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Trump diz que ‘concebeu marco’ de futuro acordo sobre Groenlândia com chefe da Otan


Donald Trump suspendeu, nesta quarta-feira (21), a ameaça de impor novas tarifas para vários países europeus e garantiu que “concebeu o marco de um futuro acordo sobre a Groenlândia”, em uma reunião com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, em Davos, na Suíça.

“Com base neste entendimento, não vou impor as tarifas que deveriam entrar em vigor em 1º de fevereiro”, escreveu o presidente americano em sua plataforma, Truth Social, sem dar nenhum detalhe sobre esse “marco”.

O anúncio animou os mercados financeiros. A bolsa de Nova York, que operava em leve alta, confirmou seus ganhos após a publicação da mensagem, e o dólar ganhou terreno frente ao euro.

Trump insiste em que esta ilha rica em minerais é “vital” para a segurança dos Estados Unidos e da Otan frente à Rússia e à China, à medida que o gelo do Ártico derrete e as superpotências competem por uma vantagem estratégica nesta região.

Na semana passada, o presidente americano ameaçou impor novas tarifas de até 25% a oito países europeus por apoiarem a Dinamarca e enviarem uma missão militar de exploração à Groenlândia.

Todos são membros da Otan, entre eles Reino Unido, Alemanha e França, as principais economias do continente.

Trump disse, nesta quarta-feira, que há “discussões adicionais em curso sobre o Domo de Ouro em relação à Groenlândia”, referindo-se ao escudo antimísseis que pretende construir.

Ele encarregou seu vice-presidente, JD Vance; o chefe de sua diplomacia, Marco Rubio; e seu emissário especial Steve Witkoff a realizarem as negociações.

Horas antes desta publicação, Trump descartou pela primeira vez usar a força para tomar a Groenlândia, mas exigiu “negociações imediatas” para sua aquisição, reiterando que só os Estados Unidos podem proteger esta ilha do Ártico.

© Agence France-Presse



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Câmaras Setoriais: cacau e café abrem programação das reuniões


Os encontros das Câmaras Setoriais, dedicados aos representantes do cacau e do café, setores estratégicos para a economia baiana, abrem, a partir desta semana, a programação de 76 reuniões previstas ao longo de 2026



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Bitcoin volta a cair com tensão global e crise nos títulos do Japão


Pelo terceiro dia seguido, o bitcoin (BTC) e as principais criptomoedas amanheceram no vermelho. Dois fatores principais pesam sobre o setor nesta quarta-feira (21): a tensão geopolítica envolvendo os Estados Unidos e a Europa e o aumento da pressão vindo do Japão.



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Trump convida presidente da Venezuela aos EUA em data a ser definida


O presidente Donald Trump tem planos de convidar a Washington Delcy Rodríguez, que assumiu a presidência de Venezuela de forma interina após a queda de Nicolás Maduro em uma incursão americana, informou a Casa Branca nesta quarta-feira (21).

Delcy era a vice-presidente de Maduro e está sancionada pelos Estados Unidos. Washington informou nesta quarta-feira que está prevista a visita de Delcy Rodríguez, embora ainda não haja uma data: “Nada foi agendado”, indicou.

A presidente interina será a primeira governante da Venezuela a viajar aos Estados Unidos há mais de 25 anos, excluindo as visitas para reuniões das Nações Unidas em Nova York.

O último foi Carlos Andrés Pérez, que fez uma visita de Estado em 1990.

O convite mostra a proximidade de Trump com o governo interino, após o bombardeio a Caracas de 3 de janeiro que levou à captura do mandatário socialista.

Trump disse no Fórum de Davos que “os líderes do país foram muito astutos”, em referência a Delcy. “A Venezuela fará mais dinheiro [com o petróleo] nos seis próximos meses do que o que fez nos 20 anos passados.”

Antes de sua participação em Davos, Trump já havia classificado Delcy de “formidável” e garantiu que “tudo está indo muito bem”. A nova presidente já firmou acordos petrolíferos e aceitou libertar presos políticos, em meio a discussões para retomar as relações diplomáticas rompidas desde 2019.

