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Árvore cai sobre carro após temporal e mata mulher de 35 anos em Taubaté (SP)


FRANCISCO LIMA NETO
FOLHAPRESS

Uma mulher de 35 anos morreu na tarde de quarta-feira (14) quando uma árvore caiu sobre o carro em que ela estava, em Taubaté, interior de São Paulo. No momento da ocorrência, havia chuva fraca no local, de acordo com a Defesa Civil. Mas já tinha chovido bastante na região anteriormente.

Um homem também ficou ferido.

O acidente ocorreu no km 18 da rodovia Oswaldo Cruz, na área rural do município.

A árvore caiu em cima do veículo, que trafegava na rodovia e, além de atingir a mulher, que entrou em parada cardiorrespiratória, também feriu gravemente um homem de 39 anos, que ficou preso às ferragens. Os dois foram socorridos e levados para uma unidade de saúde, mas a mulher não resistiu.

Desde o dia 1° de dezembro até agora foram contabilizadas 10 mortes em razão da chuva, diz a Defesa Civil.

Nesta quinta-feira (15), a cidade deve ter sol entre muitas nuvens e há previsão de chuva ainda pela manhã, traz previsão da Climatempo. A partir da tarde, há possibilidade de temporal. A temperatura deve oscilar entre os 19°C e 28°C.



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Inep divulga notas individuais do Enem nesta sexta-feira


O Ministério da Educação (MEC) confirmou que os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 serão divulgados nesta sexta-feira (16). As notas individuais dos candidatos poderão ser consultadas na Página do Participante, disponível no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os participantes poderão conferir a pontuação na redação e em cada uma das áreas de conhecimento avaliadas: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; e matemática e ciências da natureza. O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao final da educação básica e, há mais de duas décadas, serve como principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil.

Com base nas notas obtidas, os estudantes podem se candidatar a vagas em universidades públicas ou bolsas de estudo por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As inscrições para esses processos seletivos ocorrerão em janeiro, em períodos sequenciais: Sisu de 19 a 23 de janeiro, exclusivamente pelo site; Prouni de 26 a 29 de janeiro, também pelo site; e Fies, com datas a serem divulgadas posteriormente.

Para os treineiros – candidatos que realizaram a prova sem ter concluído o ensino médio –, o boletim individual será publicado em data posterior. As informações foram retiradas da Agência Brasil.



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Brasil atinge meta de apenas duas vacinas para bebês em 2025


GIULIA PERUZZO
FOLHARESS

Dados preliminares do painel de cobertura vacinal do Ministério da Saúde mostram que apenas duas vacinas para recém-nascidos, a BCG e Hepatite B, atingiram a meta de 95% de cobertura do PNI (Programa Nacional de Imunizações) em 2025. Os dados são referentes a doses aplicadas até novembro do último ano em bebês de um ano ou menos.

A vacina BCG, para a proteção de formas graves de tuberculose em recém-nascidos, atingiu 96,80% da cobertura. Em 2024, a adesão foi de 98,63%. A vacina contra a hepatite B aplicada no primeiro mês após o nascimento atingiu 95,11%, comparado a 97% no ano de 2024.

Segundo o Ministério da Saúde, esses dados são preliminares, o que significa que nem todos os municípios brasileiros inseriram seus dados no sistema. Isso pode ocasionar em uma mudança na porcentagem de cobertura vacinal.

Eder Gatti, diretor do departamento do PNI, diz que o Brasil não atinge a maior parte da meta de cobertura vacinal pelo menos desde 2014. “Passamos por um momento de problemas de financiamento no SUS, de abastecimento de vacinas, e chegando até o cúmulo de termos um momento de descrédito de vacina, com a ascensão da desinformação.”

O diretor afirma que não atingir a meta era algo esperado, pois a retomada da cobertura segue em processo de organização.

Comparado ao ano de 2022, os níveis de cobertura vacinal aumentaram consideravelmente, indicando recuperação da cobertura após queda durante a pandemia.

