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Após novela, Cade e Aneel dão sinal verde à compra da Emae pela Sabesp


As duas decisões foram em sentido contrário à reivindicação da Phoenix Água e Energia, ligada ao empresário Nelson Tanure. Entenda o caso



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Governo autoriza concurso com 194 vagas para Hospital Regional de MS


O Governo de Mato Grosso do Sul autorizou a realização de concurso público com 194 vagas para a Funsau (Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul (FUNSAU), instituição responsável pela gestão do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS). A autorização consta em decreto no Diário Oficial do Estado publicado, nesta quarta-feira (21). As vagas são

As vagas são para cargos da carreira Gestão de Serviços Hospitalares, entre eles técnico de serviços hospitalares, na função de técnico de enfermagem, reforçando o quadro de profissionais que atuam diretamente na assistência prestada à população. O concurso será realizado na modalidade de provas e títulos, conforme previsto no decreto.

De acordo com o texto, a organização do certame ficará a cargo da SAD (Secretaria de Estado de Administração), SES (Secretaria de Estado de Saúde) e da Funsau, que serão responsáveis por definir as normas, os procedimentos, as etapas do concurso e os critérios de seleção, todos a serem detalhados em edital específico.

Para a diretora-presidente da Funsau, Marielle Alves Corrêa Esgalha, a autorização do concurso representa um avanço importante para o fortalecimento da assistência hospitalar no Estado. “A ampliação do quadro de técnicos de enfermagem é fundamental para qualificar ainda mais o atendimento prestado no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. Essa autorização demonstra o compromisso do Governo do Estado com a valorização dos profissionais da saúde e com a melhoria contínua dos serviços oferecidos à população”, destaca.

O secretário estadual de Saúde, Maurício Simões Corrêa, ressalta que o concurso integra um planejamento mais amplo de fortalecimento da rede pública estadual. “A autorização dessas vagas faz parte de uma estratégia de médio e longo prazo para garantir sustentabilidade ao sistema hospitalar, reduzir sobrecargas nas equipes e assegurar respostas mais eficientes às demandas assistenciais. O Hospital Regional é referência em alta complexidade e precisa de quadros dimensionados de forma adequada para manter a qualidade, a segurança e a continuidade do cuidado”, pontua.

O decreto entrou em vigor na data de sua publicação, e o edital do concurso, com informações sobre prazos, carga horária, requisitos legais e etapas do processo seletivo, será divulgado posteriormente.



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Anvisa proíbe e manda apreender Tirzepatida Synedica, TG e Retatrutida


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (21 de janeiro), a apreensão e a proibição do Tirzepatida das marcas Synedica e TG, além do Retatrutida de todas as marcas e lotes.

A medida proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso desses produtos, que foram identificados como irregulares. Eles são fabricados por empresas desconhecidas e estão sendo anunciados e vendidos por meio de perfis no Instagram, sem qualquer registro, notificação ou cadastro na Anvisa.

Por se tratar de itens de origem desconhecida, não há garantias sobre seu conteúdo ou qualidade, o que representa riscos à saúde. A Anvisa orienta que os produtos não sejam utilizados em nenhuma hipótese.

Profissionais de saúde e pacientes que identificarem esses produtos podem reportar à agência pelos canais de atendimento disponíveis ou à Vigilância Sanitária (Visa) local, conforme os contatos no portal da Anvisa.

A resolução foi publicada no Diário Oficial da União e pode ser consultada no link: https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-214-de-20-de-janeiro-de-2026-682266619.



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Ministério da Agricultura eleva projeção do valor bruto da produção brasileira em 2026


Número supera total estimado pela pasta no mês passado, mas represnta queda de 2% em relação ao ano anterior



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Pasto maternidade: como reconhecer vacas amojando e evitar problemas na cria?


Especialistas da BE.Animal e Unesp ensinam a identificar sinais físicos de parto e alertam: novilhas e vacas nunca devem dividir o mesmo pasto maternidade



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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3


Agência Brasil*

A Caixa Econômica Federal paga nessa quarta-feira (21) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 176 cidades de nove estados receberam o pagamento no dia 19 de janeiro, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 120 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (29), Sergipe (10), Roraima (6), Paraná (4), Amazonas (3), Piauí (2), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Cerca de 2,44 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

No ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.



