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Com estoques baixos, Hemosul do Hospital Regional convoca dodores


O Hemosul do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) está com os estoques de sangue em níveis baixos e reforça o chamado à população para a doação voluntária. Neste momento, há maior necessidade dos tipos sanguíneos O positivo (O+) e O negativo (O-), que também são os mais utilizados em atendimentos de urgência e emergência.

No mês de janeiro, as doações, normalmente, apresentam uma queda em razão do período de férias, mas a demanda por sangue permanece elevada, em função da continuidade dos atendimentos hospitalares, cirurgias e casos de urgência.

De acordo com a assistente social do Hemosul HRMS, Cleuza Benites, a participação da população é fundamental neste período. “Em janeiro, é comum termos uma queda nas doações por conta das férias, mas as necessidades do hospital não diminuem. Por isso, estamos convocando tanto doadores regulares quanto novos doadores para que nos ajudem a manter os estoques em níveis seguros, especialmente dos tipos O+ e O-, que são os mais utilizados”, destaca.

O Hemosul do HRMS funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h. Os interessados em doar devem se dirigir ao Hemosul HRMS, localizado nas dependências do hospital, com documento de identidade e estar em boas condições de saúde. O acesso é pela porta de vidro.

Para quem for doar sangue pela primeira vez, a orientação é observar algumas dicas importantes:

– É necessário ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 precisam estar acompanhados dos responsáveis e a primeira doação deve ser até 60 anos – após esta idade, a doação pode ser feita apenas por pessoas que já são doadores), pesar 51 kg ou mais, e estar em boas condições de saúde;

– Durma bem na noite anterior e faça uma refeição leve antes da doação. Evite alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem;

– Beba bastante água antes da doação para facilitar o processo;

– É essencial apresentar um documento oficial com foto;

– Após a doação, descanse e evite esforços físicos nas 24 horas seguintes.

O Hemosul também reforça que doenças respiratórias deixam o doador inapto enquanto estiver doente. Homens podem doar sangue até quatro vezes ao ano com intervalo mínimo de dois meses. Mulheres podem doar até três, com intervalo mínimo de três meses.



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Secretária de Governo visita Câmara e reforça agenda positiva para Ponta Porã


 

A secretária de Governo de Ponta Porã, Paula Consalter Campos, realizou visita institucional à Câmara Municipal, onde manteve audiência com o presidente do Poder Legislativo, vereador Jelson Bernabé.

O encontro reforçou o diálogo permanente entre os Poderes Executivo e Legislativo em prol do desenvolvimento do município.

Também participaram da reunião o 1º vice-presidente da Câmara, vereador Carlos Bordão, e o vereador Daniel Puka Valdez.

A pauta central do encontro foi a construção de uma agenda positiva para Ponta Porã em 2026, com destaque para os avanços já alcançados nas mais diferentes áreas da administração pública.

Durante a audiência, Paula Consalter destacou que o Executivo municipal segue trabalhando de forma planejada e integrada, priorizando ações e obras de impacto socioeconômico que contribuem diretamente para o crescimento da cidade e a melhoria da qualidade de vida da população.

Dentro da agenda positiva apresentada, a secretária de Governo destacou os projetos em andamento voltados à geração de emprego e renda em Ponta Porã, além de abordar o planejamento estratégico da administração municipal, que orienta ações estruturantes e investimentos de impacto socioeconômico para a cidade.

Paula Consalter enfatizou que o Executivo segue comprometido com políticas públicas que promovem crescimento sustentável, atração de investimentos e melhoria da qualidade de vida da população.

O presidente da Câmara, vereador Jelson Bernabé, ressaltou a importância do diálogo permanente entre os Poderes, destacando que a parceria institucional contribui para a efetividade das ações e para respostas concretas às demandas da sociedade pontaporanense.

O presidente da Câmara, vereador Jelson Bernabé, ressaltou a importância do alinhamento institucional entre os Poderes, afirmando que o diálogo constante fortalece a tramitação de projetos e garante respostas mais rápidas às demandas da sociedade pontaporanense.

