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Libertadores. 2 de Mayo busca classificação no Peru


Nesta terça-feira (24), a rivalidade que transcende fronteiras será colocada à prova quando o paraguaio 2 de Mayo enfrentar o peruano Sporting Cristal no estádio Miguel Grau, em Callao, em uma partida que vale uma vaga na terceira fase preliminar da Copa Libertadores da América.

O confronto promete ser eletrizante, pois o time da fronteira retorna ao Peru com a missão de superar o empate construído em casa. Diferentemente do jogo de ida, realizado em Pedro Juan Caballero no dia 17 de fevereiro, onde o 2 de Mayo jogou com a vantagem de um placar inicial de 1 a 0, o cenário desta terça-feira é mais complexo.
O Sporting Cristal conseguiu um empolgante empate por 2 a 2 no Paraguai, forçando a decisão em solo peruano. O resultado da semana passada significa que o duelo está completamente aberto: ambas as equipes precisam vencer para garantir a classificação direta.
Em caso de novo empate, o avanço para a próxima etapa será decidido em uma tensa disputa de pênaltis.

A partida será disputada no Estádio Miguel Grau, em Callao, uma província portuária adjacente a Lima. Este é um local atípico para o Sporting Cristal, que habitualmente manda seus compromissos internacionais no tradicional Estádio Nacional, o que pode ser um fator a ser explorado pela equipe paraguaia.

Na primeira etapa, o Cristal, treinado pelo brasileiro Paulo Autuori, saiu na frente com um gol de Yoshimar Yotún e ampliou com um gol contra do goleiro local Ángel Martínez. No entanto, o 2 de Mayo demonstrou resiliência, empatando o jogo com um cabeceio de Matías Cáceres e contando com um gol contra infeliz do zagueiro brasileiro Cristiano, que atua pelo clube peruano.
Desempenho das equipes nos nacionais
A pressão da Libertadores se soma ao desempenho dos times em seus respectivos torneios domésticos.

O Sporting Cristal ocupa a sexta posição no Torneio Apertura peruano, somando 5 pontos em 4 jogos, vindo de um empate dramático por 2 a 2 contra o Universitario, onde Yoshimar Yotún e Leandro Sosa marcaram.

O 2 de Mayo, estreante na competição continental, vive um momento mais conturbado no campeonato paraguaio, ocupando a décima primeira posição com apenas dois pontos, após uma recente derrota por 1 a 0 para o Deportivo Recoletos.

O clube da fronteira está pronto para o jogo desta noite.(Foto: @club2demayo)



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Conselheiro do Tribunal de Contas é o dono da estância sem alvará onde jovens morreram


O ex-deputado e ex-presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, conselheiro Waldir Neves Barbosa, é o proprietário administrador da Estância Walf, no município de Bonito, onde dois jovens morreram após descarga elétrica em uma tirolesa. Conforme Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, a empresa é a Walf Agropecuária e Empreendimentos Turísticos e Imobiliários Ltda. Nela constam atividades econômicas secundárias, como cultivo de outras plantas de lavoura temporária, criação de bovinos para corte, Holdings de instituições não financeira, outras sociedades de participação, exceto holdings, compra e venda de imóveis próprios, e outras atividades de recreação e lazer não especificada.

O principal para atividade que tocava, que seria o alvará do Corpo de Bombeiros, o centro de eventos não possuía e funcionava clandestinamente até ser interditado nesta segunda-feira (23). A tragédia que matou dois trabalhadores, ocorreu durante festa de casamento na estância. Gustavo Henrique Camargo dos Santos, de 32 anos, descia na tirolesa, quando levou uma descarga elétrica e caiu na lagoa. Pedro Henrique de Jesus Martins, 21, pulou no açude para salvar o amigo e também sofreu a descarga.

Pedro foi encaminhado para o Hospital Municipal de Bonito e morreu no domingo (22), enquanto o amigo era encaminhado em vaga zero para a Santa Casa de Campo Grande, mas também não resistiu e morreu ao chegar no hospital. O Corpo de Bombeiros vistoriou a Estância Walf e constatou que o local não tinha certificado de funcionamento da corporação. Sem este documento, a prefeitura não poderia liberar o alvará de funcionamento, fazendo com que o espaço para festas de Waldir Neves era clandestino.

