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Exportação de DDG à China pode impactar mercado interno de MS; entenda


O Brasil realizou o primeiro embarque de DDG, sigla em inglês para Distillers Dried Grains (grãos secos de destilaria). A abertura do mercado chinês para o produto inaugura uma nova fase para a indústria nacional e pode alterar a dinâmica de preços no mercado interno, especialmente em estados com forte processamento industrial, como é o caso de Mato Grosso do Sul.

O DDG é resultado do processamento do milho para produção de etanol. Nesse processo, proteínas, fibras e minerais permanecem concentrados, resultando em um insumo de alto valor nutricional utilizado principalmente na formulação de rações para bovinos, suínos e aves. Em média, cada tonelada de milho processada gera entre 300 e 330 quilos do coproduto, o equivalente a cerca de 30 por cento do volume original.

“No último ano, o Estado processou aproximadamente 4,6 milhões de toneladas de milho para etanol, o que resultou em uma produção estimada de cerca de 1,4 milhão de toneladas de DDG. Esse volume é absorvido majoritariamente pela cadeia de proteínas animais como insumo estratégico na formulação de ração”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes.

Com a habilitação chinesa, pode haver a alteração da dinâmica de formação de preços. “Quando um produto passa a ter acesso ao mercado internacional, ele deixa de depender exclusivamente da demanda interna. O preço doméstico tende a se alinhar à chamada “paridade de exportação”, ou seja, ao valor internacional descontados os custos logísticos e cambiais. Se exportar se mostrar mais vantajoso, parte da produção pode ser direcionada ao exterior, reduzindo a oferta interna e sustentando as cotações no mercado doméstico. Por outro lado, se a demanda da cadeia de carnes estiver aquecida e pagar preços competitivos, pode compensar manter o produto no mercado interno, especialmente considerando menores custos logísticos”.

No curto prazo, a abertura do mercado externo amplia a concorrência pelo produto. Caso a exportação apresente maior rentabilidade, parte da produção pode ser direcionada ao exterior, reduzindo a oferta interna e sustentando as cotações no mercado doméstico. Esse movimento pode elevar o custo da ração e impactar as margens da cadeia de carnes.

Por outro lado, se a demanda interna estiver aquecida e oferecer preços competitivos, pode ser mais vantajoso manter o DDG no mercado local, especialmente em razão dos menores custos logísticos.

“Do ponto de vista da indústria de etanol de milho, a exportação cria um novo canal de escoamento, reduz riscos de excedentes e amplia a previsibilidade de receita. Esse cenário tende a estimular investimentos e sustentar a demanda por milho, beneficiando diretamente o produtor rural.”

Com maior segurança, as usinas tendem a ampliar investimentos e sustentar a demanda por milho, beneficiando também o produtor rural.

Para Mato Grosso do Sul, o desafio será equilibrar a nova oportunidade de exportação com a competitividade da cadeia de proteínas animais. O crescimento sustentável dependerá da expansão da produção de milho, do processamento industrial e do acompanhamento constante das condições de mercado.

“A entrada da China como compradora de DDG representa, portanto, uma oportunidade estratégica, mas que exigirá monitoramento constante para que o crescimento seja sustentável e integrado entre as cadeias produtivas”.



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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 116 milhões





As seis dezenas do concurso 2.976 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (MS), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 116 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (MS), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.




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Estância onde amigos morreram em Bonito é interditada





A estância onde os amigos Pedro Henrique de Jesus, de 20 anos, e Gustavo Henrique Camargo, de 32, morreram após acidente com tirolesa e descarga elétrica, na zona rural de Bonita, foi interditada.

A tragédia, conforme mostrado anteriormente, aconteceu no domingo (22/2), durante uma festa de casamento.

O Campo Grande News publicou que o local não tinha certificado de vistoria emitido pelo Corpo de Bombeiros e funcionava de forma clandestina. A estância ficará interditada até a regularização da documentação.

O local foi alugado por três dias para celebração do casamento de familiares das vítimas. Equipe da PC (Polícia Civil) esteve no local e explicou que o acidente aconteceu na área de eventos da propriedade onde há a tirolesa sobre uma lagoa e agora apura a origem da fuga de energia que causou a morte de Gustavo e Pedro.

Após o acidente, o local desativou o perfil no Instagram.




