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Boletim Epidemiológico fortalece o planejamento das ações de enfrentamento ao câncer de mama


Com o objetivo de qualificar o planejamento e fortalecer as estratégias de prevenção e cuidado, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) lançou o Boletim Epidemiológico do Câncer de Mama, documento que reúne dados estratégicos para orientar ações de enfrentamento da doença em Mato Grosso do Sul.

Instrumento estratégico voltado ao acompanhamento da situação epidemiológica da doença e ao fortalecimento das ações de prevenção, diagnóstico e cuidado no Estado, o boletim foi produzido pela Gerência de Atenção Oncológica e Cuidados Paliativos, vinculada à Coordenadoria das Doenças Crônicas, reafirmando o compromisso da SES com o uso qualificado da informação em saúde.

O câncer de mama permanece como um importante desafio para a saúde pública, exigindo ações contínuas de promoção, prevenção, diagnóstico precoce, tratamento oportuno e cuidado integral à saúde da mulher. Nesse contexto, a elaboração e a divulgação de um boletim epidemiológico representam uma ferramenta fundamental para apoiar a gestão e a organização da rede de atenção à saúde.

Mais do que reunir informações, o boletim permite compreender o comportamento da doença nos últimos anos, identificar tendências e desigualdades regionais. A análise sistemática desses dados contribui para uma visão ampliada da situação epidemiológica, subsidiando decisões mais qualificadas e alinhadas às necessidades reais da população feminina.

Para os gestores de saúde, o boletim epidemiológico é um instrumento essencial de apoio ao planejamento. A partir dele, é possível direcionar ações de forma mais eficiente, priorizar territórios com maior necessidade, organizar fluxos assistenciais, qualificar o acesso ao rastreamento e ao diagnóstico precoce, além de orientar a alocação de recursos e o fortalecimento da rede oncológica.

No campo da saúde da mulher, o boletim também se destaca como instrumento de apoio às equipes da Atenção Primária à Saúde e aos serviços especializados. As informações possibilitam o planejamento de estratégias de promoção da saúde, prevenção dos fatores de risco, busca ativa da população-alvo para o rastreamento e acompanhamento adequado das mulheres com exames alterados, contribuindo para a redução de diagnósticos tardios.

A apropriação dessas informações pelos profissionais de saúde favorece uma atuação mais integrada, baseada em evidências, fortalecendo a educação em saúde, o monitoramento dos indicadores e a avaliação contínua das ações desenvolvidas nos territórios. Dessa forma, o boletim deixa de ser apenas um documento técnico e passa a ser um instrumento vivo de gestão, cuidado e qualificação das práticas em saúde.

Ao investir na produção e disseminação de boletins epidemiológicos, a SES reafirma seu compromisso com a transparência, com o fortalecimento das políticas públicas e com a promoção da saúde da mulher, reconhecendo que informação de qualidade é essencial para o planejamento de ações e para a redução do impacto do câncer de mama.



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Fim do exame de baliza marca mudança no processo de habilitação


As novas regras para o exame prático de direção veicular do Detran-MS começaram a valer ontem, segunda-feira (26). Entre as principais mudanças estão o aumento da pontuação máxima permitida para erros durante a prova e o fim da etapa de baliza realizada dentro do pátio do Detran.

Na última sexta-feira (24) foi realizado o último exame com o modelo antigo, o que teve um simbolismo especial para a jovem Maria Eduarda Franciozi, de 18 anos. Ela foi a última candidata a realizar o tradicional teste de baliza nas dependências do Detran. O processo de habilitação começou em outubro do ano passado e, para ela, a baliza nunca foi o maior desafio.

“Não achei a baliza difícil. O que mais prejudica é o nervosismo”, contou. Ainda assim, Maria Eduarda avalia com cautela as mudanças. “Acho que por mais que tenha mais pontos para poder errar, com menos horas-aula obrigatórias, quem não dirigia antes não teria facilidade em passar na prova com a extensão dela para 10 minutos de prova”, afirmou.