“O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul informa que o local citado não possui Certificado de Vistoria emitido pela Corporação. As circunstâncias do acidente estão sendo apuradas pela Polícia Civil, a quem compete a investigação dos fatos”, informou a corporação em nota. O conselheiro do TCE é o único sócio da empresa, que tem como sede o Residencial Damha, em Campo Grande.
No ano passado, Waldir Neves e a agropecuária foram acionados na Justiça para pagar a compra de uma mansão no condomínio de luxo, onde o conselheiro reside. O imóvel custou R$ 2,7 milhões e o casal foi à Justiça para cobrar R$ 1,5 milhão. Para não ser despejado, Waldir Neves fez acordo para pagar R$ 1,9 milhão em 12 vezes, sendo 12 parcelas de R$ 50 mil e R$ 1,1 milhão em agosto deste ano.

Waldir Neves já foi alvo de três operações de combate à corrupção deflagradas pela Polícia Federal – Mineração de Ouro, Terceirização de Ouro e Casa de Ouro, sendo afastado do cargo e usando tornozeleira eletrônica entre dezembro de 2022 e maio do ano passado.

Mau exemplo

Conforme publicação do site O Jacaré, a tragédia da tirolesa chama a atenção porque Waldir Neves é conselheiro do TCE, corte responsável por fiscalizar os poderes e que deveria dar o exemplo do cumprimento das leis. O advogado Luiz Guilherme Pinheiro de Lacerda, foi procurado, mas não respondeu ao contato. Porém ao G1, ele disse que a tirolesa funcionava há quatro anos e nunca teve incidente antes. O caso é apurado pela Polícia e deve ser acompanhado pelas famílias das vítimas através de processos na Justiça.



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Exportação de DDG à China pode impactar mercado interno de MS; entenda


O Brasil realizou o primeiro embarque de DDG, sigla em inglês para Distillers Dried Grains (grãos secos de destilaria). A abertura do mercado chinês para o produto inaugura uma nova fase para a indústria nacional e pode alterar a dinâmica de preços no mercado interno, especialmente em estados com forte processamento industrial, como é o caso de Mato Grosso do Sul.

O DDG é resultado do processamento do milho para produção de etanol. Nesse processo, proteínas, fibras e minerais permanecem concentrados, resultando em um insumo de alto valor nutricional utilizado principalmente na formulação de rações para bovinos, suínos e aves. Em média, cada tonelada de milho processada gera entre 300 e 330 quilos do coproduto, o equivalente a cerca de 30 por cento do volume original.

“No último ano, o Estado processou aproximadamente 4,6 milhões de toneladas de milho para etanol, o que resultou em uma produção estimada de cerca de 1,4 milhão de toneladas de DDG. Esse volume é absorvido majoritariamente pela cadeia de proteínas animais como insumo estratégico na formulação de ração”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes.

Com a habilitação chinesa, pode haver a alteração da dinâmica de formação de preços. “Quando um produto passa a ter acesso ao mercado internacional, ele deixa de depender exclusivamente da demanda interna. O preço doméstico tende a se alinhar à chamada “paridade de exportação”, ou seja, ao valor internacional descontados os custos logísticos e cambiais. Se exportar se mostrar mais vantajoso, parte da produção pode ser direcionada ao exterior, reduzindo a oferta interna e sustentando as cotações no mercado doméstico. Por outro lado, se a demanda da cadeia de carnes estiver aquecida e pagar preços competitivos, pode compensar manter o produto no mercado interno, especialmente considerando menores custos logísticos”.

No curto prazo, a abertura do mercado externo amplia a concorrência pelo produto. Caso a exportação apresente maior rentabilidade, parte da produção pode ser direcionada ao exterior, reduzindo a oferta interna e sustentando as cotações no mercado doméstico. Esse movimento pode elevar o custo da ração e impactar as margens da cadeia de carnes.

Por outro lado, se a demanda interna estiver aquecida e oferecer preços competitivos, pode ser mais vantajoso manter o DDG no mercado local, especialmente em razão dos menores custos logísticos.