Trump mantém em paralelo uma frente aberta com a oposição. Disse nesta terça-feira que queria “envolver” a chefe da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, na gestão do país.

© Agence France-Presse



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Portos: publicados editais para primeiro leilão de 2026


Certame oferece quatro terminais portuários localizados nas regiões Norte, Nordeste e Sul



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União Europeia está totalmente preparada para reagir às tarifas de Trump, diz Ursula von der Leyen


A União Europeia está pronta para reagir às ameaças de tarifas de Donald Trump, enquanto ele busca assumir o controle da Groenlândia, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, endurecendo sua retórica contra o presidente dos Estados Unidos.

“Estamos em uma encruzilhada”, disse von der Leyen, a principal autoridade executiva da UE, ao discursar diante do Parlamento Europeu em Estrasburgo, nesta quarta-feira. “A Europa prefere o diálogo e soluções, mas estamos totalmente preparados para agir, se necessário, com unidade, urgência e determinação.”

De forma incisiva, von der Leyen também argumentou que não havia retorno à ordem mundial que a Europa passou décadas construindo com a cooperação dos EUA.

“A mudança na ordem internacional não é apenas sísmica, mas ela é permanente”, disse. “Agora vivemos em um mundo definido pelo poder bruto.”

“Embora muitos de nós possamos não gostar disso”, acrescentou, “temos que lidar com o mundo como ele é agora”.

O discurso de Von der Leyen indicou uma guinada para uma abordagem mais incisiva diante das ameaças persistentes de Trump à Europa. Isso ocorre à medida que a chefe da UE enfrenta pressão para reagir com mais firmeza à agressão global de Trump.

Trump deve discursar no Fórum Econômico Mundial em Davos, mais tarde nesta quarta-feira, com as capitais da UE atentas a qualquer sinal sobre se ele pretende atenuar sua promessa de impor novas tarifas à Europa.

No sábado, Trump anunciou uma tarifa de 10% sobre produtos de oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, subindo para 25% em junho, a menos que lhe seja permitido adquirir a Groenlândia, um território semiautônomo da Dinamarca, aliada da Organização do Tratado do Atlântico Norte e membro da UE. Os líderes do bloco realizarão uma reunião de emergência em Bruxelas na quinta-feira para analisar possíveis medidas retaliatórias.

Von der Leyen afirmou que as tarifas adicionais seriam “simplesmente erradas”, visto que a UE e os EUA compartilham da mesma avaliação estratégica sobre a segurança no Ártico.

“Se estivermos agora mergulhando em uma perigosa espiral descendente entre aliados, isso apenas encorajará os próprios adversários que ambos estamos tão empenhados em manter fora do nosso cenário estratégico”, acrescentou, ecoando um discurso feito na terça-feira ao público de Davos.

O Parlamento Europeu já se prepara para adiar a votação sobre a ratificação de um amplo acordo comercial entre a UE e os EUA devido à crise sobre a Groenlândia.

Von der Leyen reiterou que o bloco também está se preparando para apoiar a Groenlândia com uma “grande onda de investimentos europeus na ilha semiautônoma para apoiar a economia e a infraestrutura local”.

Além disso, ela afirmou que a UE “reforçará os nossos arranjos de segurança” com o Reino Unido, o Canadá, a Noruega e a Islândia, e trabalhará em uma nova estratégia de segurança nos próximos meses.

“Acredito que a própria Europa precisa reavaliar sua estratégia de segurança mais ampla”, afirmou. “O mundo mudou muito rápido, e a Europa agora precisa mudar com ele.”



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Juiz dos EUA impede que governo pericie dispositivos apreendidos de jornalista


Um juiz federal dos Estados Unidos determinou, nesta quarta-feira (21), que funcionários do governo não podem periciar os dispositivos eletrônicos de uma jornalista do Washington Post, apreendidos pelo FBI na semana passada.

A decisão indica que os objetos não podem ser periciados devido a um litígio pendente sobre a diligência policial na casa da jornalista.

“O governo deve preservar, mas não deve periciar nenhum dos materiais que as forças da ordem apreenderam” até que a Justiça o autorize, escreveu o juiz William Porter na resolução.

