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Relatório da Oxfam critica priorização da riqueza dos bilionários por governos


Um relatório da Oxfam, lançado por ocasião do Fórum Econômico Mundial de Davos 2026, acusa governos ao redor do mundo de priorizarem a proteção da riqueza e do poder político dos bilionários em detrimento da dignidade material, da voz política e das liberdades civis da maioria da população.

Intitulado ‘Resistindo ao Domínio dos Ricos: Defendendo a Liberdade Contra o Poder dos Bilionários’, o documento destaca como os super-ricos não apenas acumularam fortunas recordes, mas também utilizam essa riqueza para influenciar políticas, sociedades e economias. Em contraste, observa-se uma deterioração dos direitos civis e políticos para a população em geral, com repressão a protestos e silenciamento da oposição.

O relatório aponta a estagnação na redução da pobreza global. Em 2022, quase metade da população mundial, ou 3,83 bilhões de pessoas, vivia em pobreza. Além disso, uma em cada quatro pessoas enfrenta insegurança alimentar moderada ou grave, com um aumento de 42,6% entre 2015 e 2024. Na África, houve um novo aumento da pobreza.

Segundo a Oxfam, esses problemas não são inevitáveis. Os governos podem optar por defender as pessoas comuns em vez dos oligarcas, e a organização das pessoas pode contrabalançar a riqueza extrema, promovendo um mundo mais justo e igualitário.

O documento completo está disponível no site da Oxfam.



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Ibovespa atinge recorde histórico acima de 166 mil pontos


O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou um marco histórico ao fechar acima dos 166 mil pontos pela primeira vez. Nesta terça-feira (20), o indicador encerrou o pregão com alta de 0,87%, aos 166.277 pontos, impulsionado principalmente por ações de mineradoras, bancos e petroleiras, setores de maior peso no índice.

Apesar das volatilidades ao longo do dia, com quedas matinais e uma desaceleração à tarde influenciada pelo discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Ibovespa reagiu nos minutos finais de negociação. A abertura positiva das bolsas americanas e a migração de capitais para mercados emergentes contribuíram para a recuperação, mitigando as pressões externas.

No mercado de câmbio, o cenário foi diferente. O dólar comercial avançou 0,3%, fechando vendido a R$ 5,375. A cotação chegou a tocar R$ 5,40 pela manhã, mas moderou os ganhos ao longo da tarde.

As tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Europa foram o principal fator de instabilidade. O presidente francês, Emmanuel Macron, ameaçou ativar mecanismos de defesa comercial da União Europeia, permitindo tarifas de até 93 bilhões de euros sobre produtos americanos. Isso veio em resposta às reiteradas ameaças de Trump de anexar a Groenlândia e elevar tarifas para importações europeias. Além disso, o Parlamento Europeu suspendeu a tramitação de um acordo comercial bilateral, fechado em julho do ano passado, que previa tarifas de 15% dos EUA sobre produtos da UE.

No Brasil, a diferença entre as taxas de juros locais e as americanas ajudou a amortecer os impactos. Investidores estrangeiros, fugindo das quedas nas bolsas dos EUA, foram atraídos pelas altas yields brasileiras, reduzindo a pressão sobre o real e o Ibovespa.

Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne para discutir a Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano – o maior nível em quase duas décadas –, o que pode influenciar os rumos do mercado financeiro nacional.



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Ministério da Saúde apresenta e-SUS AF em webinário para saúde indígena


A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), do Ministério da Saúde, realizaram na sexta-feira (16 de janeiro) um webinário para apresentar o plano de implantação do e-SUS Assistência Farmacêutica (e-SUS AF) aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). A plataforma, que substituirá gradualmente o sistema Hórus, visa modernizar a gestão de medicamentos e insumos no Sistema Único de Saúde (SUS), com adoção prevista para a saúde indígena até o início de fevereiro.

O objetivo do webinário foi detalhar as diretrizes, funcionalidades e etapas da nova ferramenta, que representa um avanço na agenda de inovação do Ministério da Saúde. De acordo com Priscilla Marys Limberger, diretora substituta do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da SCTIE, o e-SUS AF promove maior integração entre os entes federativos, amplia a rastreabilidade e padronização das informações, e contribui para o uso mais racional dos recursos públicos, melhorando o cuidado à população.

