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Presença do Canil da PM marca início do ano letivo e reforça conscientização sobre cuidado animal em Ponta Porã





A Escola Municipal Manoel Martins, em Ponta Porã, recebeu na manhã de segunda-feira (9) a equipe do Canil do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM) para uma apresentação educativa durante o evento “Em Defesa dos Animais”. A ação contou com a participação do cão farejador Thor, da raça Golden Retriever, e reuniu alunos, professores e membros da comunidade escolar.

Durante o período matutino, a equipe realizou uma demonstração prática do trabalho desenvolvido pelos cães policiais, explicando de forma didática como ocorre o treinamento dos animais e quais são suas principais atribuições no serviço operacional. A atividade teve como foco não apenas apresentar a atuação do Canil, mas também reforçar valores como respeito, responsabilidade e proteção aos animais.

O cão Thor despertou a atenção das crianças, que acompanharam a apresentação com entusiasmo e participaram de forma interativa. A abordagem lúdica facilitou a compreensão sobre disciplina, cuidado e cidadania, promovendo um momento de aprendizado aliado à aproximação entre a Polícia Militar e a comunidade escolar.

De acordo com a organização, a iniciativa contribui para um início de ano letivo mais dinâmico, fortalecendo o vínculo entre escola, forças de segurança e sociedade, além de incentivar a formação de uma consciência voltada ao bem-estar animal e à convivência responsável.




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Operação da Senad prende quatro pessoas e destrói estrutura de produção de maconha na fronteira


Uma operação da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai resultou na prisão de quatro pessoas e na desarticulação de uma estrutura criminosa voltada à produção de maconha na região de fronteira com Mato Grosso do Sul. A ação ocorreu na manhã desta quarta-feira (11) Colônia Piray, no departamento de Amambay, e contou com apoio do Ministério Público paraguaio.

Agentes especiais da Senad, com atuação em Pedro Juan Caballero e Bella Vista Norte, cumpriram três mandados de busca e apreensão simultâneos. A ofensiva foi fruto de investigações prévias conduzidas em conjunto com o Ministério Público, que identificaram uma organização dedicada ao cultivo e à logística de produção da droga.

Durante a operação, foram apreendidos três veículos, nove motocicletas, fertilizantes, herbicidas, sementes de maconha e outros materiais utilizados no processamento do entorpecente. Também foram identificadas extensas áreas de plantio ilegal.

Ao todo foram apreendidos em três locais, diversos automóveis, motos, fertilizantes, herbicidas, utensílios usados para o preparo do solo e plantio das sementes e ferramentas agrícolas e certa quantidade de semente de maconha.

Foram presos José Gómez Mongelos, César Ramón Ojeda e Wilmar Alfonso Romero e Ramón Martínez, apontados como responsáveis pela administração das propriedades usadas para o cultivo da droga e integrantes ativos da organização criminosa.

Segundo a Senad, a estrutura criminosa utilizava métodos mecanizados de produção, com aplicação de fertilizantes e herbicidas para potencializar e proteger as plantações, evidenciando organização logística e capacidade operacional.

Com a operação, as autoridades afirmam ter atingido um importante elo da cadeia de produção de maconha no departamento de Amambay, região historicamente marcada pelo cultivo ilegal devido à proximidade com a fronteira brasileira.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e eventuais ramificações do grupo.



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Sanesul segue padrões do Ministério da Saúde e mantém controle rigoroso em Sete Quedas


A água fornecida à população de Sete Quedas atende rigorosamente aos parâmetros de potabilidade definidos pelo Ministério da Saúde e passa por um sistema contínuo de monitoramento, análises laboratoriais e controle de qualidade.

A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) opera com protocolos técnicos consolidados e mantém rotina permanente de coletas, garantindo segurança e transparência no abastecimento.

Durante entrevista concedida a uma emissora de rádio do município, o diretor Comercial e de Operações da Sanesul, Madson Valente, explicou que todas as informações sobre a qualidade da água estão disponíveis ao público por meio do Siságua, sistema oficial do Governo Federal que reúne dados validados pelo Ministério da Saúde.

“A água que nós entregamos obedece a parâmetros definidos pelo Ministério da Saúde. O Siságua é a transparência pública do saneamento no Brasil. Qualquer pessoa pode acessar, selecionar o município onde mora e verificar a qualidade da água que consome”, afirmou.