 



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Governo e ONU têm programação alusiva a 3 anos de emergência Yanomami


Passados três anos da emergência humanitária Yanomami, o governo federal e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) programam uma série de ações em Roraima. Nesta quinta-feira (22), está prevista a inauguração de um espaço do Acnur no Centro de Referência em Direitos Humanos Yanomami e Ye’kwana (CREDHYY), em Boa Vista.

Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em um contexto marcado, também, pela crise humanitária na Venezuela, a ideia é reforçar a cooperação entre o Estado brasileiro e organismos internacionais “no atendimento e na proteção de povos indígenas, migrantes e refugiados no território”.

Na programação referente ao marco dos três anos da emergência humanitária Yanomami, estão previstas reuniões de avaliação, alinhamentos internos e encontros com o sistema de justiça, “reforçando o compromisso do MDHC com a atuação integrada, a cooperação internacional e a garantia de direitos humanos no contexto do acolhimento humanitário em Roraima”.

As atividades contam com a participação da Organização Internacional para Migrações (a agência das Nações Unidas para questões relacionadas ao tema) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Estão previstas visitas a abrigos indígenas e não indígenas – como os pontos de atendimento da Operação Acolhida – tanto em Boa Vista quanto em Pacaraima.

Emergência Yanomami
O reconhecimento da crise humanitária enfrentada pelos povos indígenas Yanomami e Ye’kwana teve início em 20 de janeiro de 2023, quando foi decretada emergência em saúde pública. Desde então, segundo o MDHC, o governo federal vem mantendo presença contínua e integrada na Terra Indígena Yanomami.

“A estratégia interministerial incluiu operações de segurança para a retirada de invasores, ações de comando e controle territorial, maior fiscalização ambiental e apoio logístico às comunidades, com mais de 9 mil operações realizadas entre 2024 e 2026”, justifica o ministério.



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Inmetro recomenda atenção na compra do bebê conforto; entenda


O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) orienta os pais a terem atenção na compra e utilização da cadeirinha do bebê conforto, equipamento obrigatório para garantir a segurança de recém-nascidos e bebês durante o transporte em veículos automotores.

Segundo o instituto, o primeiro aspecto a ser observado é se o produto possui o selo de certificação do Inmetro, que indica que o equipamento foi submetido a ensaios e atende aos requisitos técnicos obrigatórios.

De acordo com o diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro (Dconf), João Nery, é importante também a verificação das informações fornecidas pelo fabricante, como faixa etária, peso e altura indicados no manual. No Brasil, o uso do bebê conforto é obrigatório para o transporte de crianças de até 1 ano, até 13 kg ou até 75 cm.

“Essas especificações determinam se o modelo é compatível com as características da criança e devem ser rigorosamente respeitadas, uma vez que a escolha de um equipamento inadequado pode comprometer a proteção oferecida pelo dispositivo. É imprescindível que esses produtos sejam adquiridos em mercados formais e que os consumidores verifiquem a presença da marca do Inmetro”.

O diretor destaca também que o uso correto do bebê conforto é fundamental para a segurança. A instalação deve ser feita no banco traseiro do veículo, sempre virado para trás (de costas para o motorista), posição que reduz significativamente o risco de lesões em caso de frenagens bruscas ou colisões.

“Além da instalação, as alças internas devem estar ajustadas ao corpo da criança, nem frouxas, nem excessivamente apertadas, garantindo que a retenção seja eficaz em caso de impacto. O manual do fabricante e os indicadores do próprio equipamento orientam o uso correto”, enfatiza Nery.

É recomendado ainda que os recém-nascidos não passem mais de uma hora seguida nesses dispositivos. “O bebê conforto foi projetado exclusivamente para o transporte veicular, não sendo recomendado manter a criança por períodos prolongados no dispositivo fora do carro”, ressalta o diretor.

Além do bebê conforto, outros dispositivos para uso de crianças, como a cadeira de segurança e a cadeira de elevação, também devem ser utilizados conforme a idade, o peso e a altura da criança, sempre de acordo com as orientações de segurança e a legislação vigente.

