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Investigação iniciada em MS atinge núcleo do tráfico em 3 estados





A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul (FICCO/MS) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26), a Operação Barril 67 com foco na desarticulação de um esquema interestadual de tráfico de drogas e armas de fogo.

Ao todo, estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

A ação é desdobramento de uma ocorrência registrada em fevereiro de 2025, quando forças de segurança interceptaram quase 600 quilos de cocaína, quatro fuzis e grande quantidade de munição no município de Bataguassu.

Com o avanço das investigações, os policiais conseguiram identificar os suspeitos apontados como responsáveis pela logística de transporte da droga e do armamento. Durante o cumprimento dos mandados nesta manhã, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e veículos que devem auxiliar na continuidade das apurações.




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Ação do Choque em Coxim deixa um morto em confronto, armas, drogas apreendidas e presos


Ação integrada entre o Batalhão de Choque da Polícia Militar, o 5º BPM de Coxim e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/MS) resultou no desmonte de um bando envolvido em vários crimes na região norte de Mato Grosso do Sul. Na operação, um integrante do bando acabou morrendo em confronto com o Choque.

A mobilização policial teve início após o roubo de uma motocicleta em Rio Verde de Mato Grosso, no último dia 22. Por meio do monitoramento de câmeras de segurança, as equipes identificaram um veículo de apoio, o que permitiu localizar o primeiro envolvido em uma propriedade rural. Durante a operação foi descoberto que o veículo de apoio havia sido penhorado em um ponto de venda de entorpecentes em troca de drogas.

No local, o responsável pelo imóvel confessou a participação no esquema, admitindo ter emprestado a moto para que comparsas realizassem o roubo em Rio Verde e, posteriormente, um homicídio na cidade de Coxim. Na residência, os militares apreenderam porções de cocaína, além de roupas e materiais utilizados nos ataques do bando, confirmando o planejamento dos crimes naquele endereço.

Em seguida, as equipes localizaram a motocicleta roubada, que havia sido escondida pelo grupo criminoso no Rio Coxim, após tomarem conhecimento da presença do Batalhão de Choque na região. Com base em novas informações, os policiais foram para um segundo endereço, onde estariam escondidas as armas utilizadas pelo grupo para planejar novos atentados contra rivais na região.

Local do confronto

Nesse local, conhecido pelos integrantes do bando como Paiol, as equipes foram recebidas a tiros por um indivíduo, resultando em um confronto em que o então suspeito foi atingido e socorrido ao hospital regional, onde morreu. Na casa, foram apreendidas três armas de fogo sendo um revólver calibre 32, uma pistola 380 com munições e uma submetralhadora calibre 380.

Além do autor do confronto com as equipes, dois homens foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com todo o material apreendido, para a formalização do flagrante e continuidade das investigações.



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Dourados deixa de liderar casos e Fátima do Sul assume o primeiro lugar


O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul acende um novo alerta em 2026. De acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (25) pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES), o Estado já soma 3.058 casos prováveis da doença, sendo 1.452 confirmações.

Os números mais recentes indicam uma mudança no epicentro da transmissão. Fátima do Sul passou a liderar o ranking estadual de casos confirmados, ultrapassando Dourados, que até então concentrava a maior parte das ocorrências.

Segundo o levantamento, Fátima do Sul registra 477 casos confirmados, enquanto Dourados contabiliza 368. Na sequência aparecem Jardim, com 209 confirmações, e Sete Quedas, com 85. Bonito soma 52 casos e também registra a primeira morte confirmada no boletim mais recente.

Outros municípios com registros da doença são Aquidauana (42 casos), Vicentina (29), Guia Lopes da Laguna (24), Corumbá (14), Nioaque (12), Itaporã (9), além de Maracaju e Três Lagoas, com oito casos cada. Campo Grande aparece com apenas um caso confirmado.

Além do número absoluto, Fátima do Sul também lidera em incidência proporcional, com 2.353,3 casos por 100 mil habitantes — índice considerado elevado pelas autoridades sanitárias.

Até então, Dourados reunia a maior parte das confirmações, principalmente na Reserva Indígena, nas aldeias Jaguapiru e Bororó. A região permanece como área crítica, porém os dados mostram que a transmissão já se espalha para outros municípios do Estado, atingindo cidades de diferentes portes.

Mesmo deixando de ocupar a primeira posição em número de casos, Dourados ainda enfrenta forte pressão no sistema de saúde. No município, 27 pessoas estavam internadas com diagnóstico confirmado da doença. Em levantamento mais recente da vigilância epidemiológica municipal, esse número chegou a 37 pacientes distribuídos entre hospitais públicos e privados.

A expansão da chikungunya também já é observada em bairros fora da reserva indígena, como o Jardim Jóquei Clube e o Parque do Lago II, evidenciando a disseminação dentro da área urbana.

Mortes confirmadas

O Estado contabiliza cinco mortes por chikungunya em 2026, conforme os dados consolidados no boletim.

Entre as vítimas estão dois bebês indígenas. O caso mais recente é de uma criança de um mês de idade, moradora da Aldeia Jaguapiru, em Dourados, que apresentou sintomas no dia 17 de março e morreu no dia 24, após internação hospitalar. Outro bebê, de três meses, faleceu no dia 10 de março, poucos dias após o início dos sintomas.

As demais vítimas são idosos: uma mulher de 69 anos, um homem de 73 anos e outra mulher de 60 anos. Também foi registrada uma morte em Bonito, de um homem de 72 anos, conforme o boletim estadual.



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FICCO/MS combate tráfico de drogas e de armas de fogo em Mato Grosso do Sul


A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul (FICCO/MS) deflagrou, nesta quinta-feira (26), a Operação Barril 67. O objetivo é desarticular um esquema de tráfico de drogas e de armas de fogo, com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva nos estados de Santa Catarina, Paraná e de São Paulo.