Na saúde indígena, o sistema trará agilidade, transparência e controle logístico, desde o estoque até a dispensação de medicamentos, garantindo acesso e uso racional. Meri Helem Rosa de Abreu, diretora do Departamento de Gestão da Saúde Indígena da Sesai, destacou que a plataforma centraliza dados estratégicos, permite acompanhamento em tempo real e fortalece a integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

Projetos pilotos da implantação estão em curso em Pernambuco, Paraíba e Campo Grande. A expansão para outros estados e municípios ocorrerá após aprovação do cronograma pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Treinamentos para profissionais dos 34 DSEIs e duas Casas de Apoio à Saúde Indígena (CASAIs) estão agendados para os dias 21 a 23 de janeiro. Suetônio Queiroz de Araújo, consultor em saúde do Ministério da Saúde responsável pela implantação, enfatizou a adoção de padrões como a Ontologia Brasileira de Medicamentos (OBM) e o uso de código de barras para controle de estoque, superando limitações tecnológicas anteriores.

A iniciativa reforça o papel dos farmacêuticos, celebrados no Dia do Farmacêutico, em 20 de janeiro, como agentes essenciais na assistência farmacêutica, que abrange desde a seleção até a distribuição de medicamentos, adaptada às especificidades do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS).



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AGU firma acordo com Marcopolo para ressarcir danos e entregar ônibus a Igaratá


A Advocacia-Geral da União (AGU) celebrou um Acordo de Não Persecução Civil com a Marcopolo S.A., visando o ressarcimento de danos causados por irregularidades em uma licitação de 2007. O acordo, coordenado pela Coordenação Nacional de Acordos Sancionadores (CONAS) da AGU, refere-se à aquisição superfaturada de uma unidade móvel de saúde pelo município de Igaratá (SP), financiada por convênio com o Ministério da Saúde.

A licitação, realizada em 2007, apresentou sobrepreço de 9,39%, resultando em prejuízo de R$ 50.229,23 à União, valor atualizado pela Selic até novembro de 2025. A ação de improbidade administrativa foi ajuizada pela AGU em 2008 e, em primeira instância, a 2ª Vara Federal de São José dos Campos condenou a empresa ao pagamento dos danos e à proibição de contratar com o Poder Público por cinco anos em relação ao município.

Com o acordo, o processo, que tramitava no Superior Tribunal de Justiça (STJ) aguardando julgamento de agravo em recurso especial, foi suspenso. A Marcopolo comprometeu-se a efetuar o ressarcimento imediato dos R$ 50.229,23 aos cofres públicos e a entregar um ônibus avaliado em R$ 550 mil ao município de Igaratá, beneficiando diretamente a localidade afetada.

A iniciativa baseia-se na Lei de Improbidade Administrativa (nº 8.429/1992) e em portarias normativas recentes da AGU, como a PGU/AGU nº 28/2025, que instituiu a CONAS, e a nº 186/2025, que regulamenta acordos de não persecução civil. A CONAS considerou a baixa gravidade da infração, a ausência de repercussão social significativa e a solidez econômica da empresa para concluir que o acordo era a opção mais vantajosa ao interesse público.

Segundo a advogada da União Rachel Zolet, integrante da CONAS, o acordo foi conduzido com transparência e celeridade, reforçando o compromisso da AGU com soluções consensuais que agilizam o fim de litígios e promovem a recuperação de ativos públicos. ‘Essa atuação prioriza o ressarcimento ao erário e benefícios concretos à sociedade’, enfatizou a procuradora.



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Gasolina sobe 1,6% e diesel S-10 tem alta de 0,53% na 2ª semana de janeiro, diz pesquisa


Rio, 20 – A gasolina abriu 2026 em alta de 1,6%, passando de R$ 6,31 para R$ 6,41 o litro, na comparação entre a última semana de dezembro e a segunda semana de janeiro, segundo o Monitor de Preço de Combustível, um estudo mensal elaborado pela Veloe em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O movimento reflete principalmente os reajustes do ICMS no início do ano e marcou um avanço disseminado nos preços dos combustíveis no País.

Em 1º de janeiro, a alíquota específica do ICMS da gasolina foi reajustada para R$ 1,57 por litro, um aumento de 6,8%, enquanto o diesel teve elevação nas alíquotas de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro, um avanço de 4,4%, segundo a Veloe.

De acordo com o levantamento, o Rio Grande do Norte liderou o preço da gasolina, com alta de 9,9% (+R$ 0,59), seguido por Amapá, que registrou avanço de 4,3% (+R$ 0,26), e Santa Catarina, com elevação de 3% (+R$ 0,19), na comparação entre as semanas analisadas.

O preço médio do diesel S-10 subiu R$ 0,03 no período (+0,53%). Os maiores aumentos foram registrados no Rio Grande do Norte, com alta de 5,8% (+R$ 0,35), seguido por Amapá, com 5,2% (+R$ 0,34), e Roraima, com 3,3% (+R$ 0,22).

O etanol – que não teve reajuste de ICMS -, também registrou aumento no valor final ao consumidor por motivos sazonais, de 2% na média nacional (+R$ 0,09). O Rio Grande do Norte é o estado com maior elevação, de 18,7% (+R$ 0,86) por litro, seguido por Pernambuco, com alta de 8,5% (+R$ 0,39), e Tocantins, com avanço de 6,6% (+R$ 0,33).