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Governo prevê multa de até R$ 30 mil para policial em vigilância privada clandestina


O governo Lula (PT) discute a publicação de um decreto que estabelece multa de até R$ 30 mil para policiais, guardas municipais e outras pessoas que atuem de forma clandestina na área da segurança privada. A punição consta em minuta elaborada pela Polícia Federal —responsável pela fiscalização do setor— e encaminhada ao Ministério da Justiça em maio. O texto ainda pode sofrer alterações até receber o aval da Casa Civil e ser enviado para a assinatura de Lula.

O decreto tem como objetivo regulamentar o Estatuto da Segurança Privada, sancionado em setembro de 2024. A norma atualiza e endurece as regras para a atuação de empresas e profissionais do setor, substituindo a antiga regulamentação, em vigor desde 1983. Com a nova redação do estatuto, tornaria-se crime organizar, prestar ou oferecer serviços de segurança privada com uso de armas de fogo sem a devida autorização de funcionamento. A pena prevista é de detenção de 1 a 3 anos.

Mudança

Agora, o texto do decreto deve definir como segurança privada clandestina toda prestação de serviço sem autorização da Polícia Federal, seja armada ou desarmada. A prática também poderá resultar em multa de R$ 1.000 a R$ 10 mil para pessoas físicas e de R$ 10 mil a R$ 30 mil para pessoas jurídicas, com valores maiores em caso de reincidência. Procurado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmou que o decreto chegou à pasta na semana passada e está em análise pela Secretaria de Assuntos Legislativos. A Polícia Federal não se manifestou.
Os policiais, em regra, têm dedicação exclusiva e, por isso, não podem fazer bico na área da segurança privada, a não ser em caso de autorização expressa por normas estaduais. Quando há alguma brecha, o policial precisa estar vinculado a uma empresa de segurança privada, ter curso de vigilante e autorização da Polícia Federal.

Ivan Hermano, vice-presidente da Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores) para a região Centro-Oeste, afirma que, em alguns estados, os estatutos das próprias polícias estaduais já impõem limitações a esse tipo de atividade.

“A nova lei vai auxiliar a Polícia Federal a coibir os abusos recorrentes no setor, algo que era difícil, já que a legislação anterior previa autuação apenas sobre as empresas registradas. Um dos pontos importantes trata das especificações da vigilância clandestina, que é feita geralmente pelos policiais”, diz.

Antes do estatuto, quando a Polícia Federal identificava uma empresa clandestina de segurança privada, sua atividade podia ser encerrada. Em caso de reincidência, era lavrado um termo circunstanciado. Para pessoas físicas flagradas atuando de forma irregular, não havia penalidade imediata prevista em lei.

José Vicente da Silva Filho, coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo e membro do Conselho da Escola de Segurança Multidimensional da USP, afirma ser contrário à atuação de policiais na segurança privada. Segundo ele, há profissionais que, de forma independente, realizam bicos em farmácias, padarias e supermercados. Além disso, há empresas que contratam policiais clandestinamente para realizar a escolta de funcionários.

“Na minha opinião, o policial que atua na segurança privada deveria ser demitido, porque essa prática é incompatível com a função pública. Trata-se de vender a expertise adquirida no serviço público para o setor privado. Isso leva a um relaxamento ético, contaminando e enfraquecendo a integridade da instituição”, disse.

No Brasil, há diversos casos envolvendo policiais em segurança privada clandestina. Entre eles está o caso de policiais que faziam a escolta do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, que delatou integrantes da facção criminosa PCC e da Polícia Civil e foi assassinado no aeroporto de Guarulhos.

Em 2020, também houve o caso da morte de João Alberto Silveira Freitas, 40, espancado e morto por dois homens em um supermercado da rede Carrefour, em Porto Alegre. Um deles era policial militar. Segundo o texto do decreto em discussão no governo, a prestação de serviços de segurança privada deve ser realizada por profissionais habilitados e registrados na Polícia Federal. Todos devem ter formação específica e vínculo com empresas de segurança ou organizações.

O setor da segurança privada abrange atividades como vigilância patrimonial, escolta, segurança pessoal, formação profissional, monitoramento eletrônico e segurança em transportes coletivos. As empresas de segurança privada, escolas de formação de profissionais e empresas ou condomínios com serviço de segurança poderão equipar seus vigilantes com armas de fogo. Serão permitidos modelos como o revólver calibre .38, a pistola calibre .380 e a pistola calibre .38 TPC, a carabina calibre .38 e a espingarda calibre 12. Dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação revelam que o Brasil conta com 3.336 empresas atuando no setor de segurança privada.