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Fraude na Americanas foi arquitetada e liderada por ex-CEO, diz CVM


A fraude contábil bilionária na Americanas, considerada o maior escândalo da história do varejo brasileiro e que completa três anos neste mês de janeiro, foi arquitetada e liderada por Miguel Gutierrez, ex-CEO da companhia, segundo a conclusão da Superintendência de Processos Sancionadores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Dos mais de 40 investigados pelas autoridades policiais por suposto envolvimento no esquema, 31 agora também foram apontados pela CVM como envolvidos nas irregularidades. Entre eles, estão diretores, gestores e colaboradores de diferentes áreas da Americanas.

Segundo a CVM, os envolvidos teriam atuado sem o conhecimento do Conselho de Administração ou dos comitês da empresa. A informação foi publicada inicialmente pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

As conclusões da CVM corroboram as investigações sobre o caso conduzidas pelo Ministério Público Federal (MPF). Em outubro do ano passado, o ex-diretor da Americanas Márcio Cruz Meirelles, que fechou acordo de delação premiada com o MPF, afirmou em seu depoimento que Gutierrez tinha a “palavra final” para determinar as manipulações e fraudes reveladas naquele que é considerado o maior escândalo da história do varejo brasileiro.

O conteúdo das declarações do ex-diretor foi incluído na denúncia apresentada pelo órgão em março de 2025, na qual foram mencionados outros 12 ex-executivos e ex-funcionários da Americanas. De acordo com o MPF, o grupo teria sido responsável por fraudes estimadas em pelo menos R$ 22,8 bilhões.

A delação do ex-diretor da Americanas foi dividida em quatro anexos, com dados sobre sua relação patrimonial, seu histórico na varejista, a pressão por resultados na companhia e seu primeiro contato com as fraudes contábeis.

Até então, haviam sido firmadas três delações no caso Americanas, pelos ex-executivos Marcelo Nunes, Flávia Carneiro e Fabio Abrate.

O novo delator afirmou aos investigadores que o líder do esquema de fraudes na Americanas era o próprio Gutierrez, com participação de Anna Saicali, ex-CEO da B2W (braço de comércio eletrônico da empresa).

O que diz a CVM

O processo de apuração do escândalo da Americanas na Superintendência de Processos Sancionadores da CVM terminou no fim do ano passado. A recomendação técnica do órgão foi a de instauração de um processo para a punição dos envolvidos e para que toda a investigação seja encaminhada ao MPF, que já vem apurando o caso.

Os acusados pelas supostas irregularidades foram citados para a etapa de defesa no processo. Em tese, eles poderão propor termos de compromissos, buscando acordos para encerrar o caso. Apenas após a conclusão dessa etapa, o colegiado da CVM deve julgar o processo.

“Deixar de punir a companhia seria gritarem alto brado aos administradores de todas as outras companhias que basta atribuir a diretores não estatutários a responsabilidade pelas assinaturas para eximir-se de qualquer responsabilidade”, diz o documento da CVM.

Segundo o órgão, “não punir a companhia seria o mesmo que ensinar a todo o mercado o caminho para nunca mais ser punido”.

“Ademais, as vítimas foram os acionistas, debenturistas e outros detentores de valores mobiliários. Os representantes legais da companhia eram os seus diretores estatutários e a fraude foi cometida por vários deles, no exercício de suas funções estatutárias. Dessa forma, não cabe à companhia buscar eximir-se de suas responsabilidades”, aponta a CVM.

Entre os então diretores estatutários da Americanas, além de Gutierrez, aparecem Anna Saicali, José Timóteo de Barros, Márcio Cruz Meirelles e Fábio Abrate – que, de acordo com os investigadores, teriam integrado o núcleo principal que articulou a fraude.

“(Gutierrez) Deve ser responsabilizado por ter, por pelo menos uma década, comandado o esquema de manipulação de preços no mercado de valores mobiliários que se instalou em Americanas, perpetrado por meio de fraudes incrementais e continuadas, com emissões de valores mobiliários cujas ofertas baseavam-se em informações falsas, conduta esta agravada pelo fato de ter sido diretor-presidente, membro do Conselho de Administração e membro e presidente do Conselho de Administração de B2W, conselhos nos quais votou pela aprovação e encaminhamento, à Assembleia Geral de Acionistas, de Demonstrações Financeiras que sabia fraudadas, além de responsável por sua publicação”, afirma a CVM.