Segundo Madson, a Sanesul mantém um processo técnico rigoroso de controle, com coleta semanal de amostras em Sete Quedas. Esse material é encaminhado ao laboratório da empresa, localizado em Naviraí, que possui certificação internacional de qualidade.

“A coleta é realizada semanalmente. Esse material vai para o laboratório da Sanesul em Naviraí, que é certificado pela ISO. A ISO é um organismo internacional que define padrões de qualidade dos serviços. Isso garante que não haja qualquer dúvida sobre os nossos procedimentos e análises”, explicou.

O diretor ressaltou que os laboratórios da Sanesul seguem normas técnicas reconhecidas internacionalmente, o que assegura a confiabilidade dos resultados e a integridade dos dados divulgados nos sistemas oficiais.

“Tudo o que está no Siságua é validado pelo Ministério da Saúde. Não existe informação incorreta ali. É um portal de transparência”, reforçou.

Ativação de poços segue critérios técnicos e legais

Madson Valente também foi enfático ao afirmar que nenhum poço é colocado em operação sem que a água passe por análises completas, tanto antes quanto depois do tratamento.

“A Sanesul jamais colocaria um poço em funcionamento sem garantir a qualidade da água. Primeiro, analisamos a água bruta, que é a água captada. Depois, fazemos novas análises após o tratamento. A nossa água é tratada, diferente de poços comuns”, pontuou.

Ele explicou que a presença de elementos como cálcio, ferro e manganês é natural em águas subterrâneas, desde que estejam dentro dos limites estabelecidos pelas normas sanitárias.

“A água tem elementos químicos, isso é normal. O que importa é que estejam dentro dos parâmetros definidos pelo Ministério da Saúde. Aquilo que foge do padrão é ajustado no tratamento”, detalhou.

Condutividade não compromete a qualidade da água

Um dos pontos esclarecidos pelo diretor foi a questão da condutividade elétrica, que tem sido associada por parte da população local a possíveis problemas na água. Segundo ele, trata-se de um fenômeno físico relacionado à temperatura e à profundidade do poço, e não à qualidade da água.

“A água subterrânea, quanto mais profundo for o poço — e aqui estamos falando de mais de 700 metros —, maior é a temperatura com que ela sai. Isso aumenta a condutividade, mas não coloca em cheque a qualidade da água. Uma coisa não tem nada a ver com a outra”, explicou.

Madson Valente destacou ainda que o uso de caixa d’água nas residências não é apenas uma recomendação, mas uma obrigação legal prevista no Marco Regulatório do Saneamento. Além de garantir abastecimento durante manutenções, o reservatório ajuda a reduzir a condutividade da água.

“O reservatório funciona como uma torre de resfriamento. A água vai para a caixa, esfria e você não tem problema de condutividade. Além disso, se a Sanesul precisa fazer manutenção e o imóvel não tem caixa d’água, automaticamente o morador fica sem abastecimento”, afirmou.

Durante visitas técnicas realizadas no município, equipes da Sanesul identificaram que muitos imóveis em Sete Quedas não possuem aterramento elétrico adequado, o que pode causar sensação de choque em torneiras e chuveiros.

“Infelizmente, em várias casas foi constatado que não há aterramento das tomadas nem do chuveiro. Isso é responsabilidade do consumidor. Não tem relação com a qualidade da água”, alertou.

O dirigente ressaltou que o bom funcionamento do sistema de abastecimento depende da atuação conjunta da concessionária e dos usuários.

“A Sanesul faz a sua parte com monitoramento, tratamento e manutenção. Na ponta, o cliente também precisa fazer o mínimo: ter caixa d’água, fazer o aterramento correto. Quando cada um cumpre sua responsabilidade, o sistema funciona em plenitude”, concluiu.

Sobre a atuação do Ministério Público, a Sanesul ressalta que reconhece e respeita plenamente o papel institucional do órgão, cuja atribuição constitucional é apurar denúncias e zelar pelo cumprimento da lei.

A empresa informa que mantém colaboração permanente com os órgãos de fiscalização e confia que, ao final das análises técnicas, ficará comprovado que o abastecimento em Sete Quedas e nas demais cidades atendidas pela companhia, atende às normas legais e sanitárias vigentes.