Em 14 de janeiro, foram apreendidos na casa da repórter, identificada como Hannah Natanson, seu computador de trabalho, um computador portátil pessoal, um telefone móvel e um relógio.

Natanson, que cobre notícias sobre o governo federal, informou sobre os cortes de empregos em Washington após o início do segundo mandato do presidente Donald Trump.

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, disse que a diligência, ordenada pelo Departamento de Defesa, é parte de uma investigação sobre um suposto vazamento no Pentágono de informação classificada relacionada com a segurança nacional.

Agentes do FBI disseram a Natanson que ela não é o foco da investigação do governo. “Quem vazou [a informação] está atualmente preso”, disse Bondi.

Segundo documentos judiciais, Aurelio Pérez-Lugones, que trabalhava como funcionário terceirizado do Pentágono, foi preso na semana passada no estado de Maryland, embora não haja qualquer menção sobre o contato dele com jornalistas.

Pérez-Lugones foi acusado de levar para casa documentos de inteligência desde outubro de 2025.

Em comunicado, o Washington Post indica que a apreensão dos materiais confidenciais de sua jornalista “sufoca a liberdade de expressão, paralisa o trabalho dos jornalistas e causa danos irreparáveis”, para cada dia que os oficiais continuarem em posse dos equipamentos.

O jornal solicitou ao tribunal que impeça o uso dos materiais e que eles sejam devolvidos imediatamente. “Qualquer coisa menos que isso autorizaria futuras diligências em redações e normalizaria a censura mediante ordens de busca e apreensão”, acrescenta a nota.

Durante o atual governo de Donald Trump, o Departamento de Defesa impôs novas políticas restritivas para os meios de comunicação. Limitou o acesso da imprensa às instalações do Pentágono, forçou alguns veículos de comunicação a desocuparem seus escritórios no edifício e reduziu drasticamente o número de coletivas de imprensa.

© Agence France-Presse



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Exportações de insumos agrícolas brasileiros alcançam melhor marca em 14 anos


Já nas importações, aumentou a de insumos formulados genéricos, desenvolvidos a partir de ingredientes ativos já registrados no país



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Ibovespa supera os 171 mil pontos em novo recorde. Em dólar e com inflação, a história é outra.


A bolsa brasileira continua surfando a onda da diversificação internacional, que vem ganhando ainda mais impulso diante de um cenário geopolítico cada vez mais crítico. O movimento de investidores globais de reduzir a concentração dos portfólios nos EUA continua empurrando a bolsa para novos níveis – e o Ibovespa, nesse cenário, passou pela primeira vez a histórica marca dos 171 mil pontos.

O principal índice da B3 fechou o pregão de hoje aos 171.817 pontos, em alta de 3,33%, amparado pelas ações das maiores empresas da bolsa, sobretudo a Vale. Em um movimento de maior procura por ativos de risco, o dólar também manteve a trajetória de queda frente ao real. A moeda americana caiu 1,13%, cotada a R$ 5,32.

No entanto, quando outros elementos entram na conta, a história muda bastante. Apesar de ter alcançado a maior pontuação nominal da história, o Ibovespa ainda está longe de seus recordes quando ajustado pela inflação ou convertido para dólares.

O nível de 171.817 pontos representa apenas o recorde nominal, sem considerar esses efeitos. O recorde real é bem mais alto.

Em 20 de maio de 2008, o Ibovespa chegou a 73.517 pontos. Corrigido pelo IPCA acumulado desde então, esse patamar equivale hoje a cerca de 193 mil pontos. Para superá-lo, o índice ainda precisaria subir aproximadamente 12,5%.

Há também outra forma de olhar o recorde: o pico do índice em dólar. Nesse critério, a distância é ainda maior. Em 2008, o Ibovespa equivalia cerca de 44,5 mil pontos em dólar, num momento em que a moeda americana era negociada a R$ 1,65.

Com o dólar em torno de R$ 5,32, os 171 mil pontos atuais do Ibovespa correspondem a 32,3 mil pontos em dólar. Isso significa que o índice ainda teria de avançar cerca de 27,5% em moeda americana para igualar o recorde – o que, aos preços de hoje, implicaria superar a faixa dos 237 mil pontos.

