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Advogada orienta sobre como se proteger de crimes digitais no carnaval


Imagens capturadas em pleno carnaval, na alegria dos blocos e festas, sem conhecimento nem permissão dos foliões, podem gerar problemas graves, expor as pessoas a riscos e, inclusive, a crimes. A advogada Maria Eduarda Amaral, especializada em Direito Digital e Propriedade Intelectual, ensina como as pessoas devem fazer para se proteger dos chamados crimes digitais no carnaval e, também, no resto dos dias do ano.

“Essa é uma questão bastante sensível porque, hoje, qualquer conteúdo que você posta na internet está suscetível a manipulações, a utilizações indevidas, aos maiores cuidados que eu possa deixar aqui hoje”, disse Maria Eduarda à Agência Brasil.

Algumas precauções incluem: somente aceitar pessoas nas redes sociais que você conheça, não se expor excessivamente, não postar coisas em tempo real quando ainda estiver em determinado ambiente ou local, tomar bastante cuidado com símbolos principalmente.

“Eu vejo pessoas que saem do trabalho, vão para o carnaval e postam fotos. Os mais jovens que saem da faculdade com algum símbolo que identifique o local, vão para o carnaval e postam alguma coisa que acaba tornando a vida deles muito identificável”.

A especialista explicou que a pessoa que tem a intenção de fazer fazer mau uso da informação vai estar observando esses movimentos, para saber que o jovem acabou de sair da faculdade e está indo para uma festa.

“Sabe que, se fizer alguma coisa para prejudicar essa pessoa, ela vai demorar algum tempo para perceber e ver. Esse é o momento. Se a pessoa estiver curtindo uma festa de carnaval, o momento de fazer algo contra aquela pessoa é agora, porque ela não vai estar prestando atenção. É mais fácil de se espalhar (o boato, a mentira) e, então, ela não vai tomar uma atitude imediata para conter essa situação”.

Intercorrências

Pelo que a advogada Maria Eduarda pôde perceber no último carnaval, uma das maiores intercorrências foi invasão de redes sociais. Ela explicou que as pessoas, no desespero do momento, entram em wi-fi públicas muito duvidosas ou acabam acessando SMS ou links suspeitos, passando códigos suspeitos pelo telefone. “Enfim, invasões por redes sociais que acabam gerando golpes financeiros em redes sociais”.

A segunda intercorrência significativa são os deepnudes, fotos falsas que deixam pessoas nuas e que são geradas pelo uso de inteligência artificial. “Porque as pessoas estão fantasiadas e é mais fácil para a IA gerar um conteúdo sexual falso, a partir dessas imagens e fotos”.

Isso ocorre principalmente com essas imagens quando se trata de mulheres com fantasias, adornos, adereços de carnaval. É o uso indevido de imagem.

Outro problema grave está ligado ao uso de aplicativos de encontros, como Tinder, Happn, Inner Circle, para pegar fotos de pessoas reais que são manipuladas por inteligência artificial, criando perfis para poder dar match, ou seja, combinar ou corresponder à expectativa da pessoa.

Para os bandidos, dar match significa levar as pessoas que procuram encontros por aplicativos a encontrar os possíveis parceiros ou parceiras em locais não seguros, onde podem acontecer roubos, furtos, sequestros e outros tipos de crimes.

Maria Eduarda recomenda muito cuidado ao entrar nesses aplicativos, inclusive ao fazer chamadas de vídeo. Se do outro lado estiver de fato um golpista, essa chamada de vídeo pode ser utilizada para acessar principalmente contas bancárias, fazer empréstimo, fazer cartões de crédito.

A especialista em crimes digitais advertiu que cuidado maior devem ter pessoas que estão curtindo o carnaval fora da cidade onde moram.

Cuidados básicos

Antes de marcar encontros por esses aplicativos, o usuário deve tomar alguns cuidados básicos, orientou Maria Eduarda. Segundo a especialista, o ideal é coletar o máximo de informações sobre a pessoa com quem quer se encontrar.

“Falando principalmente do público LGBTQIA+, que é o mais afetado, existem algumas pessoas que não expõem a própria sexualidade. Então, trabalham ali com apelidos, muitas vezes sem fotos do rosto nem de perfil. O que a pessoa que vai se encontrar com ela pode fazer é pegar redes sociais, conferir informações de nome. Pode lançar o nome em um site jurídico, por exemplo, o JusBrasil, para verificar se a pessoa com quem o encontro será feito já teve algum problema, alguma intercorrência antes”.