“Investigar faz parte do papel do Ministério Público, e isso é legítimo. A Sanesul trabalha com total tranquilidade, porque cumpre os parâmetros exigidos, realiza monitoramento contínuo e opera dentro da legalidade. Temos segurança técnica de que estamos fazendo a nossa parte”, afirmou Madson.

A Sanesul é responsável pelo abastecimento de água potável em 68 municípios de Mato Grosso do Sul, operando com padrões técnicos elevados, laboratórios certificados e controle permanente da qualidade da água distribuída.

Madson reforçou na entrevistaa que o compromisso da empresa é garantir segurança hídrica, transparência e regularidade no fornecimento, sempre em conformidade com a legislação vigente e as diretrizes do Ministério da Saúde.



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Colheita da soja alcança 6,2% e plantio do milho atinge 5,8% em MS


De acordo com dados do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, até o dia 6 de fevereiro, a colheita da soja safra 2025/2026 alcançou 6,2% da área estimada em Mato Grosso do Sul , o equivalente a aproximadamente 297 mil hectares.

O ritmo dos trabalhos apresenta diferença entre as regiões do Estado. A região sul lidera, com 8,9% da área colhida. Na sequência aparecem a região centro, com 2,9%, e a região norte, com 0,3%.

Em comparação com o mesmo período da safra passada (2024/2025), a colheita está 11,1 pontos percentuais mais lenta.

Paralelamente, o plantio do milho segunda safra 2025/2026 atingiu 5,8% da área estimada para o Estado, o que representa cerca de 128 mil hectares. A região sul também apresenta maior avanço na semeadura, com 7,6% da área plantada, enquanto a região centro registra 2,9% e a norte, 0,4%. O índice está 7 pontos percentuais abaixo do observado no mesmo período do ciclo anterior.

“Na safra 2024/2025, a soja enfrentou estresses climáticos ao longo do ciclo, como veranicos e excesso de calor. Em resposta a essas condições adversas, a planta acelerou seu desenvolvimento para garantir a reprodução, o que antecipou a maturação e, por consequência, a colheita. Isso permitiu que o milho fosse plantado mais cedo. Já nesta safra 2025/2026, o clima foi favorável durante boa parte do desenvolvimento da soja, especialmente até dezembro de 2025. Isso permitiu que a cultura seguisse seu ciclo normal, sem antecipações. Como resultado, a colheita começou mais tarde e ocorreu de forma mais lenta, atrasando consequentemente o plantio do milho segunda safra”, explica o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena,

As lavouras de soja no Estado encontram-se majoritariamente em boas condições, embora haja variações regionais. Nas regiões oeste e norte, entre 70,9% e 86,9% das áreas são classificadas como boas. Já nas regiões sul, sul-fronteira e sudeste, as áreas em boas condições variam de 41,2% a 59,1%, com maior presença de lavouras em condição regular.

Durante o mês de janeiro, veranicos severos impactaram principalmente a região sul do Estado. Levantamentos de campo apontam que mais de 640 mil hectares foram afetados, com períodos de estiagem superiores a 20 dias em determinadas localidades. Os municípios mais afetados foram Dourados, Ponta Porã, Maracaju e Amambai.

De acordo com o acompanhamento climático, a tendência para o trimestre fevereiro-março-abril é de precipitação irregular no Estado, com possibilidade de volumes abaixo da média histórica e temperaturas próximas ou ligeiramente acima da média.

Segundo estimativa da Aprosoja/MS, a área de soja deve totalizar 4,794 milhões de hectares nesta safra, crescimento de 5,9% em relação ao ciclo anterior. A produtividade média esperada é de 52,82 sacas por hectare, com produção estimada em 15,195 milhões de toneladas.

Para o milho segunda safra, a projeção indica área de 2,206 milhões de hectares, aumento de 3% frente ao ciclo passado. A produtividade média estimada é de 84,2 sacas por hectare, com produção prevista em 11,139 milhões de toneladas. Mesmo com ampliação de área, a produção pode ser 20,1% inferior à safra 2024/2025, que registrou desempenho excepcional.



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MEC revoga edital para criação de cursos particulares de medicina


O Ministério da Educação (MEC) revogou o edital para a criação de novos cursos de medicina por instituições privadas de ensino superior. O chamamento foi lançado em outubro de 2023, quando foi autorizada a abertura de até 95 novos cursos em municípios pré-selecionados, priorizando o interior do país.

