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Motta defende relator do PL Antifacção e comenta papel da PF


O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu, nesta terça-feira (11), o relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), nomeado por ele para conduzir as modificações no PL enviado pelo Executivo para combater as organizações criminosas.

Ao chegar à Câmara, Motta rebateu as críticas de que o substitutivo do relator retiraria as atribuições da Polícia Federal (PF) ao submeter as operações conjuntas com forças estaduais a um pedido do governador.

“A Câmara não permitirá, em nenhum momento, que a Polícia Federal perca suas prerrogativas. Essa é uma condição inegociável para nós, tanto é que o próprio relator, desde o dia de ontem, por intermédio nosso, conversou com o diretor-geral da Polícia Federal”, disse Motta.

Para o presidente da Casa, o tema já foi “resolvido”. Derrite voltou atrás na segunda-feira (10) e modificou o texto, permitindo ações da PF sem prévia provocação do chefe do Executivo estadual.

Especialistas, o governo e a própria Polícia Federal (PF) argumentaram que o primeiro texto do relator era inconstitucional, por condicionar operações conjuntas da PF com forças estaduais a uma provocação do governador, retirando atribuições da organização, ligada à União.

Debate desvirtuado

Segundo o presidente da Câmara, estão querendo “desvirtuar” o debate sobre o PL 5.582 de 2025, ao afirmarem que a Casa quer tirar a competência da PF.

“Isso não é verdade. Nós vamos pelo contrário, que é fortalecer os meios para que tanto a Polícia Federal, como o Ministério Público, os Ministérios Públicos estaduais, o Ministério Público Federal e as polícias estaduais possam ter mais instrumentos para enfrentar o crime organizado”, completou.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chegou a afirmar que as mudanças feitas pelo relator seriam um “presente para o crime organizado”.

“Na prática, as mudanças que o Secretário de Tarcísio de Freitas propõe vão proteger a bandidagem e as facções, subvertendo totalmente o projeto enviado pelo governo do presidente Lula”, afirmou a ministra em uma rede social.

O deputado Derrite se licenciou do cargo de secretário de segurança de São Paulo apenas para relatar esse projeto. O PL está pautado para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (11), enquanto o governo pede mais tempo para dialogar mudanças no substitutivo do relator.

Apoio a Derrite

O presidente da Câmara vinha manifestando apoio ao parecer de Derrite antes da nova versão do PL que excluiu a exigência de provocação do governador para operações conjuntas.

Ainda no sábado (8), em uma rede social, Motta disse que leu “o relatório do deputado Derrite, que preserva avanços do projeto do Governo Federal e endurece as penas contra o crime”.

A decisão de nomeá-lo foi interpretada por governistas como uma provocação, uma vez que o parlamentar representa o governador Tarcísio de Freitas.

Terrorismo e Soberania

Questionado se a equiparação das ações de facções criminosas e milícias ao terrorismo não poderia justificar a interferência de países estrangeiros no Brasil, o presidente da Câmara Hugo Motta respondeu que o texto preserva a soberania do país.

“Não permitiremos que nenhuma proposta coloque em risco a soberania nacional. Nós temos como base um preceito de que precisamos, sim, endurecer as penas, precisamos, sim, tipificar os crimes mais atuais, mais modernos, precisamos, sim, ser mais duros e enérgicos com os chefes das facções criminosas, mas sem permitir que haja qualquer questionamento acerca da soberania”, disse Motta.

Por outro lado, o governo ainda entende que o projeto permite que nações estrangeiras possam acusar o Brasil de abrigar grupos terroristas, o que poderia ter repercussões geopolíticas negativas para o país.

A ministra Gleisi Hoffmann argumenta que o relator mantém “com outro nome, a ideia de classificar facções como terroristas, o que não resolve nada, mas é uma grave ameaça à soberania do país e a nossas empresas”.

Nova versão

Motta acrescentou que novas alterações podem ser apresentadas após conversas com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandovisk, nesta terça-feira (11).