A vacina com menor cobertura para crianças de até um ano foi a contra a Covid-19, que teve apenas 3,49% de cobertura. Gatti diz que, no caso da Covid, há disseminação de desinformação e maior falta de confiança das pessoas em relação à essa vacina em específico. “Muitos pais também perdem a oportunidade de vacinar as crianças dentro do primeiro ano de vida, ou termina o esquema depois que a criança já completou um ano de idade.”

Em relação aos painéis de outras faixas etárias, ele diz que estão em processo de produção e serão disponibilizados ainda este ano.

Em julho de 2025, relatório da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e da OMS (Organização Mundial da Saúde) colocou o Brasil de volta à lista das 20 nações com maior número absoluto de crianças não vacinadas. O país ocupa a 17ª posição na lista dos que têm mais crianças não vacinadas, que considera a aplicação da primeira dose da vacina tríplice bacteriana (DTP), que protege contra difteria, tétano e coqueluche.

Confira a porcentagem de cobertura das demais vacinas:
Menores de um ano de idade:
DTP, contra diferia, tétano e coqueluche: 87,69%
Polio injetável (que substituiu as gotinhas em 2024): 86,60%
Pneumo 10, contra pneumonia, meningite e otite: 92,66%
Meningocócica conjugada, contra meningite e sepse: 90,13%
Pentavalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite e pneumonia: 87,14%
Rotavírus: 89,90%
Um ano de idade:
Hepatite A infantil: 85,01%
Primeiro reforço da DTP, que protege contra difteria, tétano e coqueluche: 84,98%
Primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola : 93,82%
Segunda dose da tríplice viral: 78,91%
Primeiro reforço da Pneumo 10: 90,07%
Reforço da polio injetável: 85,95%
Varicela: 78,09%
Primeiro reforço da meningocócica conjugada: 91%
Adulto
dTpa, que protege gestantes contra diferia, tétano e coqueluche: 84,60%



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Lia Nogueira participa da inauguração da nova delegacia da PRF

Com 1.220 m² e investimentos de R$7,5 milhões, nova sede amplia operações de fronteira e infraestrutura da PRF em Dourados

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) participou nesta terça-feira (25) da inauguração da nova Delegacia Especializada de Fronteira da Polícia Rodoviária Federal (PRF), considerada a maior estrutura da corporação no País. A cerimônia reuniu autoridades como o vice-governador Barbosinha (PSD), o secretário estadual de Segurança Pública Carlos Videira, o diretor-geral da PRF Antônio Fernando Souza Oliveira e o chefe da unidade em Dourados, inspetor Waldir Brasil.

Com 1.220 metros quadrados de área construída, a nova sede foi instalada em terreno doado pela Prefeitura de Dourados e recebeu R$ 7,5 milhões em investimentos federais. A delegacia passa a contar com núcleo de inteligência, área tática, auditório, academia, alojamentos e heliponto, ampliando a capacidade de atuação da PRF na região de fronteira.

Durante a inauguração, Lia Nogueira acompanhou a apresentação técnica da estrutura e destacou a relevância do investimento para o Estado. “Essa estrutura fortalece a segurança pública e dá melhores condições de trabalho aos agentes que atuam na linha de frente. Dourados ganha uma referência nacional em policiamento de fronteira, o que impacta toda a região”, afirmou.

A cerimônia também teve um significado especial para a deputada, que relembrou sua trajetória no jornalismo e sua relação histórica com a corporação. “Para mim foi uma honra receber o convite e estar presente na inauguração dessa delegacia, até porque a minha história no jornalismo se cruza com a história da PRF em Dourados. Hoje pude reencontrar policiais e agentes que comandaram operações que acompanhei no início da minha carreira e que foram homenageados na cerimônia. Foi um retorno no tempo, às primeiras coberturas que fiz como jornalista”, afirmou a parlamentar.

A nova sede entra em operação imediatamente, substituindo o prédio provisório utilizado desde o temporal que destruiu a antiga delegacia em 2022. A estrutura consolida Dourados como um dos principais pontos estratégicos do país no combate ao crime organizado e no fortalecimento do policiamento de fronteira.