A medida ocorreu no âmbito da retomada do programa Mais Médicos, que visa ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a redução de desigualdades regionais, com a descentralização da oferta de cursos e promoção da qualidade da formação médica.

De lá para cá, o cronograma foi adiado diversas vezes diante do grande volume de propostas e de ações judiciais apresentadas pelos interessados. Em outubro do ano passado, o MEC já havia suspendido o edital por 120 dias e agora, após esse prazo, vem a decisão da revogação. A portaria que revoga o edital foi publicada na noite dessa terça-feira (10) em edição extra do Diário Oficial da União.

Em comunicado, o MEC explicou que a decisão tem caráter técnico e que uma série de eventos alteraram, “de forma substancial”, o cenário que fundamentou o edital para o funcionamento dos novos cursos.

A pasta cita a recente expansão de vagas de medicina, notadamente provocada pela judicialização dos pedidos de autorização de novos cursos, pela expansão da oferta de cursos dos sistemas estaduais e distrital de ensino e pela conclusão de processos administrativos relativos a aumento de vagas em cursos já existentes. 

“Diante desse quadro, a manutenção do edital deixaria de atender aos objetivos de ordenação da oferta, redução das desigualdades regionais e garantia de padrão de qualidade que orientam o Programa Mais Médicos”, diz o MEC.

Proibição

Para controlar a qualidade dos novos cursos no país, a abertura de vagas de medicina foi proibida por portaria do Ministério da Educação, a partir de abril de 2018, com validade de cinco anos. Em 2023, após esse prazo, o governo atual autorizou a abertura de novos cursos em regiões do país onde faltam médicos e, com o edital, tinha o objetivo de retomar do protagonismo do Estado na coordenação da expansão dessas vagas.

Após a proibição, entretanto, foram recebidas mais de 360 liminares judiciais contra a União, determinando ao MEC o recebimento e processamento de pedidos de autorização de novos cursos de medicina e de aumentos de vagas em cursos previamente autorizados. Essa judicialização representou pedidos de aproximadamente 60 mil novas vagas.

De acordo com nota técnica da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), que motivou a suspensão do edital em 2025, a vedação à abertura de cursos e ao aumento de vagas em medicina não significou a estagnação da oferta de ensino médico no país, mas, “pelo contrário, possibilitou a abertura de cursos que não se submeteram ao processo regulatório e avaliativo instituído”.

Os dados do Censo da Educação Superior indicam que, em 2018, existiam 322 cursos de medicina no país, com 45.896 vagas. Em 2023, esse número subiu para 407 cursos e 60.555 vagas.

“Além disso, a maior parte dos processos instaurados por força de decisão judicial só foi decidida após 2023, de forma que a expansão ocasionada pelo sobrestamento não se limitou ao período de sua vigência”, diz a Seres.

Além do cenário de expansão da formação médica no sistema federal de ensino, o MEC cita o aumento de cursos de medicina por intermédio de conselhos estaduais de Educação, totalizando hoje 77 cursos no sistema estadual.

Ainda, segundo a secretaria, mesmo com a expansão ocorrida, ainda persistiam as desigualdades regionais na área de saúde, com regiões onde a relação de médicos por habitantes era muito inferior à média nacional, como os estados do Acre, Amazonas, Maranhão e Pará.

Qualidade

De acordo com o comunicado do MEC, somam-se ao novo cenário da oferta de vagas de medicina no país a implementação do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), as novas Diretrizes Curriculares Nacionais e os debates públicos sobre a instauração de um exame de proficiência do egresso do curso de medicina.

O resultado da primeira edição do Enamed levantou uma discussão sobre a má qualidade da formação médica no Brasil. Cerca de 30% dos cursos tiveram desempenho insatisfatório, porque menos de 60% dos estudantes não alcançaram a nota mínima para proficiência. A maioria dessas instituições é municipal ou privada com fins lucrativos.

“Embora esses elementos tenham surgido após a elaboração do edital de seleção, e não reflitam diretamente sobre os procedimentos de autorização de novos cursos, eles revelam alteração significativa do contexto fático, social e regulatório no qual se insere a política de formação médica no país, reforçando a importância da centralidade da qualidade da oferta e da adequação da formação às necessidades do SUS”, diz o MEC.

