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Após prisão de “olheiro” PRF apreende cocaína entre Ponta Porã e Dourados





A segunda apreensão de cocaína pela Polícia Rodoviária Federal – PRF de Dourados nesta terça-feira (16), somou cerca de 40 a 50 quilos da droga. A apreensão envolveu um veículo Jeep e resultou em prisão após uma denúncia anônima que alertou a PRF sobre um indivíduo monitorando o posto policial.

Quando a viatura se aproximou, o até então suspeito tentou fugir em uma motocicleta, mas caiu em um trecho de barro e foi abordado. O indivíduo alegou ter sido contratado por R$ 800 por um elemento conhecido como “muamba”, para avisar sobre as condições da pista e a passagem de veículos específicos. A cocaína estava escondida em compartimentos como a caixa de ar do veículo do traficante.

Ao todo, quatro pessoas foram presas nas operações desta segunda-feira, o motorista da carreta, e três ocupantes do Jeep, operação que teve início com a apreensão da carreta e terminou nesta terça-feira (16), com a abordagem do veículo de passeio. A PRF estima que o valor total da carga apreendida, somando as duas apreensões, ultrapasse R$ 8 milhões de reais no mercado final, representando um golpe financeiro considerável contra as organizações criminosas.




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Igreja manda padre Júlio deixar de transmitir missas na internet


No último domingo (14), o padre Júlio Lancellotti anunciou em sua missa na Paróquia São Miguel Arcanjo, no bairro da Mooca, em São Paulo, que aquela seria a última transmissão da celebração na internet.

O sacerdote católico não explicou o motivo mas, segundo Denise Ribeiro, jornalista e voluntária que trabalha com o padre, o fim das transmissões é uma determinação da Arquidiocese de São Paulo. Ela conta que a ordem foi recebida na semana passada diretamente de Don Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo.

Diante da comoção gerada pela carta, Lancelotti publicou uma nota nesta terça-feira (16) refirmando a suspensão temporária da transmissão via internet. Entretando, ele diz que as missas continuam normalmente de forma presencial aos domingos, às 10h.

Em grupos de whatsapp católicos também circulou a informação de que Don Odilo teria informado a transferência do Padre Júlio da paróquia, onde está há 40 anos. Em seu comunicado, ele nega que isso vá acontecer: “Não procede a informação sobre a transferência da Paróquia São Miguel Arcanjo”.

Em contato com a Agência Brasil, o Padre Júlio disse: “recebo [a notícia do fim das transmissões] com resiliência e obediência”.

A Agência Brasil buscou contato com a Arquidiocese de São Paulo por email e por telefone, mas o órgão não respondeu. O espaço segue aberto para a manifestação da Igreja.

Oprimidos

O Padre Júlio Lancelotti é conhecido por seu trabalho junto à população em situação de rua, no qual promove acolhimento, assistência social e alimentação a quem necessita. O sacerdote ainda tem projetos de inclusão, acesso à leitura e à internet.

O religioso já foi bastante perseguido por políticos de direita. Em 2024, o vereador Rubinho Nunes propôs a criação de uma CPI para investigar o padre. O pedido foi negado.



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Motorista é preso ao transportar cocaína em fundo falso de carreta na BR-163


Abordagem de rotina feita pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) na noite desta segunda-feira (15/12), terminou com grande apreensão de cocaína na BR-163, em Caarapó, e com a prisão do motorista de uma carreta bitrem onde a droga estava, em meio a carga lícita de milho que, segundo a polícia, tinha o estado do Paraná como destino. 

Conforme informações apuradas pela reportagem, durante revista no veículo, os agentes desconfiaram do comportamento do motorista, que ainda não teve a identidade divulgada. Visivelmente nervoso, ele levantou suspeitas, o que levou a equipe a realizar vistoria no veículo, e chegando ao compartimento oculto, onde a cocaína estava.