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Cultura que transforma: emenda leva música e dança a 400 crianças indígenas em Dourados


Em comunidades indígenas de Dourados onde a violência e o consumo de drogas preocupavam as famílias, um projeto musical passou a oferecer novas perspectivas para crianças e adolescentes.Hoje, jovens que antes estavam em situação de vulnerabilidade têm na música uma oportunidade de aprendizado e disciplina. As danças indígenas também fortalecem a convivência e reforçam a identidade cultural das comunidades.


Esse trabalho é realizado pelo Instituto Cultural e Musical Leão de Judá, que já mantém 26 bandas de percussão em Mato Grosso do Sul. O projeto, desenvolvido na Escola Estadual Indígena Guateka Marçal de Souza, na Aldeia Jaguapiru, ganhou força com uma emenda parlamentar de R$50 mil da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB). O recurso garantiu a compra de instrumentos e a contratação de instrutores.


A coordenadora do Instituto, Viviane Nunes de Freitas Pigosso Ribeiro, destacou que o apoio da parlamentar foi decisivo para ampliar o alcance das atividades. “No início trabalhávamos com instrumentos usados e não conseguimos atender toda a procura. Com a emenda, adquirimos novos kits de percussão e hoje vamos atender quase 400 crianças entre os alunos da Guateka e do município. Esse avanço só vai ser possível graças à deputada e por isso somos profundamente gratos”, afirmou.


Viviane lembrou que o projeto começou há um ano, diante da preocupação com os altos índices de violência em Dourados. Segundo ela, a experiência vem dando certo porque, além da música, as aulas incluem o resgate da dança indígena e a formação de instrutores locais, que recebem capacitação contínua.


Para Lia Nogueira o projeto é exemplo de como a cultura pode transformar vidas. “Quando o poder público se une à sociedade, conseguimos resultados concretos. A cultura traz disciplina, autoestima e oportunidades, e é um dos caminhos mais eficazes para afastar nossos jovens da violência e das drogas”, declarou.


A parlamentar reforçou que ver o projeto crescendo e mudando realidades em Dourados é uma motivação para continuar apoiando iniciativas que, como essa, mostram na prática o poder da cultura como instrumento de cidadania e inclusão social.

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Novo decreto sobre Educação Especial preocupa e pode abrir brechas contra a inclusão

O novo Decreto nº 12.686/2025, publicado pelo Governo Federal em outubro, criou a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e a Rede Nacional de Educação Especial.
Embora o texto prometa melhorar o atendimento a estudantes com deficiência, autismo e altas habilidades, especialistas e famílias veem riscos de retrocesso.

O decreto substitui a norma de 2011 que orientava a inclusão escolar e muda a forma como o Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve funcionar.
Para educadores, o texto é genérico e pode ser mal interpretado, permitindo o retorno de classes ou escolas separadas, algo que o Supremo Tribunal Federal já considerou inconstitucional.

“O decreto fala em modalidades diferentes de atendimento, mas sem deixar claro quais são. Isso pode abrir brechas para a segregação”, explica a professora Maria Fernanda Ribeiro.

Pais e movimentos de inclusão também questionam a falta de espaço para participação das famílias e a dificuldade das redes públicas em cumprir as novas exigências de formação para professores.

“Sem investimento e diálogo, o risco é transformar inclusão em isolamento disfarçado”, alerta o especialista João Vitor Alves.

A Lei Brasileira de Inclusão e a Convenção da ONU continuam garantindo o direito de todos estudarem juntos, com apoio e acessibilidade.
O temor é que, na prática, o novo decreto enfraqueça essa conquista se não houver fiscalização e vontade política.

“A inclusão não é favor, é direito — e direito não pode andar para trás”, resumiu uma mãe nas redes sociais.

📎 O texto completo do Decreto nº 12.686/2025 está disponível em www2.camara.leg.br

Generaldo Junior

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