Não há prazo para um novo chamamento. Mas o MEC informou que a revogação do atual edital não representa a interrupção da política pública de expansão da formação médica e que, em coordenação com o Ministério da Saúde e outros órgãos, seguirá atuando para “consolidar um diagnóstico atualizado” sobre a oferta de cursos e vagas e seus impactos na qualidade da formação médica e no atendimento do SUS.



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Homem é preso com carga de maconha e skunk em Iguatemi





Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam na noite desta terça-feira (10/2), homem de 19 anos transportando 180 quilos de maconha e meio quilo de skunk, em Iguatemi.

A equipe realizava patrulhamento na entrada da cidade quando deu ordem de parada ao condutor de um Renault Sandero. No interior do carro, os policiais localizaram diversos tabletes de maconha e uma embalagem de skunk sobre os bancos e no compartimento de carga.

Questionado, o motorista revelou que pegou o carro carregado em Tacuru e pretendia levar a droga até Itaquiraí. O condutor, o veículo e os entorpecentes, avaliados em aproximadamente R$ 500 mil, foram encaminhados à Delegacia de PC (Polícia Civil) de Iguatemi.




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ASSISTA: Polícia apura denúncia de castração irregular de gato em Dourados


A PC (Polícia Civil) de Dourados já está investigando uma denúncia de maus-tratos a animal, após a circulação de um vídeo que mostra a castração de um gato em condições consideradas irregulares. As imagens mostram duas mulheres que seriam irmãs, e uma delas estudante do curso de Medicina Veterinária, realizando o procedimento dentro de um banheiro, sem preparo algum – assista no final da matéria.

De acordo com o registro policial, um médico-veterinário ligado ao CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) compareceu à delegacia após receber o vídeo por meio do telefone institucional da unidade. 

O que se sabe até agora é que a universitária seria do nono semestre da faculdade de Medicina Veterinária, o que, se confirmado, pode configurar exercício ilegal da profissão, além de crime de maus-tratos previsto na legislação ambiental.

Diante da situação, o vídeo foi entregue à Polícia Civil para as providências cabíveis e o caso registrado como praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais domésticos, conforme o artigo 32 da Lei nº 9.605/98.

A investigação segue em andamento e o caso foi classificado como autor a apurar. A polícia deverá ouvir os envolvidos e analisar o material apresentado para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e eventual responsabilização criminal.

O tal vídeo circula desde esta terça-feira (10/2), ocasião em que a vereadora Karla Gomes se manifestou pedindo posicionamento da insitutição de ensino onde a garosta estuda, bem como das autoridades competentes. 

A universidade informou que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e as medidas internas serão adotadas. As ONGs de proteção animal já iniciaram os trâmites para formalizar denúncia na delegacia especializada e também ao MP (Ministério Público).

A instituição de ensino ressaltou que o fato não ocorreu em suas dependências, mas afirmou que seguirá rigorosamente o que prevê seu regimento interno no âmbito acadêmico, assim que houver a formalização das denúncias.

Para protetores e representantes da causa animal, o episódio gera preocupação não apenas pelo sofrimento imposto ao animal, mas também pelo impacto negativo à imagem da Medicina Veterinária, profissão pautada pela ética, pela ciência e pelo respeito à vida.

As entidades defendem que situações como essa sejam investigadas com rigor, para que não sejam naturalizadas nem repetidas.

As ONGs informaram que seguem reunindo provas e acompanhando o caso, enquanto aguardam as providências das autoridades policiais e dos órgãos responsáveis.

Até a publicação desta reportagem, o Conselho Regional de Medicina Veterinária não havia se manifestado.



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Ponta Porã investe R$ 16 milhões em políticas sociais


A Prefeitura de Ponta Porã tem ampliado os investimentos em proteção social com foco na garantia de direitos e no atendimento antecipado às situações de vulnerabilidade. Durante discurso na Câmara Municipal, na semana passada, o prefeito Eduardo Campos apresentou um balanço das ações desenvolvidas no setor social em 2025, destacando a realização de mais de 5.700 ações diretas e a aplicação de aproximadamente R$ 16 milhões no atendimento de centenas de famílias.

“A dignidade em Ponta Porã se prova quando o poder público chega antes da dor virar desespero. Em 2025, a política de proteção social atuou com presença, escala e investimento: foram mais de 5.700 ações diretas e aproximadamente R$ 16 milhões aplicados, destes, R$ 13 milhões de recursos próprios, fortalecendo uma rede que protege, garante direitos e constrói autonomia”, afirmou o prefeito Eduardo Campos.