O usuário deve entrar nas redes sociais para ver se acha aquela pessoa, se ela está na mesma cidade, e perguntar sobre o dia dela, para conferir se o que ela falou até ali coincide. Deve verificar nas redes sociais se teve algum tipo de postagem, alguma foto, algum story .

Então, a orientação da advogada é dar o próximo passo, que consiste em uma videochamada, mesmo com os riscos de golpes com vídeos, e uma troca de fotos “desde que seja com parcimônia também, não sejam fotos muito comprometedoras, principalmente que não sejam fotos íntimas, até porque você está conferindo informações, mas não sabe quem é a pessoa que está do outro lado”.

Ela explica que há um cálculo sensível de riscos, quando o assunto é vídeochamada. “Nesse caso, o mais seguro é que a pessoa faça a videochamada com cautela porque não se teria outra forma de verificar se a pessoa que está falando com você é a mesma pessoa do aplicativo. É essencial prestar atenção em qualquer movimentação suspeita durante a chamada e não manter o rosto muito próximo da câmera para evitar qualquer leitura facial por aplicativos terceiros”.

Erros comuns
Mesmo pessoas que tenham tomado todos os cuidados possíveis nesses aplicativos de relacionamentos podem acabar sendo prejudicadas de alguma forma. “Nós já tivemos casos aqui em que a pessoa tomou todos os cuidados possíveis. Ela realmente estava falando com a pessoa do outro lado que dizia ser quem era. Só que na hora de marcar o encontro, foi sugerido um lugar totalmente ermo, de procedência duvidosa“. Ao chegar lá, o usuário percebeu que se tratava efetivamente de um golpe. Ou seja, a pessoa com quem ela falava era participante do golpe, mas foi-se criando uma confiança.

Daí a advogada orientar que por mais que essa pessoa passe por todas as verificações e consiga estabelecer confiança, ainda assim o interessado deve fazê-la passar por uma quarta verificação. A pessoa deve exigir um encontro em um local público.

Prints

Os prints (capturas de telas) são majoritariamente as provas digitais válidas para abrir um processo judicial ou uma investigação policial, confirmou Maria Eduarda Amaral.

“Um padrão que eu vejo nesse tipo de caso, envolvendo golpes virtuais, é que por mais que a pessoa faça todas as verificações, ela não guarda informações sobre a pessoa que ela vai encontrar”.

A sugestão é que, enquanto o usuário estiver conversando com a pessoa no aplicativo ou no Whatsapp tire um print do perfil dela e manda para um amigo.

De acordo com a advogada, pode-se tirar print de tudo, do número que a pessoa está usando no Whatsapp, de foto que aparece nesse número, de algum status.

“Se a pessoa ligou para o usuário em uma chamada de vídeo, tira um print do rosto de quem está falando com você, do convite dela te chamando para sair. Porque é muito comum nesses casos, os golpistas apagarem tudo depois que eles conseguem o que querem da pessoa”, alerta.

“Eles vão apagar o perfil que usaram para falar com você, vão descartar os números, vão apagar os números de WhatsApp e aí, depois, por mais que a vítima queira, se torna muito mais difícil saber quem é aquela pessoa”, completou.

A advogada esclareceu que a partir do momento em que a vítima guarda, desde o início, todas as informações, é mais fácil ciar uma linha do tempo “para poder entender de onde ela surgiu, quem ela é, se está aplicando outros golpes, como está utilizando essas redes digitais para conseguir aplicar esses golpes”.

Se a vítima não tem essas informações, os advogados podem entrar em contato ali com a operadora de telefonia, por exemplo, mas o chip já não existe mais. “Então, eles não têm como te passar as informações que são necessárias. E, se tudo der certo, o máximo que vai acontecer é você apagar tudo e descartar”.

A advogada afirmou, entretanto, que as plataformas podem ser responsabilizadas nesses casos também. “Nós entendemos que, principalmente se tratando de sites de relacionamentos, existe uma responsabilidade da plataforma porque o usuário precisa se cadastrar, tanto que não é possível que uma mesma pessoa tenha mais de um perfil no Tinder, por exemplo”.

A especialista aconselha ainda que as pessoas não tenham vergonha de denunciar. “Não existe vergonha em ser vítima. Nós somos todos humanos, todos nós temos a possibilidade de passar por esse tipo de situação, de cair nesse tipo de golpe”.