“Do ponto de vista da indústria de etanol de milho, a exportação cria um novo canal de escoamento, reduz riscos de excedentes e amplia a previsibilidade de receita. Esse cenário tende a estimular investimentos e sustentar a demanda por milho, beneficiando diretamente o produtor rural.”

Com maior segurança, as usinas tendem a ampliar investimentos e sustentar a demanda por milho, beneficiando também o produtor rural.

Para Mato Grosso do Sul, o desafio será equilibrar a nova oportunidade de exportação com a competitividade da cadeia de proteínas animais. O crescimento sustentável dependerá da expansão da produção de milho, do processamento industrial e do acompanhamento constante das condições de mercado.

“A entrada da China como compradora de DDG representa, portanto, uma oportunidade estratégica, mas que exigirá monitoramento constante para que o crescimento seja sustentável e integrado entre as cadeias produtivas”.



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MIS reabre as portas com exposição sobre a memória da fotografia de MS


O MIS-MS (Museu da Imagem e do Som de Mato Grosso do Sul) inaugura a exposição “Fotografia e Memória”, homenagem ao fotógrafo Rachid Waqued, um dos principais documentaristas da história sul-mato-grossense. A abertura do evento será na próxima quinta-feira (26), às 19h, com entrada gratuita e visitação até 30 de abril.

A mostra abre oficialmente o ciclo de comemorações pelos 50 anos de criação do Estado, que será celebrado em 11 de outubro de 2027. Além disso, integra o projeto Rota Cine MS, iniciativa estratégica da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) voltada ao fortalecimento do audiovisual, à democratização do acesso à cultura, ao fomento da economia criativa e à valorização da diversidade regional.

“Essa exposição é um reconhecimento à importância da fotografia para a construção da memória e da identidade sul-mato-grossense. Valorizar os fotógrafos de Mato Grosso do Sul reforça nosso compromisso com a preservação e a difusão da cultura. Que esta imersão na obra de Waqued e de seus contemporâneos inspire a todos nós, fortalecendo o orgulho de pertencermos a este território e o desejo de continuarmos a construir, juntos, uma história de ainda mais realizações culturais e criativas”, frisa Eduardo Mendes Pinto, diretor-presidente da FCMS.

Com curadoria de Melly Senna, Cris Freire, Ligia Rocha, Pedro Ortale, Elis Regina e do próprio Rachid Waqued, a mostra reúne dezenas de registros fotográficos. Mais do que uma reverência à trajetória do fotógrafo, a exposição apresenta um recorte expressivo de um dos mais importantes acervos visuais sobre a formação cultural, política, social e urbana de Mato Grosso do Sul. Ao longo de mais de quatro décadas, Waqued consolidou-se como um dos principais documentaristas da história sul-mato-grossense, registrando transformações que hoje ajudam a compreender a identidade do Estado.

O recorte evidencia o olhar documental e sensível de Waqued. Organizadas em eixos como cultura, natureza, indústrias e infraestrutura, colaboradores de MS, coordenadores de MS e arquitetura urbana, as imagens traçam um panorama das transformações sociais, políticas e econômicas de Mato Grosso do Sul. Entre retratos históricos, paisagens e cenas do cotidiano, a exposição constrói uma narrativa que entrelaça passado e presente às vésperas do cinquentenário do Estado.

“Ao longo do tempo, meu trabalho foi credenciando meu nome como alguém com vocação para documentar. Sempre atuei com seriedade, compromisso com a história e pesquisa para descobrir e registrar as coisas, ajudando a divulgar o nosso Estado. Sou um documentarista do meu tempo. Minhas fotos são documentos visuais que acompanham as transformações do espaço urbano e das pessoas na nossa região. Eu fotografo Campo Grande há décadas justamente para registrar essas mudanças. Por isso é tão emocionante receber essa homenagem ainda em plena atividade, e se torna ainda mais especial por integrar as celebrações dos 50 anos de Mato Grosso do Sul, em 2027. Eu acompanhei essa trajetória de perto, fui testemunha ocular desse movimento e dessa construção histórica”, frisa Rachid Waqued.