“A costura do texto tem que ser muito bem feita. O relator já está em Brasília dialogando. Nós queremos poder, até o final do dia, ter uma proposta mais apurada, para apresentar à sociedade a total disposição da Câmara, do relator, de construir a melhor proposta possível, para que ela possa caminhar bem, não só na Câmara, como no Senado, e dar condições de o Poder Executivo analisar a possível sanção”, finalizou.



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Mercado do boi gordo tem ajustes com escalas mais apertadas; confira preços da arroba e atacado



O mercado físico do boi gordo passou a conviver com um ambiente de maior normalidade, apesar de boatos sobre a China ainda circularem. Segundo a consultoria Safras & Mercado, não há posicionamento oficial das autoridades chinesas sobre amostras de carne contendo Fluazuron nem sobre investigação sobre o impacto das importações na produção local.

Com escalas de abate mais apertadas, frigoríficos passam a pagar mais pela arroba do boi gordo em determinados estados, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,17 (a prazo)
  • Goiás: R$ 319,82
  • Minas Gerais: R$ 312,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 327,16
  • Mato Grosso: R$ 307,84

Atacado

O mercado atacadista se manteve firme ao longo da terça-feira (11). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios indica possibilidade de alta nos preços no curto prazo, impulsionada pelo aumento do consumo no último bimestre, com impacto do décimo terceiro salário, criação de postos temporários de trabalho e as confraternizações típicas da época

  • Quarto traseiro: R$ 25,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 17,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,62%, negociado a R$ 5,2735 para venda e a R$ 5,2715 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2633 e a máxima de R$ 5,2983.



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Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar





Os suplementos alimentares de proteína em pó da marca Proteus/Whey Isolate Protein Mix, comercializados pela empresa Unlimited Alimentos e Suplementos SLU Ltda. deverão ser recolhidos do mercado após determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (10), por falta de regularização e de licenciamento sanitário.

A comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a divulgação e o consumo dos produtos estão suspensos.

“Os suplementos vêm sendo divulgados e comercializados em sites de vendas online, como Shopee e Mercado Livre, sem ter regularização sanitária. Além disso, não há identificação de fabricante ou importador nacional”, diz a Anvisa.

A Anvisa determinou também o recolhimento dos suplementos alimentares da Bugroon Raízes Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda. Segundo a agência, a fabricante produz suplementos e óleos da marca sem licenciamento sanitário e comercializa os produtos em seu site oficial. A comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e o consumo dos seus produtos não podem ser vendidos.

Os suplementos suspensos são Óleo de Menta Piperita Bugroon; Óleo de Sucupira Bugroon; Óleo de Copaíba Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Ginkocen Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Calmom Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Catux Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Unaro Moringa Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Neuralfocus Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Contradô Bugroon. Todos os lotes estão incluídos na determinação da Anvisa.




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29 anos dando voz a quem sustenta o Brasil


O Canal Rural completa 29 anos de história e, com ele, o agronegócio brasileiro celebra um dos seus principais aliados. Desde o começo, o Canal entendeu algo que muitas vezes Brasília demora a enxergar: o campo precisa ser ouvido todos os dias. Não apenas quando há crise, safra recorde ou eleição. Precisa ser ouvido quando falta crédito, quando o clima virá, quando a sanidade animal e vegetal do país é ameaçada, quando o produtor familiar precisa de orientação.

Falo com propriedade porque estou nessa estrada como comentarista há pouco mais de duas décadas. Nesse período, vi o Canal Rural crescer, modernizar sua programação, entrar no digital, apostar em multiplataformas e, ao mesmo tempo, manter o que o tornou referência: dar espaço ao pequeno produtor. O agricultor familiar, o pecuarista do interior, o cooperado — todos sempre tiveram um lugar no Canal. E isso não é detalhe: é linha editorial.

