primo de crianças desaparecidas em Bacabal (MA) recebe alta e auxilia nas buscas


BRUNA FANTTI
FOLHAPRESS

O menino de 8 anos, primo das duas crianças que seguem desaparecidas na zona rural de Bacabal, no Maranhão, recebeu alta do Hospital Geral nesta terça-feira (20), após permanecer internado por 14 dias.

As buscas por Ágatha Isabelly, 6, e Allan Michael, 4, completam três semanas sem pistas concretas sobre o paradeiro dos irmãos.

De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão, logo após deixar o hospital, o menino participou das buscas com autorização judicial. Ele acompanhou equipes policiais e indicou o trajeto que fez com os primos até uma cabana abandonada, conhecida pelos investigadores como casa caída, situada a cerca de 50 metros do rio Mearim.

A criança havia sido encontrada no dia 7 de janeiro por carroceiros que trafegavam por uma estrada vicinal em um povoado de Bacabal.

O governo do Maranhão informou que o menino continuará recebendo acompanhamento psicológico e seguirá colaborando com informações que possam ajudar na localização dos primos.

As equipes concentram as buscas em um trecho onde cães farejadores identificaram sinais da presença das crianças. Militares da Marinha utilizam o equipamento subaquático side scan sonar para vasculhar cerca de três quilômetros do rio Mearim.

Nesta terça-feira (20), as autoridades passaram a restringir o acesso de pessoas que não integram a força-tarefa à região do rio e à base das equipes de busca.

Entenda o caso

Ágatha Isabelly, de 6, e Allan Michael, de 4, desapareceram no dia 4 de janeiro após saírem para brincar na comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA). Eles estavam com o primo de 8 anos, encontrado três dias depois, debilitado, a cerca de quatro quilômetros do local.

A criança resgatada relatou que entrou na mata com os primos e passou por uma casa abandonada, onde elas teriam se separado por exaustão.

Cães farejadores confirmaram vestígios das crianças na área. As buscas mobilizam mais de 500 pessoas, com apoio de forças de segurança, voluntários e da Marinha, que utiliza sonar para varredura no rio Mearim, enquanto a Polícia Civil segue investigando o caso.



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Cana: Centro-Sul processa 26,6% a mais na 2ª quinzena de dezembro


Unidades processaram 2,171 milhões de t no período, contra 1,714 milhão no mesmo intervalo da safra passada



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PF deflagra operação que investiga uso irregular de nafta em Ponta Porã


A Polícia Federal, por meio da Delegacia de Dourados, deflagrou na manhã desta quarta-feira (21) a Operação Naphtos, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão e suspender as atividades de empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias químicas, entre elas a nafta, produto comumente empregado e que pode estar sendo usado de forma ilícita na adulteração de combustíveis.

A ação foi realizada no município de Ponta Porã e é resultado de uma investigação iniciada após a apreensão de caminhões-tanque que transportavam grande quantidade de um líquido transparente identificado como nafta, em desacordo com as informações constantes nas notas fiscais apresentadas. Segundo a Polícia Federal, há indícios de que a substância estaria sendo carregada, armazenada e manuseada clandestinamente em imóveis vinculados às empresas investigadas.

A operação contou com o apoio técnico de fiscais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e tem como principais objetivos interromper práticas ilícitas, proteger o consumidor final e reforçar a coleta de provas para o aprofundamento das investigações.

As apurações seguem em andamento e correm sob sigilo, a fim de não comprometer novas diligências e a identificação de outros possíveis envolvidos no esquema.



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economia

Rombo do Will Bank para o FGC alcança R$ 6,3 bilhões


O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) divulgou nesta quarta-feira uma estimativa de R$ 6,3 bilhões para o pagamento de depositantes e títulos elegíveis aos pagamentos com a liquidação do Will Bank.

O mercado estimava valores entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7,5 bilhões que estariam elegíveis ao ressarcimento para investidores e depositantes. Com a confirmação do fundo, o total de indenizações ligadas ao conglomerado do Banco Master já alcança R$ 47,3 bilhões, cerca de 40% do caixa do FGC.

A partir da liquidação extrajudicial do Will Bank, decretada eplo Banco Central nesta quarta-feira (21), as negociações com CDBs da instituiçnao ficam paralisadas e os depósitos, bloqueados. E isso vale tanto para novos depósitos e resgates quanto para compra e venda no mercado secundário.

A partir desta data, o FGC vai fazer as contas para assumir os pagamentos. Os reembolsos do fundo acontecem só depois que o fundo recebe a lista de credores, que é enviada pelo liquidante, escolhido pelo BC. Apenas com essa lista em mãos é que o FGC conseguirá definir o cronograma de devolução do dinheiro.

