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UCP-PJC fará a maior formatura de novos médicos desde a criação de cursos de medicina na fronteira


A Universidade Central do Paraguai (UCP) campus Pedro Juan Caballero (PJC) fará história nesta quarta-feira, 18, com a maior formatura de novos médicos desde a criação de cursos de Medicina na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero.

O evento, que reunirá o recorde de formandos recebendo o diploma de conclusão, acontece no Majestic Hall e promete emoção à flor da pele.

A solenidade contará com a presença da direção, coordenação, corpo docente, os novos médicos e seus familiares, marcando o início de uma nova fase na vida profissional dos egressos.

É um momento de celebração não só pelas conquistas individuais, mas pelo fortalecimento da formação médica na região binacional.

O CEO da UCP-Interamericana de Pedro Juan Caballero, Carlos Bernardo, destacou o significado do marco.

“Este evento simboliza a qualidade no ensino de Medicina. Desde a criação do curso na UCP em Pedro Juan, o nível da educação melhora a cada ano, demonstrando não só a maior qualidade educacional, mas também a evolução na estrutura física e docente da instituição”, afirma Bernardo.

Ele lembra ainda que “temos laboratórios de ponta equipados com simuladores de alta fidelidade, centros cirúrgicos modernos para treinamentos práticos e um corpo docente com mestres e doutores renomados, além de parcerias com hospitais regionais para estágios supervisionados”, afirmou
Bernardo cita ainda que “contamos com duas sedes modernas: o Centro Tecnológico, que abriga a biblioteca virtual mais completa do Paraguai para o curso de Medicina, e um amplo auditório de eventos onde realizamos congressos e simpósios com a presença dos mais renomados profissionais da área”, afirmou Bernardo.

A formatura reforça o papel da UCP-PJC como referência em educação médica na fronteira, atendendo à demanda por profissionais qualificados em uma área estratégica para o Paraguai e o Brasil.

Revalida

Em 2025, a UCP-PJC aprovou o maior número de médicos formados na instituição na prova do Revalida-Brasil, credenciando-os com o CRM.

Foram mais de 200 aprovados, demonstrando e comprovando a qualidade no ensino de medicina e o comprometimento em oferecer o que há de melhor e mais atualizado na área de medicina.



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Mulher é presa acusada de tentativa de homicídio


Uma ocorrência inicialmente tratada como desordem terminou em prisão por tentativa de homicídio na noite de domingo (15), em Aral Moreira, na região de fronteira.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para verificar uma confusão em uma residência. Ao chegarem ao local, os policiais constataram que uma mulher, aparentemente em estado de embriaguez, havia se envolvido em discussão com moradores após chegar ao imóvel.

Conforme relato das vítimas, após o desentendimento inicial, a suspeita deixou a casa e retornou minutos depois portando uma faca. Segundo os depoimentos, ela tentou atingir um homem. A vítima conseguiu fugir e se trancar em um cômodo nos fundos da residência, evitando ser ferida.

Ainda segundo o registro policial, a mulher passou a ameaçar outra moradora, tentando forçar a porta da casa. A situação só foi controlada com a chegada da equipe policial, que encontrou a autora ainda exaltada e com a faca em mãos.

Os militares deram ordem legal para que ela soltasse a arma, determinação que inicialmente foi ignorada. Após nova intervenção verbal, a mulher deixou a faca no chão e foi contida e levada presa para a Polícia Civil e autuada por tentativa de homicídio.



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Pobreza afeta desenvolvimento de bebês desde 6 meses, mostra pesquisa


Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica Acta Psychologica, no início de fevereiro.

Ao companhar 88 bebês no interior de São Paulo, o estudo mostrou que, desde os seis meses, é possível observar atrasos naqueles que vivem na pobreza. Eles só conseguiam agarrar objetos, virar e sentar mais tarde do que os demais que viviam em melhores condições socioeconômicas.

“A principal constatação da pesquisa é que, esses bebês, aos seis meses, apresentam menor desenvolvimento motor, ou seja, têm um repertório menor de movimento”, explicou a autora, Caroline Fioroni Ribeiro da Silva.