A evolução do agro brasileiro foi impressionante. Máquinas conectadas, genética avançada, integração lavoura-pecuária, rastreabilidade, crédito estruturado. E o Canal caminhou junto. Um ponto decisivo dessa evolução foi a meteorologia agrícola. Hoje, em um cenário de extremos climáticos, com estiagens severas, chuvas fora de época e eventos cada vez mais frequentes, informação de clima virou insumo de produção. O Canal Rural entendeu isso cedo e passou a levar ao produtor previsões, análises e alertas que ajudam a mitigar perdas e a planejar melhor o calendário agrícola. Em muitos casos, é a diferença entre perder a lavoura e salvar parte da produção.

Mas houve outra frente em que o Canal foi, e continua sendo , fundamental: a defesa da preservação e da segurança sanitária do Brasil. Ao longo desses anos, o canal nunca tratou de forma leviana temas como febre aftosa, influenza aviária, PSA, ferrugem, pragas quarentenárias ou exigências de mercados internacionais. Pelo contrário: ajudou a informar o produtor sobre protocolos, vacinação, barreiras sanitárias, rastreabilidade e boas práticas. E fez isso porque sabe que a sanidade é patrimônio estratégico do agro brasileiro. É ela que garante mercados abertos, preços melhores e respeito lá fora. Sem sanidade, o Brasil perde competitividade. Sem comunicação sobre sanidade, o produtor fica exposto.

Em todo esse tempo, mantive meu trabalho com a mesma postura: me posicionar a favor do agro nas questões essenciais. Nem sempre foi confortável. Houve momentos em que fui questionado por representantes do governo, por setores que não compreendiam a realidade do campo ou que encaravam o agro apenas pela ótica fiscal ou ideológica. Mas sigo firme no propósito: defender quem produz, quem gera riqueza e quem alimenta o Brasil, porque esse é o lado certo.

O Canal Rural também escolheu esse lado. É mais que um veículo; é uma trincheira de informação. É o espaço em que o produtor é tratado como agente econômico estratégico, e não como figurante. É o lugar onde se explica ao país urbano que o agro moderno pode, e deve, produzir preservando, cumprindo regras ambientais e sanitárias, mas sem ser criminalizado.

Por isso, ao celebrar os 29 anos do Canal Rural, celebramos também um modelo de jornalismo que acompanha a tecnologia, dá previsões de clima, orienta sobre sanidade, fiscaliza políticas públicas e, ao mesmo tempo, mantém o pé no chão do produtor. Poucos veículos conseguiram fazer esse equilíbrio.

Nesses 29 anos, o Canal não apenas contou a história do agro brasileiro. Ajudou a escrevê-la. E é uma honra dizer: eu estava lá. É contínuo.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Ratinho Junior anuncia construção de 320 casas em Rio Bonito do Iguaçu e tarifa de água à R$ 1


Além de investimentos de R$ 50 milhões para o município e R$ 50 mil para cada família que teve suas casas destruídas pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu, o governador Ratinho Junior anunciou a construção emergencial de 320 casas. O governador disse ainda que os moradores da cidade irão pagar apenas o valor simbólico de R$ 1 nas contas de água dos próximos três meses.

Essa mesma medida poderá ser adotada também pela Copel, anunciou Ratinho Junior em entrevista nesta segunda-feira (10). De acordo com o governador, as obras de construção das casas terão início assim que as equipes de engenharia concluírem os diagnósticos técnicos e estruturais dos terrenos. A expectativa é que os trabalhos comecem ainda nesta semana.

A expectativa é a de que em até 90 dias as primeiras casas já possam ser entregues às famílias prejudicadas. A Cohapar tem mantido contato com as empresas que atuam no programa Casa Fácil Paraná para viabilizar a reconstrução em Rio Bonito do Iguaçu. “As cerca de 300 moradias serão entregues gratuitamente às famílias que perderam completamente suas casas, sem possibilidade de reforma”, disse Ratinho Junior.