Estadão Conteúdo



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Senasp abre inscrições para especialização em crimes ambientais e proteção indígena


A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), abriu inscrições para a 3ª edição da Especialização em Enfrentamento aos Crimes Ambientais e Proteção dos Povos Indígenas. A iniciativa, promovida pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), oferece 225 vagas destinadas a profissionais de segurança pública de todo o Brasil. O curso será realizado na modalidade de Educação a Distância (EaD), com início previsto para abril de 2026, e integra as ações da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp).

As inscrições estão abertas até 1º de fevereiro de 2026 e devem ser realizadas exclusivamente pelo portal da UFGD. Do total de vagas, 20% são reservadas para pessoas negras, indígenas e com deficiência, alinhando-se às diretrizes de equidade e diversidade da Senasp. Podem se candidatar profissionais da ativa das Polícias Militar, Civil, Rodoviária Federal, Penal Federal e Estadual, Corpo de Bombeiros Militar, Guardas Civis Municipais e Polícia Técnico-Científica.

O programa visa promover uma reflexão crítica sobre crimes ambientais e violências contra povos indígenas e seus territórios, abrangendo contextos locais, regionais, nacionais e internacionais, com ênfase em áreas de fronteira. Os participantes terão acesso a conteúdos teóricos e práticos para aprimorar intervenções na proteção ambiental e dos direitos indígenas, fortalecendo a atuação do Estado nessas áreas sensíveis.

Para o secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, a formação é essencial para enfrentar desafios contemporâneos. “O enfrentamento aos crimes ambientais e a proteção dos povos indígenas exigem profissionais capacitados, com visão interdisciplinar e compromisso com os direitos humanos. Ao investir em formação especializada, a Senasp fortalece a atuação do Estado em áreas sensíveis e estratégicas para o País”, afirmou.

A diretora de Ensino e Pesquisa da Senasp, Michele dos Ramos, destacou a integração do curso com ações mais amplas de qualificação. “O curso oferece subsídios teóricos e práticos para o desenvolvimento de novas estratégias de atuação, respeita os princípios do Estado Democrático de Direito e promove uma segurança pública mais eficiente, inclusiva e sensível às especificidades territoriais e culturais”, ressaltou.

Essa especialização faz parte de uma política mais ampla de fortalecimento da formação continuada no Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Em 2025, a Senasp capacitou 189.762 profissionais, com investimento de R$ 14,6 milhões em modalidades presenciais e a distância, além de R$ 45,6 milhões via Projeto Bolsa-Formação para 50.773 matriculados. No mesmo ano, foram contratadas 1.365 vagas em pós-graduações lato sensu, com R$ 6 milhões investidos em áreas estratégicas como inteligência e proteção a vulneráveis.

*Com informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública



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Membro do BCE elogia Powell e afirma que nunca imaginou discutir perigo à independência do Fed


O integrante do conselho do Banco Central Europeu (BCE) Joachim Nagel afirmou nesta terça-feira, 20, que nunca havia imaginado discutir que a independência do Federal Reserve (Fed) estava em perigo, dizendo que é necessário ser muito cuidadoso com a independência dos bancos centrais no momento. Em um painel no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o também presidente do Deutsche Bundesbank fez as declarações em um questionamento sobre a pressão que o presidente do Fed, Jerome Powell, vem recebendo. Nagel disse que o americano vem fazendo um grande trabalho na política monetária.

Sobre a situação na zona do euro, o dirigente afirmou que, no caso do mandato principal, o BCE está perto da sua meta na estabilidade dos preços. Por sua vez, Nagel apontou que “estamos chegando ao ponto em que a consolidação fiscal será vital”. Segundo ele, o fato de não haver uma união fiscal, apenas monetária, é desafiador. Ainda assim, Nagel disse ter certeza que as regras fiscais devem ser cumpridas. Segundo ele, os últimos tempos foram marcados por “momentos extraordinários, mas isso não pode ser uma desculpa para descumprir o aspecto fiscal”

Para Nagel, é importante observar a direção em que os orçamentos estão indo, e cada país da zona do euro sabe onde deve ir.

Estadão Conteúdo



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ProUni 2026 abre inscrições com 594 mil bolsas nesta segunda


As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) 2026 começam nesta segunda-feira, 26 de janeiro, com a oferta de 594 mil bolsas de estudo em instituições de ensino superior privadas. Trata-se do maior número de vagas já disponibilizadas pelo programa, segundo o Ministério da Educação (MEC).