Entre as ações de resposta imediata à vulnerabilidade, Eduardo Campos destacou a Campanha do Agasalho, que beneficiou mais de 13 mil pessoas, além da garantia de segurança alimentar com a entrega de cerca de 2 mil cestas básicas e quase 2 mil marmitas. “Isso não é caridade; é proteção pública concreta”, ressaltou.

O prefeito explicou ainda que a política de proteção social vai além do atendimento emergencial. “Proteção não se sustenta só com alívio, ela se sustenta com direitos garantidos. Implementamos a Cultura da Paz como método, levando rodas de conversa e ações de cidadania para praças e CRAS, alcançando 700 famílias do Bolsa Família”, disse.

As ações incluem emissão de documentos, acolhimento especializado e reintegração familiar, assegurando que cidadãos em situação de vulnerabilidade recuperem vínculos e reconhecimento perante o Estado.

Na área de inclusão produtiva, a administração municipal mobilizou 416 jovens no Circuito Avança Juventude e qualificou outros 60 no programa Trilha para o Futuro. As políticas voltadas às mulheres também foram reforçadas, com 2.150 participações em ações de conscientização e fortalecimento de rede, além da qualificação de 210 mulheres em cursos voltados à geração de renda e autonomia financeira.

Eduardo Campos destacou ainda a atenção dedicada à população idosa, com 423 idosos envolvidos em programas de convivência, saúde e socialização. “Fortalecemos ações intergeracionais, como o Conectando Gerações, porque comunidade se constrói quando gerações caminham juntas”, afirmou.

O prefeito concluiu ressaltando novos investimentos estruturantes para as mulheres. “A Casa da Mulher Brasileira já é realidade, com licitação prevista para este semestre. Para 2026, daremos um passo histórico com a implantação da Clínica da Mulher, com investimento de R$ 2 milhões em equipamentos. Nosso compromisso é claro: proteger quando for preciso, garantir direitos sempre e abrir caminhos para que as famílias não dependam do Estado, mas contem com um Estado que funciona”, finalizou.



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Com apoio de helicóptero, DOF apreende quase 2t de maconha em caminhonete furtada em Ponta Porã





Com apoio de helicóptero, o DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam na tarde desta terça-feira (10/2), em uma estrada vicinal conhecida como Balsa Velha, em Ponta Porã, uma caminhonete Toyota Hilux, com registro de furto, carregada com 1.950 tonelada de maconha.

De acordo com a ocorrência, os policiais realizavam patrulhamento na região quando deram ordem de parada ao condutor do veículo que não obedeceu e iniciou fuga em alta velocidade. A aeronave foi acionada para prestar apoio e após vários quilômetros o homem adentrou em uma lavoura de soja, abandonou a Hilux em uma área de mata densa. Buscas foram feitas, porém, o motorista não foi localizado.

No interior da caminhonete, os militares encontraram aproximadamente 2 mil tabletes de maconha. Além disso, ao checarem os sinais identificadores do veículo, constataram que as placas eram falsas e que a caminhonete havia sido furtada em Amambai, em 2024.

A ocorrência, que gerou um prejuízo ao crime estimado em mais de R$ 4,5 milhões, e a droga juntamente com o veículo foi encaminhada à Defron (Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados.




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Acusado de violência doméstica é preso pela Patrulha Maria da Penha





Homem de 26 anos, acusado de violência doméstica, foi preso em flagrante por guardas municipais que atuam na Patrulha Maria da Penha, em Dourados. A ação aconteceu na segunda-feira (10/2), mas só foi divulgada nesta quarta-feira (11/2).

Segundo a ocorrência, a equipe foi acionada para prestar apoio à DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), acompanhando a vítima, de 22 anos, até o imóvel para retirada de seus pertences pessoais.

Em contato com o delegado responsável pelo caso, a equipe foi informada de que poderia proceder com a condução do rapaz, caso este estivesse no local.

Quando os agentes chegaram ao imóvel, encontraram o acusado que recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia de Atendimento à Mulher, sendo autuado em flagrante.

A retirada dos pertences da vítima foi acompanhada pelos guardas municipais.




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