Além das obras de Waqued, o público ainda terá acesso a um painel com trabalhos de outros 14 fotógrafos e fotógrafas sul-mato-grossenses, ampliando o diálogo entre gerações e reafirmando a força da produção local. São eles: André Bittar, Alexis Prappas, Bolivar Porto, Denilson Secreta Nantes, Elis Regina Nogueira, Gabriel Gabino, Luiz Felipe Mendes, Marithê Do Céu, Marycleide Vasques, Saul Schramm, Sebastião Guimarães, Vânia Jucá, Wagner Guimarães e Melina Moraes — nomes que evidenciam a diversidade estética e temática da fotografia produzida em Mato Grosso do Sul.

A programação do Rota Cine MS terá continuidade ao longo do ano com outras duas exposições no MIS-MS. Entre maio, junho e julho, o foco será o audiovisual. Já entre agosto, setembro e outubro, a temática será a música, ampliando o escopo do projeto e fortalecendo o museu como espaço permanente de difusão cultural.

Pensada para alcançar públicos diversos, a exposição também incorpora recursos de acessibilidade, como piso tátil, intérprete de Libras no vídeo depoimento do homenageado e áudio-descrição das obras, reafirmando o caráter inclusivo da iniciativa.

A execução do Rota Cine MS é objeto do Termo de Fomento (nº 5499/2025) celebrado entre o Governo do Estado, a Setesc (Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Turismo), a FCMS e o Instituto Curumins, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

Olhar do fotógrafo

A trajetória de Rachid Waqued ganha forma na exposição a partir de seis eixos temáticos — cultura, natureza, indústrias e infraestrutura, colaboradores de MS, coordenadores de MS e arquitetura urbana — que revelam diferentes camadas da construção histórica de Mato Grosso do Sul.

No núcleo cultura, o visitante encontra registros de manifestações que ajudaram a moldar a identidade regional, como celebrações religiosas, expressões populares e personagens que marcaram a vida artística e social do Estado. Entre os destaques, estão imagens ligadas às tradições pantaneiras, às raízes árabes presentes em Campo Grande e a momentos simbólicos de fé e pertencimento, como a entrega da bandeira do Divino em Coxim.

Ao avançar para natureza, o olhar se amplia sobre paisagens emblemáticas, como o Pantanal do Rio Negro, revelando a força ambiental que sustenta o imaginário sul-mato-grossense. A mesma sensibilidade documental aparece em indústrias e infraestrutura, onde surgem registros da malha ferroviária e de obras que impulsionaram o crescimento econômico, conectando territórios e consolidando o desenvolvimento estadual.

Em arquitetura urbana, as imagens mostram edifícios, praças e transformações na paisagem de Campo Grande, compondo uma narrativa visual da expansão da capital. Já em colaboradores de MS, a lente de Waqued valoriza trabalhadores, cidadãos e cenas cotidianas — fragmentos de uma história construída coletivamente. O eixo reúne retratos de todos os governadores do Estado, formando um painel político que atravessa diferentes gestões e momentos decisivos da trajetória sul-mato-grossense. Ao colocar lado a lado essas lideranças, o fotógrafo reforça a dimensão histórica de seu acervo.

Ao percorrer esses seis núcleos, o público acompanha não apenas imagens isoladas, mas uma linha narrativa contínua. São registros que transformam acontecimentos, territórios e personagens em memória visual permanente, consolidando Rachid Waqued como um dos principais cronistas da história de Mato Grosso do Sul.

Cronista visual

Fotógrafo, documentarista e pesquisador, Rachid Waqued transformou a imagem em ferramenta de preservação histórica e identidade cultural. Nascido em Campo Grande (MS), em 1953, filho de pai libanês e mãe corumbaense, filha de sírios, Waqued construiu ao longo de mais de quatro décadas uma trajetória marcada pelo compromisso com o registro das transformações sociais, políticas e econômicas do Estado, tornando-se uma das principais referências da memória imagética sul-mato-grossense.

Formado em Engenharia Civil, História e Artes Visuais, Waqued aliou formação acadêmica sólida ao olhar sensível e atento às mudanças do tempo. Foi pioneiro na introdução da tecnologia digital na fotografia em Mato Grosso do Sul e acompanhou de perto momentos decisivos da consolidação do Estado, registrando desde a expansão urbana até manifestações culturais e acontecimentos políticos.