Foram apreendidos diversos tabletes de cocaína, com peso estimado entre 200 e 260 quilos. A droga ainda não havia sido pesada oficialmente até o fechamento desta matéria.

De acordo com as informações preliminares, o motorista seria natural do estado do Piauí. 

A polícia acredita que a droga teria como destino final o estado do Paraná, seguindo o mesmo trajeto da carga lícita. O motorista foi detido e encaminhado, juntamente com a carreta e a droga, para os procedimentos legais.

Agora, as investigações seguem para identificar outros envolvidos no esquema de tráfico interestadual.



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Governo de MS e Polícia Civil apresentam avanços no combate à violência contra mulheres em 2025 — Barbosinha



O Governo de Mato Grosso do Sul apresentou, em coletiva de imprensa realizada em Campo Grande, um amplo balanço das ações, investimentos e resultados alcançados em 2025 no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres e meninas. O encontro evidenciou o fortalecimento da atuação integrada do Estado, com foco na proteção das vítimas, na celeridade das investigações, no uso intensivo de tecnologia e na transparência dos dados, reafirmando o compromisso com o combate ao feminicídio.

Participaram da coletiva o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, o delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Dr. Lupérsio Degerone Lucio, a coordenadora do Núcleo Institucional de Cidadania da Polícia Civil (NIC/Seprov), Ariene Nazareth Murad de Souza, a delegada titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), Fernanda Barros Piovano e a secretária de Estado de Cidadania, Viviane Luiza da Silva.

Ao longo de 2025, com o objetivo de aperfeiçoar o atendimento às vítimas, promover maior eficiência e celeridade na apuração dos crimes contra a mulher e fortalecer o sistema de proteção, o Governo do Estado intensificou o trabalho e aprimorou as ações na área. Uma das principais frentes de atuação foi o avanço estrutural e operacional da Polícia Civil, especialmente por meio do Grupo de Trabalho da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (GT-DEAM), que promoveu mudanças significativas na organização e tramitação dos inquéritos policiais relacionados à violência doméstica e familiar.

A partir do primeiro trimestre do ano, houve a reorganização da metodologia de análise dos procedimentos, ampliação da infraestrutura operacional, reforço do efetivo e consolidação de parcerias institucionais. O trabalho avançou na integração de sistemas, na estruturação de ferramentas digitais e na expansão da rede de atendimento, com acolhimento especializado e maior resolutividade dos casos.

Os números apresentados pela Polícia Civil, com base nos dados da 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Campo Grande (DEAM/CG), referentes ao período de janeiro a novembro de 2025, demonstram o impacto direto dessas ações. Foram registrados 8.362 boletins de ocorrência, um aumento de 15,1% em relação ao mesmo período de 2024. No mesmo intervalo, 6.405 inquéritos policiais foram instaurados, crescimento de 63,4%, e 6.219 inquéritos foram relatados, alta de 46%. O número de flagrantes lavrados quase triplicou, passando de 383 para 1.102, o que representa um crescimento de 188%, além de um aumento de 62,9% no cumprimento de mandados.

A série histórica da 1ª DEAM, monitorada desde 2008, evidencia a evolução institucional da Polícia Civil. O número de ocorrências com providências saltou de 1.789 para 8.362, um aumento de 338,4%. A taxa de resolutividade, que era de 39% em 2008, chegou a aproximadamente 98% em 2025. No mesmo período, o efetivo policial cresceu de 14 para 77 servidores, um aumento de 450%, ainda que os desafios permaneçam diante do volume crescente de demandas.

Durante a coletiva, o vice-governador Barbosinha destacou a importância das medidas protetivas de urgência como instrumento essencial para salvar vidas e reforçou a necessidade de que as mulheres busquem o amparo do Estado.