As alterações foram oficializadas pela Portaria Detran-MS “N” nº 202, publicada no dia 20 de janeiro. A medida se antecipa à Resolução CONTRAN nº 1.020/2025, que prevê a criação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular, documento que deverá padronizar os exames em todo o país.

Segundo a gerente de Exames do Detran-MS, Lina Zeinab, as mudanças têm caráter provisório, até que o manual nacional seja publicado.

Outro ponto central da nova regulamentação é a mudança na pontuação. Antes, conforme a Resolução CONTRAN nº 789/2020, o candidato poderia perder no máximo três pontos, somando faltas leves, médias ou graves. Agora, o limite passa a ser de 10 pontos, com a classificação dos erros alinhada ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB): infração leve (1 ponto), média (2 pontos), grave (4 pontos) e gravíssima (6 pontos).

A prova passa a acontecer exclusivamente em percurso, em situações reais de tráfego, sob acompanhamento do examinador. Para Lina, a mudança não significa flexibilização dos critérios. “A avaliação continua baseada em parâmetros objetivos de condução segura, domínio do veículo, respeito às normas de circulação, tomada de decisão em situações reais de tráfego e comportamento preventivo, assegurando que a aprovação do candidato esteja vinculada à sua real capacidade de conduzir com responsabilidade e segurança”, destacou.



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Presidente do TSE alerta para aumento de desinformação nas eleições


A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alertou nesta terça-feira (27) para o crescimento da circulação de desinformação com a proximidade das eleições de 2026, promovida com objetivos maliciosos de gerar descrença e “capturar a vontade livre do eleitor”.

Ao abrir um seminário sobre desinformação, segurança e comunicação no processo eleitoral, a ministra observou que as tecnologias não são más em si, dependendo do mau uso que se faz delas para provocarem o dano.

“Nenhuma dúvida que as tecnologias podem levar à contaminação de eleições, pela captura da vontade livre do eleitor, com as mentiras tecnologicamente divulgadas”, avaliou.

Em outro momento, a ministra criticou “pessoas que tentam de alguma forma contaminar a vontade do eleitor para conduzir a um resultado”.

“A dúvida corrói as bases democráticas de um processo eleitoral”, afirmou Cármen Lúcia.

Ela defendeu a necessidade de assegurar que a eleição seja um processo “pelo qual cada eleitora e cada eleitor livremente escolhe seu representante, sem que se submeta nem a pressões externas, nem a ataque a sua liberdade de escolha”. Cármen Lúcia pregou ainda tranquilidade no combate à desinformação.

“O processo eleitoral precisa de ser garantido de maneira íntegra, de maneira tranquila, que isso não seja um momento de tumulto e muito menos de violência”, ressaltou.

A presidente do TSE discursou na abertura de um seminário da própria Justiça Eleitoral sobre Segurança, Comunicação e Desinformação, voltado a servidores dos Tribunais Regionais Eleitorais, que se preparam para o ciclo eleitoral deste ano.

Cármen Lúcia segue no comando da Justiça Eleitoral até agosto, quando o ministro Nunes Marques deverá tomar posse como presidente do TSE.

Eleições 2026

O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro, e o segundo turno, se houver, para 25 de outubro. Neste ano, os eleitores devem votar para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.

No momento, o TSE promove um consulta pública sobre as regras eleitorais deste ano, que devem ser aprovadas pelo tribunal até 5 de março. Entre os temas debatidos está o combate à desinformação no processo eleitoral e o uso de tecnologias como Inteligência Artificial (IA) durante a campanha.



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O Agente Secreto e Apocalipse nos Trópicos são indicados ao Bafta


O Bafta, premiação da Academia Britânica de Cinema, anunciou, nesta terça-feira (27), os indicados às suas diversas categorias, e o Brasil conquistou três indicações. O filme O Agente Secreto e o documentário Apocalipse nos Trópicos estão na disputa. A cerimônia de entrega será no dia 22 de fevereiro.

O Agente Secreto, filme de Kleber Mendonça Filho, foi indicado às categorias de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Roteiro Original. Já Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa e Alessandra Orofino, foi indicado para Melhor Documentário. O brasileiro Adolpho Veloso também foi indicado na categoria de Melhor Fotografia pelo filme Sonhos de Trem (Train Dreams).

