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Apesar de menor oferta, preços no mercado de arroz seguem pressionados


Prioridade às exportações limita volume no curto prazo, mas estoques elevados e aumento da produção mantêm cenário de ampla disponibilidade



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Prazo para pagamento da 1ª parcela do IPVA 2026 termina dia 30 de janeiro


Os proprietários de veículos em Mato Grosso do Sul que escolheram quitar o IPVA 2026 de forma parcelada precisam observar atentamente o cronograma estabelecido pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). A primeira parcela tem vencimento em 30 de janeiro, e as demais se estendem até o fim de maio.

O parcelamento está disponível para os contribuintes que não realizaram o pagamento em cota única dentro do prazo que garantia o desconto de 15%. Nessa modalidade, o imposto pode ser dividido em até cinco parcelas, conforme o calendário abaixo:

  • 1ª parcela: 30 de janeiro
  • 2ª parcela: 27 de fevereiro
  • 3ª parcela: 31 de março
  • 4ª parcela: 30 de abril
  • 5ª parcela: 29 de maio

Para o exercício de 2026, a Sefaz antecipou todo o processo de lançamento e arrecadação do IPVA. Os boletos passaram a ser disponibilizados de forma digital ainda em novembro do ano anterior, ampliando o prazo para organização financeira dos contribuintes e reforçando a comodidade no pagamento.

Neste ano, aproximadamente 870 mil veículos compõem a base tributável do imposto no Estado. O valor mínimo estabelecido é de R$ 30 para motocicletas e de R$ 55 para os demais tipos de veículos, medida que busca assegurar maior acessibilidade ao contribuinte.

Mato Grosso do Sul também se destaca por manter um dos conjuntos mais abrangentes de isenções e benefícios fiscais do país. Estão dispensados do pagamento, entre outros, veículos oficiais, de entidades assistenciais, autarquias, fundações e templos religiosos; tratores e máquinas agrícolas; aeronaves utilizadas na atividade rural; embarcações de pescadores profissionais; além de táxis, mototáxis, ambulâncias, viaturas do Corpo de Bombeiros, veículos diplomáticos e automóveis com mais de 15 anos de fabricação.

Pessoas com Deficiência (PCD) têm direito à redução de 60% no valor do imposto. Já empresas com frotas a partir de 30 veículos contam com alíquotas diferenciadas. Veículos movidos a gás natural veicular (GNV) permanecem totalmente isentos, como estímulo à adoção de alternativas mais sustentáveis. O imposto também não é cobrado em situações de furto, roubo ou perda total.

O setor produtivo segue contemplado com regras específicas. Permanecem válidas as reduções de alíquotas para veículos de carga, transporte coletivo e utilitários, incluindo a diminuição de até 50% na base de cálculo para caminhões, ônibus e motorhomes, medida que contribui para a competitividade econômica e o equilíbrio fiscal do Estado.

Mais informações e acesso aos serviços do IPVA estão disponíveis no site da Secretaria de Estado de Fazenda: www.sefaz.ms.gov.br/ipva.



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Trump aposta na política do medo para sustentar a liderança global dos Estados Unidos


Primeiro ano de mandato do líder norte-americano foi marcado pelo confronto como estratégia de poder e enfraquecimento do sonho americano



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Esquema de desvio de carga é descoberto e 4 são presos em frigorífico de MS


Quatro funcionários da unidade da JBS, em Dourados, foram presos em flagrante na madrugada desta terça-feira (20/1), suspeitos de envolvimento em um esquema de desvio de carga. Os autuados Kelvic, de 24 anos, Maria José, de 27, Rafael, de 28, e Jocimario, de 47, já vinham sendo monitorados por gestores da empresa, que constataram irregularidades no estoque.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), a equipe administrativa acionou a PM (Polícia Militar) após identificar tentativa de furto durante o carregamento de um caminhão.

Funcionários do setor administrativo do frigorífico notou comportamento atípico de Jocimario, motorista de um caminhão Scania/P 310, que já estava carregado com 9,8 toneladas de salsicha. Entretanto, ele retornou com o veículo para a plataforma de embarque de mercadoria.

Imagens de monitoramento e a observação de supervisores de expedição mostraram que o caminhão foi carregado novamente com mais quatro paletes de linguiça, o que representaria o desvio de aproximadamente quatro toneladas de produto, avaliadas em cerca de R$ 120 mil.

Tal carregamento, conforme consta no registro policial, teria sido realizado com a participação de Kelvic, conferente da empresa e de nacionalidade venezuelana. Ao perceberem a ação suspeita, funcionários da JBS impediram a saída do caminhão e detiveram o motorista e o conferente até a chegada da polícia.

Durante conversa com o gerente de logística, Kelvic confessou espontaneamente o desvio da carga e afirmou que não agia sozinho. Ele apontou como supostos líderes do esquema os analistas de logística Rafael e Maria José, ambos também funcionários da empresa e de nacionalidade venezuelana.