“Esse é um ponto extremamente importante e que pode ser constatado em todo o relatório. Dos feminicídios registrados neste ano em Mato Grosso do Sul, 90% das vítimas não tinham medida protetiva vigente. Esse é um dado muito relevante. A medida protetiva salva a mulher. Quando ela busca o amparo do Estado, ela está mais protegida, e esses indicadores demonstram isso”, afirmou.

O vice-governador também ressaltou que o enfrentamento ao feminicídio vai além da atuação da segurança pública e exige um esforço coletivo da sociedade, especialmente no combate ao machismo estrutural, além de reafirmar a postura de transparência adotada pelo Estado.

“Nós entendemos que o feminicídio é resultado de um machismo estrutural. Por isso, o trabalho transversal, inclusive com os grêmios estudantis no ambiente escolar, é fundamental. E há um ponto que considero muito importante destacar: Mato Grosso do Sul não maquia números. Feminicídio é feminicídio, tentativa de feminicídio é tentativa de feminicídio. Se, durante a investigação, houver elementos para desclassificação, isso será feito, mas a primeira postura da segurança pública é não esconder dados”, completou.

O delegado-geral da Polícia Civil, Dr. Lupérsio Degerone Lúcio, destacou que os resultados apresentados são fruto de um esforço contínuo de modernização, investimento em tecnologia e fortalecimento do efetivo, especialmente nas unidades especializadas.

“A transformação digital foi um ponto extremamente importante nesse processo. A integração do nosso sistema com o Tribunal de Justiça trouxe celeridade aos pedidos de medidas protetivas, que antes podiam levar horas ou até dias. Hoje, com as implementações tecnológicas, com um clique, o pedido chega ao Judiciário e retorna em pouquíssimo tempo, muitas vezes em uma ou duas horas. Na sequência, oficiais de justiça ou policiais civis e militares capacitados já podem realizar a notificação do agressor”, explicou.

Segundo ele, houve um reforço expressivo no efetivo da Polícia Civil e da DEAM ao longo do ano. “Na DEAM, passamos de 12 para 27 escrivães, de 32 para 35 investigadores e de 12 para 15 delegados. No início do ano, tínhamos 58 servidores e hoje contamos com 77 profissionais lotados, fortalecendo diretamente nossa capacidade de atendimento e investigação”, completou.

Entre as inovações implementadas em 2025, destaca-se a realização de oitivas audiovisuais em crimes de perseguição e violência psicológica, garantindo maior fidelidade dos depoimentos, mais segurança às vítimas e melhor compreensão da condição emocional no momento do relato. Desde novembro, todos os autos de prisão em flagrante passaram a ser gravados integralmente em vídeo, assegurando transparência e robustez probatória. Cada plantão passou a contar com dois escrivães, otimizando o registro e o andamento dos procedimentos, além da adesão ao programa MS Acolhe, que garantiu atendimento ininterrupto, inclusive nos períodos noturnos e finais de semana.

A medida protetiva de urgência passou a ser 100% digital e integrada ao Sistema Integrado de Gestão Operacional (SIGO), agilizando a emissão, o controle e o cumprimento das decisões, com comunicação imediata entre as instituições. A nova sede da DEAM, com núcleo de cartórios digitais, permite a centralização e digitalização dos serviços, liberando capacidade na Casa da Mulher Brasileira para o atendimento especializado às vítimas. Também foram reformadas as salas individualizadas de atendimento, onde todas as ocorrências passam a ser gravadas em ambientes isolados, assegurando privacidade, qualidade técnica das oitivas e acolhimento humanizado.

Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com 12 delegacias especializadas de atendimento à mulher, 57 unidades de Sala Lilás, sendo dez inauguradas em 2025 e dois núcleos integrados de atendimento à mulher, consolidando a expansão da rede de proteção em todo o Estado.