Responsabilização

Em todos esses tipos de crimes, a vítima pode buscar uma responsabilização civil. “Quando nós falamos, por exemplo, da invasão de uma conta bancária, a responsabilidade civil é também do banco pela fraude. Se você conseguir encontrar essa pessoa golpista, a responsabilidade criminal é dessa pessoa”.

Maria Eduarda deixou claro mesmo sem identificar o golpista, a vítima pode buscar a pessoa para quem fez transferências bancárias, falando-se aqui de invasão de conta bancária, por exemplo. “Porque a pessoa, em nome de quem está aquela conta, que está recebendo aquele dinheiro que é fruto de um crime, ela é punível com a situação. Então, ela também responde pelo golpe, pela fraude”.

No caso das deepfakes, há responsabilização criminal do usuário que gerou aquele conteúdo e existe também responsabilização parcial da plataforma, tanto civil quanto criminal. No caso do criminal seria para remoção, para exclusão do conteúdo. No caso da responsabilização civil, seria para as indenizações que a pessoa prejudicada pode receber, principalmente indenizações relativas a danos morais, a danos à imagem, a depender da extensão da veiculação desse conteúdo e do dano na vida da pessoa afetada.

“Então, a plataforma responde solidariamente com o usuário. Se você não sabe quem é o usuário, a responsabilidade recai sobre a plataforma”.

As deepfakes são imagens criadas com o uso de tecnologias de inteligência artificial que permitem a sobreposição de rostos e vozes em vídeos, podendo sincronizar os movimentos dos lábios e expressões faciais, o que faz com que a imagem se assemelhe muito à de uma pessoa real.

Maria Eduarda Amaral informou que nos casos dos perfis de aplicativo, ocorre a mesma coisa. A responsabilidade é solidária, porque, ao se fazer o cadastro nessas plataformas, a pessoa precisa informar certos dados, inclusive sob o pretexto de segurança para os usuários.

“Se a plataforma não faz esse cruzamento de dados, então ela permite que qualquer pessoa suba qualquer foto ali falsa, sem a possibilidade de se verificar se se trata realmente de uma pessoa. Nesse caso, ela está sendo conivente com essa situação. Então, ela também é responsável”.

Se a plataforma não conseguir identificar quem é esse usuário, “o que ultimamente é bem difícil”, ela responde individualmente. Já se a plataforma consegue identificar quem é esse usuário, então a pessoa prejudicada pode tomar as medidas cabíveis contra ele. Nesse caso, não só a vítima, como também a pessoa que teve a imagem utilizada, conseguem responsabilizar esse golpista de forma cível e criminal, além de responsabilizar a plataforma de forma cível. Isso acontece justamente porque é previsto nos termos e diretrizes da plataforma, da comunidade, que “o cadastro é uma das formas de se verificar a idoneidade do usuário que está se cadastrando ali naquela plataforma”.



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Vereador Marcelino Nunes solicita iluminação e redutor de velocidade em Ponta Porã


Durante a sessão ordinária realizada na terça-feira (10), o vereador Marcelino Nunes apresentou duas indicações voltadas à melhoria da segurança viária em diferentes pontos de Ponta Porã.

As solicitações foram encaminhadas ao prefeito Eduardo Campos, com cópias ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.

Na primeira indicação, o parlamentar solicitou a instalação de postes e luminárias na entrada do Assentamento Dorcelina Folador. Segundo Marcelino Nunes, a medida é necessária para reforçar a segurança de motoristas, motociclistas e ciclistas que utilizam a via, considerada uma das principais entradas do assentamento e que registra grande fluxo de veículos.

O vereador destaca que a implantação da iluminação pública no local proporcionará mais comodidade aos moradores e maior segurança aos usuários da via, especialmente no período noturno.

Redutor de velocidade

Em outra indicação, Marcelino Nunes solicitou a implantação de um redutor de velocidade na Rua Pitombeira, nas proximidades da Escola Municipal Marcondes Fernandes Pereira, situada no bairro Residencial Ponta Porã II.

De acordo com o vereador, o pedido atende a uma reivindicação de moradores e de pessoas que utilizam a via diariamente.

Ele ressalta que o trecho ainda não conta com esse tipo de dispositivo, considerado importante para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança, principalmente de estudantes e pedestres que circulam pela região.