O investimento deve ser de cerca de R$ 60 milhões, com padrão de custo por metro quadrado. De acordo com o governador, o cadastro das vítimas já foi iniciado por engenheiros da Cohapar e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR). “A mudança na lei permite uma reconstrução mais ágil. Estamos estudando também formas de liberar insumos da região, como tijolos e madeira, mediante laudo técnico dos engenheiros”, detalhou Ratinho Junior. Os critérios para acesso ao benefício serão definidos por decreto. A proposta prevê a liberação de até R$ 50 mil por família, com investimento inicial estimado em R$ 50 milhões por parte do Governo do Estado.



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Agricultura sustentável impulsiona o Brasil na meta de neutralidade climática até 2050


Com o início da COP30, em Belém (PA), o papel da agricultura brasileira na agenda climática global volta ao centro das discussões. Para a Famasul, o setor rural é peça estratégica no cumprimento das metas nacionais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e alcançar a neutralidade climática até 2050.

Enquanto setores como o energético e o industrial enfrentam limitações para neutralizar emissões no curto prazo, o agro se destaca pelo potencial único de capturar carbono em larga escala, aliando produção de alimentos, fibras e energia à conservação de recursos naturais.

A nova meta climática brasileira, apresentada na COP29, prevê a redução das emissões líquidas entre 59% e 67% até 2035, em relação aos níveis de 2005. Segundo a analista do Departamento Técnico do Sistema Famasul, Lenise Castilho, a agricultura é o setor que mais oferece soluções efetivas e mensuráveis para mitigação das emissões, combinando aumento de produtividade com conservação ambiental.

Entre as práticas que fortalecem esse papel estão o plantio direto, a rotação de culturas, a recuperação de áreas degradadas e o uso crescente de bioinsumos. “O sistema de plantio direto, por exemplo, reduz a emissão de CO₂ e aumenta o estoque de carbono no solo. Já o uso de inoculantes biológicos em substituição parcial aos fertilizantes químicos diminui significativamente a liberação de óxido nitroso (N₂O), um gás de efeito estufa com potencial 265 vezes maior que o do CO₂

Outro destaque é a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), tecnologia que permite melhor aproveitamento do solo e maior sequestro de carbono. Pesquisas da Embrapa indicam que sistemas integrados podem alcançar saldo de até 51,3 toneladas de CO₂ equivalente por hectare em quatro anos, graças ao aumento do estoque de carbono em biomassa e no solo. Mato Grosso do Sul lidera nacionalmente na adoção de sistemas integrados, com mais de 3 milhões de hectares cultivados nesse modelo.

“O setor rural é protagonista na transição para uma economia de baixo carbono, mantendo a produção de alimentos, fibras e energia dentro de um modelo sustentável”, reforça Lenise.

Na safra 2025/26, está previsto o cultivo de 49,07 milhões de hectares com soja no país, um aumento de 3,6% em relação à safra anterior, avanço que deve ocorrer principalmente sobre áreas de pastagens degradadas. Em Mato Grosso do Sul, a expectativa é de 4,8 milhões de hectares cultivados, com 99,9% da área sob plantio direto, evidenciando o compromisso do estado com práticas conservacionistas e mitigação das emissões.

No âmbito estadual, a Famasul atua na disseminação das tecnologias que sustentam a agricultura de baixo carbono. Por meio do Senar/MS, promove capacitações, treinamentos e assistência técnica voltados à adoção de sistemas integrados, plantio direto, recuperação de pastagens e proteção de nascentes. A instituição também fortalece a articulação técnica com o setor público e a pesquisa, além de ampliar o acesso a programas como o PSA Pantanal, que incentiva a preservação ambiental e o uso racional dos recursos naturais.

Essa atuação fortalece a inserção de Mato Grosso do Sul na agenda climática nacional e reforça o protagonismo do produtor rural sul-mato-grossense na transição para uma agricultura cada vez mais sustentável, competitiva e alinhada às metas globais de neutralidade de carbono.