Para o Governo de Mato Grosso do Sul, o conjunto de ações desenvolvidas ao longo de 2025 marca um novo capítulo no combate à violência contra a mulher, deixando um legado histórico de integração institucional, mudanças estruturais, operacionais e culturais. O Estado segue avaliando e incorporando novas tecnologias para modernizar a gestão e ampliar a eficiência do atendimento, tanto na Capital quanto no interior, reforçando o compromisso permanente com a proteção da vida e a defesa dos direitos das mulheres sul-mato-grossenses.



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Moraes vota por condenar mais 5 réus da trama golpista e absolver um


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (16) pela condenação de mais cinco réus por envolvimento na trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro ilegalmente no poder após derrota eleitoral. Um dos réus foi absolvido pelo relator.

Quatro dos réus foram condenados por todos os cinco crimes pelos quais foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR): golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Uma ré foi condenada por dois dos crimes.

O julgamento dos réus do Núcleo 2 ocorre na Primeira Turma do Supremo e teve início por volta das 9h30, com o voto do relator. Após breve intervalo para almoço, o julgamento será retomado com o voto do ministro Cristiano Zanin. Em seguida, devem votar Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Os réus condenados são:

Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República

Foi considerado culpado de ter auxiliado a redigir e editar uma minuta de decreto golpista que previa uma intervenção do Ministério da Defesa sobre a Justiça Eleitoral e a prisão do próprio Moraes. Segundo o ministro, o então assessor de Bolsonaro mostrou o documento a comandantes militares em reunião no Palácio do Alvorada.

A defesa alega que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator da trama golpista, plantou provas para comprovar uma versão falsa dos acontecimentos e colocar Martins na cena dos acontecimentos. Os advogados negam envolvimento de seu cliente com qualquer plano de golpe e acusam perseguição judicial.

Mário Fernandes, general da reserva do Exército e ex-secretário executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República

Moraes votou pela condenação do general com base nas declarações dadas pelo militar durante depoimento ao longo do processo, no qual admitiu ter escrito e impresso no Palácio do Planalto o plano Punhal Verde Amarelo. O documento foi encontrado pela Polícia Federal (PF) e previa a tomada violenta de poder pelos golpistas, com o assassinato do próprio Moraes e do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, bem como de seu vice, Geraldo Alckmin.

A defesa de Fernandes sustentou que o militar não pode ser condenado apenas por “pensamentos digitalizados” que nunca se consumaram em crime. Para os advogados, o envolvimento direto do general com a trama golpista nunca foi provado pela PGR.

“É algo para entrar para os anais da República, o pensamento digitalizado com lançador de foguetes”, disse Moraes, referindo-se ao armamento previsto no planejamento. “Nós entendemos agora o direito ao silêncio. É melhor ficar em silêncio do que dizer que digitalizou pensamentos”, afirmou.

Marcelo Câmara, coronel do Exército e ex-assessor próximo de Bolsonaro

Com assento na ajudância de ordens da Presidência da República, Câmara foi considerado culpado por Moraes de ter monitorado o próprio ministro, com o intuito de efetivar o plano homicida Punhal Verde Amarelo. Segundo as investigações, o coronel, na condição de homem de confiança de Bolsonaro, seguiu os passos de Moraes para prever o melhor momento de uma ação efetiva.

A defesa de Câmara, alega que a PGR não apresentou provas concretas que coloquem seu cliente no cenário dos atos criminosos, sendo a denúncia baseada unicamente na palavra do colaborador e em ilações.

Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF)

Moraes votou pela condenação de Vasques por ele ter instrumentalizado a PRF a serviço dos planos golpistas. Segundo a denúncia da PGR, o ex-diretor da corporação trabalhou para atrapalhar a circulação de eleitores no dia do segundo turno das eleições de 2022, sempre em áreas de maior circulação de eleitores de Lula.

A defesa de Vasques nega qualquer irregularidade e sustenta que a atuação do policial se pautou sempre pelo interesse público e os deveres funcionais.

Absolvições

Moraes ainda votou por condenar Marília Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça e única mulher denunciada por envolvimento com o complô golpista. O ministro, contudo, decidiu absolvê-la dos crimes de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado, todos ligados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas por apoiadores de Bolsonaro.