Em Campo Grande

Um exemplo desse problema é explícito no comércio de Campo Grande, onde após o episódio em Porto Alegre, o comércio mudou o colete dos prestadores, tirando a inscrição Segurança por Controle de Perdas que na prática são seguranças. A incidência maior da ilegalidade está nas redes de supermercados onde os seguranças sequer usam coletes, alguns utilizam camisa do supermercado.

A maioria do efetivo é composto por policiais da reserva (aposentados), mas muitas das vezes coordenados por policiais da ativa. Essa segurança também é composta por guardas municipais. Nas casas noturnas como boates, conveniências, tabacarias e outras consta a presença do policial militar armado atuando na segurança, havendo inclusive registros de pessoas baleadas, mas que no registro da ocorrência ou no inquérito, consta o policial como pessoa que estava no local naquele momento e ao presenciar situação irregular, agiu atirando.

Recentemente a Polícia Federal fez uma blitz contra seguranças clandestinos. Três dias depois parecia que nada havia acontecido e os efetivos clandestinos seguiam no chamado “bico”.

Fonte: UOL



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Detido dias antes, suspeito é novamente abordado pela Guarda em ocorrência de furto


Menos de uma semana depois de ser preso por furtar ar-condicionado de uma sala da Praça Paraguaia, no Jardim Independência, em Dourados, Robson, de 35 anos, foi detido novamente pela GMD (Guarda Municipal de Dourados) nesta segunda-feira (23/2), acusado de furtar duas bicicletas juntamente com Leandro Souza da Silva, de 43.

Segundo o boletim de ocorrência, os guardas abordaram os dois ladrões na esquina das ruas Rui Barbosa e Noca Dauzaker, na região da Vila Cachoeirinha.

Os agentes perceberam o nervosismo do Robson e do Leandro ao notarem a presença da viatura e decidiram realizar a abordagem. Com o segundo indivíduo, a equipe encontrou uma bicicleta, cor laranja, marca KSW, aro 29. Após consulta ao sistema policial, foi constatado que o veículo era produto de furto registrado no último dia 10. Ele alegou ter comprado a bicicleta, avaliada em cerca de R$ 1,2 mil, por R$ 120.

Já o Robson confessou o furto de uma bicicleta ocorrido no domingo (22/3). Ainda de acordo com o registro policial, ele foi reconhecido por meio de imagens de videomonitoramento compartilhadas em grupos de segurança pública. O suspeito indicou que havia escondido o objeto na residência de Leandro, no Jardim Água Boa.

No endereço informado, com apoio da Patrulha Maria da Penha, os guardas localizaram a bicicleta furtada nos fundos do imóvel. O veículo, originalmente de cor preta, havia sido pintado de branco. Robson afirmou que pretendia ficar com a bicicleta para uso próprio.

Ainda conforme a Guarda Municipal, Robson já havia sido detido na semana passada, após se envolver no furto de um aparelho de ar-condicionado da Praça Paraguaia.

Diante dos fatos, Leandro foi preso em flagrante por receptação e encaminhado à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). Já Robson, apesar da confissão do furto ocorrido no domingo, vai responder ao processo em liberdade.

As duas bicicletas foram recuperadas e apresentadas à autoridade policial para os procedimentos cabíveis.



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Terça-feira chuvosa e máxima de 32ºC em Ponta Porã





Terça-feira (24/2), em Ponta Porã, com previsão ao longo do dia, se estendendo até a noite. Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), mínima de 22ºC e máxima de 32ºC.




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Para ampliar atuação da Justiça Federal em MS, governo e bancada trabalham em parceria com TRF3


Para discutir a ampliação e interiorização da prestação jurisdicional em Mato Grosso do Sul, que tramita na Câmara dos Deputados por meio do projeto de lei que cria e instala seis novas varas na Justiça Federal do Estado, o Governo de MS se reuniu com o representantes do TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) e da bancada federal.

No encontro realizado na manhã desta segunda-feira (23), o governador Eduardo Riedel abordou a importância da medida e reconheceu o apoio do próprio TRF3, e dos parlamentares, deputados federais e senadores. “Nossa relação com a bancada federal é sempre focada em buscar soluções para a sociedade, e o TRF3 abraçou Mato Grosso do Sul de forma muito propositiva e benéfica para o Estado”, disse.
A Câmara dos Deputados recebeu, no mês de dezembro de 2025, o Projeto de Lei nº 6.359/2025, encaminhado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), que propõe a criação de novos cargos efetivos e a instalação das seis varas na Justiça Federal de Mato Grosso do Sul. A proposta prevê a instalação das unidades em Três Lagoas, Ponta Porã, Naviraí, Dourados, Bonito e Corumbá.

