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Organização criminosa especializada em descaminho de eletrônicos é alvo da PF


Operação conjunta da PF (Polícia Federal) a Receita Federal cumpre mandados de busca e apreensão em Dourados, Foz do Iguaçu (PR) e Trindade (GO), no âmbito da operação Spectrum que mira uma organização criminosa especializada em descaminho de eletrônicos.

Em Dourados, uma ordem judicial foi cumprida dentro de um condomínio na região do Jardim Novo Horizonte.

As investigações tiveram início após expressiva apreensão de aproximadamente 7 mil aparelhos eletrônicos, avaliados pela Receita Federal em cerca de R$ 7 milhões. As mercadorias estavam ocultas em um compartimento clandestino de um caminhão frigorífico, que transportava carne.

Conforme nota da Polícia Federal, a partir dessa apreensão, foi identificada a atuação do grupo especializado na importação fraudulenta de mercadorias estrangeiras sem documentação fiscal. Os produtos eram dissimulados em cargas lícitas para dificultar a fiscalização e distribuídos para grandes centros do país.

As investigações prosseguem com o intuito de esclarecer integralmente o esquema criminoso, identificar todos os envolvidos e apurar eventuais infrações penais correlatas.



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Acusado de executar brasileiro na fronteira é preso pela Polícia Nacional


Alason Diego Carvalho Ferreira foi preso pela Polícia Nacional do Paraguai acusado de executar o brasileiro Genilson Costa Lira, de 28 anos, encontrado na manhã do último sábado (24/1), em uma estrada vicinal na Colônia Umbú, distrito de Capitán Bado, cidade paraguaia que faz fronteira com Coronel Sapucaia.

Conforme as autoridades do país vizinho, durante as investigações, dois brasileiros foram abordados em uma motocicleta, no entanto, após liberação do MP (Ministério Público), um deles foi liberado.

Já Alason segue preso acusado de envolvimento direto no crime. No celular apreendido com ele, os investigadores encontraram um vídeo gravado na sexta-feira (23/1), às 19h40, em que aparece caminhando ao lado da vítima.

O horário do vídeo coincide com a estimativa de morte, calculada entre oito e dez horas antes do corpo ser encontrado, por volta das 6h30 de sábado. Aos agentes, o homem afirma que deixou Genilson com vida, mas a polícia avalia que ele foi a última pessoa a estar com a vítima.

De acordo com a investigação, o local onde o corpo foi achado não é o ponto onde ocorreu o crime, mas apenas onde o cadáver foi deixado. O exame médico apontou ferimento de bala no ombro, com trajetória pelas costas, além de lesão na cabeça causada por objeto contundente.

Os investigadores acreditam que o golpe no crânio provocou a morte. A polícia informou que o brasileiro tinha antecedente por homicídio registrado em 2020.

A investigação segue em andamento e não descarta a participação de outras pessoas.



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Ciclo pecuário entra em fase de transição e exige decisões estratégicas do produtor


Análise do Departamento Técnico da Famasul indica que Mato Grosso do Sul vive uma fase de transição do ciclo pecuário. O Estado começa a sair do período de baixa e avança, de forma gradual, em direção à fase de alta.

Nesse estágio, os preços começam a reagir, enquanto a oferta de animais ainda permanece elevada, reflexo das decisões produtivas dos últimos anos. O mercado apresenta sinais positivos, mas com margens ainda pressionadas em parte da cadeia.

Os efeitos desse movimento variam conforme o sistema produtivo.

Cria ganha fôlego, enquanto recria e engorda enfrentam pressão

Na cria, o cenário já se mostra mais favorável. A valorização do bezerro eleva a receita do sistema e sinaliza melhores perspectivas no médio prazo. Ainda assim, a retenção de fêmeas deve ser avaliada com cautela, especialmente em propriedades com limitações de capital, pastagem ou estrutura.