Para o relator, que foi apoiado por falas dos ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia, a ex-diretora, que era secretária de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal no 8 de janeiro, agiu para alertar sobre o perigo de manifestações violentas, atendendo, ainda que parcialmente, a seus deveres funcionais na ocasião.

O ministro votou por absolver de todos os crimes Fernando de Sousa Oliveira, ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça. Para Moraes, não há provas suficientes para condená-lo. O relator também destacou a “atuação intensa” dele no 8 de janeiro, quando era secretário executivo da Secretaria de Segurança Pública do DF, “inclusive indo ao local”, destacou o magistrado.

Outros núcleos

Até o momento, o STF já condenou 24 réus pela trama golpista. Os condenados fazem parte dos núcleos 1, liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, 3 e 4.

O núcleo 5 é formado pelo réu Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo. Ele mora dos Estados Unidos, e não há previsão para o julgamento.



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Sicredi Centro-Sul MS/BA conclui união estratégica e reforça posição entre as maiores cooperativas


A Sicredi Centro-Sul MS/BA concluiu, nesta segunda-feira (15), o processo de união estratégica que marca um novo capítulo para o cooperativismo em Mato Grosso do Sul e na Bahia. A partir desta data, os municípios de Maracaju, Jardim, Bonito, Nioaque, Guia Lopes da Laguna e Porto Murtinho passam a integrar a área de atuação da Cooperativa.

Com a homologação, os associados dessas localidades passam a fazer parte de uma das 10 maiores cooperativas do Sistema Sicredi, reconhecida pela solidez e pelo desempenho entre as mais de 100 cooperativas do país. A Sicredi Centro-Sul MS/BA é líder em recursos e operações na Central Sicredi Brasil Central (BRC) — a unidade regional que apoia cooperativas de Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal, reforçando sua posição como referência em gestão eficiente e sustentável.

Com a nova estrutura, a Sicredi Centro-Sul MS/BA passa a atender mais de 185 mil associados, com 60 agências — 52 em Mato Grosso do Sul e 8 na Bahia — e uma equipe superior a mil colaboradores. A Cooperativa administra ativos acima de R$ 9,7 bilhões, além de R$ 7,1 bilhões em carteira de crédito, R$ 7,4 bilhões em depósitos totais e R$ 1,3 bilhão em patrimônio líquido. A área de atuação chega a 98 municípios, sendo 44 em Mato Grosso do Sul e 54 na Bahia, reforçando sua capacidade de investimento, inovação e crescimento sustentável.

Segundo o presidente da Cooperativa, Paulo Roberto Neves, a união fortalece a presença regional e amplia a capacidade de atendimento aos associados. “Expandimos consideravelmente nossa área de atuação nos últimos anos e hoje estamos entre as dez maiores cooperativas do sistema Sicredi. A união de forças amplia nossa capacidade de atendimento e cria oportunidades para um futuro ainda mais promissor para os associados e para as comunidades onde atuamos”, destacou.

Resultados compartilhados com os associados

O cooperativismo de crédito oferece vantagens únicas para quem faz parte desse modelo, como a possibilidade de participar ativamente do negócio e receber benefícios proporcionais à sua participação. Para valorizar essa participação, a Sicredi Centro-Sul MS/BA remunera o Capital Social com os Juros ao Capital, pagos anualmente conforme definido em assembleia. Esse rendimento é calculado sobre o valor médio das cotas mantidas ao longo do ano e creditado diretamente na conta capital.

A Sicredi Centro-Sul MS/BA realizou recentemente o pagamento dos juros ao capital social, totalizando mais de R$ 33 milhões distribuídos aos associados. A distribuição ocorreu da seguinte forma: R$ 29 milhões destinados aos associados da Sicredi Centro-Sul MS/BA, pagos em 12 de dezembro, e mais de R$ 4 milhões aos associados das agências de Maracaju, Jardim, Bonito, Nioaque, Guia Lopes da Laguna e Porto Murtinho, pagos em 28 de novembro.