A cadeira de segurança é indicada para crianças de 1 a 4 anos, ou com peso de até 18 kg, e também deve ser instalada no banco traseiro do veículo. Nesse equipamento, a criança permanece sentada e posicionada de frente para o movimento do carro, conforme as especificações do fabricante. Alguns modelos suportam pesos maiores, podendo chegar a 36 kg.

Já o assento de elevação é destinado a crianças com peso entre 15 kg e 36 kg, geralmente na faixa etária de 4 a 7 anos. Sua função é elevar a criança para que o cinto de segurança do veículo seja corretamente posicionado sobre as partes adequadas do corpo, como quadril, centro do peito e meio do ombro.



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TOR prende paraguaios em carro com mais de 200 quilos de drogas na MS-295


No final da manhã, por volta de 11h30, desta quinta-feira (22), equipe do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária, através do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), apreendeu mais de 200 quilos de entorpecentes durante bloqueio e fiscalização de trânsito na rodovia MS-295, proximidades do trevo com a MS-156, no município de Tacuru.

Durante a fiscalização, os policiais sinalizaram com ordem de parada a um Nissan Tiida, placas do Paraguai, que seguia no sentido Paranhos/Tacuru. Ao perceber o bloqueio, o condutor reduziu bruscamente a velocidade e, ainda durante a abordagem, prontamente informou que o veículo estava carregado com drogas.

O Nissan era ocupado por dois homens de nacionalidade paraguaia. Um deles assumiu a propriedade do entorpecente e contou que a droga havia sido carregada no município de Paranhos e era levada para a cidade de Mundo Novo. Pelo transporte, disse que receberia R$ 14 mil, repassando R$ 2.000,00 ao condutor do veículo.

Ao todo foram apreendidos 205 quilos de maconha e 1,6 quilo de skunk, totalizando 206,6 quilos de entorpecentes, acondicionados em tabletes no porta-malas do veículo. Presos, os homens, carro e drogas foram encaminhados para a Polícia Civil de Tacuru. O prejuízo estimado ao tráfico de drogas é de R$ 480.000,00.



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STF arquiva inquérito contra delegados da PRF por blitze nas eleições


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou as investigações contra dois delegados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que eram suspeitos de realizar blitze para prejudicar a circulação de eleitores no segundo turno da corrida presidencial de 2022. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (22) pelo STF.

Moraes seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que alegou falta de provas mínimas de que Alfredo de Souza Lima Coelho Carrijo e Leo Garrido de Salles Meira tenham praticado qualquer tipo de crime.

Os dois haviam sido indiciados pela Polícia Federal (PF) e eram investigados pelos crimes de prevaricação e violência política.

“Na presente hipótese, não se verifica nos autos indícios mínimos da ocorrência de ilícito criminal em relação aos investigados ALFREDO DE SOUZA LIMA COELHO CARRIJO e LEO GARRIDO DE SALLES MEIRA, não existindo, portanto, na presente petição, nenhum indício real de fato típico [crime] praticado pelos requeridos”, escreveu Moraes.

O episódio está ligado às investigações sobre a trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder mesmo após a derrota eleitoral em 2022.

O caso serviu, por exemplo, como um dos fundamentos para a Primeira Turma do Supremo condenar o ministro da Justiça e o diretor-geral da PRF à época, Anderson Torres e Silvinei Vasques, respectivamente, por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes.

Marília Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça, também foi condenada com base na obstrução da circulação de eleitores.

Segundo dados da PRF, mais de 2,1 mil ônibus foram fiscalizados somente na Região Nordeste no fim de semana do segundo turno de votação, em 2022.

A corporação nega viés político, mas a Primeira Turma do Supremo viu nas blitze uma tentativa de favorecer a reeleição de Bolsonaro de modo a mantê-lo no poder de modo ilegal, uma vez que as operações se concentraram em regiões com prevalência de eleitoras do então candidato adversário, Luiz Inácio Lula da Silva.

Trancamento

Na decisão divulgada nesta quinta-feira, Moraes determinou ainda o trancamento da ação em relação a Marília Alencar, Anderson Torres e Silvinei Vasques, afirmando que já foram condenados pelos fatos investigados no âmbito da trama golpista. Pela legislação brasileira, ninguém pode ser processado mais de uma vez pelos mesmos fatos, o chamado bis in idem.