As indicações seguem agora para análise do Executivo Municipal e dos setores competentes.



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Investigado por casos de violência doméstica é preso pela Polícia Civil na Capital


Homem de 34 anos, investiado por casos de violência doméstica, foi preso neste domingo (15/2), pela Deam (Delegacia Especializado de Atendimento à Mulher), em Campo Grande. Contra ele, havia mandado de prisão preventiva em aberto.

Conforme a PC (Polícia Civil), as investigações apontam um ciclo de violência reiterada. O autor já havia sido preso em flagrante no dia 18 de dezembro de 2025 após episódios de ameaça e injúria ocorridos no Bairro Vila Alba.

Na ocasião, as vítimas — mulheres com idades entre 26 e 34 anos — relataram comportamentos de controle extremo e medo. Mesmo após ser posto em liberdade provisória no dia seguinte (19 de dezembro), mediante medidas protetivas de urgência, o indivíduo demonstrou total desprezo pelas ordens judiciais.

Registros policiais confirmam novos descumprimentos nos dias 19, 25, 30 e 31 de dezembro do ano passado. O homem teria utilizado meios de comunicação e contatos eletrônicos para continuar assediando e ameaçando a vítima.

Anteriormente, policiais da Especializada já havia cumprido um mandado de busca e apreensão contra o investigado, devido a denúncias de que ele possuía armas de fogo. Ao tomar ciência de que era alvo de novas frentes investigativas, o indivíduo passou a agir de maneira furtiva, abandonando a residência em que morava e deixando de frequentar seu escritório de advocacia.

Após mais de um mês de diligências e monitoramento, a equipe policial localizou seu paradeiro e nas primeiras horas de ontem, os agentes deram cuprimento ao mandado de prisão preventiva. Em estrito cumprimento aos preceitos legais e às prerrogativas da classe, a OAB-MS foi devidamente acionada logo após a captura para acompanhar os procedimentos.



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Baleado na fronteira morre antes de chegar ao hospital em Pedro Juan Caballero





Um homem identificado como Marcos Daniel Maldonado Jara, morreu na noite deste domingo (15) após ser atingido por vários disparos de arma de fogo no distrito de Zanja Pytã, cidade ao lado de Ponta Porã. Ele chegou a ser socorrido com urgência e encaminhado para atendimento médico no Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu durante o trajeto.

De acordo com as informações preliminares, a vítima foi alvejada em circunstâncias ainda não esclarecidas. Equipes de resgate foram acionadas e realizaram o transporte emergencial até o hospital. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, Marcos Daniel morreu antes de receber atendimento médico. O corpo foi encaminhado à morgue do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero.




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Jovem é encontrado morto em chácara de Guia Lopes da Laguna





A polícia apura as circunstâncias da morte de uma pessoa jovem em uma chácara localizada no município de Guia Lopes da Laguna, na margem da rodovia para Jardim. O corpo foi constatado por uma pessoa que passava na rodovia e percebeu que uma pessoa estaria caída na entrada da casa e ao verificar constatou a morte.

As Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros foram acionados, mas constataram a morte da vítima. Ainda não há a definição da identidade da vítima. A vítima teria familiares em Jardim e trabalhava há pouco tempo na propriedade.

Após os levantamentos e confirmação da identificação da vítima, o corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal de Jardim. O caso será apurado pela Polícia de Guia Lopes da Laguna.




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Vítima de tentativa de homicídio é deixado ferido no Regional de Ponta Porã





Um homem de 45 anos foi deixado ferido no setor de Urgência e Emergência do Hospital Regional de Ponta Porã na manhã de ontem (14), em um caso tratado pela polícia como tentativa de homicídio.

A vítima, identificada como João Admilson Brites Benites, apresentava dois ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, ele foi atingido na mão direita e no pescoço, sendo submetido a procedimento cirúrgico logo após dar entrada na unidade hospitalar. Até o momento, o estado de saúde não foi oficialmente divulgado.

De acordo com relato repassado à Polícia Militar, João foi levado ao hospital por um homem ainda não identificado. Após deixá-lo na unidade, o condutor deixou o local sem fornecer informações sobre as circunstâncias do crime ou sobre sua própria identidade.

A ausência de detalhes sobre onde e como os disparos ocorreram amplia o mistério em torno do caso, que agora está sob investigação das autoridades competentes. A polícia busca identificar tanto o autor dos disparos quanto a pessoa que conduziu a vítima ao hospital, peça-chave para esclarecer a dinâmica dos fatos.