Segurança e transparência na transição

Com a finalização do processo de união estratégica, a prestação de serviços segue normalmente, sem impacto no atendimento aos associados. Para os associados dos municípios incorporados, a Cooperativa passa a ser identificada pelo número 0903 – Sicredi Centro-Sul MS/BA, que deve ser utilizado em qualquer transação. Os números das contas foram atualizados e podem ser consultados diretamente no App Sicredi.

Para mais informações e conhecer os benefícios da união estratégica, acesse: link.sicredicentrosulmsba.com.br/coopera

Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA

A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua em 44 municípios do Mato Grosso do Sul e 54 municípios da Bahia. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 185 mil associados, que exercem o papel de donos do negócio.

O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelo telefone 0800 724 4770.



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Lia defende usuários e solicita restabelecimento de internet na MS-040

Em atenção às demandas que têm chegado de motoristas, trabalhadores rurais e famílias que utilizam diariamente a MS-040, a deputada Lia Nogueira (PSDB) apresentou uma indicação ao Governo do Estado solicitando o restabelecimento do serviço de internet ao longo da rodovia, especialmente nos trechos já contemplados pelo programa estadual de conectividade.

A parlamentar encaminhou o pedido ao governador Eduardo Corrêa Riedel (PP) e ao secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, reforçando que a interrupção do sinal tem prejudicado a rotina de quem depende da via para trabalhar, se deslocar ou simplesmente manter contato com familiares.

Segundo Lia, a reivindicação nasceu de relatos de usuários, que descrevem a sensação de vulnerabilidade em trechos onde o serviço está inoperante. “Para quem enfrenta longos quilômetros de estrada, especialmente à noite ou sob condições climáticas instáveis, ficar incomunicável significa estar desprotegido”, destacou.

A deputada enfatiza que a oferta de internet na rodovia vai muito além de comodidade trata-se de uma ferramenta essencial de segurança e prevenção. O acesso permite acionar socorro em casos de acidentes, pane mecânica, emergências de saúde e situações inesperadas, além de facilitar o planejamento de rotas e a navegação.

A MS-040 é um importante corredor entre Campo Grande e diversas comunidades rurais, sendo fundamental para o escoamento da produção, o deslocamento de trabalhadores e a integração das famílias que vivem na região. Para Lia Nogueira, manter o serviço funcionando adequadamente significa proteger vidas e fortalecer o desenvolvimento local.

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Sob efeito do juro alto, economia recua 0,3% em outubro


A economia brasileira recuou 0,3% em outubro na comparação com setembro. O resultado é o segundo mês consecutivo com queda na atividade econômica. Em setembro, o recuo havia sido de 0,6%.

A explicação da perda de fôlego está no patamar elevado da taxa de juros, que serve como um freio na economia.

Já na comparação com outubro de 2024, houve expansão de 1% no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

No trimestre móvel terminado em outubro, houve crescimento de 1,5% em comparação com o mesmo trimestre de 2024. No acumulado de 12 meses, o PIB brasileiro avança 2,3%.

Os dados fazem parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta terça-feira (16).

Juro alto

De acordo com a economista Juliana Trece, responsável pelo levantamento, a perda de fôlego na economia é “muito influenciada pelo patamar elevado da taxa de juros”.

A taxa básica de juros no país, a Selic, está em 15% ao ano, maior patamar desde julho de 2006, quando estava em 15,25%.

A Selic é fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que defende o nível elevado como forma de combater inflação, que só voltou ao limite da meta do governo em novembro, depois de ter ficado 13 meses fora do espaço de tolerância.