A operação de hoje é desdobramento de uma ação realizada em fevereiro de 2025, quando as autoridades interceptaram quase 600 quilos de cocaína, quatro fuzis e grande quantidade de munição no município de Bataguassu, na divisa com o Estado de São Paulo. Com o aprofundamento das investigações, foi possível identificar os indivíduos responsáveis pela logística de transporte da droga e do armamento.

Durante as buscas realizadas nesta manhã, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e veículos. A FICCO/MS é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Militar, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pela Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande.



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Assembleia de MS aprova reajuste de servidores públicos em 1ª votação


Os deputados aprovaram na sessão ordinária desta quarta-feira (24) dois projetos, com destaque para o  Projeto de Lei 34/2026, do Poder Executivo, que fixa em 3,81% o reajuste salarial dos 86 mil servidores públicos estaduais, incluindo ativos e inativos. A proposta está tramitando em regime de urgência. A sessão começa às 9 horas, sendo aberta à participação popular.

Primeira discussão

A matéria do reajuste, aprovada por maioria, recebeu dois votos contrários de João Henrique (NOVO) e Zeca do PT (PT), que alegaram a defesa de um índice maior. O cálculo justificado pelo Governo do Estado baseia-se na variação do IPCA nos últimos 12 meses. A proposta estabelece o mês de maio como data-base e determina que o aumento seja aplicado à administração direta, autárquica e fundacional.

O índice também será aplicado a servidores do Legislativo, do Ministério Público e da Defensoria Pública. Já o Poder Judiciário ajustou ano passado sua data-base para acompanhar os demais poderes. O reajuste vai ter um impacto financeiro para o Executivo de R$ 353,5 milhões em 2026, R$ 473,5 milhões em 2027 e R$ 490,1 milhões em 2028. A melhoria salarial não se se estende aos servidores cujos subsídios são definidos por regras constitucionais ou legislação específica, casos dos magistrados, promotores, parlamentares e chefes do Executivo, que seguem o teto constitucional.

A proposta agora segue para análise das comissões de mérito, para então ser votada em segunda discussão e seguir para sanção governamental.

Redação final

O outro projeto em pauta de votação desta quarta-feira (25) foi a redação final do Projeto de lei 195/2025, de Roberto Hashioka (União Brasil), que inclui no calendário oficial de Eventos de Mato Grosso do Sul, o Caminho do Imaculado Coração de Maria. Com a aprovação, a matéria segue para sanção do governo.  

Estrada da Ingazeira

O deputado Paulo Corrêa (PSDB) presidiu a sessão de hoje e no início fez um comunicado de que ação política feita com presidente do Paraguai, Santiago Penha, e Eduardo Riedel, governador de Mato Grosso do Sul, a respeito da pavimentação da Estrada da Ingazeira surte os primeiros efeitos.

“A obra na região de Porto Murtinho também engloba uma ponte sobre o Rio Apa. Estamos tentando fazer outra rota: que ligará Portyo Murtinho cruzando esse rio em San Lazaro até Concepcion. Já está sendo desmatado, desapropriado para fazer ponte nessa localidade. Faremos a ligação da MS 165 com a ligação da BR 267 em Porto Murtinho. Quero deixar o comunicado que nossa ação política surte efeito e é nosso papel”, disse Paulo Corrêa.  

Zeca do PT comemorou e disse que a obra tem interesse estratégico dos dois países até pela ligação da Rota Bioceânica e que a área tem uma grande jazida de calcário. “Do ponto de vista do desenvolvimento daquela região historicamente abandonada, esse trabalho vai ser fundamental, pois vai trazer um novo tempo de prosperidade e geração de emprego e renda”, almejou.  



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Cadeia do amendoim avança e atrai novos investimentos para Mato Grosso do Sul


O amendoim dividiu protagonismo com a cana durante a programação da Expocanas em Nova Alvorada do Sul. No evento foi assinado termo de acordo de isenção fiscal para a implantação da indústria de beneficiamento de amendoim da empresa MS Grãos Nuts, no município.

O empreendimento prevê investimento de aproximadamente R$ 30 milhões e a geração de cerca de 60 empregos diretos, com início de operação estimado para janeiro de 2029. O projeto conta com apoio do poder público, por meio da concessão de área e incentivos fiscais, reforçando a política de atração de investimentos no Estado.

O anúncio ocorre em um momento de forte expansão da cultura do amendoim em Mato Grosso do Sul. Na safra 2024/2025, o Estado consolidou-se como o segundo maior produtor nacional, com produção superior a 56 mil toneladas — crescimento de 176,37% em relação à safra anterior — e participação de cerca de 7% no total do país.

A área plantada também apresentou avanço expressivo, superando 203% de crescimento e alcançando 21,26 mil hectares. Esse desempenho é impulsionado pelo uso de tecnologia, manejo qualificado e pela utilização estratégica de áreas de renovação de canaviais.

Os municípios de Santa Rita do Pardo, Nova Andradina, Inocência, Paranaíba e Angélica concentram mais de 70% da produção e da área cultivada, evidenciando o potencial de expansão e a consolidação da cultura como alternativa de diversificação agrícola no Estado.

Para o secretário Jaime Verruck, o avanço da cadeia do amendoim representa um movimento estratégico de diversificação produtiva aliado à agregação de valor. “Estamos estruturando uma nova cadeia no Estado, com base tecnológica e integração com a indústria. A chegada de uma planta de beneficiamento fortalece esse processo, gera empregos e permite que Mato Grosso do Sul avance na industrialização da produção, ampliando sua competitividade e atraindo novos investimentos”, finalizou.



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