Já Fernando de Souza Oliveira, ex-diretor de Operações da MJ, foi absolvido durante o julgamento do núcleo 2 da trama golpista, incluindo das acusações que o envolviam com as blitze da PRF. Por esse motivo, ele também teve trancada a investigação contra ele.

O ministro ressalvou, contudo, que o inquérito pode ser reaberto em relação ao quatro “na hipótese de surgimento de novos elementos”.



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Douradense é preso com drogas em carro que buscou em Ponta Porã


Morador em Dourados, de 24 anos, foi preso pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) na tarde desta quarta-feira (21/1), transportando drogas na BR-463, entre Ponta Porã e o referido município.

Segundo o boletim de ocorrência, os policiais deram ordem de parada ao condutor de um veículo Fiat Doblo, branca. Durante vistoria, os agentes encontraram 900 gramas de pasta base de cocaína, 1,6 quilo de haxixe e 2,2 quilos de skunk – a supermaconha.

Questionado sobre os entorpecentes, o rapaz disse aos PRFs que pegou o carro na filial da empresa onde trabalhar, e levaria até a matriz, em Dourados, porém, não sabia da existência dos ilícitos.

Contudo, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido até a Delegacia de PC (Polícia Civil) de Dourados, sendo autuado por tráfico de drogas.



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Arrecadação federal bate recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025


A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde em 2025, alcançando R$ 2,89 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal, junto aos resultados do mês de dezembro.

Em comparação com 2024, houve aumento anual real de 3,75%, ou seja, considerada a inflação em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Também é o melhor desempenho arrecadatório para os meses de dezembro. No último mês de 2025, a arrecadação alcançou R$ 292,72 bilhões, representando um acréscimo, corrigido pelo IPCA, de 7,46%.

Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no site da Receita Federal.

Os bons resultados da economia, além do aumento de impostos, são os principais fatores para a alta da arrecadação.

“São números bonitos, um crescimento importante, considerando o patamar alto do ano anterior [2024]”, destacou o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, durante a apresentação dos dados.

Os valores se referem a tributos federais, como Imposto de Renda (IR) de pessoas físicas e empresas, receita previdenciária, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), entre outros.

Arrecadação com royalties e depósitos judiciais, que não são apurados pela Receita Federal, também entram na conta.

Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado em 2025 ficou em R$ 2,76 trilhões, representando acréscimo real de 4,27%.

Já no mês passado, a arrecadação da Receita Federal alcançou R$ 285,21 bilhões, alta real de 7,67%.

A base de comparação, entretanto, está influenciada por eventos não recorrentes ou alterações de legislação que ocorreram em 2024 sem contrapartida em 2025.

Em 2024, houve recolhimento extra de R$ 13 bilhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) – Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu em 2025.

A lei que muda o IR incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a renda obtida no exterior por meio de offshores foi sancionada em dezembro de 2023.

Também houve uma arrecadação atípica do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incidem sobre o lucro das empresas. Em 2024, o recolhimento extra foi R$ 4 bilhões, enquanto no ano passado chegou a R$ 3 bilhões.

“Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 4,82% na arrecadação do período de janeiro a dezembro de 2025”, informou a Receita Federal.

Destaques no ano

Os resultados foram influenciados positivamente, principalmente, pelas variáveis macroeconômicas, diante do comportamento da atividade produtiva, principalmente serviços. O setor teve um crescimento de 2,72% de dezembro de 2024 a novembro de 2025 (fator gerador da arrecadação do acumulado do ano).

A produção industrial subiu apenas 0,17% no período acumulado. Já o valor em dólar das importações, vinculado ao desempenho industrial, teve alta de 2,11% entre dezembro de 2024 e novembro de 2025. Também houve crescimento de 10,9% da massa salarial no acumulado do período.

Apenas o setor de venda de bens teve um decréscimo de 0,16% no período.

A elevação do IOF influenciou o desempenho da arrecadação que somou R$ 86,48 bilhões de janeiro a dezembro de 2025, alta de 20,54% na comparação com o acumulado de 2024.