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Homem é preso pela 58ª vez em Dourados após furto em farmácia


O ciclo de prisões e solturas em Dourados ganhou mais um capítulo neste sábado (14). Lucas Matheus Santos de Carvalho, de 27 anos, conhecido pelo apelido de “Microfone”, foi detido pela 58ª vez, segundo registros policiais. A nova prisão ocorreu por volta das 19h30, após furto em uma farmácia na região central da cidade.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito foi localizado no interior do estabelecimento comercial com R$ 87,20 em dinheiro, valor que teria sido subtraído do caixa. Ele foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde foi autuado em flagrante por furto.

Morador do Jardim Itália, “Microfone” já é figura conhecida das forças de segurança locais. O que mais chama a atenção das autoridades é a frequência com que ele é detido e, em seguida, colocado novamente em liberdade por decisões judiciais.

Histórico recente de prisões

O histórico mais recente reforça o cenário de reincidência. No dia 30 de janeiro, ele foi preso por furto em uma loja na Rua Cuiabá, sendo liberado no dia seguinte após audiência de custódia. Poucos dias depois, em 5 de fevereiro, voltou a ser capturado sob acusação de praticar diversos furtos na área central.

Após essa última prisão, a soltura foi determinada pelo juiz Marcel Goulart Vieira, que entendeu ser desnecessária a realização de audiência de custódia no caso específico. A decisão, diante do elevado número de reincidências, reacendeu discussões sobre os critérios adotados para concessão de liberdade provisória e os impactos na segurança pública.

O caso expõe um dilema que vai além de um único indivíduo. De um lado, está o princípio da presunção de inocência e as garantias legais asseguradas pela Constituição. De outro, a sensação de impunidade que cresce entre comerciantes e moradores, especialmente na região central, onde furtos têm sido recorrentes.

A reincidência sucessiva levanta questionamentos sobre a eficácia das medidas aplicadas até agora e aponta para a necessidade de políticas públicas integradas. Especialistas defendem que, além da repressão penal, é fundamental investir em acompanhamento social, tratamento contra dependência química — quando for o caso — e programas de reinserção, para quebrar o ciclo repetitivo de crime e prisão.



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Vereador Leandro Bitencourt solicita pavimentação em dois bairros de Ponta Porã


O vereador Leandro Bitencourt apresentou, na sessão ordinária de terça-feira, dia 10, duas indicações na Câmara Municipal de Ponta Porã solicitando obras de pavimentação asfáltica em bairros que enfrentam dificuldades de mobilidade urbana.

Os expedientes foram encaminhados ao prefeito Eduardo Campos, com cópia ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.

Na primeira indicação, o parlamentar pediu a pavimentação asfáltica no bairro Jardim Independência.

Segundo ele, a solicitação atende a uma demanda antiga dos moradores, que convivem com vias em condições precárias de trafegabilidade, situação que se agrava tanto em períodos chuvosos, com lama e buracos, quanto na estiagem, com excesso de poeira.

De acordo com Leandro Bitencourt, a execução da obra deve contribuir diretamente para a melhoria da mobilidade urbana, da segurança viária e da qualidade de vida da população, além de facilitar o acesso aos serviços públicos essenciais.

Parque dos Eucaliptos

Em outro expediente, o vereador também solicitou pavimentação asfáltica no bairro Parque dos Eucaliptos.

O pedido foi encaminhado ao Executivo Municipal com o mesmo direcionamento à Secretaria de Obras e Urbanismo.

O parlamentar destacou que a falta de asfalto no bairro tem causado transtornos constantes à população, especialmente em dias de chuva, quando o barro dificulta o tráfego, e em períodos secos, quando a poeira afeta moradores e comerciantes da região.

Leandro lembra que a pavimentação trará mais conforto, segurança, valorização do bairro e dignidade aos moradores, além de melhorar as condições de circulação de veículos e a prestação de serviços essenciais.

As indicações seguem para análise da administração municipal.



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Fabricadas na China, motos elétricas Monarca chegam à fronteira e prometem revolucionar a mobilidade


A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero ganha uma nova alternativa de transporte urbano. Fabricadas na China, as motos elétricas da marca Monarca foram apresentadas oficialmente em Ponta Porã pelo CEO do Monarca Group, Carlos Bernardo, como uma proposta moderna, econômica e sustentável para a população local.