Escândalo na Americanas

No dia 11 de janeiro de 2023, a Americanas informou ao mercado que havia detectado “inconsistências contábeis” em seus balanços corporativos. Até então, o rombo era estimado em cerca de R$ 20 bilhões. Era o início do desmoronamento de uma das companhias mais tradicionais do país.

O episódio, hoje apontado como o maior escândalo corporativo da história do Brasil, deflagrou uma série de acontecimentos que levaram a Americanas à lona. Três anos depois, a varejista ainda está longe de recuperação total.

Em abril de 2025, o MPF denunciou 13 ex-executivos e ex-funcionários da Americanas por supostas fraudes na companhia, cujo prejuízo é estimado em cerca de R$ 25 bilhões. A decisão foi tomada após a Polícia Federal (PF) indiciar os envolvidos.

Entre os denunciados pelo MPF, estão o ex-CEO da Americanas Miguel Gutierrez, além de Anna Saicali (ex-CEO da B2W) e dos ex-vice-presidentes Thimoteo Barros e Marcio Cruz.

Também fazem parte da lista os ex-diretores Carlos Padilha, João Guerra, Murilo Correa, Maria Christina Nascimento, Fabien Picavet, Raoni Fabiano, Luiz Augusto Saraiva Henriques, Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira e Anna Christina da Silva Sotero.

Todos eles foram denunciados pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica e manipulação de mercado. Nove pessoas também foram denunciadas por informação privilegiada.

Os três acionistas de referência da empresa – além de Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira – não foram denunciados.



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Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank


O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, instituição controlada pelo Banco Master. O banco, também liquidado pelo BC, vem operando sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET) desde sua liquidação, decretada em novembro de 2025.

A liquidação do Will Bank foi anunciada nesta quarta-feira (21). Segundo o BC, entre as medidas previstas está a indisponibilidade dos bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição, que integrava o conglomerado Master.

Liderado pelo Banco Master, o conglomerado detinha 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

“Na ocasião da decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master, entendeu-se adequada e aderente ao interesse público a imposição do RAET ao Master Múltiplo S/A, ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira”, justificou o BC.

Liquidação inevitável

O BC, no entanto, avaliou que essa solução não se mostrou viável, após ser constatado, no dia 19 de janeiro, “o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo.”

Diante dessa situação, a autoridade monetária considerou inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, “em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master”.

Entenda o caso

Controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, o Banco Master cresceu rapidamente ao oferecer Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade muito acima da média do mercado.

Para sustentar o modelo, o banco passou a assumir riscos excessivos e a estruturar operações que inflavam artificialmente seu balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava.

As investigações da Polícia Federal e os relatórios do BC apontam que o colapso do Master não foi apenas financeiro, mas também institucional.

A conexão com a gestora Reag Investimentos, a tentativa de venda ao Banco de Brasília (BRB) e a pressão sobre órgãos de controle transformaram o caso em um xadrez complexo, com impacto direto sobre investidores e sobre a credibilidade das instituições.

Entre 2023 e 2024, o Master teria desviado cerca de R$ 11,5 bilhões por meio de triangulações. O banco emprestava recursos a empresas supostamente laranja que aplicavam o dinheiro em fundos da gestora Reag Investimentos.

Esses fundos compravam ativos de baixo ou nenhum valor real, como certificados do extinto Banco Estadual de Santa Catarina (Besc), por preços inflados. O Banco Central, então, identificou seis fundos da Reag suspeitos, com patrimônio conjunto de R$ 102,4 bilhões – dinheiro que circulava entre fundos ligados aos mesmos intermediários, até chegar aos beneficiários finais.



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FGV: IGP-M acelera a 0,44% na 2ª prévia de janeiro, ante 0,14% na mesma leitura de dezembro


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acelerou a 0,44% na segunda prévia de janeiro, após alta de 0,14% em igual leitura de dezembro, informou nesta quarta-feira, 21, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Houve avanço em todas as principais aberturas que compõem o indicador. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) passou de 0,12% para 0,45%.

No Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) a variação avançou de 0,18% para 0,36%, enquanto o Índice Nacional Custo da Construção (INCC-M) subiu 0,57% nessa leitura, ante 0,22% na segunda leitura de dezembro.

Estadão Conteúdo.



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Apesar de menor oferta, preços no mercado de arroz seguem pressionados


Prioridade às exportações limita volume no curto prazo, mas estoques elevados e aumento da produção mantêm cenário de ampla disponibilidade



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