A geopolítica tem sido o principal fator de influência no comportamento dos mercados recentemente. A retórica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre uma eventual anexação da Groenlândia, que faz parte da Dinamarca, tem inspirado temores sobre uma guerra comercial internacional.

Sob esse pano de fundo, investidores vêm a possibilidade de uma intensificação do fluxo comercial entre a Europa e os países do Mercosul após a aprovação do acordo entre os blocos. A aposta é que as ações de Trump acabem por reforçar ainda mais a corrente de negócios entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai e as nações da União Europeia.

No discurso em Davos nesta quarta-feira (21), Trump deu um passo atrás na escalada dos conflitos ao descartar o uso da força militar para obter o território autônomo, o que contribuiu para um dia mais favorável a ativos de risco hoje. Mesmo assim, o republicano tem sustentado as ameaças tarifárias que pretende usar para anexar a Groenlândia. Trump afirmou que “não há volta” em seu objetivo de controlar a ilha.

O uso de um tom menos agressivo no dia sobre o tema ajudou a impulsionar não só a bolsa brasileira, mas também os principais índices do mercado americano. As bolsas de Nova York reforçaram as altas após o discurso: o S&P 500 subiu 1,16%, o Nasdaq avançou 1,18% e o Dow Jones teve alta de 1,21%.

Na cena local, os investidores avaliam os dados da mais recente pesquisa eleitoral da Atlas/Intel. O levantamento mostrou queda na vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, em um eventual embate entre os dois nas urnas.

Segundo a sondagem, a diferença no segundo turno caiu para 4 pontos percentuais, com o petista marcando 49% dos votos contra 45% do senador.



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Bolsas de NY fecham em alta de 1%, com anúncio de Trump de acordo sobre Groenlândia


São Paulo, 21 – As bolsas de Nova York fecharam em alta acima de 1% nesta quarta-feira, 21, impulsionadas pelas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com relação à Groenlândia. O anúncio do republicano de que chegou a uma estrutura para um acordo futuro sobre a ilha do Ártico e suas falas descartando uma operação militar para tomar o controle do território levaram alívio aos mercados. As ações avançaram diante das perspectivas de uma redução ainda das tensões comerciais, já que Trump voltou atrás nas tarifas que havia anunciado a países europeus a partir de fevereiro. O movimento beneficiou especialmente montadoras e empresas de tecnologia.

O Dow Jones subiu 1,21%, aos 49.077,23 pontos, enquanto o S&P 500 encerrou com alta de 1,16% aos 6.875,62 pontos e o Nasdaq teve elevação 1,18%, aos 23.224,82 pontos.

Trump disse que assumiu que os líderes europeus aceitem o acordo esboçado por ele e pelo secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, porque “Mark representa todos”. Perguntado se o acordo envolvia questões como minerais críticos e divisão de território, o presidente evitou dar detalhes, reafirmando que o acordo “durará para sempre”. A MP Materials, que opera com terras raras e vinha ganhando impulso com as perspectivas de aquisição do território, caiu 5,45%.

As ações de fabricantes de semicondutores também avançaram. A Intel, recentemente apoiada pelo governo dos EUA, e que divulgará resultados amanhã, disparou mais de 11%, seguida por Micron (+6,6%), Nvidia (+2,95%) e Advanced Micro Devices (+7,71%).

Os papéis do Metropolitan Bank saltaram 14% em Nova York, após o banco regional superar expectativas em resultados do quarto trimestre de 2025. Os ganhos se refletiram sobre pares, com o Western Alliance Bank em alta de 5,81% na marcação. Entre grandes bancos, Goldman Sachs (+1%), Citigroup (+0,94%) e Morgan Stanley (+0,7%) tiveram ganhos fortes.

A Netflix caiu 2,18%, depois de balanço divulgado nesta terça. Para o trimestre atual, a empresa decepcionou o mercado. A Netflix prevê lucro de US$ 0,76 por ação sobre vendas de US$ 12,16 bilhões. No entanto, os analistas esperavam um lucro no primeiro trimestre de US$ 0,81 por ação sobre vendas de US$ 12,19 bilhões.

Estadão Conteúdo



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