Parte significativa de sua produção é dedicada à cultura pantaneira e à documentação da malha ferroviária, pesquisa que resultou na obra “Paralelas de Aço: o caminho ferroviário para o Oeste”, referência para estudiosos da história regional. Ao mesmo tempo, desenvolveu projetos voltados ao resgate dos antigos fotógrafos “lambe-lambes”, contribuindo para a valorização e preservação do patrimônio visual do Estado.

Waqued se define como um “contador de histórias visuais”. A expressão resume uma carreira construída com rigor técnico, espírito investigativo e paixão pelo ofício. Atualmente, amplia sua atuação por meio de produções audiovisuais em plataformas digitais, mantendo ativo o trabalho documental e reafirmando seu papel como guardião da memória cultural sul-mato-grossense.

Serviço

Exposição: Fotografia e Memória

Abertura: 27.02.26, às 19h

Período de visitação: Até 30.04.26

Local: MIS-MS (Av. Fernando Corrêa da Costa, 559)

Entrada: Gratuita

Recursos de acessibilidade:

– Piso tátil;

– Intérprete de Libras em vídeo-depoimento;

– Áudio descrição das fotografias;



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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 116 milhões





As seis dezenas do concurso 2.976 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (MS), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 116 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (MS), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.




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Fortes chuvas deixam 14 mortos e 440 desabrigados em Juiz de Fora


Agência Brasil*

As fortes chuvas que atingiram o município mineiro de Juiz de Fora nesta segunda-feira (23) causaram a morte de ao menos 14 pessoas. A prefeitura decretou estado de calamidade pública

As mortes ocorreram nas ruas Natalino José de Paula (4), Orville Derby Dutra (4), João Luís Alves (2), José Francisco Garcia (1), Eurico Viana (1), na Estrada Athos Branco da Rosa (1) e na rua Jacinto Marcelino (1).

A Defesa Civil do município estima que 440 pessoas estejam desabrigadas. Elas já receberam acolhimento e acomodação provisória. De acordo com a prefeitura, foram registradas 251 ocorrências.

“As equipes municipais seguem mobilizadas no atendimento às ocorrências, no suporte às famílias atingidas e na procura por desaparecidos”, informou a administração municipal.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, com o transbordamento do Rio Paraibuna, a corporação foi acionada para atender ocorrências de inundações, soterramentos e risco estrutural em encostas e áreas próximas ao rio. Em poucas horas foram mais de 40 chamadas emergenciais envolvendo vias bloqueadas, moradores ilhados e casas atingidas.



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Estância onde amigos morreram em Bonito é interditada





A estância onde os amigos Pedro Henrique de Jesus, de 20 anos, e Gustavo Henrique Camargo, de 32, morreram após acidente com tirolesa e descarga elétrica, na zona rural de Bonita, foi interditada.

A tragédia, conforme mostrado anteriormente, aconteceu no domingo (22/2), durante uma festa de casamento.

O Campo Grande News publicou que o local não tinha certificado de vistoria emitido pelo Corpo de Bombeiros e funcionava de forma clandestina. A estância ficará interditada até a regularização da documentação.

O local foi alugado por três dias para celebração do casamento de familiares das vítimas. Equipe da PC (Polícia Civil) esteve no local e explicou que o acidente aconteceu na área de eventos da propriedade onde há a tirolesa sobre uma lagoa e agora apura a origem da fuga de energia que causou a morte de Gustavo e Pedro.

Após o acidente, o local desativou o perfil no Instagram.




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Justiça libera R$ 1,4 bilhão do INSS; veja quem recebe


Agência Brasil*

O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 1,4 bilhão para o pagamento de atrasados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a aposentados, pensionistas e outros beneficiários que venceram ações judiciais contra o órgão.

Os valores correspondem a Requisições de Pequeno Valor (RPVs) — dívidas de até 60 salários mínimos (R$ 97.260, em 2026).

Ao todo, 87 mil segurados serão contemplados em 65,3 mil processos com decisões definitivas, sem possibilidade de recurso.

O dinheiro deve ser depositado até o início de março, conforme o cronograma de cada Tribunal Regional Federal (TRF).

Quem tem direito?