A taxa de juros alta encarece toda a cadeia de crédito e desestimula o investimento, o que tende a diminuir a procura por bens e serviços, de forma a frear a alta de preços. O efeito colateral é o esfriamento da atividade econômica, com menos força para geração de emprego e renda.

Comportamentos

O comportamento do PIB pode ser medido pela ótica da demanda (quem está gastando) ou da produção (quem produziu).

“Pela ótica da produção, o desempenho da agropecuária e da indústria ajuda a explicar a queda na atividade econômica”, explica Juliana Trece.

“Pela ótica da demanda, os investimentos [formação bruta de capital fixo] e o consumo do governo contribuíram negativamente para o resultado”, completa.

Na comparação do trimestre móvel terminado em outubro com o mesmo período do ano passado, o consumo das famílias cresceu 0,5%.

O consumo de bens não duráveis e o de duráveis contribuíram negativamente para o desempenho, enquanto o de serviços e o de bens semiduráveis compensaram as quedas e sustentaram o componente no campo positivo.

As exportações, que também ajudaram a empurrar para cima a economia, cresceram 8,9% no trimestre móvel, empurradas por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. O comportamento das vendas exteriores apresenta trajetória crescente em todos os trimestres móveis desde março de 2025.

Em termos monetários, a FGV estima o PIB brasileiro no acumulado até outubro em R$ 10,530 trilhões.

Resultado oficial

O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira.

Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que indicou recuo de 0,2% na passagem de setembro para outubro e crescimento de 2,5% no acumulado de 12 meses.

O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No dia 4 de dezembro, o instituto informou que a economia cresceu 0,1% no terceiro trimestre e 2,7% em 12 meses.

O IBGE divulgará o PIB do quarto trimestre de 2025 em 3 de março de 2026.



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Nelsinho Trad lidera a corrida pelo Senado em Campo Grande

Pesquisa do Novo Ibrape mostra índice de indecisos alto no segundo voto, que supera 40% em todos os cenários…

Pesquisa do Instituto Novo Ibrape, realizada entre os dias 6 e 11 de dezembro, indica que o senador Nelsinho Trad (PSD) lidera a corrida ao Senado em Campo Grande. Entre os nomes apresentados, ele aparece em primeiro lugar disparado, com 34,7%. Em seguida vêm Reinaldo Azambuja, com 27,3%, Capitão Contar, com 24,9%, e Simone Tebet, com 23,0%….

Na sequência aparecem Soraya Tronicke, com 10,7%, Vander Loubet, com 6,6%, Jaime Verruck, com 6,0%, Gerson Claro, com 3,3%. Na lanterninha fica a pré-candidata de Dourados, Gianni Nogueira, com 1,6%. Branco ou nulo somam 17,8%

Em um cenário sem a ministra Simone Tebet na disputa, Nelsinho sairia lucrando, subindo o percentual entre eleitores para 40,3%. Nessa simulação, o segundo colocado seria Contar, com 28,7%, embolado com Reinaldo que tem 26,5%.

Como para o Senado o eleitor terá de votar duas vezes, o que chama atenção é o alto índice de indecisos no segundo voto. Na Capital o percentual é de 44,2% no primeiro cenário e sobe para 48,4% na opção sem Simone Tebet.

Apesar de Nelsinho vencer no maior colégio eleitoral do Estado, Campo Grande responde por apenas 31% dos votos. Por isso, Reinaldo Azambuja lidera na pesquisa geral, que ouviu a população em todas as 5 regiões, somando 32,9% no geral.

A pesquisa do Novo Ibrape ouviu 2.000 pessoas em entrevistas domiciliares em Mato Grosso do Sul, sendo 630 na Capital. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

Histórico político 

Médico urologista, Nelsinho Trad construiu a parte mais conhecida de sua trajetória política na administração municipal. Foi prefeito de Campo Grande por dois mandatos, de 2004 a 2012, reeleito em 2008.