“Esse desempenho pode ser pelas operações relativas à saída de moeda estrangeira, a crédito destinado a pessoas jurídicas e referentes a títulos ou valores mobiliários, sobretudo em decorrência de alterações legislativas”, cita a Receita.

Em junho do ano passado, o governo aumentou a cobrança em algumas operações de crédito, por meio do Decreto 12.499/2025. A medida foi derrubada posteriormente.

A arrecadação previdenciária teve aumento de 3,27%, chegando a R$ 737,57 bilhões, em razão, especialmente, do aumento da massa salarial.

A alta da arrecadação do PIS/Cofins em função também do desempenho das entidades financeiras e da taxação de serviços de apostas online (bets) em 2025 é outro destaque apontado pela Receita. Ela chegou a R$ 581,95 bilhões no ano passado, alta de 3,03% em relação a 2024.

Apenas a receita com as casas de apostas virtuais subiu mais de 10.000%, passando de R$ 91 milhões para quase R$ 10 bilhões no acumulado do ano.

Também houve crescimento da arrecadação dos tributos sobre comércio exterior, diante da alta das taxas de câmbio e do aumento das alíquotas médias desses tributos.

Em 2025, houve crescimento real de 9,49% da arrecadação desse item e de 12,91% sobre rendimentos de residentes no exterior.

Essa última rubrica é um agregado de arrecadação volátil e tem surpreendido positivamente este ano, com crescimento robusto calcado na arrecadação de royalties e rendimento de trabalho e também nos Juros sobre Capital Próprio (JCP) ─ forma de uma empresa dividir parte do lucro com os acionistas.

Apesar do recorde do ano, há uma desaceleração que reflete o desempenho, especialmente, do setor industrial e vendas de bens. A arrecadação com o IRPJ/CSLL, por exemplo, teve alta de apenas 1,27%, enquanto o IPI aumentou os mesmos 1,27%, diante da atividade industrial praticamente estável.



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Homem é preso após agredir mulher, queimar roupas e ameaçar queimá-la viva


Ação conjunta da DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) e policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais) de Bataguassu, nesta quarta-feira (21/1), resultou na prisão de um homem acusado de agredir física e psicológicamente uma mulher.

Segundo o relato da vítima aos agentes, ela vinha sofrendo agressões físicas e psicológicas, motivadas por ciúmes e potencializadas pelo uso de bebida alcoólica e drogas ilícitas por parte do agressor. Em um dos episódios mais graves, a mulher foi enforcada enquanto estava deitada, e foi atingida por socos na região do tórax.

O autor também passou a proferir ofensas verbais constantes, reter o celular da vítima, impedindo sua comunicação. Ainda em ato de extrema violência, o indivíduo ateou fogo em peças íntimas da vítima em via pública, utilizando bebida alcoólica como combustível.

Mesmo após os fatos iniciais, o investigado retornou ao local de trabalho da vítima, um bordel, onde passou a ameaçá-la de morte, afirmando que iria incendiá-la.

Diante da gravidade, equipes da Delegacia de Atendimento à Mulher e do Setor de Investigações Gerais iniciaram diligências, localizando o agressor ainda em contexto de reiteração criminosa. Ele foi preso em flagrante, conduzido à delegacia e autuado pelos crimes praticados no âmbito da Lei Maria da Penha.



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Por que o ciclo pecuário impacta as decisões do produtor e influenciam o preço da arroba do boi


Oscilações no preço da arroba do boi, com períodos de alta e de baixa, fazem parte da rotina da pecuária brasileira. De forma simples, esse movimento está ligado à lei da oferta e da demanda aplicada à produção de bovinos. Ao longo dos anos, o mercado alterna ciclos de valorização e de queda, refletidos diretamente no preço da arroba.

Enquanto a demanda por carne tende a se manter relativamente estável, a oferta de animais para abate varia conforme estímulos econômicos e decisões produtivas adotadas pelos pecuaristas. Esse comportamento está relacionado ao chamado ciclo pecuário, que influencia a oferta de carne, o mercado e as escolhas feitas no campo.

Segundo o Departamento Técnico da Famasul, compreender o funcionamento desse ciclo é essencial para entender por que o mercado reage de maneiras diferentes ao longo do tempo e como decisões tomadas hoje impactam a pecuária nos anos seguintes.