Diante das informações, os gestores localizaram e detiveram os demais suspeitos ainda dentro das dependências da indústria e acionaram a Polícia Militar. Com base nos documentos apresentados, como notas fiscais, e nos indícios de materialidade e autoria, os policiais deram voz de prisão aos quatro envolvidos por furto qualificado na forma tentada.

Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário de Dourados.

Ainda conforme o registro policial, a ação do grupo já vinha sendo monitorada pela empresa, uma vez que não era a primeira vez que produtos desapareciam do estoque. Em uma ocasião anterior, um encarregado teria recebido propostas de suborno para consentir de forma omissa com o esquema criminoso.

O caso foi encaminhado à PC (Polícia Civil), que dará sequência às investigações.



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Cinco estados devem enfrentar chuva forte e temporais; veja a previsão do tempo


Zona de Convergência do Atlântico Sul influencia o tempo, principalmente, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste



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Anvisa suspende suplementos alimentares de duas marcas; confira


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu três suplementos da marca Cycles Nutrition por conterem substâncias que não foram avaliadas em testes de segurança. A decisão foi publicada hoje (20) no Diário Oficial da União e também determina o recolhimento dos produtos.

A medida se refere aos suplementos Recover Cycles Nutrition, Shot Ritual Cycles Nutrition e Relax Ritual Cycles Nutrition, que são da marca Cycles Nutrition e fabricados pela Sylvestre Indústria e Comércio de Insumos Alimentícios. Segundo a Anvisa, nenhum desses três suplementos poderá ser comercializado, distribuído, fabricado, importado, divulgado ou consumido.

A Anvisa informou que todos esses produtos contém ingredientes que não tiveram sua segurança comprovada para uso em suplementos alimentares, o que poderia representar “graves riscos à saúde de quem os consome”.

Em nota publicada em suas redes sociais, a Cycles Nutrition informou que “sempre que possível” utiliza ingredientes compostos “principalmente por frutas e vegetais, que passam por processos rigorosos de escolha, qualidade e certificação” até chegarem na composição final dos produtos.

Ainda de acordo com a empresa, os citados extratos vegetais e de frutas “se tratam de ingredientes compostos de fruta ou vegetal em pó, classe esta de ingredientes amplamente utilizados nacional e internacionalmente para conferir aroma, sabor e cor a suplementos e alimentos”.

“Estamos prestando todos os esclarecimentos, estudos e dossiês técnicos necessários e seguiremos mantendo todos os nossos clientes e parceiros informados com total transparência”, diz a nota da empresa.

Mushin

Além da Cycles Nutrition, outra empresa que foi alvo da Anvisa nesta terça-feira (20) foi a Mushin Serviços e Comércio no Geral.

Três produtos da empresa foram proibidos de serem comercializados, distribuídos, fabricados e consumidos. São eles: Fantastic Oat Frutas Vermelhas, Fantastic Oat Banana e Caramelo e Fantastic Oat Maçã e Canela. Além disso, a Anvisa determinou que todos esses produtos devem ser recolhidos.

Segundo a Anvisa, os três produtos estavam sendo fabricados e vendidos com a informação de que continham “extrato de cogumelo rico em vitamina D”, ingrediente que ainda não teve a sua segurança avaliada para uso em suplemento alimentar. A empresa também dizia que esses produtos reduziam níveis de colesterol ruim e controlavam o nível de açúcar no sangue, o que não tem comprovação científica.

Procurada pela Agência Brasil, a empresa informou ter sido surpreendida com a publicação da Anvisa. “Infelizmente, deve ter ocorrido algum mal-entendido na leitura da legislação, pois o extrato de Cogumelo Agaricus Bisporus contendo Vitamina D2 foi aprovado para uso em alimentos convencionais e suplementos alimentares. Nós somos muito corretos e sérios em relação aos produtos que comercializamos para nossos consumidores. Temos todos os documentos de aprovação do ingrediente. Ele foi avaliado quanto à segurança e aprovado aqui no Brasil em 2023”, diz a nota da empresa, que informa já ter acionado seus advogados para solucionar o caso.



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Biodiesel: FPBio alerta para riscos da abertura à importação


Medida pode desestimular investimentos e criar condições desiguais de competitividade nacional, argumenta bancada



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Em meio a tensão com a UE, EUA abrem investigação das relações entre a China e o agro brasileiro


Para pesquisador da Unesp, escalada tarifária e investigação criam ambiente de instabilidade e acendem alerta para o setor



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No Dia Mundial do Queijo, agroindústria familiar atinge produção de 43 mil toneladas em MG


Dados da Emater mostram que os queijos artesanais concentram quase 75% da produção familiar



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Desenrola Rural: prazo para adesão ao programa está terminando; veja quem pode participar


Programa do governo já firmou mais de 440 mil acordos e permite retorno ao crédito oficial após a primeira parcela



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