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Canal Rural celebra 29 anos e reforça seu papel como voz do produtor rural



O Canal Rural completa 29 anos nesta terça-feira (11). Desde 1996, a emissora tem como missão conectar o campo à cidade, valorizar a atividade rural e dar voz a quem impulsiona o agronegócio brasileiro. São quase três décadas acompanhando as mudanças do agronegócio brasileiro, das primeiras safras recordes à consolidação da inovação tecnológica e das práticas sustentáveis no campo.

Criado com o propósito de levar informação de qualidade e fortalecer a imagem do produtor rural, o Canal Rural evoluiu junto com o público e com o próprio setor.

“O Canal Rural sempre teve um propósito, defender o produtor rural. As pessoas dizem que o Canal Rural não tem que ter lado, mas tem que ter lado sim. O nosso lado é o do produtor”, destacou o comentarista Miguel Daoud, que integra a equipe desde 2005.

Ao longo dos anos, a emissora acompanhou de perto a expansão do agronegócio nacional e a modernização das fazendas. “Lá no começo, os produtores anotavam o clima em cadernos.” lembrou Daoud.

Além de celebrar quase três décadas no ar, o aniversário reforça o papel do canal como ponte entre o campo e os centros urbanos, levando informação confiável, inovação e credibilidade para milhões de brasileiros.

Neste 11 de novembro, o Canal Rural celebra o passado, vive o presente e segue olhando para o futuro com o mesmo compromisso de sempre, ser a voz do produtor rural e o principal veículo de informação do agronegócio brasileiro.



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Bombeiros tentam resgatar trabalhador soterrado em obra em Campo Grande


Socorristas do Corpo de Bombeiros trabalham desde o começo da tarde desta terça-feira (11), para resgatar um trabalhador vítima de soterramento em uma obra na Estrada da Guavira, na zona rural de Campo Grande.

A vítima estaria a mais de cinco metros de profundidade, situação que dificulta o acesso e levanta a suspeita de que o trabalhador possa estar em óbito. Ainda não há informação sobre as causas do acidente e as condições de escoramento e segurança na obra.



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Publicidade da UNIGRAN realiza 18ª Mostra de Comunicação


Acadêmicos do curso de Publicidade e Propaganda da UNIGRAN realizam nos dias 11 e 12 de novembro, das 19h às 21h30, no saguão do Salão de Eventos, a 18ª Mostra de Comunicação. O evento é gratuito e se tornou tradição no calendário institucional, visa proporcionar um momento de vivência profissional, com a apresentação de trabalhos práticos realizados nas disciplinas, reunindo professores, profissionais do mercado da comunicação e comunidade acadêmica para uma experiência de aprendizado e criatividade prática.

Nesta edição, a Mostra contará com 19 estandes. Discentes do 4º semestre, sob a orientação do professor Douglas Raldi, serão os responsáveis pela apresentação de estratégias de visual merchandising que foram desenvolvidas para atender às necessidades de seis empreendedores locais, sendo estas utilizadas no ponto de venda (PDV) para valorizar produtos e atrair o consumidor por meio da estética e da experiência sensorial. De acordo com o coordenador do curso, professor Oseias Iapechino, essa é uma ferramenta crucial de branding e vendas, capaz de transformar o ato de comprar do cliente, pois, “as ações envolvem desde a organização dos espaços, iluminação, cores e vitrines, até a disposição dos itens nas prateleiras, tudo pensado para contar uma história e reforçar a identidade da marca”, destacou.

Os veteranos do 8º semestre apresentarão em sete estandes a etapa final do Projeto Experimental (PEX), o trabalho de conclusão de curso que é orientado pelos professores Douglas Raldi e Milena Cardinal, no qual formam agências de publicidade e atuam com uma empresa da cidade, criando campanhas e ações específicas. No PEX, os estudantes atendem um cliente real, permitindo vivenciar o processo profissional completo, de atendimento, a elaboração do briefing, o diagnóstico e o planejamento até a execução e a entrega de soluções de comunicação alinhadas às necessidades da empresa.