Na categoria de Filme em Língua Não Inglesa, O Agente Secreto, disputa com Foi Apenas Um Acidente (França), Valor Sentimental (Noruega), Sirat (Espanha) e A Voz de Hind Rajab (Tunísia). Em roteiro original, os concorrentes são Eu Juro, Marty Supreme, Valor Sentimental e Pecadores.

Na categoria de Documentário, Apocalipse nos Trópicos concorre com 2000 Meters To Andriivka, Mr. Nobody Against Putin, Seymour Hersh: Em Busca da Verdade e A Vizinha Perfeita.

O longa de Kleber Mendonça também está indicado para a premiação do Oscar, em quatro categorias: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Direção de Elenco e também terá Wagner Moura concorrendo como Melhor Ator. A entrega das estatuetas será no dia 15 de março, em Los Angeles (EUA).

O Agente Secreto se tornou um dos principais concorrentes ao maior prêmio do cinema mundial após seu ótimo desempenho no Globo de Ouro agora em janeiro, quando venceu como Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Moura.

O documentário de Petra Costa, por outro lado, tem uma árdua batalha pela frente. Apesar da vitória em diversos festivais de cinema no mundo, a produção ficou de fora das indicações do Oscar e do Globo de Ouro.



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Mato Grosso do Sul inicia colheita da soja safra 25/26





A colheita da soja da safra 2025/26 começou na terceira semana de janeiro, em Mato Grosso do Sul. Os dados do projeto SIGA-MS, desenvolvido pela Aprosoja/MS, apontam que foram colhidos cerca de 480 hectares, em municípios das regiões Sul e Centro.

Em comparação com a safra anterior, os trabalhos de colheita apresentam atraso de aproximadamente uma semana. De acordo com a análise, a diferença no calendário está relacionada à ausência de estresses climáticos severos ao longo do ciclo da cultura, o que possibilitou o desenvolvimento normal das lavouras, sem a antecipação do ciclo registrada na safra passada.

O assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena afirma que a operação deve ganhar força nas próximas semanas. “À medida que mais lavouras das regiões Sul, Centro e Norte atingirem a maturação, a expectativa é de um avanço significativo no percentual da área colhida. Historicamente, Mato Grosso do Sul registra o pico da colheita entre o início de fevereiro e a primeira quinzena de março, com a conclusão dos trabalhos prevista para o mês de maio.”

A equipe técnica da Aprosoja/MS permanece em campo, acompanhando o desenvolvimento das lavouras e realizando o levantamento de dados de produtividade.




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O buraco moral do futebol: a quem interessa tanto escândalo?


Se tem uma coisa no futebol brasileiro que sempre se renova é a capacidade produzir escândalos. O último, que está na moda, envolve o São Paulo Futebol Clube e provocou a renúncia do então presidente Júlio Casares. Rolo de milhões diga-se de passagem. Muita água ainda vai rolar debaixo desta ponte e gente que se considera inatingível pode parar atrás das grades.

Mas, o São Paulo, infelizmente, é só mais um caso. O ex-presidente do Corinthians Augusto Melo, em um passado não tão distante, sofreu um impeachment. Nos dois casos, Polícia Civil e Ministério Público estão debruçados em denúncias gravíssimas, que já afetam moralmente e financeiramente dois dos maiores clubes brasileiros.

A coisa não para (e não vai parar) por aí. Recentemente o torcedor brasileiro, incrédulo, acompanhou a máfia das apostas nas BETs, com muito jogador envolvido, além é claro de dirigentes, empresários e outros atores ligados ao caso, principalmente apostadores que aliciam atletas para fraudar o sistema.

A CBF, que deveria dar exemplo, afinal é a dona do futebol tupiniquim, viu uma série de escândalos provocarem a destituição de Ednaldo Rodrigues da presidência e a convocação às pressas de novas eleições. Antigo dono do trono, Ricardo Teixeira, que foi implicado em escândalos de propina da FIFA, conforme revelado pela Justiça suíça, já havia renunciado, lá em 2012. A história sempre se repete.