Segundo ela, eles variam menos os movimentos na hora de sentar, de pegar um brinquedo, às vezes, nem conseguem. O trabalho de Caroline contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

A investigação acende uma alerta porque, segundo estudos já existentes, atrasos no desenvolvimento infantil podem produzir crianças que aprendem menos.

“A literatura indica que, pela falta de recursos e de estímulo aos bebês, podem ocorrer prejuízos na vida escolar, como déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos de coordenação”, disse Carolina, que é fisioterapeuta. Ela pondera, no entanto, que mais estudos são necessários para comprovar a relação.

Por outro lado, a pesquisa da UFSCar revelou que a reversão dos atrasos motores pode ocorrer rápido, com estímulos certos. Aos oito meses, bebês avaliados já não tinham problemas significativos. A melhora é atribuída, principalmente, ao engajamento das mães, que reproduziram exercícios simples, como colocar a criança de barriga para baixo (tummy time), usaram papel amassado como brinquedo, conversaram ou cantaram para o bebê.

“Quando conversamos com o bebê, ele tem a oportunidade de observar os movimentos que a gente faz; quando está de barriga para baixo, está livre para se movimentar e explorar movimento, assim como quando brinca com um papel de presente, que é chamativo [pelo barulho e textura]”, explicou a fisioterapeuta. “Não são necessários brinquedos caros, apenas orientação”, completou.

Nas visitas às famílias, a pesquisadora conta que era estimulada a interação entre a mãe e bebê. “Falávamos muito para fazerem leitura de livros, cantar, conversar e colocar o bebê de barriga para baixo”, revelou . O chão é o espaço mais seguro para o bebê, porque não tem perigo de ele cair e pode explorar os movimentos, lembrou.

Os momentos em que os bebês ficam de bruços sobre uma superfície segura, com supervisão, servem para fortalecer os músculos da cabeça, pescoço, ombros, costas e braços e prepará-los para movimentos mais complexos. Com esse exercício, é possível também desenvolver a coordenação, fazendo com o que ele possa rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé no tempo certo.

A pesquisadora destacou que a maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia estimular os filhos. Nesses casos, ajuda especializada, com visitas de agentes de saúde e fisioterapeutas, são determinantes, afirmou.

“Como não é possível eliminar a pobreza ou a gravidez na adolescência, eu recomendaria visitas de profissionais de saúde para orientar sobre os estímulos nessa fase da vida”.

Nas casas mais pobres, a pesquisa constatou que os bebês passavam mais tempo presos em carrinhos ou contidos e tinham menos oportunidades de explorar o ambiente. Isso ocorria, na maioria das vezes, por falta de espaço.

A presença de mais adultos no mesmo domicílio, em vez de estimular os bebês, também foi apontada como fator negativo. A pesquisa levantou a hipótese de esses lares serem mais “caóticos”, com menos espaços seguros ou oportunidades para os bebês se movimentarem.

A presença de pais ou mães no mesmo endereço esteve associada a melhores resultados, ao lado da maior escolaridade materna.

“Os responsáveis solo acabam mais sobrecarregados e com menos tempo para brincar e estimular o bebê”, analisou Caroline. “Então, o fato de ter outra pessoa amparando ajuda muito no desenvolvimento”.

Entre outros fatores que contribuem para o desenvolvimento dos pequenos está o uso de brinquedos que estimulam a motricidade fina, mesmo aqueles improvisados e mais econômicos, como chocalhos – que podem ser confeccionados de grãos de arroz ou feijão e garrafas pet.

Cerca de 400 milhões de crianças vivem na pobreza em todo mundo, segundo o relatório “Situação Mundial das Crianças 2025: Erradicar a Pobreza Infantil – Nosso Dever Comum”, publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em novembro de 2025. Eles estão submetidos a severas privações para saúde, desenvolvimento e bem-estar.



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Segunda-feira de muito sol em Dourados