Nos sistemas de recria e terminação, o impacto é mais desafiador no curto prazo. O aumento do preço dos animais de reposição ocorre antes da valorização plena da arroba do boi gordo, o que comprime as margens. Esse descompasso é típico da fase de transição do ciclo.

Segundo a Famasul, o Estado já superou o fundo do ciclo, marcado por preços deprimidos e descarte acelerado de fêmeas, mas ainda não ingressou plenamente na fase de alta, que pressupõe redução mais clara no abate de matrizes e recomposição consistente do rebanho.

“O cenário atual é compatível com uma fase de inflexão, em que os preços começam a reagir antes que as mudanças biológicas na oferta se materializem plenamente”, afirma Diego Guidolin, consultor em pecuária do Departamento Técnico da Famasul.

Histórico ajuda a entender o momento atual

Entre 2019 e 2021, o setor registrou preços elevados da arroba e dos animais de reposição, estimulando a retenção de fêmeas e a expansão do rebanho. A partir de 2022, houve aumento consistente no abate de fêmeas, com participação próxima ou superior a 49% do total abatido, patamar associado às fases de baixa do ciclo.

Esse movimento contribuiu para a redução do rebanho estadual, que passou de mais de 20,5 milhões de cabeças em 2017 para cerca de 17,2 milhões em 2023.

Nos anos mais recentes, os indicadores começaram a sinalizar mudança de tendência. Em 2024 e 2025, apesar de o abate de fêmeas ainda permanecer elevado, observa-se estabilização e leve recuperação do rebanho, além da valorização da arroba do boi gordo, que alcançou R$ 306,93, considerando dados até novembro.

O preço do bezerro também voltou a subir, atingindo R$ 2.658,03, o que indica expectativa de restrição futura na oferta de animais de reposição.

“Mesmo antes de uma redução expressiva no abate de fêmeas, o encarecimento da reposição sinaliza mudança de percepção dos agentes de mercado, o que historicamente antecede a consolidação da fase de alta do ciclo”, destaca Guidolin.

Volatilidade e estratégia de comercialização

Nas fases de transição e de alta do ciclo, os preços tendem a melhorar, mas também se tornam mais voláteis. Oscilações podem ocorrer mesmo em um cenário de tendência positiva, influenciadas por fatores como oferta momentânea, exportações e condições econômicas externas.

Nesse contexto, a comercialização assume papel estratégico na gestão da atividade. No mercado físico à vista, todo o risco de oscilação recai sobre o produtor. Contratos a termo oferecem previsibilidade ao permitir a fixação antecipada de preço, quantidade e data de entrega.

O mercado futuro possibilita proteção contra quedas de preço por meio do hedge, enquanto as opções funcionam como um seguro de preço mínimo, garantindo ao produtor o direito de vender a arroba por um valor previamente definido.

Essas ferramentas são especialmente importantes para os sistemas de recria e engorda, mais expostos ao aumento dos custos de reposição. Ao alinhar custos e preços de venda, o produtor reduz riscos e ganha previsibilidade.

“O produtor que interpreta corretamente o ciclo e ajusta sua estratégia produtiva e de comercialização tende a atravessar esse período com mais segurança e competitividade”, reforça o consultor.

O momento atual exige maior profissionalização na gestão de preços. O cenário cria oportunidades, mas demanda planejamento e uso consciente das ferramentas de comercialização, permitindo atravessar o ciclo com mais segurança econômica e preparação para as próximas fases.



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Ciclo pecuário entra em fase de transição e exige decisões estratégicas do produtor


Análise do Departamento Técnico da Famasul indica que Mato Grosso do Sul vive uma fase de transição do ciclo pecuário. O Estado começa a sair do período de baixa e avança, de forma gradual, em direção à fase de alta.

Nesse estágio, os preços começam a reagir, enquanto a oferta de animais ainda permanece elevada, reflexo das decisões produtivas dos últimos anos. O mercado apresenta sinais positivos, mas com margens ainda pressionadas em parte da cadeia.