Sem consumo de combustível fóssil e com baixa emissão de poluentes, os modelos chegam ao mercado como resposta a uma demanda crescente por soluções de mobilidade mais acessíveis e ambientalmente responsáveis. Em uma região marcada pelo fluxo intenso de pessoas entre Brasil e Paraguai, a agilidade no deslocamento é um diferencial competitivo — e é justamente nesse ponto que as motos elétricas apostam.

Autonomia e praticidade no dia a dia

De acordo com a empresa, as motos oferecem autonomia de até cinco horas de locomoção contínua, podendo ter esse tempo ampliado com intervalos desligadas. A proposta é atender trajetos urbanos cotidianos, como deslocamentos para o trabalho, estudos e atividades de lazer.

Leves e disponíveis em diferentes versões — desde scooters compactas até modelos mais robustos — as Monarca se destacam pelo peso reduzido, que facilita manobras em vias de tráfego intenso. A ausência de motor a combustão também implica manutenção simplificada, fator que pode representar economia a médio e longo prazo para o consumidor.

Segundo Carlos Bernardo, a chegada das motos elétricas representa mais do que o lançamento de um produto: trata-se de uma mudança de paradigma na mobilidade regional. “Estamos oferecendo à população da fronteira um meio de transporte moderno, ágil e não poluente”, afirmou.

Mobilidade estratégica na fronteira

O contexto geográfico torna o lançamento ainda mais relevante. A dinâmica urbana entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero exige alternativas que combinem baixo custo operacional, facilidade de estacionamento e eficiência energética. Nesse cenário, veículos elétricos leves tendem a ganhar espaço, especialmente entre estudantes e trabalhadores que realizam deslocamentos curtos e frequentes.

Além do apelo econômico, o fator ambiental também pesa. Em tempos de discussões globais sobre transição energética e redução de emissões, a adoção de veículos elétricos em cidades de porte médio pode representar um passo importante rumo a uma mobilidade mais limpa.



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José Menino Júnior solicita melhorias em estradas rurais e redutor de velocidade no Jardim Aeroporto


O vereador José Menino Júnior apresentou duas indicações na Câmara Municipal de Ponta Porã com foco na segurança viária e na melhoria da mobilidade tanto na zona rural quanto na área urbana do município.

Os pedidos foram encaminhados ao prefeito Eduardo Campos, com cópia ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.

Na primeira indicação, o parlamentar solicitou a manutenção das estradas e da ponte na região do Guaíba, especialmente no trecho que dá acesso à Aldeia Lima Campo, seguindo em direção ao Distrito de Nova Itamarati.

Segundo o vereador, as estradas da localidade são vias principais de acesso e vêm enfrentando sérios problemas por falta de manutenção.

O parlamentar destaca que ônibus escolares utilizam diariamente o trajeto e, em razão das más condições, têm ficado atolados por horas, o que prejudica o rendimento escolar dos alunos e dificulta a rotina de motoristas que dependem da via.

José Menino Júnior também chamou a atenção para a situação da ponte existente no trecho, que se encontra em estado precário. De acordo com ele, apesar de passar por manutenções anuais, a estrutura é totalmente de madeira e não tem resistido às ações do tempo, aumentando os riscos para quem precisa atravessá-la.

O vereador defende que a realização de patrolamento e cascalhamento das estradas, além da construção de uma ponte mais resistente, são medidas essenciais para garantir a segurança, assegurar o transporte escolar e melhorar o acesso da comunidade local.

Segurança no Jardim Aeroporto

Em outra indicação, o vereador solicitou a instalação de redutores de velocidade, acompanhados de placas de sinalização, na Rua Batista de Azevedo, no bairro Jardim Aeroporto, nas proximidades da Comunidade Católica Nossa Senhora de Fátima.

De acordo com o parlamentar, a medida é necessária devido ao intenso fluxo de pedestres na região, especialmente durante missas e eventos religiosos, quando há grande concentração de fiéis.

Ele ressalta que o tráfego de veículos em alta velocidade na via representa risco à segurança da população, principalmente de idosos e crianças, que têm mais dificuldade na travessia.

A implantação de redutores de velocidade, segundo o vereador, contribuirá para prevenir acidentes e proporcionar mais segurança e qualidade de vida aos moradores da região.



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