Para a procuradora-geral do Estado, Ana Ali, a iniciativa contribui para a melhoria da prestação jurisdicional considerando os grandes projetos em desenvolvimento em MS, como as rotas Bioceânica e da Celulose. “A reunião foi muito positiva em relação ao projeto de lei que já tramita na Câmara dos Deputados para a criação das seis novas varas federais. É importante a ampliação da Justiça Federal para o Mato Grosso do Sul, com atendimento ao jurisdicionado de forma mais próxima, mais direta. A ampliação envolve a Rota da Celulose e Rota Bioceânica, além do Estado ser região de fronteira”, disse.

O deputado federal e coordenador da bancada de MS, Dagoberto Nogueira, destacou a importância da ampliação das varas da Justiça Federal no Estado e o envolvimento dos parlamentares na aprovação do projeto. “É um projeto de muito interesse do Mato Grosso do Sul, pois existem muitos processos e poucas varas. Com isso há uma demora muito grande nessas decisões. E agora com a Rota Bioceânica, acreditamos que vai aumentar a demanda. O governador chamou a bancada para que a gente pudesse agir em favor da aprovação do projeto de lei, que prevê a criação e que está em tramitação na Câmara dos Deputados. Nós conversamos com o presidente Hugo Mota, ele deu orientações para a gente tentar fazer o projeto tramitar em regime de urgência e assim votamos nos próximos dias”, disse Nogueira.

Em outubro do ano passado o TRF3 instalou em Campo Grande, a Turma Regional de Mato Grosso do Sul. A medida marcou um passo histórico na descentralização da Justiça Federal de segundo grau, reforçando a presença institucional no Estado e permitindo que julgamentos ocorram de forma mais conectada à realidade e às demandas regionais, aproximando o cidadão sul-mato-grossense das instâncias de decisão e tornando mais ágil a tramitação de processos.

“Hoje será inaugurada a instalação física da turma recursal do TRF3 no Estado, isso é extremamente importante. Nós nunca tivemos uma mudança estrutural da Justiça Federal e que traz uma proximidade, celeridade, e possibilidade de maior proximidade no sentido das especificidades de Mato Grosso do Sul. É um momento marcante para a comunidade jurídica, para toda a advocacia pública, privada, e para o jurisdicionado, para aquele que precisa do acesso da Justiça Federal”, disse a procuradora-geral do Estado, Ana Ali.

Também participaram do encontro o secretário Rodrigo Perez (Segov) e o desembargador e presidente do TRF 3ª Região, Carlos Muta, e demais membros do órgão, além dos senadores Soraya Thronicke e Nelson Trad Filho, e os deputados federais Beto Pereira e Geraldo Resende.



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Acabar com a escala 6×1 é prioridade do governo, afirma Boulos


O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, voltou a afirmar nesta segunda-feira (23) que acabar com a escala 6×1 é uma das principais prioridades do governo federal este ano.

“A proposta que nós estamos defendendo, junto com o [presidente Luiz Inácio] Lula é o fim da escala 6×1, ou seja, no máximo 5×2. No mínimo, o trabalhador ter dois dias de descanso por semana livres e reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais sem redução de salário”, explicou.

Durante a participação na estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Boulos disse que há muita resistência de empresários contra a medida, mas que já era esperado, à exemplo de outros avanços históricos como a implantação do salário mínimo, do 13º salário ou férias remuneradas.

“Eu nunca vi patrão defender aumento de direito do trabalhador. Ele sempre vai ser contra, sempre vai contar um monte de lorota dizendo que vai acabar [com a economia]. O fato é que tudo isso foi aprovado historicamente no Brasil e a economia não ruiu”, afirmou.

Boulos disse ainda que aprovar a PEC da Segurança Pública também é prioridade para que um Ministério da Segurança Pública possa ser criado com atribuições estabelecidas por lei.

A garantia de direitos do trabalhador de aplicativos de transporte também está entre um dos esforços do governo federal para este ano, destacou o ministro.

Para ele é necessário estabelecer taxas de percentual fixas a serem repassadas às empresas que operam os aplicativos, para que o trabalhador não seja lesado.

“A empresa só faz a intermediação tecnológica. Liga o passageiro ao motorista, faz a gestão de um aplicativo, ela não troca um pneu, não tem um carro, não dirige, e de cada viagem ela fica com 50% do lucro do trabalhador. Isso é inaceitável”, disse.