VENDER O IMPOSSÍVEL

Na 15ª edição da Feira de Produtos Malucos, os acadêmicos do 2º semestre recebem o desafio de idealizar e criar produtos inusitados, com funcionalidades originais, mas que atendam e até mesmo busquem soluções para um problema social. A atividade convida os calouros a “vender o impossível”, estimulando a criatividade e o pensamento estratégico, ao mesmo tempo em que experimentam diferentes formas de comunicação e de posicionamento de uma agência, uma marca e um produto criado por eles. Este ano serão seis estandes.

De acordo com o coordenador do projeto, professor Luis Benedetti, a Feira reforça o caráter inovador do curso e incentiva a prática do pensamento publicitário como ferramenta de transformação social. “Mais que ter ideias, o grande desafio da Mostra é realizá-las! A cada edição, me surpreendo com a originalidade, o talento e o comprometimento dos alunos. É um orgulho imenso ver ideias que, à primeira vista, parecem impossíveis, se transformarem em projetos criativos, funcionais e socialmente relevantes. Ao longo desses 15 anos, testemunhei trabalhos incríveis que refletem o espírito inovador de nossos estudantes e tenho certeza de que este ano não será diferente! Mais uma vez, nossos alunos provam que ‘impossível’ é uma palavra que não existe na Publicidade”, afirmou.

A comunicação e a cobertura do evento ficam a cargo discentes, que sob a orientação dos professores Everson Umada e Évelin Gomes, também organizarão ações de interação com os participantes. Para professor Oséias, a Mostra de Comunicação representa um espaço de aprendizado e conexão que vai muito além da sala de aula, pois, “é uma oportunidade decisiva para que os acadêmicos demonstrem seu potencial criativo, construir networking e fortalecer sua identidade profissional, abrindo caminhos para futuras experiências e parcerias no campo da publicidade”, concluiu o coordenador do curso.

SERVIÇO

18ª Mostra de Comunicação e 15ª Feira de Produtos Malucos

Data: 11 e 12 de novembro, das 19h às 21h30

Local: Centro de Eventos – Unigran, Dourados (MS)

Evento gratuito e aberto ao público.

Mais informações:

Instagram: @publicidade_unigran

Contato: (67) 98463-9870 – Prof. Oseias Iapechino, coordenador do curso de Publicidade



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Boi gordo tem preços firmes e indica tendência de alta em algumas praças



O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na maior parte do país. Em São Paulo, a arroba segue negociada em torno de R$ 321,94, de acordo com a analista da Datagro Pecuária, Beatriz Bianque, em análise ao Rural Notícias desta terça-feira (11).

Segundo ela, o cenário atual é de preços firmes, com algumas praças começando a sinalizar um viés de alta no curto prazo. Esse movimento está associado principalmente à redução da oferta de animais terminados a pasto em regiões que dependem da alimentação natural — um efeito típico do período de entressafra e transição das águas.

“Nas regiões onde a pecuária é mais atrelada ao pasto, as escalas de abate estão mais curtas, o que dá suporte aos preços”, explicou a analista.

Por outro lado, nos estados onde os confinamentos ainda estão ativos, a disponibilidade de animais para abate segue maior. A relação de troca entre boi gordo e milho continua favorável ao produtor, o que mantém ritmo de terminação e garante abastecimento às indústrias nessas áreas.

Mercado interno e exportações

No consumo doméstico, novembro começou com algum fôlego, mas sem repetir o ritmo de alta observado no mesmo período do ano passado. Ainda assim, o cenário é considerado positivo o suficiente para não pressionar quedas de preço.

No mercado externo, os embarques de carne bovina seguem aquecidos. Dados parciais da primeira semana do mês mostram desempenho muito favorável, segundo informações do governo federal.

Ao mesmo tempo, o setor monitora as negociações sanitárias com a China, que avalia eventuais salvaguardas, o que pode representar algum risco ao fluxo comercial. Beatriz destaca, porém, que os Estados Unidos surgem como uma oportunidade adicional para a indústria brasileira de proteína bovina, podendo compensar eventual desaceleração no país asiático.



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