Os efeitos desse movimento variam conforme o sistema produtivo.

Cria ganha fôlego, enquanto recria e engorda enfrentam pressão

Na cria, o cenário já se mostra mais favorável. A valorização do bezerro eleva a receita do sistema e sinaliza melhores perspectivas no médio prazo. Ainda assim, a retenção de fêmeas deve ser avaliada com cautela, especialmente em propriedades com limitações de capital, pastagem ou estrutura.

Nos sistemas de recria e terminação, o impacto é mais desafiador no curto prazo. O aumento do preço dos animais de reposição ocorre antes da valorização plena da arroba do boi gordo, o que comprime as margens. Esse descompasso é típico da fase de transição do ciclo.

Segundo a Famasul, o Estado já superou o fundo do ciclo, marcado por preços deprimidos e descarte acelerado de fêmeas, mas ainda não ingressou plenamente na fase de alta, que pressupõe redução mais clara no abate de matrizes e recomposição consistente do rebanho.

“O cenário atual é compatível com uma fase de inflexão, em que os preços começam a reagir antes que as mudanças biológicas na oferta se materializem plenamente”, afirma Diego Guidolin, consultor em pecuária do Departamento Técnico da Famasul.

Histórico ajuda a entender o momento atual

Entre 2019 e 2021, o setor registrou preços elevados da arroba e dos animais de reposição, estimulando a retenção de fêmeas e a expansão do rebanho. A partir de 2022, houve aumento consistente no abate de fêmeas, com participação próxima ou superior a 49% do total abatido, patamar associado às fases de baixa do ciclo.

Esse movimento contribuiu para a redução do rebanho estadual, que passou de mais de 20,5 milhões de cabeças em 2017 para cerca de 17,2 milhões em 2023.

Nos anos mais recentes, os indicadores começaram a sinalizar mudança de tendência. Em 2024 e 2025, apesar de o abate de fêmeas ainda permanecer elevado, observa-se estabilização e leve recuperação do rebanho, além da valorização da arroba do boi gordo, que alcançou R$ 306,93, considerando dados até novembro.

O preço do bezerro também voltou a subir, atingindo R$ 2.658,03, o que indica expectativa de restrição futura na oferta de animais de reposição.

“Mesmo antes de uma redução expressiva no abate de fêmeas, o encarecimento da reposição sinaliza mudança de percepção dos agentes de mercado, o que historicamente antecede a consolidação da fase de alta do ciclo”, destaca Guidolin.

Volatilidade e estratégia de comercialização

Nas fases de transição e de alta do ciclo, os preços tendem a melhorar, mas também se tornam mais voláteis. Oscilações podem ocorrer mesmo em um cenário de tendência positiva, influenciadas por fatores como oferta momentânea, exportações e condições econômicas externas.

Nesse contexto, a comercialização assume papel estratégico na gestão da atividade. No mercado físico à vista, todo o risco de oscilação recai sobre o produtor. Contratos a termo oferecem previsibilidade ao permitir a fixação antecipada de preço, quantidade e data de entrega.

O mercado futuro possibilita proteção contra quedas de preço por meio do hedge, enquanto as opções funcionam como um seguro de preço mínimo, garantindo ao produtor o direito de vender a arroba por um valor previamente definido.

Essas ferramentas são especialmente importantes para os sistemas de recria e engorda, mais expostos ao aumento dos custos de reposição. Ao alinhar custos e preços de venda, o produtor reduz riscos e ganha previsibilidade.

“O produtor que interpreta corretamente o ciclo e ajusta sua estratégia produtiva e de comercialização tende a atravessar esse período com mais segurança e competitividade”, reforça o consultor.

O momento atual exige maior profissionalização na gestão de preços. O cenário cria oportunidades, mas demanda planejamento e uso consciente das ferramentas de comercialização, permitindo atravessar o ciclo com mais segurança econômica e preparação para as próximas fases.



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Máxima de 32ºC e chuva rápida marcam a quarta-feira em Dourados