Ainda não há informações de quanto tempo vai demorar para isso acontecer. Como os desembolsos do Banco Master já estão em curso, espera-se que o pagamento do Will Bank não leve tanto tempo como foi com o controlador.

E não são só os CDBs que deixam de ser negociados. Outros produtos financeiros também são congelados: conta corrente, poupança, RDBs (Recibos de Depósito Bancário) – semelhantes a um CDB comum, mas, em geral, com menos liquidez – e letras de crédito, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).



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Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país





Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.

A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.

A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta.




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brasil

Técnico seria psicopata e matava por prazer, diz delegado sobre principal linha de investigação no DF


RAQUEL LOPES
FOLHAPRESS

O delegado Maurício Iacozzilli, da Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa do Distrito Federal, afirmou que a principal linha de investigação até o momento aponta que o técnico de enfermagem suspeito de envolvimento em três mortes no Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), seria um psicopota que cometeu os crimes por prazer.

Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, 24, é apontado como o principal suspeito pelas mortes. Também foram presas as técnicas de enfermagem Marcela Camilly Alves da Silva e Amanda Rodrigues de Sousa, suspeitas de envolvimento nos óbitos.

Os três são investigados pelas mortes de Marcos Raymundo Fernandes Moreira, 33, João Clemente Pereira, 63, e Miranilde Pereira da Silva, 75. A Polícia Civil, contudo, diz acreditar que pode haver mais mortes ligadas aos suspeitos.

“Até agora, essa é a hipótese mais forte. Os investigadores apuram ainda se o principal suspeito pode ter manipulado os outros dois técnicos para auxiliá-lo nos crimes. Uma delas estava em treinamento, tinha 22 anos, e estava no primeiro emprego; a outra era amiga do suspeito havia muitos anos”, disse.

As imagens, segundo o delegado, mostram que as duas acompanharam a preparação e a aplicação do medicamento.

Em um dos casos, uma das técnicas teria permanecido no quarto observando a aplicação sem intervir. Em outro episódio, a outra investigada, que atuava em setor diferente, aparece dando cobertura, observando a porta enquanto o medicamento era aplicado.

A polícia aguarda os laudos periciais de celulares e computadores apreendidos para tentar esclarecer o real motivação dos crimes e verificar se houve comunicação entre os investigados ou com terceiros.

“É isso que pode amarrar melhor o porquê desses crimes”, disse Iacuzzi. A previsão é que os laudos fiquem prontos entre 15 e 20 dias.

Segundo o delegado, as versões apresentadas pelo principal investigado não se sustentam diante das provas já reunidas.

De acordo com o delegado, o técnico inicialmente alegou que teria agido de cabeça quente, sob estresse do plantão. Em seguida, passou a afirmar que teria sentido pena das vítimas e queria aliviar o sofrimento delas.

“As justificativas não fecham. A professora aposentada de 75 anos estava consciente e havia sido internada por constipação intestinal. Não era uma pessoa em sofrimento intenso”, disse.

Segundo o delegado, as investigações apontam que os pacientes sofreram paradas cardíacas após a aplicação de medicamentos em dosagens incompatíveis com qualquer prescrição médica.

Imagens do circuito interno do hospital mostram o principal suspeito falsificando receitas e preparando a substância. “Nenhum médico receitaria aquilo. Se aplicar do jeito que estava ali, mata”, afirmou o delegado.

Os três técnicos devem responder por homicídio qualificado, com duas qualificadoras já apontadas: meio insidioso, pelo uso de medicamento; e impossibilidade de defesa das vítimas, que estavam acamadas.

Cada crime pode resultar em pena de 12 a 30 anos de prisão.

Após a conclusão do inquérito, a Polícia Civil afirma que pretende abrir uma nova investigação para apurar se os suspeitos podem ter atuado em outros hospitais.

“Vamos analisar prontuários de pacientes que morreram em plantões deles, tanto no Hospital Anchieta quanto em outros locais onde trabalharam”, afirmou o delegado.

As duas técnicas presas foram encaminhadas ao presídio da Colmeia, diante da inexistência de estrutura para custódia de mulheres na carceragem da Polícia Civil. O principal suspeito permanece detido na carceragem da corporação durante o período de prisão temporária.

A expectativa da investigação é que a detenção seja convertida em prisão preventiva após a conclusão das perícias.



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Vietnã e Arábia Saudita anunciam abertura de mercados para produtos bovinos brasileiros


O Mapa e MRE concluíram as negociações sanitárias que permitirão a exportação de novos produtos agropecuários para o Vietnã e Arábia Saudita



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Sudeste tem alerta para 200 milímetros; Cáceres (MT) entra em ciclo de chuvas diárias


Alerta máximo para produtores de MG, RJ e ES devido ao risco de erosão e alagamentos; Santa Catarina ainda registra mínimas de 12°C nas baixadas



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