“O ciclo pecuário existe porque a resposta da produção não é imediata. Diferentemente de outros setores, a pecuária depende de um intervalo biológico longo, o que faz com que decisões tomadas hoje só tenham reflexo no mercado anos depois”, explica Diego Guidolin, consultor em pecuária do Departamento Técnico da Famasul.

Existem variáveis climáticas que influenciam a oferta de animais para abate ao longo do ano, no entanto, esse efeito não está relacionado ao ciclo pecuário, mas sim à sazonalidade da produção, um fenômeno comum tanto em fases de alta quanto de baixa do ciclo.

Como funcionam as fases do ciclo pecuário

Entender essa dinâmica é fundamental não apenas para produtores, mas também para quem acompanha o setor e o mercado de carne, já que o ciclo influencia o planejamento da produção, os investimentos e, ao final da cadeia, o preço pago pelo consumidor.

O ciclo pecuário alterna períodos de baixa e de alta nos preços da arroba do boi, resultado direto das decisões produtivas tomadas no campo. Na fase de baixa, a desvalorização da arroba leva ao aumento do abate de fêmeas. Como o preço dos animais de reposição, especialmente o bezerro, acompanha o valor do boi gordo, esse cenário pressiona o setor de cria e desestimula a retenção de matrizes.

O aumento do descarte de fêmeas eleva a oferta de animais para abate no curto prazo, o que tende a manter os preços pressionados. No médio e longo prazo, porém, essa decisão reduz a produção de bezerros, já que envolve um intervalo biológico que inclui cerca de nove meses de gestação e mais sete a nove meses até o desmame. Assim, são necessários aproximadamente 18 a 20 meses para que a menor oferta de reposição seja sentida pelo mercado.

Da escassez de bezerros à valorização da arroba

A redução na oferta de bezerros marca o início da fase de alta do ciclo pecuário. Nesse momento, os preços dos animais de reposição sobem, enquanto a arroba do boi ainda não se valorizou plenamente. Com o aumento do custo de reposição, recriadores e terminadores enfrentam redução de margens.

À medida que esses animais chegam à idade de abate, a menor disponibilidade de bovinos passa a ser percebida pelos frigoríficos, que precisam pagar mais pelo boi. Esse movimento impulsiona a valorização da arroba e consolida a fase de alta do ciclo.

Retenção de fêmeas e retorno à fase de baixa

Com a valorização dos animais de reposição, a produção de bezerros volta a ser estimulada. Os produtores passam a reter fêmeas para reprodução, reduzindo o abate de matrizes. Após cerca de 20 meses, essa retenção resulta em aumento da oferta de animais de reposição, conduzindo gradualmente o mercado a uma nova fase de baixa.

“A decisão de abater ou reter fêmeas é o principal motor do ciclo pecuário. Diferentemente do abate de machos, que afeta apenas a oferta imediata de carne, o descarte ou a retenção de matrizes define a capacidade futura de produção do sistema”, destaca Diego Guidolin, consultor em pecuária da Famasul.

Quanto tempo dura o ciclo pecuário no Brasil

No Brasil, o ciclo pecuário completo costuma apresentar duração média próxima de 6 a 10 anos, considerando uma fase de baixa, uma de alta e o retorno a um novo período de queda. Cada fase, isoladamente, tende a durar entre 3 e 5 anos, refletindo o tempo biológico necessário para que decisões produtivas se convertam em oferta de animais e em mudanças nos preços.

Embora a intensificação dos sistemas produtivos possa acelerar a resposta da oferta em nível individual ou regional, sua adoção por um número limitado de produtores não é suficiente para alterar de forma significativa a duração média do ciclo em escala nacional. Além disso, fatores como clima, crédito, custos de produção e mudanças no mercado podem retardar essa resposta, prolongando as fases do ciclo.

Compreender esse movimento é essencial não apenas para produtores, mas também para quem acompanha o setor de fora. Afinal, o ciclo pecuário influencia investimentos, planejamento da produção e, no fim da cadeia, o preço da carne que chega ao consumidor.



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