De acordo com o ministro, o debate se estende aos entregadores por aplicativo. No final do ano passado, a pasta liderada por Boulos anunciou a criação de um grupo de trabalho para formular propostas de regulação trabalhista para a categoria.

A participação do ministro Guilherme Boulos no programa de estreia comandado pelo jornalista José Luiz Datena foi transmitida ao vivo dos estúdios da Rádio Nacional, em São Paulo.

Hidrovias

O ministro informou que retorna ainda nesta segunda-feira a Brasília para uma reunião com lideranças indígenas do estado do Pará que protestam contra o Decreto nº 12.600, de agosto de 2025, que inclui as hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização (PND).

No final de semana, representantes do Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita) ocuparam o escritório da multinacional Cargill, que opera no Porto de Santarém, no Pará, exigindo a revogação do decreto, por considerarem que os efeitos de medida ameaçam o meio ambiente e a soberania alimentar dos povos.

“Eu tenho defendido que o governo atenda a pauta indígena e eu acho que tem possibilidade real disso acontecer. Eu acredito que hoje vamos ter notícias boas sobre isso”, adiantou Boulos.

Ao ser questionado sobre uma medida mais efetiva, como a revogação do decreto, o ministro disse que a decisão ainda passará pelo debate com outros ministérios que participaram da construção do decreto.

“Esse decreto foi publicado antes de eu entrar no governo, mas te adianto que a minha defesa é que a gente consiga atender à reivindicação deles que é justa e necessária”, afirmou.



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Região Sul lidera colheita da soja em Mato Grosso do Sul


A colheita da soja em Mato Grosso do Sul segue em andamento e, até o dia 13 de fevereiro a área colhida acompanhada pelo Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, alcançou 14,9% da área estimada no Estado, o que representa aproximadamente 714 mil hectares

A região sul apresenta o maior avanço nas operações, com 19% da área colhida, superando as regiões centro (10,3%) e norte (5,9%).

Os dados constam no Boletim nº 647, elaborado pela Aprosoja/MS em parceria com o Sistema Famasul, a partir de levantamentos realizados junto a produtores rurais, sindicatos e empresas de assistência técnica nos principais municípios produtores do Estado.

Na comparação com o mesmo período da safra 2024/2025, o índice atual está 13,8 pontos percentuais abaixo. No ciclo anterior, o Estado registrava 28,7% da área colhida até 13 de fevereiro.

Segundo o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o cenário climático foi determinante para o ritmo da colheita neste início de safra.

“O avanço da colheita reflete as condições enfrentadas ao longo de janeiro. Tivemos estiagem prolongada e temperaturas elevadas, principalmente na região sul, o que impactou o desenvolvimento das lavouras e, consequentemente, o desempenho em campo”, explica.

Em dezembro de 2025, mais de 75% das lavouras apresentavam boas condições. No entanto, o mês de janeiro registrou piora significativa em função dos veranicos, com períodos superiores a 20 dias sem chuvas em determinadas localidades. Levantamentos de campo indicam que mais de 640 mil hectares foram impactados, com destaque para municípios como Dourados, Ponta Porã, Maracaju e Amambai.

Atualmente, 63% das lavouras no Estado são classificadas como boas, 23,2% como regulares e 13,8% como ruins. As áreas com maior comprometimento estão associadas à irregularidade das chuvas, solos arenosos, alta incidência de pragas e falhas no estande de plantas.

A estimativa para a safra 2025/2026 aponta área cultivada de 4,794 milhões de hectares, crescimento de 5,9% em relação ao ciclo anterior. A produtividade média projetada é de 52,82 sacas por hectare, com expectativa de produção de 15,195 milhões de toneladas.



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Audiência para Prestação de Contas do 3º Quadrimestre de 2025 acontece nesta tarde





Acontece neste momento, na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, a Audiência Pública para a Prestação de Contas do 3º Quadrimestre de 2025, apresentada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Por iniciativa do deputado Lucas de Lima (sem partido), presidente da Comissão Permanente de Saúde, a reunião ocorre no Plenarinho Deputado Nelito Câmara, para apresentação dos relatórios detalhados relativos ao terceiro quadrimestre de 2025. 

A obrigatoriedade de apresentação do relatório consta na Lei Complementar 141/2012, que dispõe sobre valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, estados e municípios em ações e serviços públicos de Saúde.

De acordo com a norma, o gestor do Sistema Único de Saúde (SUS) deverá apresentar, em audiência pública na Casa Legislativa, o Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior. Nesse documento, devem ser informadas a aplicação de recursos, auditorias, oferta e produção de serviços e indicadores da área da Saúde.




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