Do total, 274.819 bolsas são integrais, cobrindo 100% da mensalidade, enquanto 319.700 são parciais, custeando 50% do valor. Os cursos de Administração e Ciências Contábeis concentram o maior volume de oportunidades, com 63.978 e 41.864 bolsas, respectivamente. A oferta abrange principalmente bacharelados, com 328.175 vagas, seguidos por cursos tecnológicos (253.597) e licenciaturas (12.747).

Para participar, os candidatos devem ter realizado o Enem de 2024 ou 2025, obtendo média mínima de 450 pontos nas provas objetivas e não zerando a redação. É necessário ter cursado o ensino médio em escola pública, como bolsista em instituição privada ou atender aos critérios de renda familiar. Pessoas com deficiência e professores da rede pública também podem concorrer.

As bolsas integrais exigem renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário mínimo, enquanto as parciais demandam limite de três salários mínimos. As inscrições ficam abertas até 29 de janeiro pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, onde é possível consultar as vagas por curso, turno, instituição e localidade.

O cronograma inclui divulgação do resultado da primeira chamada em 3 de fevereiro, da segunda chamada em 2 de março, manifestação de interesse na lista de espera nos dias 25 e 26 de março, e resultado final da lista em 31 de março.

*Com informações da Agência Brasil



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Mastercard para de aceitar compras feitas com cartão do Will Bank, do Banco Master


CAROLINA MANDL E MAELI PRADO
FOLHAPRESS

A bandeira de cartão de crédito Mastercard decidiu parar de aceitar transações feitas via cartões emitidos pelo Will Bank, que fazia parte do conglomerado do Banco Master e entrou em Regime de Administração Especial Temporária (Raet), decretado pelo BC (Banco Central) em novembro.

A Mastercard decidiu suspender a aceitação do cartão do Will Bank depois de não ter as transações feitas por consumidores liquidadas na segunda-feira (19), segundo pessoas com conhecimento do assunto. A medida visa a evitar que o valor devido pelo Will Bank à Mastercard aumente.

“Acompanhamos de perto as operações do Will Bank há algum tempo para entender como as regras da nossa rede e as leis locais estavam sendo cumpridas, a fim de apoiar os participantes do ecossistema que dependem de seus serviços. Como o Will Bank não consegue mais cumprir essas obrigações – e considerando também nossos próprios requisitos regulatórios – suspendemos o uso dos cartões do Will Bank em nossa rede”, disse a Mastercard em nota.

Procurado pela reportagem para comentar o assunto, o Will Bank não retornou o pedido da reportagem até a publicação desta reportagem.

Quando decretou a liquidação do Banco Master no dia 18 de novembro, o BC decidiu preservar o Will Bank devido ao interesse de investidores em adquirir o banco digital naquela época.

No regime de administração especial temporária, as atividades do banco são preservadas, apesar de seus dirigentes perderem o mandato.

O sistema Downdetector, que monitora falhas em serviços virtuais, não registra grande quantidade de reclamações relacionadas ao Will Bank nas últimas horas.

Por volta das 10h desta terça (20), havia cerca de cinco notificações, a maior parte por falhas ligadas ao cartão de crédito. O pico foi registrado em torno das 18h30 de segunda, com 11 reclamações.

Criado em 2017 e comprado pelo Master em 2024, o Will Bank encerrou o primeiro semestre com R$ 14,4 bilhões de ativos, um prejuízo de R$ 244,7 milhões e um patrimônio líquido de cerca de R$ 300 milhões, segundo dados do Banco Central.



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Ministério da Saúde prorroga inscrições do AgPopSUS até 30 de janeiro


O Ministério da Saúde prorrogou as inscrições para a chamada pública do Programa de Formação de Agentes Educadores e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS) até o dia 30 de janeiro. A medida visa ampliar a participação de movimentos sociais populares na formação de 450 turmas distribuídas em 17 unidades da federação.

Em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), o programa oferecerá bolsas aos educadores no valor de R$ 2.500 mensais, além de bolsas-incentivo de R$ 560 para os estudantes, cobrindo despesas como deslocamento e outras necessidades para a permanência no curso. Cada turma será composta por um educador e 20 educandos, podendo beneficiar até 9 mil estudantes no total.

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, enfatizou que o edital reforça a participação popular no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo formação e informação por meio da mobilização comunitária. “O programa fortalece ainda mais a saúde e a participação popular como direitos presentes na construção diária do SUS, a partir da mobilização dos voluntários que organizam a comunidade onde vivem para garantir direitos sociais”, destacou.

Instituído pela Portaria GM/MS nº 1.133, de 16 de agosto de 2023, o AgPopSUS busca contribuir para a defesa do SUS e do direito à saúde, fortalecendo o protagonismo popular, a articulação de saberes e as práticas de educação popular em saúde nos territórios do SUS. Mais detalhes sobre o edital estão disponíveis na página do programa no site do Ministério da Saúde.



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