Recebem neste lote os segurados que:

ganharam ação judicial contra o INSS;

com valores de até 60 salários mínimos a receber (RPV);

com ordem de pagamento emitida pelo juiz em janeiro de 2026;

com processo totalmente encerrado (transitado em julgado); e

herdeiros de beneficiários falecidos, desde que comprovem vínculo legal.

Quais benefícios entram?

As ações envolvem concessão ou revisão de:

aposentadorias (idade, tempo de contribuição, invalidez e da pessoa com deficiência);

pensão por morte;

auxílios, como auxílio-doença; e

benefício de Prestação Continuada (BPC).

Os atrasados são valores retroativos pagos após decisão judicial favorável ao segurado.

RPV ou precatório: qual a diferença?

RPV: até 60 salários mínimos. Pagamento em até 60 dias após a ordem judicial

Precatório: acima desse valor. Pago uma vez por ano, conforme calendário federal

Na consulta do processo, a sigla RPV indica requisição de pequeno valor; “PRC” identifica precatório.

Como consultar o pagamento?

O Conselho da Justiça Federal repassa os recursos aos seis TRFs do país, responsáveis pelos depósitos, geralmente em contas abertas na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil.

Para saber a data e o valor:

acesse o site do TRF responsável pelo processo (links na tabela abaixo);

informe CPF, número do processo, número da requisição ou OAB do advogado (conforme exigência do tribunal);

verifique o campo “valor inscrito na proposta”;

após o pagamento, o sistema exibirá o status “Pago total ao juízo”.



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Governo prevê multa de até R$ 30 mil para policial em vigilância privada clandestina


O governo Lula (PT) discute a publicação de um decreto que estabelece multa de até R$ 30 mil para policiais, guardas municipais e outras pessoas que atuem de forma clandestina na área da segurança privada. A punição consta em minuta elaborada pela Polícia Federal —responsável pela fiscalização do setor— e encaminhada ao Ministério da Justiça em maio. O texto ainda pode sofrer alterações até receber o aval da Casa Civil e ser enviado para a assinatura de Lula.

O decreto tem como objetivo regulamentar o Estatuto da Segurança Privada, sancionado em setembro de 2024. A norma atualiza e endurece as regras para a atuação de empresas e profissionais do setor, substituindo a antiga regulamentação, em vigor desde 1983. Com a nova redação do estatuto, tornaria-se crime organizar, prestar ou oferecer serviços de segurança privada com uso de armas de fogo sem a devida autorização de funcionamento. A pena prevista é de detenção de 1 a 3 anos.

Mudança

Agora, o texto do decreto deve definir como segurança privada clandestina toda prestação de serviço sem autorização da Polícia Federal, seja armada ou desarmada. A prática também poderá resultar em multa de R$ 1.000 a R$ 10 mil para pessoas físicas e de R$ 10 mil a R$ 30 mil para pessoas jurídicas, com valores maiores em caso de reincidência. Procurado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmou que o decreto chegou à pasta na semana passada e está em análise pela Secretaria de Assuntos Legislativos. A Polícia Federal não se manifestou.
Os policiais, em regra, têm dedicação exclusiva e, por isso, não podem fazer bico na área da segurança privada, a não ser em caso de autorização expressa por normas estaduais. Quando há alguma brecha, o policial precisa estar vinculado a uma empresa de segurança privada, ter curso de vigilante e autorização da Polícia Federal.

Ivan Hermano, vice-presidente da Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores) para a região Centro-Oeste, afirma que, em alguns estados, os estatutos das próprias polícias estaduais já impõem limitações a esse tipo de atividade.

“A nova lei vai auxiliar a Polícia Federal a coibir os abusos recorrentes no setor, algo que era difícil, já que a legislação anterior previa autuação apenas sobre as empresas registradas. Um dos pontos importantes trata das especificações da vigilância clandestina, que é feita geralmente pelos policiais”, diz.

Antes do estatuto, quando a Polícia Federal identificava uma empresa clandestina de segurança privada, sua atividade podia ser encerrada. Em caso de reincidência, era lavrado um termo circunstanciado. Para pessoas físicas flagradas atuando de forma irregular, não havia penalidade imediata prevista em lei.