Antes disso, passou pela Câmara Municipal como vereador e pela Assembleia Legislativa como deputado estadual. Atualmente, é senador por Mato Grosso do Sul pelo PSD (Partido Social Democrático) e preside a CRE (Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional) do Senado. Desde a imposição do tarifaço dos Estados Unidos, essa posição tem dado maior divulgação ao trabalho do sul-mato-grossense.

Mas é o passado administrativo na Capital que ajuda a explicar o desempenho atual na pesquisa, especialmente em um cenário ainda marcado por indefinição do eleitor. A lembrança de gestões anteriores costuma pesar mais em disputas majoritárias, sobretudo quando o eleitor ainda está em fase de escolha.

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Defasagem salarial de professores da Uems é debatida na Comissão de Educação da Alems


A Comissão de Educação, Cultura e Desporto da ALEMS realizou reunião nesta terça-feira (16) para debater a valorização salarial dos docentes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). O encontro foi presidido pelo deputado Professor Rinaldo Modesto (Podemos) e contou com a participação de representantes da Associação dos Docentes da UEMS (Aduems), além da deputada Gleice Jane (PT), vice-presidente do grupo.

Durante a reunião, a Aduems apresentou à Comissão as principais demandas da categoria, com destaque para a defasagem salarial acumulada desde 2014, que ultrapassa 44%. Segundo a entidade, o crescimento institucional da universidade nos últimos anos, com ampliação de cursos, campi e produção acadêmica, não foi acompanhado por uma política de recomposição salarial dos professores.

O secretário-geral da Aduems, professor Volmir Cardoso, docente do curso de Letras da UEMS em Campo Grande, ressaltou que os professores são responsáveis diretos pelo ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos na universidade e, ainda assim, enfrentam um longo período de arrocho salarial. Ele também alertou para outras preocupações da categoria, como o número limitado de vagas em regime de dedicação exclusiva, que pode comprometer o ingresso de novos docentes nesse modelo de trabalho, e a situação dos professores aposentados que não conseguiram alcançar os níveis mais altos da carreira antes das mudanças recentes.

“O piso da carreira docente da universidade hoje é inferior ao piso do magistério da educação básica, estabelecido por lei federal. Isso gera um sentimento de desvalorização, especialmente considerando a alta qualificação exigida para o exercício da docência no ensino superior”, pontuou Volmir.

Diálogo institucional

O presidente da Aduems, professor Marcelo Batarce, que leciona no curso de Matemática da UEMS em Dourados, destacou que a reunião também representa um primeiro momento de diálogo institucional com a Comissão de Educação. Segundo ele, além da recomposição salarial, a entidade defende medidas relacionadas à carreira docente, à situação dos aposentados e ao fim da contribuição previdenciária de 14% para professores inativos, pauta que integra um debate nacional.

Batarce também contextualizou o cenário interno da universidade, marcado recentemente por um processo eleitoral conturbado no sindicato e por discussões políticas sensíveis dentro da instituição. “Apesar desse contexto, a defasagem salarial é, sem dúvida, a principal reivindicação da categoria, e estamos buscando interlocução com o governo por diferentes frentes”, afirmou.

O deputado Professor Rinaldo Modesto reforçou o papel da Comissão de Educação como espaço de escuta e encaminhamento das demandas. Ele reconheceu a existência de disparidades salariais entre docentes da educação básica e do ensino superior e afirmou que a Comissão irá levar as reivindicações apresentadas ao Governo do Estado.

“Nossa missão é ouvir, dialogar e encaminhar ao Executivo demandas que são legítimas. A valorização do professor é fundamental para a qualidade da educação em Mato Grosso do Sul”, destacou o parlamentar.

A Comissão de Educação, Cultura e Desporto tem entre suas atribuições a análise de matérias relacionadas à educação em todos os níveis, cultura, esporte e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento humano. O grupo também conta com os deputados Junior Mochi (MDB), Caravina e Mara Caseiro (PSDB) como membros titulares.



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