Trazendo esta verdadeira tragédia aqui para o nosso MS, Francisco Cezário, após décadas comandando com mãos de ferro a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) foi defenestrado do poder após a Operação Cartão Vermelho do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do Ministério Público Estadual (MPE).

Cezário levou o futebol sul-mato-grossense, outrora forte em nível nacional, a penúltima posição no ranking da CBF entre todos os estados e o Distrito Federal. Hoje não temos nenhum representante nas três principais divisões do futebol brasileiro. Sobram as migalhas da Série D, onde, invariavelmente, os times não passam das duas primeiras fases (a maioria, aliás, já cai logo na primeira fase).

Com Cezário fora a expectativa em torno do mandato do novo presidente, Estevão Petrallas é grande. Ele se mostra até ter boas intenções, porém, inexplicavelmente (ou não?) ainda mantém em postos chave da instituição pessoas fortemente ligadas com a gestão anterior, que parecem ter um poder infinito sobre quem quer que seja o mandatário.

Trazendo o debate ainda mais para o nosso quintal, até a eleição para Liga Esportiva Douradense de Amadores (Leda) está judicializada. Quem venceu não consegue assumir o cargo. Quem perdeu diz que o pleito eleitoral foi irregular. Em jogo está o futuro do futebol amador, e, claro, um patrimônio milionário encravado no centro da cidade, o Estádio Napoleão Francisco de Souza. Ou seja, de cabo a rabo, só tem imbróglio (pra dizer o mínimo).

*Fábio Dorta



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Dino dá prazo para estados e municípios explicarem emendas para Perse


O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou nesta terça-feira (27) que estados e municípios prestem contas em até 30 dias sobre os beneficiários finais de emendas parlamentares aplicadas no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).

O não envio das informações no prazo estipulado “ensejará a adoção de medidas coercitivas cabíveis, sem prejuízo da apuração da responsabilidade dos agentes públicos omissos”, alerta o ministro.

Dino é relator de uma série de ações sobre emendas parlamentares, incluindo as chamadas emendas Pix, transferências diretas aos cofres de estados e municípios por indicação de algum parlamentar. Em 2022, o Supremo decidiu que tais emendas são inconstitucionais e impôs uma série de critérios de transparência e rastreabilidade como condição para a liberação dos recursos.

Como responsável da ação, Dino agora supervisiona a regularização de emendas parlamentares que ainda não permitiam identificar os beneficiários finais do dinheiro. Nesse contexto, desde março do ano passado o ministro busca mais informações a respeito das emendas aplicadas no Perse, mas sempre esbarrando na falta de informações por parte dos municípios e estados.

A não apresentação de relatórios já cobrados anteriormente “compromete deveres básicos de transparência e rastreabilidade dos recursos oriundos de emendas parlamentares”, escreveu o ministro na decisão desta terça-feira.

O ministro destacou ainda que, das informações já recebidas, algumas dão conta de renúncias fiscais que chegam a R$ 34 milhões para uma única empresa. Diante disso, a omissão dos municípios e estados envolvidos em apresentar esclarecimentos é “circunstância que se revela ainda mais grave diante dos vultosos valores envolvidos a título de renúncia fiscal, os quais impactam diretamente o equilíbrio das contas públicas e a própria capacidade de planejamento estatal”.

Em março, Dino havia determinado ao Ministério do Turismo e à Advocacia-Geral da União (AGU) que colhessem todas as informações necessárias para garantir a rastreabilidade e a transparência das emendas direcionadas ao Perse. Os órgãos responderam, contudo, que não poderiam cumprir a decisão, pois não haviam recebido os relatórios necessários dos entes subnacionais.

O Perse foi criado no contexto da pandemia da covid-19, que paralisou o setor de eventos. Por meio do programa, foram concedidas isenções fiscais para as empresas do ramo. Após o fim da emergência sanitária, entretanto, o governo precisou entrar em disputa com o Congresso para descontinuar o programa.



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Dia de sol com algumas nuvens e chuva rápida durante o dia em Dourados