José Vicente da Silva Filho, coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo e membro do Conselho da Escola de Segurança Multidimensional da USP, afirma ser contrário à atuação de policiais na segurança privada. Segundo ele, há profissionais que, de forma independente, realizam bicos em farmácias, padarias e supermercados. Além disso, há empresas que contratam policiais clandestinamente para realizar a escolta de funcionários.

“Na minha opinião, o policial que atua na segurança privada deveria ser demitido, porque essa prática é incompatível com a função pública. Trata-se de vender a expertise adquirida no serviço público para o setor privado. Isso leva a um relaxamento ético, contaminando e enfraquecendo a integridade da instituição”, disse.

No Brasil, há diversos casos envolvendo policiais em segurança privada clandestina. Entre eles está o caso de policiais que faziam a escolta do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, que delatou integrantes da facção criminosa PCC e da Polícia Civil e foi assassinado no aeroporto de Guarulhos.

Em 2020, também houve o caso da morte de João Alberto Silveira Freitas, 40, espancado e morto por dois homens em um supermercado da rede Carrefour, em Porto Alegre. Um deles era policial militar. Segundo o texto do decreto em discussão no governo, a prestação de serviços de segurança privada deve ser realizada por profissionais habilitados e registrados na Polícia Federal. Todos devem ter formação específica e vínculo com empresas de segurança ou organizações.

O setor da segurança privada abrange atividades como vigilância patrimonial, escolta, segurança pessoal, formação profissional, monitoramento eletrônico e segurança em transportes coletivos. As empresas de segurança privada, escolas de formação de profissionais e empresas ou condomínios com serviço de segurança poderão equipar seus vigilantes com armas de fogo. Serão permitidos modelos como o revólver calibre .38, a pistola calibre .380 e a pistola calibre .38 TPC, a carabina calibre .38 e a espingarda calibre 12. Dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação revelam que o Brasil conta com 3.336 empresas atuando no setor de segurança privada.

Em Campo Grande

Um exemplo desse problema é explícito no comércio de Campo Grande, onde após o episódio em Porto Alegre, o comércio mudou o colete dos prestadores, tirando a inscrição Segurança por Controle de Perdas que na prática são seguranças. A incidência maior da ilegalidade está nas redes de supermercados onde os seguranças sequer usam coletes, alguns utilizam camisa do supermercado.

A maioria do efetivo é composto por policiais da reserva (aposentados), mas muitas das vezes coordenados por policiais da ativa. Essa segurança também é composta por guardas municipais. Nas casas noturnas como boates, conveniências, tabacarias e outras consta a presença do policial militar armado atuando na segurança, havendo inclusive registros de pessoas baleadas, mas que no registro da ocorrência ou no inquérito, consta o policial como pessoa que estava no local naquele momento e ao presenciar situação irregular, agiu atirando.

Recentemente a Polícia Federal fez uma blitz contra seguranças clandestinos. Três dias depois parecia que nada havia acontecido e os efetivos clandestinos seguiam no chamado “bico”.

Fonte: UOL



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Foragidos da Justiça brasileira, irmãos são presos na fronteira


Uma operação conjunta da Polícia Nacional do Paraguai resultou, na manhã desta terça-feira (24), na prisão de dois brasileiros foragidos da Justiça que estavam escondidos em Pedro Juan Caballero.
A ação foi conduzida pela Direção de Prevenção e Segurança do Departamento de Amambay, com apoio do Departamento de Segurança Cidadã e da Direção de Crimes Econômicos e Financeiros. Durante a operação, também houve suporte do Grupo Especial de Operaciones (GEO), unidade tática da polícia paraguaia.

Foram presos os irmãos Simão Pedro Lopes Vaz, de 45 anos, e Paulo Salomão Lopes Mareco, de 37 anos. Ambos são acusados de envolvimento com tráfico de drogas e eram considerados foragidos da Justiça brasileira. Eles foram localizados em uma residência no bairro Maria Vitória.
No imóvel, os agentes apreenderam uma pistola, uma escopeta, munições e rádios comunicadores, materiais que serão incorporados à investigação.

De acordo com informações preliminares, as autoridades paraguaias devem conceder coletiva ainda nesta terça-feira para detalhar a operação. A expectativa é que os dois brasileiros sejam expulsos do Paraguai e entregues às autoridades do Brasil na Linha Internacional, na fronteira com Ponta Porã.



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